Eike Batista sem medo da Polícia Federal
19/04/2014 | 09h45

O empresário Eike Batista não está preocupado com a investigação anunciada na última quinta-feira pela Polícia Federal (PF) do Rio de Janeiro, para apurar crimes financeiros que ele teria cometido envolvendo a venda de ações da petroleira OGPar (ex-OGX), da qual é controlador. Em entrevista ao jornal americano “Wall Street Journal”, Eike disse que será “excelente que tudo seja esclarecido". Foi a primeira entrevista concedida a um veículo de imprensa desde que a petroleira entrou em recuperação judicial, em novembro de 2013. Desde que seu império começou a cair, o empresário tem evitado a mídia nacional. "É excelente que tudo seja esclarecido. Estou muito calmo. Deixemos que eles investiguem", disse Eike em entrevista por telefone.

Eike disse que a PF não entrou em contato com ele e negou ter feito qualquer coisa de errado. Ele admitiu ter vendido ações da ex-OGX no passado, mas salientou que sempre informou o mercado sobre essas transações. "Todas as vendas foram declaradas. Tudo relacionado a minhas companhias de capital aberto sempre foi informado ao mercado", afirmou Eike.

Os três crimes investigados pela PF são manipulação de mercado, insider trading (uso de informação privilegiada) e lavagem de dinheiro. Somados, eles podem resultar em pena de até 23 anos de prisão. Na nota distribuída à imprensa semana passada, no entanto, a PF não cita o nome do empresário. Diz apenas que a investigação terá como alvo o “acionista controlador de uma empresa que atuou na área de petróleo”.

Fonte: O Globo 

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Juíza rejeita pedido de bloqueio de bens de Eike e da OGX
11/07/2013 | 11h14

A Juiza da 5ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), Maria Isabel Paes Gonçalves, negou, no fim da tarde desta quinta-feira, o pedido de bloqueio dos bens do empresário Eike Batista e da OGX, empresa de petróleo do grupo EBX.

A medida cautelar do acionista minoritário Márcio de Melo Lobo, que pedia a indisponibilidade dos bens da empresa e do acionista majoritário, por eventuais prejuízos futuros foi indeferido pela juíza. Entre outros motivos, Maria Isabel Paes Gonçalves afirmou que "meros indícios, se existissem, não justificariam a medida tão extrema, cuja concessão geraria mais problemas do que soluções".

O advogado do Lobo disse que vai recorrer da decisão. "Respeito a decisão da juíza, mas penso que não é possível que sejam dilapidados os bens das empresas controladas para a reestruturação da EBX, que é uma empresa de capital fechado. Vou recorrer", frisou.

Fonte: O Globo
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Eike e Odebrecht assumem gestão do Maracanã
09/05/2013 | 04h22

Não houve surpresas: Eike Batista cumpriu seu objetivo de ganhar a disputa para gerenciar o maior estádio do Brasil. O consórcio Maracanã S.A., formado por Odebrecht (construtora responsável pela reforma do estádio para a Copa de 2014), IMX (uma das empresas do bilionário brasileiro) e AEG, foi anunciado como vencedor da licitação para concessão do local pelos próximos 35 anos. Agora, só falta a homologação do resultado, um formalidade que deve ser feita nos próximos dias pelo secretário estadual de Casa Civil, Régis Fichtner. Na manhã desta quinta-feira, a comissão de licitação formada pelo governo do Rio de Janeiro analisou a documentação do consórcio, que estava em primeiro lugar na concorrência após análise das propostas técnica e econômica, e habilitou o Maracanã S.A. a ficar com a concessão.

O valor de outorga mínimo exigido pelo edital era de 4,5 milhões de reais por ano, que serão pagos pelo consórcio vencedor para o governo do Rio. O Maracanã S.A. ofereceu 5,5 milhões de reais, 17% a mais que os 4,7 milhões do concorrente. Apesar do período de concessão ser de 35 anos, serão pagas apenas 33 parcelas anuais de outorga. Portanto, no total, a proposta do Maracanã S.A. foi de 181,5 milhões de reais, contra 155,1 milhões da adversária. O valor da melhor proposta equivale a cerca de um quinto do que está sendo gasto na atual reforma do estádio (sem contar as intervenções antigas - e também milionárias - para o Mundial de Clubes da Fifa, em 2000, e o Pan de 2007). Só a reforma atual, que praticamente reconstruiu o estádio, passou de 1 bilhão de reais. O governo já tinha torrado 428 milhões de reais nas obras de 2007 e 253 milhões em 2000.

Fonte: Veja

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Dilma já chegou ao Porto do Açu
26/04/2012 | 04h45

[caption id="attachment_10304" align="aligncenter" width="320" caption="Foto de Phillipe Moacyr"]Foto de Phillipe Moacyr[/caption]

[caption id="attachment_10307" align="aligncenter" width="336" caption="Ministro Edison Lobão, Dilma, Cabral e Carla Machado — Foto de Fabrício Berto publicada no blog do Paulo Noel"]Ministro Edison Lobão, Dilma, Cabral e Carla Machado — Fotos: Fabrício Berto[/caption]

A presidente Dilma Rousseff, acompanhada do governador Sérgio Cabral (PMDB), já chegou ao Porto do Açu, em São João da Barra. A presidente foi recepcionada pela prefeita de São João da Barra, Carla Machado (PMDB), e pelo empresário e anfitrião Eike Batista, dono do Grupo EBX, da qual faz parte a LLX, empresa responsável pela construção Superporto. A prefeita de Campos, Rosinha Garotinho (PR) e o deputado federal Anthony Garotinho (PR) também estão acompanhando a visita.

Dilma participa da celebração do início de produção de petróleo no campo de Waimea, na Bacia de Campos, pela OGX, empresa do grupo EBX, que possui 30 blocos exploratórios no Brasil e cinco na Colômbia. Na comitiva presidencial, estarão diversas autoridades do governo federal, como os ministros dos Portos, Leônidas Cristino, e de Minas e Energia, Edison Lobão.

Na ocasião, Eike Batista e Murilo Ferreira, presidente da Vale, assinam o memorando de entendimento entre a LLX, empresa de logística do grupo EBX, e a Ferrovia Centro Atlântica, administrada pela Vale. O documento prevê a continuidade dos estudos de viabilidade e para obtenção das licenças ambientais necessárias para a construção do trecho ferroviário até o Porto Açu.

Segundo o secretário de Transportes, Julio Lopes, a extensão do ramal é importante para o escoamento de mercadorias e produtos industrializados pelo Porto do Açu. "É uma obra de muito impacto que precisa ainda de alguns ajustes, mas ela é imprescindível para a operação do complexo siderúrgico e das indústrias que vão se instalar no distrito industrial da retroárea do porto e também na região,. Há um projeto de porto em andamento na vizinha Barra do Furado. Já em dezembro, estaremos com o destacamento do porto que será uma base muito importante de apoio à produção do pré-sal", disse Lopes.

Fonte: Portal do Governo do RJ

Manifestação na BR-356 — Antes da chegada da presidente Dilma, um grupo de estudantes da Uenf, Uff e representantes do MST organizou uma manifestação solicitando o veto de Dilma ao  Código Florestal aprovado na ontem (25). Veja aqui

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