Excesso de arrecadação?
08/12/2016 | 09h24

duvida-emprego

Foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (08) uma suplementação por "excesso de arrecadação". Valor: R$ e R$ 17.499.364,51 (dezessete milhões, quatrocentos e noventa e nove mil, trezentos e sessenta e quatro reais, cinquenta e um centavos). O decreto, do dia 02 deste mês, havia sido divulgado com incorreção.

De acordo com a publicação, o recurso necessário para o Crédito Adicional Suplementar é proveniente de Excesso de Arrecadação na fonte 0100 - Recursos Próprios, na natureza de Receita 79229901 - Restituições Diversas.

Em tempos de crise, com o cobertor cada vez mais curto, servidores municipais temem que este "excesso de arrecadação" tenha saído do fundo do PreviCampos.

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Datafolha: Lula tem 25%, Marina 15% e Aécio 11%
12/12/2016 | 09h49

pesquisa

Pesquisa do instituto Datafolha, divulgada nesta segunda-feira (12) pelo jornal "Folha de S.Paulo", apontou que o ex-presidente Lula lidera as intenções de voto no primeiro turno das eleições de 2018. Veja o resultado:

Lula (PT): 25% Marina Silva (Rede): 15% Aécio Neves (PSDB): 11% Jair Bolsonaro (PSC): 9% Ciro Gomes (PDT): 5% Michel Temer (PMDB): 4% Luciana Genro (Psol): 2% Ronaldo Caiado (DEM): 2% Eduardo Jorge (PV): 1% Branco/nulo: 20% Não sabe: 6%

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para cima ou para baixo e índice de confiança de 95%. O Datafolha ouviu 2.828 pessoas nos dias 7 e 8 de dezembro.

Lula também lidera em outros três cenários de primeiro turno simulados pela pesquisa. Em um desses cenários a pesquisa acrescentou o governador Geraldo Alckmin (PSDB). Ele fica com 8%. Marina tem 17% e Lula tem 26%.

No cenário com o ministro das Relações Exteriores José Serra (PSDB), o tucano aparece com 9%. Marina com 16% e Lula com 25%.

Marina lidera simulações de segundo turno - A ex-senadora Marina Silva, que foi ministra do Meio Ambiente no governo Lula e fundou o partido Rede Sustentabilidade, teve a liderança das intenções de voto em todos os cenários de segundo turno em que ela aparece.

Na disputa com Lula, Marina obteve 43% e o petista, 34%. Se o segundo turno fosse com Aécio, ela teria 47% e o tucano, segundo o Datafolha, 25%. Contra Alckmin, a ex-senadora teria 48% e o governador, 25%.

Por fim, num eventual segundo turno contra Serra, Marina teria 47% e o rival teria 27%.

Fonte: G1
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Feliz ano novo!
31/12/2016 | 09h00
feliz-ano-novo-2017 Desejo aos amigos e leitores do blog um feliz ano novo!

Que em 2017 gente tenha a capacidade de entender que um ano só é realmente novo quando colocamos novos aprendizados em prática, corrigimos nossos erros e mudamos atitudes. Como diria o poeta Carlos Drummond de Andrade: “Para ganhar um ano novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre”.

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Eventos: após denúncia, suplementação
07/12/2016 | 09h33

Na tarde de ontem (06) o blog "Opiniões", do jornalista Aluysio Abreu Barbosa, publicou denúncia da produtora cultural Anna Franthesca sobre serviços que teriam sido prestados e não foram pagos pela Prefeitura de Campos (aqui).

Ao que tudo indica, a FCJOL já conta com os recursos para quitar as pendências.

O Diário Oficial de hoje traz uma suplementação para a Fundação.

"Outros serviços de terceiros / pessoa jurídica" - R$ 30,4 mil.

"Outros serviços de terceiros / pessoa jurídica" - R$ 46,7 mil.

Como o cobertor é curto, a prefeita Rosinha Garotinho (PR) teve que anular recursos que estavam previstos para a secretaria de Gestão de Pessoas e Contratos.

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Ironia do destino
21/12/2016 | 06h14

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Em agosto de 1971, o então guerrilheiro Cesar Benjamin, foi preso, aos 17 anos, numa praça de Salvador durante uma missão do Centro de Informações da Marinha (Cenimar). Integrante da organização MR-8, que lutava contra a ditadura, ele estaria levando uma mala de dinheiro para Carlos Lamarca quando foi capturado por militares. Entre seus captores estaria Paulo Cesar Amêndola, que, em 2011, falou ao GLOBO sobre a operação. Com riquezas de detalhes, ele afirmou que foi enviado à Bahia numa ação confidencial, e que só chegando lá descobriu quem era o alvo. A prisão teria ocorrido numa emboscada, e, na versão de Amêndola, coube a ele desarmar Benjamin, que tentou escapar do cerco.

Quarenta e cinco anos depois, numa ironia da História, os dois voltam a se cruzar. Agora, nos corredores do Executivo municipal. Ontem, o prefeito eleito Marcelo Crivella anunciou seu secretariado e, entre os nomes, estão o de Benjamin, para a pasta de Educação, Esporte e Lazer, e o de Amêndola, para a Ordem Pública. Em 2011, após Amêndola dar sua versão para o episódio, o GLOBO procurou Cesar Benjamin, que não quis encontrar o militar nem tocar no assunto.

Fonte: O Globo

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Qual voz será ouvida? Das ruas de Campos ou da Zona Sul do Rio?
15/12/2016 | 04h56
[caption id="attachment_45726" align="aligncenter" width="338"]magal-nervoso Magal puxou papel da mão de Cláudio Andrade[/caption]

Os vereadores Jorge Magal (PSD) e Albertinho (PMB), que durante a atual legislatura chegaram a se posicionar contra o governo rosáceo e adotaram postura independente, voltaram a ocupar a trincheira rosácea e parecem dispostos a dar o sangue nas batalhas finais.

Na manhã de hoje (15), durante a sessão extraordinária para a votação do projeto que pretende alienar patrimônios para cobrir o rombo do Previcampos, os dois pareciam mais nervosos do que o normal. Em um determinado momento, Magal chegou a puxar um papel da mão do vereador eleito Cláudio Andrade (PSDC) e seguranças tiveram que entrar em ação para acalmar os ânimos.

Políticos conhecidos pela penetração nas camadas populares, Magal e Albertinho precisam ouvir mais a voz das ruas de Campos e menos uma voz que vem da Zona Sul do Rio de Janeiro, de um apartamento na Senador Vergueiro, no Flamengo.

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Na última semana, Rosinha troca Henrique Oliveira por Ângelo Rafael
27/12/2016 | 09h58

exoneracao

O Diário Oficial desta terça-feira (27) traz a exoneração de Henrique Oliveira da secretaria de Desenvolvimento Humano e Social.

Até domingo, quando o governo Rosinha chega ao fim, a pasta será comandada por Ângelo Rafael.

A secretaria, responsável pelos programas sociais, vem sendo investigada nos últimos meses por conta de um "escandaloso esquema" envolvendo o Cheque Cidadão.

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Cofre aberto
05/12/2016 | 10h13
pagamentos Se por um lado diretores de hospitais conveniados falam em dívidas milionárias, por outro tem empreiteiro que continua recebendo pelo "pacotão de obras". Na última semana a Imbeg recebeu R$ 3 milhões e a Construtora Avenida ficou com R$ 3,2 milhões.
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Freud explica
11/12/2016 | 11h57

freud

A delação da Odebrecht, que colocou centenas de políticos no mesmo barco, provocou reações das mais variadas.

Alguns políticos aproveitaram o momento para atacar adversários usando as informações reveladas pela empreiteira. O mais estranho é que teve político citado que escolheu uma análise seletiva, ao reforçar os detalhes sobre as propinas enviadas aos adversários e rebater a informação sobre a fatia do seu próprio "bolo". São figuras que, com frequência, recorrem ao mundo da fantasia para aliviar frustrações e derrotas.

Neste caso, tentar entender essa reação não é uma tarefa para os analistas políticos.  Só Freud explica:

"Mantemos uma vida de fantasia onde nos comprazemos em compensar as deficiências da realidade"

"[o indivíduo] se desprende da realidade, recolhendo-se aonde pode gozar, isto é, ao seu mundo de fantasia, cujo conteúdo [...] se transforma em sintoma".
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Rosinha convoca vereadores
19/12/2016 | 03h46
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A prefeita Rosinha Garotinho (PR) convocou os vereadores da base aliada para uma reunião na tarde desta segunda-feira (19). Na pauta, orientações do líder rosáceo sobre os próximos passos no Legislativo.

Ciente de que o "rolo compressor" já não tem a mesma força, a ideia é tentar manter o grupo em sintonia para aprovar as contas da prefeita, entre outras medidas.

Na última sexta-feira (16), antes do governo desistir do projeto que pretendia alienar patrimônios para cobrir a dívida com o Previcampos, membros da bancada governista avisaram que a voz das ruas vai contar mais do que a "ordem de cima".

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Venda de patrimônios: Juiz barra proposta rosácea
15/12/2016 | 04h26
decisao-judicial
 DEFIRO, pois, a TUTELA DE URGÊNCIA e SUSPENDO os atos de dação em pagamento ou termo de parcelamento de dívidas com vinculação de recursos do Fundo de Participação dos Municípios celebrados entre o município de Campos dos Goytacazes e o PREVICAMPOS com base em eventual lei municipal editada a partir do projeto de lei nº 101/2016 e sua Emenda Modificativa 002/2016. Citem-se e intimem com urgência pelo OJA de plantão, o Município de Campos dos Goytacazes e o Presidente da Câmara dos Vereadores, com a advertência de que o descumprimento acarretará a nulidade dos tos doravante praticados, sem prejuízo de multa pessoal de R$ 50.000.00 para o agente responsável. Intime-se a parte autora, por publicação no DJe. Campos dos Goytacazes, 15/12/2016. Eron Simas dos Santos- Juiz em Exercício A decisão foi publicada no blog do jornalista Esdras Pereira (aqui).
Nesta quinta-feira (15), após um novo tumulto e impasse, a sessão extraordinária foi remarcada para amanhã (16), às 10h. Veja no blog "Na Curva do Rio": aqui 
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Delação da Odebrecht: Garotinho diz que é "vingança"
10/12/2016 | 03h24

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Em seu blog, o ex-governador Anthony Garotinho (PR), citado na delação da Odebrecht (aqui), diz que está sendo alvo de uma "vingança". Segundo o político, "delação premiada não pode nem deve servir para cobranças de faturas de obras onde existam divergência entre as partes, muito menos para vingança. Para isso existem as esferas competentes".

De acordo com Garotinho, pode existir algum tipo de "ressentimento". "Só posso encarar a declaração do doutor Leandro no âmbito do ressentimento. A Prefeitura rescindiu esse contrato unilateralmente após um longo processo administrativo onde a empreiteira tenta receber mais de R$ 30 milhões. A prefeitura não paga por entender que não é devido, pois foge aos preceitos da lei 8.666. Tudo que estou afirmando aqui posso comprovar através de farta documentação existente dentro dos processos da Prefeitura contra a Odebrecht e vice-versa. Aliás abaixo mostro trecho do documento onde a empresa aciona a prefeitura judicialmente".

Ele também afirma que a Odebrecht nunca depositou dinheiro em contas.  "No caso de Pezão, Eduardo Paes e outros políticos, ele sempre afirma que pagou parte em dinheiro e outra parte em contas no exterior, citando inclusive os países e as contas. No meu caso ele não faz isso. Gostaria, em nome do respeito que todas as pessoas merecem, que se o senhor Leandro Azevedo fez qualquer depósito em contas que eu teria no exterior, como relatou de outros políticos, que informe o país, o banco e número da conta que teria depositado dinheiro em meu nome ou de Rosinha, como a matéria da Veja insinua. Sinta-se à vontade para dizer os valores que teriam sido depositados nas referidas contas, que ele não dirá porque não existem. Quanto às doações legais que ele disse ter feito, existem recibos eleitorais, comprovantes de gastos da campanha e abertura e fechamento da conta eleitoral no Itaú, na cidade do Rio de Janeiro".

De acordo com o delator, dinheiro em espécie era deixado no escritório de Garotinho, no Rio.

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Odebrecht: mais 76 bombas vêm aí
10/12/2016 | 10h38
bomba-3 A bomba estourada ontem, com a divulgação da delação do lobista da Odebrecht Claudio Melo Filho, é apenas uma. Mais 76 bombas vem aí em explosões que podem ser quase diárias. Ou melhor, o dobro desse número explodirá: o que veio à luz ontem são relatos que ainda serão detalhados em novos depoimentos a partir de agora. Aconselha-se aos políticos que arranjem um abrigo antiaéreo — as bombas explodirão com uma intensidade cada vez maior. Fonte: Lauro Jardim/O Globo
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E quando uma cidade inteira morre?
01/12/2016 | 02h26

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Por Fabrício Carpinejar: 

E quando uma cidade inteira morre? Uma cidade para no ar?

Quando uma cidade some e o sangue se transforma em vento?

Quando os relâmpagos emudecem. Quando as estrelas ficam envergonhadas de brilhar e o sol de aparecer.

Quando uma cidade perde as suas residências dentro de um avião? Porque cada homem era uma casa, uma família, uma esperança.

A queda da aeronave na Colômbia que levava o time do Chapecoense matou toda Chapecó na madrugada de terça-feira (29/11). Porque Chapecó era o Chapecoense. Nunca vi uma torcida como aquela: pais, mães e filhos levantando bandeiras na Arena Condá.

As ruas se esvaziavam para ouvir melhor o coração do estádio.

Uma equipe movida pela alegria dos moradores que incentivaram com a loucura infantil do bairrismo e da gincana. Um viveiro de vozes, uma caixa de ressonância de gritos.

Uma equipe que veio de baixo, da mais simples e monocromática chuteira, da pobreza da grama em 43 anos de história, que subiu da série D para A em apenas seis anos em 2013, campeão catarinense por cinco vezes, que se manteve com prestígio na elite do futebol brasileiro e que disputaria a final da Copa Sul Americana, o que seria seu maior título. Novatos no triunfo, mas veteranos na resiliência.

22 mil pessoas nas arquibancadas eram 210 mil pessoas na cidade. 74 mortos são 210 mil chapecoenses.

Não duvido que um país inteiro não tenha definhado junto em Rionegro, perto de Medellín, na Colômbia.

Jamais contaremos os mortos da tragédia. Jamais saberemos ao certo o número de mortos.

Somos hoje todos desaparecidos.

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Delação da Odebrecht aponta um "Bolinha centralizador"
10/12/2016 | 11h52

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Na Odebrecht, o ex-governador Anthony Garotinho (PR) era chamado carinhosamente pelo seu apelido de infância: Bolinha.

De acordo com o delator Leandro Andrade Azevedo, Bolinha era centralizador, capaz de cobrar pessoalmente os repasses prometidos pela empresa.  “Posso dizer que este tipo de conversa, ou seja, cobrança por eventuais atrasos na entrega dos valores ou mesmo repactuação sobre os valores do pagamento eram comuns”.

Em contrapartida, o político enrolado com a Justiça mostrava-se disposto a agir para que a Odebrecht não saísse no prejuízo. “Presenciei algumas vezes Garotinho telefonando para os secretários da Fazenda do Município durante a gestão de Rosinha[…] e pedindo que tivéssemos preferência na regularização dos pagamentos em atraso, o que de fato aconteceu”.

Azevedo relata uma relação informal, quase de camaradas, iniciada a partir da possibilidade de empresa e político engordarem seus caixas. “embora eu não tivesse qualquer relacionamento com Rosinha, a quem conheci na data da assinatura deste contrato (Morar Feliz), mantinha relação próxima a Antonhy Garotinho, o que me permitia tratar com ele, sem burocracia, qualquer dificuldade que tivesse em nossos projetos. Foram exatamente os pagamentos feitos a Garotinho a pretexto das doações de campanha que abriram as portas para o meu contato direto com ele”.

Fonte: Veja 

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A caminho do brejo
08/12/2016 | 10h02

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Por Cora Ronai/O Globo: 

Um país não vai para o brejo de um momento para o outro — como se viesse andando na estradinha, qual vaca, cruzasse uma cancela e, de repente, saísse do barro firme e embrenhasse pela lama. Um país vai para o brejo aos poucos, construindo a sua desgraça ponto por ponto, um tanto de corrupção aqui, um tanto de demagogia ali, safadeza e impunidade de mãos dadas. Há sinais constantes de perigo, há abundantes evidências de crime por toda a parte, mas a sociedade dá de ombros, vencida pela inércia e pela audácia dos canalhas.

Aquelas alegres viagens do então governador Sérgio Cabral, por exemplo, aquele constante ir e vir de helicópteros. Aquela paixão do Lula pelos jatinhos. Aquelas comitivas imensas da Dilma, hospedando-se em hotéis de luxo. Aquele aeroporto do Aécio, tão bem localizado. Aqueles jantares do Cunha. Aqueles planos de saúde, aqueles auxílios moradia, aqueles carros oficiais. Aquelas frotas sempre renovadas, sem que se saiba direito o que acontece com as antigas. Aqueles votos secretos. Aquelas verbas para “exercício do mandato”. Aquelas obras que não acabam nunca. Aqueles estádios da Copa. Aqueles superfaturamentos. Aquelas residências oficiais. Aquelas ajudas de custo. Aquelas aposentadorias. Aquelas vigas da perimetral. Aquelas diretorias da Petrobras.

A lista não acaba.

Um país vai para o brejo quando políticos lutam por cargos em secretarias e ministérios não porque tenham qualquer relação com a área, mas porque secretarias e ministérios têm verbas — e isso é noticiado como fato corriqueiro da vida pública.

Um país vai para o brejo quando representantes do povo deixam de ser povo assim que são eleitos, quando se criam castas intocáveis no serviço público, quando esses brâmanes acreditam que não precisam prestar contas a ninguém — e isso é aceito como normal por todo mundo.

Um país vai para o brejo quando as suas escolas e os seus hospitais públicos são igualmente ruins, e quando os seus cidadãos perdem a segurança para andar nas ruas, seja por medo de bandido, seja por medo de polícia.

Um país vai para o brejo quando não protege os seus cidadãos, não paga aos seus servidores, esfola quem tem contracheque e dá isenção fiscal a quem não precisa.

Um país vai para o brejo quando os seus poderosos têm direito a foro privilegiado.

Um país vai para o brejo quando se divide, e quando os seus habitantes passam a se odiar uns aos outros; um país vai para o brejo quando despenca nos índices de educação, mas a sua população nem repara porque está muito ocupada se ofendendo mutuamente nas redes sociais.

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Carla Machado: "município virou um verdadeiro pandemônio"
27/12/2016 | 11h01

A prefeita eleita de São João da Barra, Carla Machado (PP) usou o Facebook para fazer um desabafo em relação a situação da Saúde no município. Em sua postagem ela diz que a Saúde é "caso de polícia". carla

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Histórico de rombos: Caprev, Prece e Previcampos
12/12/2016 | 11h59

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O blog "Opiniões", do jornalista Aluysio Abreu Barbosa mostra (aqui) que a prefeita Rosinha Garotinho (PR) cobra o apoio aos vereadores rosáceos para disponibilizar todos os bem imóveis do município, como Trianon, Teatro de Bolso, Cepop e a própria sede da Prefeitura, para pagar a dívida que ela deixará com os servidores. O rombo no Previcampos já teria passado de R$ 400 milhões.

Mas é bom lembrar que este é apenas mais um capítulo da polêmica relação dos rosáceos com o dinheiro sagrado dos servidores. Décadas antes do atual escândalo, os rosáceos conviveram com polêmicas na primeira passagem de Garotinho pela Prefeitura e também durante a gestão no governo estadual.

Caprev – Matéria publicada pela revista “Época” em 2010 (aqui) informa que, em seu primeiro mandato na Prefeitura de Campos, Anthony Garotinho criou a Caprev, Caixa de Assistência e Previdência de Campos. Para presidi-la, nomeou o amigo Jonas Lopes de Carvalho. Cada servidor sofria descontos de 8% a 11% por mês, dependendo da faixa salarial, para capitalizar o fundo. No fim do governo, os adversários descobriram que o caixa da Caprev estava vazio.  O ex-vereador Antônio Carlos Rangel lembra que, ocasião, apresentou ao plenário da Câmara de Campos um requerimento de informações sobre a Caprev. “Meu pedido foi rejeitado porque Garotinho tinha maioria”, diz.

Fundo dos servidores da Cedae – Em 2006, durante o último ano da gestão de Rosinha no governo do estado, a polêmica ficou por conta do Prece, fundo dos servidores da Cedae. Na ocasião, como mostrou matéria publicada pela Folha de S. Paulo, houve “suspeita de desvio de dinheiro do fundo para uso político no governo Rosinha e o TCE decidiu realizar uma inspeção extraordinária no Prece”. O tribunal teria indícios de que ao menos R$ 300 milhões poderiam ter sido desviados desde que Rosinha assumiu o governo, em 2003.

Eduardo Cunha ajudou a esconder "caixa preta" – O caso do fundo dos servidores da Cedae foi parar na CPI dos Correios e havia uma proposta para derrubar os sigilos. Mas segundo a matéria publicada na Folha de S. Paulo (aqui), Garotinho articulou com o então deputado Eduardo Cunha (PMDB) para derrubar a proposta que pretendia abrir a caixa preta do fundo.

Antes dos imóveis, tática para utilizar "crédito podre"– Em abril deste ano (aqui) o economista José Alves de Azevedo Neto, que já atuou como secretário do governo Rosinha, apontou uma “acrobacia”, com utilização de “crédito podre do Fundecam”, para amortizar a dívida da Prefeitura de Campos com o Previcampos.

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R$ 2,5 milhões na conta da Câmara
22/12/2016 | 10h26
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A Câmara de Campos pode até estar parada, por conta da polêmica envolvendo os três vereadores afastados, mas a verba mensal não parou de entrar.

Na última terça-feira (20) foram depositados pela Prefeitura de Campos R$ 2,5 milhões.

Em 2016 o orçamento da Câmara superou R$ 30 milhões.

Durante este ano teve aluguel de veículos (aqui), bustos, medalhas e troféus (aqui), garçom e copeiragem por R$ 156 mil (aqui), passagens aéreas (R$ 120 mil), eventos (R$ 235 mil) e fotocópia (R$ 60 mil) (aqui), entre outros gastos.

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Transição: o exemplo de Zezé Barbosa
27/12/2016 | 01h27

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O jornalista Fernando Leite, que fez parte do movimento Muda Campos, divulgou em seu blog uma matéria jornalística publicada pelo "Monitor Campista" logo após a eleição de 1988.

Naquele pleito, o então prefeito Zezé Barbosa viu o seu candidato (Jorge Renato Pereira Pinto) ser derrotado pelo jovem Anthony Garotinho.  Capaz de ouvir a voz das ruas, Zezé Barbosa se reuniu com o prefeito eleito e "prontificou-se a prestar todas as informações e dados necessários".

Agora, quase três décadas depois, o político que venceu em 1988 parece um habitante da "Terra do Nunca", onde as crianças nunca crescem e o escapismo prevalece.

Após ver o seu candidato ser derrotado no primeiro turno, ele esperneia, organiza manobras e tenta de todas as formas inviabilizar a futura gestão.

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Qual foi a prioridade?
02/12/2016 | 10h20

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Em sua manchete desta sexta-feira (02) a Folha da Manhã destaca que "Saúde não paga e deixa HGG sem água para beber". Também há informação sobre uma dívida de R$ 10 milhões com a Santa Casa.

Mas afinal de contas, o que faltou foi dinheiro ou definição de prioridades?

No dia 29 de setembro, faltando três dias para as eleições, o governo Rosinha Garotinho (PR) liberou mais um pacotão de pagamentos. A Construsan recebeu cerca de R$ 7 milhões por obras de pavimentação e drenagem. Os outros pagamentos foram para a Macro Construtora, Projecons e Construtora Avenida. A soma ficou em R$ 10 milhões (aqui).

No dia 30 houve mais um pacotão, dessa vez de R$ 6 milhões. Receberam as empresas: Cofranza, MM Construtora e Construnor.

Uma semana antes a Prefeitura já havia liberado mais de R$ 14 milhões por obras e manutenções diversas.

Cortou da Saúde - Em setembro, para manter o pacote de obras, a prefeita chegou a anular verbas da Saúde: aqui e aqui 

Atualização às 0h40 - Em contato com o blog o secretário de Saúde da Prefeitura de Campos. Dr. Geraldo Venâncio, comentou que, sobre a falta de água mineral para os pacientes, como denunciou o vereador Fred Machado (PPS), "não chegou nenhuma queixa formal à direção do HGG".

Sobre a dívida de R$ 10 milhões com a Santa Casa, ele diz: "não reconheço a dívida apontada e desafio que a auditoria do hospital comprove".

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Projeto quer transformar Uber em Táxi
07/12/2016 | 09h56
File illustration picture showing the logo of car-sharing service app Uber on a smartphone next to the picture of an official German taxi sign in Frankfurt, September 15, 2014. A Frankfurt court earlier this month instituted a temporary injunction against Uber from offering car-sharing services across Germany. San Francisco-based Uber, which allows users to summon taxi-like services on their smartphones, offers two main services, Uber, its classic low-cost, limousine pick-up service, and Uberpop, a newer ride-sharing service, which connects private drivers to passengers - an established practice in Germany that nonetheless operates in a legal grey area of rules governing commercial transportation. REUTERS/Kai Pfaffenbach/Files (GERMANY - Tags: BUSINESS EMPLOYMENT CRIME LAW TRANSPORT)

O deputado Carlos Zarattini apresentou ontem na Câmara Federal uma alternativa ao projeto que inviabiliza o Uber. Ocorre que a alternativa continua a inviabilizar o serviço da empresa no Brasil.

Zarattini e taxistas pressionam para que o projeto seja levado ao plenário da Câmara o mais rápido possível. Querem a aprovação de urgência hoje.

Em reunião de líderes com Rodrigo Maia, no entanto, PSD, PSDB e PP mostraram contrariedade com a proposta. Maia afirmou que só concordaria com a votação de urgência se houvesse consenso. Mas não há. O projeto altera a Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei 12.587/12), invocada frequentemente pelo Judiciário para garantir a manutenção do serviço no país.

Nesta nova versão, o projeto exige que os municípios autorizem a prestação do serviço do Uber, instalem taxímetros, limitem o número de carros e identifiquem os carros de transporte de passageiros (como os táxis). Além disso, impõe uma série de obrigações seguidas por taxistas.

Resumindo: o projeto tenta transformar Uber em táxi.

Fonte: Lauro Jardim/O Globo 

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Teve Black Friday na Câmara?
01/12/2016 | 10h18
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Ao que tudo indica, o Black Friday passou pela Câmara de Campos.

Foram publicados no Diário Oficial desta quinta-feira (01) os extratos de dois termos aditivos que contaram com grandes descontos nessa reta final do ano.

O contrato da empresa que presta serviços de recepção, limpeza, conservação e higienização teve um desconto de 44,75% (total da supressão: R$ 45,3 mil). Nome da empresa: J M F Construções.

Já a contratação de serviço de vigilância e segurança patrimonial desarmada, por um mês, contou com um desconto de 50% (total da supressão: R$ 346 mil).  Nome da empresa: K9 Vigilância Patrimonial.

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Desobediência
07/12/2016 | 01h21

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Em seu blog o ex-governador Anthony Garotinho (PR) considerou "uma situação muito grave" a desobediência do senador Renan Calheiros (PMDB), que ignorou a decisão do ministro do STF, Marco Aurélio Mello (aqui).

Porém, muito antes da polêmica no planalto, casos semelhantes ocorreram na planície. Em 2011 a prefeita Rosinha Garotinho (PR) desobedeceu uma decisão judicial que determinava o seu afastamento e chegou a acampar na Prefeitura.

Recentemente, o presidente da Câmara de Campos, Dr. Edson Batista (PTB), em sintonia com o líder, desobedeceu uma decisão do TRE que determinava a sua posse como prefeito interino. Ele também já havia desobedecido decisões judiciais sobre o concurso da Casa.

Além disso, durante programa de rádio, o ex-governador comentou sobre pessoas que estavam foragidas e, ao criticar juiz, delegado e promotor, chegou a dizer que ninguém deveria levar em consideração a decisão que determinou as prisões temporárias dos envolvidos no "escandaloso esquema" do Cheque Cidadão.

Já pensou se todas as pessoas resolvessem seguir esses exemplos?

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Na pressão
16/12/2016 | 03h38

protesto

A retirada de pauta do projeto que pretendia vender patrimônios para cobrir o rombo do Previcampos demonstrou que não há mais espaço para a velha política do "rolo compressor". Se no estado o governo Pezão teve que rever seu "pacote de maldades", em Campos o grupo rosáceo foi obrigado a recuar e terá que detalhar e se responsabilizar pelo rombo no Previcampos.

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Delação da Odebrecht: R$ 23,6 milhões ao caixa 2 da campanha de Pezão
10/12/2016 | 11h27

pezao

O governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) terá muitos, muitos, muitos problemas para explicar sua relação com o diretor da Odebrecht Leandro Andrade Azevedo. No anexo de sua delação premiada, o executivo conta que a empresa desembolsou R$ 23,6 milhões em dinheiro e 800 mil euros, por transferência bancária no exterior, à campanha de Pezão em 2014. Tudo no caixa 2, claro.

O volume em espécie, de acordo com Azevedo, foi entregue ao publicitário Renato Pereira, dono da agência de publicidade Prole, contratada pela campanha. “Os pagamentos foram realizados com recursos de Caixa 2, mediante entregas de dinheiro em espécie, tal qual determinado por Hudson Braga, diretamente para Renato Pereira no escritório da agência[…], na Urca”, detalha.

As transferências foram feitas para o banco Banif, em Bahamas, paraíso fiscal. O diretor conta que as doações ilegais garantiam a ele acesso direto a Pezão para tratar dos interesses da companhia. Reuniram-se inclusive, mais de uma vez, na casa de Pezão, no Leblon.

Fonte: Veja 

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Camelódromo alagado
14/12/2016 | 06h00
alagado

Em março de 2014, ano eleitoral, teve início a obra do novo camelódromo.

Na época, os 390 permissionários foram transferidos para um local provisório, no Parque Alberto Sampaio.

De lá pra cá, muitas promessas foram feitas aos permissionários. O local foi até usado durante a eleição para atacar adversários e defender o candidato governista.

Agora, faltando menos de 20 dias para o fim do governo, os comerciantes estão, literalmente, dentro d'água. "Esse é o resultado do nosso Natal, após quase três anos de espera", desabafou um comerciante.

Vídeo publicado pelo Luan Corrêa no Facebook:

[video width="360" height="640" mp4="http://www.folha1.com.br/_midias/wp/blogs3/bastos/wp-content/uploads/sites/2/2016/12/alagadooo.mp4"][/video]
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Quem deseja o colapso?
08/12/2016 | 08h10

coletiva

Na tarde desta quinta-feira (08) o prefeito eleito Rafael Diniz (PPS) fez um relato sobre a ausência da transição em Campos.  "Após as eleições, desci do palanque. Busquei uma transição limpa, sem revanchismo ou caça às bruxas, mas a postura do atual governo não tem sido responsável e isso prejudica a população", afirmou Rafael, que listou a ausência de diversas informações em áreas essenciais. "Nós não temos informações sobre dívidas com fornecedores, faltam detalhes sobre as listas de RPAs e a situação da PreviCampos", disse Diniz, que também citou a convocação de concursados sem um diálogo com o futuro governo. "Convocaram 200 concursados da Educação. Qual o objetivo? Inchar a folha salarial e inviabilizar o nosso governo? Não houve qualquer tipo de diálogo antes das convocações".

Indagado sobre a possibilidade de um colapso, Rafael Diniz afirmou: "Pelas poucas informações que recebemos, é possível notar que a situação é muito grave. Estamos cientes de que existe esse risco, mas nossa equipe está pronta para enfrentar os problemas. No entanto, necessitamos de informações que estão pendentes para que possamos entrar em ação logo no início do governo. Essa vingança não é contra Rafael Diniz, atinge diretamente a população de Campos", frisou.

orcamento

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Garotinho: "Vocês acham que eu ia deixar o meu na reta?"
12/12/2016 | 03h17
na-reta

Fora do rádio, o ex-governador Anthony Garotinho (PR) criou um programa ao vivo pelo Facebook.

Durante a estreia, nesta segunda-feira (12), ele voltou a comentar sobre a inclusão do seu nome na delação da Odebrecht (aqui). "Vocês acham que um cara como eu, repórter, que há 10 anos está denunciando Cabral, Pezão, Sergio Côrtes, Ricardo Teixeira, a roubalheira e a fraude das loterias. Eu ia, me desculpe, o termo é meio chulo: deixar o meu na reta? Francamente, precisa ser muito bobo para acreditar".

Saída da Diário FM - Ele também comentou sobre o fim do seu longo relacionamento com a Diário FM. "Me tiraram de todas as rádios do Rio e agora também me barraram nas rádios de Campos. Diziam que eu era dono de uma rádio, mas me tiraram de lá também. Eu me demiti?".

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Justiça suspende direitos políticos de Lindbergh
17/12/2016 | 07h07

lindbergh

A Justiça Fluminense suspendeu, por quatro anos, os direitos políticos do senador Luiz Lindbergh Farias (PT). A decisão é da juíza Nathalia Calil Miguel Magluta, titular da 5ª Vara Cível da Comarca de Nova Iguaçu e Mesquita, na Baixada Fluminense. Ele foi condenado pelo Tribunal de Justiça do RJ por ter permitido o uso promocional de sua imagem, em dezembro de 2007 e no primeiro semestre de 2008, quando era prefeito de Nova Iguaçu e se candidatava à reeleição.

Em nota, o senador informou que irá recorrer da sentença. Segundo o texto, "a matéria já foi julgada em 2011, pelo STF, que decidiu pelo seu arquivamento, com 10 votos a favor, por entender não haver indícios" para o processo.

Na época em que era prefeito, de acordo com o TJ, Lindbergh distribuiu caixas de leite e cadernetas de controle de distribuição com o logotipo criado para o seu governo impresso no material. Na sentença, a juíza também condenou o ex-prefeito ao pagamento de multa no valor de R$ 480 mil. "O réu usou seu cargo e o poder a ele inerente para beneficiar-se em sua campanha à reeleição. O réu causou dano ao gastar verba pública na criação do símbolo, sua inserção em campanhas e sua propagação, associada a seu nome, em situações em que não era necessário. Faltou à conduta do réu impessoalidade, economicidade e moralidade. Posto isso, condeno o réu Luiz Lindbergh Farias Filho à suspensão dos direitos políticos por 4 (quatro) anos e ao pagamento de multa civil no valor de R$ 480 mil reais", ressaltou a magistrada na sentença.

Fonte: G1

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Impeachment de Pezão ganha força na Alerj
09/12/2016 | 11h11
pezao

Deputados estaduais já se preparam para protocolar um pedido de impeachment contra o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) no ano que vem. A saída dele é vista como inevitável por parlamentares da base e da oposição ouvidos pela CBN, caso o estado entre em 2017 devendo salários desse ano aos servidores. Uma das teses que circula pela Alerj quer apontar crime de responsabilidade de Pezão quando o Estado concedeu isenções fiscais retroativas à joalheria Sara Joias. Um decreto do governo editado em novembro garantiu benefícios para uma filial da joalheria, quando uma liminar da Justiça vedava a concessão de novas isenções. O governo nega irregularidades.

Parlamentares fazem estudos para saber se esse caso configuraria descumprimento de decisão judicial, portanto, crime de responsabilidade. A outra possibilidade tratada pelos parlamentares é a rejeição às contas do governo. As de 2015, aprovadas com ressalvas pelo Tribunal de Contas do Estado, ainda não foram votadas pela Alerj. E as desse ano devem ser rejeitadas por causa da grave crise do estado.

Já é antiga a insatisfação da base aliada com a falta de comunicação entre o Executivo e o Legislativo. O pacote anticrise enviado pelo governo, que já teve projetos devolvidos por erros e também medidas aprovadas com muitas emendas ao texto original, chegou sem debate entre os deputados.

É raro que um parlamentar ocupe a tribuna e faça defesa enfática do governo, mesmo os da base aliada. O deputado Paulo Melo, do PMDB, que foi secretário de Pezão, cobra responsabilidade dos governistas. Ele diz que ainda não há clima nem objeto para o impeachment. "Quem tem que dar solução para o estado somos nós. Até gostaria de não ter ganho, mas fomos nós que ganhamos o governo do estado. A responsabilidade para encontrar soluções é uma responsabilidade do PMDB, do nosso governo, e dos deputados que tem compromisso com o estado, e não com o governante", declarou Paulo Melo.

Deputados apostam que a tese do impeachment poderá perder força se o governo federal tomar medidas drásticas para ajudar o Rio a sair da crise. Na atual conjuntura, agravada pela prisão do ex-governador Sérgio Cabral, a situação tende a se tornar insustentável.

O presidente da Alerj, Jorge Picciani, do PMDB, já rejeitou pedidos de impeachment contra Pezão que questionavam o parcelamento do 13º salário dos servidores de 2015. Em declarações recentes, Picciani tem dito que espera que o governador saia da crise, mas, 'caso ocorra o pior', diz que a Casa saberá escolher um novo nome para assumir o estado.

Fonte: CBN (Leandro Resende). 

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Quem vai obedecer?
16/12/2016 | 09h56
lider Mesmo após a decisão judicial que  veta o uso de patrimônios da Prefeitura para cobrir o rombo do Previcampos, o líder rosáceo manteve a posição sobre a votação, marcada para daqui a pouco. Resta saber se todo o "rolo compressor" está disposto a passar por cima da decisão. Se o líder não coloca o seu na reta, quem vai colocar? É bom destacar que a decisão fala em "multa pessoal de R$ 50.000.00 para o agente responsável" (aqui).
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CPIs foram esquecidas?
21/12/2016 | 10h12

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No início de junho o presidente da Câmara de Campos, Edson Batista (PTB), anunciou a abertura de duas CPIs. As CPIs teriam a missão de investigar o Trabalho Infantil e Violência no entorno das escolas.

Na época, a oposição afirmou que as duas comissões foram criadas para evitar a abertura da CPI da Lava Jato, protocolada com as assinaturas necessárias. A meta era investigar o bilionário contrato da Odebrecht em Campos. Porém, por conta de um resolução aprovada pelos aliados do governo, só duas CPIs podem funcionar de cada vez.

Agora, seis meses após a abertura das CPIs, pouco se sabe sobre o andamento das comissões e se houve um relatório final. Ou seja, a manobra para evitar a CPI da Lava Jato funcionou.
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José Carlos: "Câmara vai viver um novo momento"
06/12/2016 | 06h12

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O vereador José Carlos (PSDC) comentou sobre o próximo ano e garantiu que a "Câmara vai viver um novo momento". "Os vereadores que estão chegando e os que foram reeleitos não podem ser contra um governo que nem começou. A gente sente que a serenidade vai prevalecer na disputa pela presidência da Casa. A população de Campos está muito atenta e vai acompanhar todos os movimentos", disse José Carlos.

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Projeto para tapar o rombo: rosáceos convocam tropa
14/12/2016 | 10h09

Mensagem encaminhada pelos articuladores do grupo rosáceo tenta convocar membros da tropa para a sessão extraordinária de amanhã (15). O plano é chegar cedo e ocupar os lugares, impedindo que a população proteste no plenário contra a aprovação do projeto que tenta tapar o rombo do PreviCampos utilizando patrimônios do município.

Segundo a mensagem, o grupo que assumirá a Prefeitura "tenta criar argumentos para confundir a cabeça das pessoas".

Se o líder rosáceo já avisou que não deixa o seu na reta (aqui), será que alguém (turma do DAS e RPA) vai ainda querer servir de massa de manobra faltando duas semanas para o fim do governo?

Muita calma nessa hora - Na ânsia de aprovar o projeto, os rosáceos se esquecem dos riscos desse tipo de convocação. Enquanto o líder fica em um confortável apartamento dando as cartas, uma confusão generalizada pode ocorrer no Legislativo.

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Fala que eu te escuto
14/12/2016 | 12h52

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Proibido de voltar ao município de Campos, após habeas corpus concedido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ex-governador Anthony Garotinho (PR) não abandonou o papel de principal articulador do governo Rosinha.

Do Rio, através do aplicativo WhatsApp, ele fez ligações para tentar colocar pressão nos vereadores rosáceos. Sem deixar o dele "na reta", o comandante quer que a tropa desafie a voz das ruas e aprove matérias com a missão de inviabilizar o futuro governo.

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Aposentou
29/12/2016 | 10h56
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O vereador Edson Batista (PTB), que presidiu a Câmara de Campos durante a atual legislatura, encerra sua carreira política demonstrando ser mesmo um soldado fiel dos rosáceos. Nas últimas semanas ele seguiu todas as determinações do líder.

Sem disputar a reeleição, Batista avisou que se aposentaria da política no final deste ano.

Porém, tudo indica que ele será lembrado em 2017.

Funcionários da Câmara afirmam que a Casa descontou o INSS e não repassou.

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Picciani volta a atacar Pezão
05/12/2016 | 03h54

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Jorge Picciani, 61, está no meio do furacão em que se transformou a crise econômica e fiscal do estado do Rio de Janeiro. Presidente da Alerj e do PMDB estadual, o deputado vai comandar a partir desta terça-feira (6) as votações das polêmicas medidas de austeridade enviadas à Casa pelo governador Luiz Fernando Pezão, do seu partido.

Em entrevista ao UOL, Picciani falou sobre o conjunto de projetos - apelidado de "pacote das maldades" por servidores públicos que protestam desde o mês passado contra as iniciativas e que chegaram a invadir a Alerj--, e sinalizou que o aumento de impostos sobre alguns produtos e serviços deve ser aprovado pela Casa.

Governo Pezão - "Eu vim a público e disse que não tem governo, não tem quem coordene, o governador nada entende. O Estado é de uma desorganização... Não era assim não, mas conseguiram fazer uma balbúrdia no Estado que não é simples. Talvez, se ele tivesse escolhido quatro ou cinco projetos, elaborado bem, e discutido mais transparentemente, fosse mais fácil convencer a maioria aqui. É o pior momento: salário atrasado, as pessoas recebendo em parcela, sem garantia do mês seguinte, um mês trepando no outro".

Entrevista completa: aqui 

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Corra que a Odebrecht vem aí
03/12/2016 | 12h50

odebrecht

Primeiro foi a negação. Investigada pela Operação Lava Jato, a Odebrecht jurava inocência, rejeitava provas incontestáveis e atacava. Estava segura, pois havia décadas a prática de pagar propina a políticos e manter silêncio funcionara bem. Não havia polícia, procurador, juiz ou ministro capaz de quebrar isso. A empreiteira tinha um segredo muito bem oculto. Demorou, mas os investigadores descobriram o Setor de Operações Estruturadas, dedicado ao gerenciamento de propina, com códigos, valores e datas de pagamentos. Conseguiram a colaboração de uma secretária, que explicou como as coisas funcionavam. A Lava Jato fez a Odebrecht ajoelhar.

Na quinta-feira, dia 1º, o inimaginável aconteceu. Emílio Odebrecht, o patriarca, foi à sede da Procuradoria-Geral da República, em Brasília, onde assinou um acordo de colaboração com as investigações. Seu filho Marcelo, preso há um ano e meio, o mais duro contendor dos procuradores, também assinou. Autorizados por eles, outros 77 executivos foram à PGR assinar os seus. Contar a verdade sobre tudo o que fizeram de errado é o preço para reduzir penas e manter o grupo Odebrecht vivo. O que for dito, no entanto, escurecerá o futuro de centenas de políticos.

Nem mesmo os investigadores conseguem dimensionar o real potencial de destruição da delação a vir. Somados, depoimentos e provas obtidas a partir do setor da propina resultarão em centenas de histórias com provas documentais – os “anexos” –, capazes de contar uma parte obscura da história recente do Brasil. São relatos da subversão dos sistemas políticos e institucional pela propina, distribuída de forma multipartidária e sem limites ideológicos.

Matéria completa no site da Época: aqui 

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Edson obedece Garotinho e gera confusão na Câmara
16/12/2016 | 10h41
[caption id="attachment_45740" align="aligncenter" width="530"]Foto - Mario Marcio Foto - Mario Marcio[/caption]

O presidente da Câmara de Campos, Edson Batista (PTB), resolveu obedecer o "prefeito de fato" e, na base do "rolo compressor", manobrou a votação para tentar aprovar a emenda que vende patrimônios para cobrir o rombo do Previcampos. A atitude de Edson irritou até integrantes da bancada governista.

Ao notar o movimento, a população protestou e teve início uma confusão generalizada. No meio da confusão, Edson Batista chegou a dizer que a emenda foi aprovada.

A sessão foi suspensa e Batista determinou que a Casa fosse esvaziada. "Vamos votar sem ninguém. Todas as pessoas vão ter que sair. Isso está previsto no regimento", disse Edson.

Na tribuna, o vereador Rafael Diniz (PPS) protestou contra a condução da votação. "Isso não existe, o vereador Edson Batista é presidente, mas não é dono desta Casa".

Os vereadores Gil Vianna (PSB), José Carlos (PSDC) e Genásio (PSC) também protestaram contra a postura de Edson. "Não vamos permitir que a votação ocorra desta forma", disse Genásio.

O vereador Abdu Neme (PR), primeiro secretário da Câmara, também não concordou com a forma como os trabalhos estavam sendo conduzidos. Para colocar a matéria em votação de forma relâmpago, Edsin Batista solicitou, por diversas vezes, que Abdu fizesse a leitura do projeto. Porém, o parlamentar se recusou e chegou a levantar. Imediatamente, o vereador Thiago Virgílio (PTC) assumiu a cadeira e tentou seguir a orientação de Edson e do líder rosáceo, mas o clima esquentou.

Atualização às 11h45 - A sessão foi reiniciada e neste momento os vereadores discutem sobre a emenda 001. A emenda foi colocada em votação e Edson Batista anunciou a aprovação. Porém, o vereador Marcão (Rede) afirmou que não havia quórum para a aprovação. "Não tem validade, já que não havia quórum", disse Marcão.

Depois, teve de tudo: falta de luz, grito, protesto, empurrões.

Veja o vídeo a confusão após a tentativa de aprovação da emenda:

[video width="220" height="400" mp4="http://www.folha1.com.br/_midias/wp/blogs3/bastos/wp-content/uploads/sites/2/2016/12/câmara.mp4"][/video]
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Delação da Odebrecht: casal Garotinho com propina de R$ 9,5 milhões
10/12/2016 | 10h47

casal

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odebrecht

A revista Veja traz em sua edição desta semana detalhes da delação de executivos da Odebrecht, que relataram à Procuradoria Geral da República (PGR) o pagamento de propina aos principais políticos do país.

O casal Garotinho está na lista e, segundo a delação, recebeu R$ 9,5 milhões em propina. Os valores teriam sido usados para reforçar o grupo em três eleições. Ainda de acordo com uma nota publicada na coluna Radar, Garotinho reclamava pessoalmente quando havia atraso. A propina, segundo a delação, era entregue no escritório de Garotinho, no Centro do Rio.

O diretor da Odebrecht Leandro Andrade Azevedo acusa a prefeita Rosinha Garotinho (PR) de elaborar duas licitações para a construção de casas populares em Campos do Goytacazes, cidade em que ela era prefeita, com especificações que só permitiram à Odebrecht vencer o certame. Mas como não há benesse grátis, a construtora desembolsou um total de R$ 9,5 milhões em contribuições oficiais e repasses de caixa 2 a campanhas de Garotinho e Rosinha, entre 2008 e 2014.  O delator diz que, em 2009 e em 2012, Rosinha lançou etapas do programa “Morar Feliz”.

“Diante deste cenário, os fatos me levam a crer que os referidos editais, relativos aos Programas “Morar Feliz I e II” foram lançados levando em consideração que a única empresa grande que teria condições e interesse de fazer a obra era a Odebrecht, o que seria a contrapartida aos pagamentos realizados a pretexto de doações de campanha feitos em 2008?. Azevedo se refere à corrida eleitoral em que Rosinha tonou-se prefeita de Campos pela primeira vez, em 2008. Na ocasião, segundo ele, a Odebrecht repassou R$ 1,5 milhão em dinheiro vivo ao caixa 2 da campanha da senhora Garotinho.

O clã Garotinho apareceu nas planilhas da Odebrecht apreendidas na casa de Benedicto Junior, ex-presidente da Odebrecht (aqui).

O contrato da Odebrecht em Campos, para a construção de casas populares, é o maior da história do município e gira em torno de R$ 1 bilhão.

Fonte: Veja 

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Cabral reclama de comida e consegue upgrade em Bangu
04/12/2016 | 09h49

sergio_cabral_preso

O ex-governador Sérgio Cabral, mesmo preso, tem o condão de fazer o bem para os necessitados. Ainda que o seu objetivo primeiro seja o de beneficiar a ele mesmo.

A partir de um pedido seu, Cabral conseguiu que a comida servida aos presos do Complexo de Bangu melhorasse. Cabral fez chegar ao secretário de Administração Penitenciária, Erir Ribeiro, que as refeições eram de qualidade duvidosa. Pediu, por intermediários, um upgrade.

Também por intermediários foi dito que não era possível fazê-lo somente para ele. A solução? Melhorar a refeição de todos. Erir reuniu-se com os fornecedores na terça-feira passada e expôs o problema. Pediu apoio e prometeu, em troca, diminuir os atrasos nos pagamentos.

Fonte: Lauro Jardim/O Globo 

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Prioridades
26/12/2016 | 09h56

Em 2012 a Prefeitura de Campos anunciou a reforma e ampliação do Hospital São José, na Baixada Campista. Valor da reforma: R$ 6,4 milhões.

Quatro anos depois, na última semana do governo, a obra não foi entregue.

Enquanto isso, nesta reta final do governo, uma empreiteira recebeu mais de R$ 6 milhões por "obras de recuperação e pavimentação", como mostra o blog "Na Curva do Rio" (aqui).

 
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Clima tenso
13/12/2016 | 10h16

bastidores

O vereador Gil Vianna (PSB) registrou o momento em que o vereador Marcão (Rede) apresentava ao presidente da Câmara de Campos, Edson Batista (PTB), as emendas a proposta do governo Rosinha Garotinho (PR) que autoriza a Prefeitura a alienar imóveis públicos para a quitação da dívida do Previcampos. "O clima está tenso na sala da presidência. O governo mais uma vez tentando enganar a população cedendo o nosso patrimônio para tapar rombo desse governo mentiroso. Iremos lutar até o final para que isso não aconteça", postou Gil Vianna no Facebook.

Fiel escudeiro do casal Garotinho, Edson Batista tenta cumprir uma de suas últimas missões antes de se aposentar da política. A ordem do "comandante rosáceo" é para aprovar o projeto no modelo original, sem diálogo com a oposição.

Mais sobre as emendas no blog "Opiniões": aqui 

Mais sobre a sessão, que foi suspensa, no blog "Na Curva do Rio": aqui 

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Saber perder
14/12/2016 | 03h29

derrota

Em 2012, após a prefeita Rosinha Garotinho (PR) se reeleger no primeiro turno, uma ala da oposição tentou apostar na judicialização, apontando abusos de poder e propondo ações judiciais logo após o pleito.

Porém, no dia 13 de dezembro de 2012, membros da oposição participaram da IV Conferência Local de Controle Social e demonstraram que o primeiro passo para derrotar o grupo que estava no poder era aceitar a derrota e se reinventar.

Como pode ser visto (aqui), nomes como Rafael Diniz (PPS), Makhoul Moussallem (Rede) e Marcão (Rede), defenderam que era preciso entender os motivos da acachapante vitória dos rosáceos e do revés da oposição. “Precisamos parar de esperar por reviravoltas jurídicas, deixar a vaidade de lado e fazer política com inteligência”, disse Rafael Diniz, que naquela eleição apoiou Makhoul e respeitou a voz das urnas.

Quatro anos depois, muitos rosáceos repetem os erros da ala oposicionista que apostou na judicialização.

Quem não reconhece a derrota joga no lixo a oportunidade de se reinventar e tentar vencer.

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Dividiu opiniões
04/12/2016 | 09h44

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A primeira impressão do aplicativo Uber em Campos não foi das melhores. Usuários afirmam que os motoristas ainda estão se adaptando e muitos pontos ainda precisam ser melhorados.

Na internet, o duelo Táxi X Uber também rendeu polêmicas. Os internautas mais jovens ficam ao lado do Uber, já a turma mais experiente diz que não abre mão do táxi. "Esse Uber, sem identificação, vai ter dificuldade para entrar em algumas comunidades", disse um internauta, se referindo aos locais com maiores índices de violência na planície.

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Venda dos patrimônios: Rosinha retira projeto da pauta
16/12/2016 | 03h18

O vereador Thiago Virgílio (PTC) ocupou a cadeira da presidência da Câmara para ler ofício enviado pela prefeita Rosinha Garotinho (PR) que solicita a retirada de pauta do projeto de Lei 0101/2016, que previa a cessão de bens imóveis do município para cobrir o rombo do Previcampos.

Veja o ofício enviado pela prefeita, que foi divulgado pelo blog "Na Curva do Rio" (aqui):

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Rafael Diniz: "É hora de proteger a nossa cidade"
14/12/2016 | 10h20

Durante a sessão desta quarta-feira (14) o vereador Rafael Diniz (PPS) voltou a parabenizar a participação ativa da população no debate sobre a emenda que autoriza o Executivo a alienar imóveis públicos para a quitação da dívida do PreviCampos. Amanhã (15), às 10h, a Câmara realiza sessão extraordinária para debater a proposta.

[video width="384" height="288" mp4="http://www.folha1.com.br/_midias/wp/blogs3/bastos/wp-content/uploads/sites/2/2016/12/na-tribuna.mp4"][/video]
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Vereadores barrados: Câmara questiona decisão
20/12/2016 | 09h38

O advogado Luis Felippe Klem, nomeado procurador da Câmara de Campos pelo rosáceo Edson Batista (PTB), divulgou nota oficial na manhã desta terça-feira (20) sobre a decisão judicial (aqui) que barrou a posse de seis vereadores e afastou três de suas funções na atual legislatura.

nota
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Governo do Estado: ano vai começar com greve na Saúde
30/12/2016 | 02h21

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A situação do governo do Rio só piora. Servidores da Secretaria de Sáude do estado aprovaram, em assembleia, greve a partir de segunda-feira (02). A paralisação, segundo documento assinado, seguirá até pelo menos o dia 5 de janeiro, quando haverá nova assembleia.

Em documento enviado à Secretaria, entre os motivos listados para a realização da greve está o fato de que, "até a presente data, não existe previsão oficial do pagamento dos salários de novembro de 2016, e do 13º salário referente ao exercício de 2016".

Fonte: Lauro Jardim

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