Tarcísio vota e espera ultrapassar Lindberg
05/10/2014 | 12h11
[caption id="attachment_28078" align="aligncenter" width="440"] Tarcisio Mota votou em Laranjeiras com direito a selfie ao lado de mesário - / Rafael Moraes/Agência O Globo[/caption]

O candidato do PSOL ao governo do Rio, Tarcísio Motta, votou em sua zona eleitoral em Laranjeiras, Zona Sul, acompanhado da mulher Gabriela Buscácio e dos candidatos a deputado Chico Alencar (federal) e Marcelo Freixo (estadual), além de militantes do partido. Na saída da seção, Tarcísio foi abordado por mesários que pediram para tirar fotos com ele. O candidato, muito simpático, não negou e, bem humorado, pediu aos fãs que não exibissem os crachás de mesários nas imagens.

Tarcísio apresentou um crescimento nas últimas pesquisas de intenção de voto, chegando a um índice de 6%, reflexo de características que ficaram marcadas durante a campanha: as perguntas enfáticas, como a sobre o sumiço de Amarildo, durante os debates televisivos aos quatro candidatos que encabeçam as pesquisas, aos quais ele apelidou de "cabrais, em referência ao ex-governador Sérgio Cabral. A popularidade vem também das fotos em que aparece fantasiado de mulher no carnaval de rua, que circularam pela internet.

Com essa repercussão, Tarcísio espera ultrapassar o candidato Lindberg Farias (PT) em número de votos. "Pode não ser uma surpresa pelo que a gente sentiu agora (no final da campanha). Nosso sentimento de vitória não é apenas por número de votos, mas é o sentimento de uma vitória política, de ter sido a única candidatura que apresentou um projeto diferente e novo. A nossa campanha é uma vitória política para a população do Rio, que não merecia estar apenas entre os quatro "cabrais". Começamos a campanha sonhando alto e terminamos com uma excelente repercussão", declarou o candidato.

Tarcísio disse que termina a campanha muito feliz e com sentimento de que "mandou bem". Atualização às 12h55 - Em seu perfil no Facebook, Tarcísio Motta comentou agora sobre o grande número de fiscais do PR. "É tanto fiscal do Garotinho...Meu Deus haja 'boquinha'!!!" Fonte: O Globo 
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Ponto Final – Movimentações no tabuleiro político
13/10/2014 | 11h21

Romário no time de Pezão (I)

Faltando duas semanas para o segundo turno da eleição, o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) ganhou um reforço de peso para a sua campanha. Trata-se do senador eleito Romário (PSB), que recebeu mais de 4,6 milhões de votos no último dia 5. A entrada de Romário no time de Pezão foi antecipada por esta coluna na última terça-feira, em um palpite certeiro. Craque na política como foi nos gramados, Romário já gravou uma mensagem de apoio ao candidato do PMDB.

Romário no time de Pezão (II)

Ao contar com Romário em seu time, o governador Luiz Fernando Pezão espera obter os votos dos eleitores mais progressistas. Os mesmos que fizeram coro nas manifestações de junho passado contra o então governador Sérgio Cabral. Além de colocar Romário em campo, Pezão conta com outras cartas na manga para o segundo turno. Nos próximos dias sua campanha deve utilizar depoimentos de representantes de vários movimentos sociais, que vão criticar a ligação do senador Marcelo Crivella com a Igreja Universal e a falta de diálogo do candidato do PRB sobre temas polêmicos.

Marina com Aécio (I)

Em seus últimos discursos antes de morrer em um trágico acidente aéreo, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, que disputava a Presidência da República, defendia a necessidade de oxigenação e alternância de poder. Ontem, ao anunciar o seu apoio ao tucano Aécio Neves, além de citar compromissos do novo aliado com bandeiras defendidas pelo seu grupo (Rede Sustentabilidade), Marina teceu comentários semelhantes ao que Eduardo Campos defendia. Na visão de Marina, assim como a vitória de Lula foi importante em 2002, encerrando um ciclo de oito anos do PSDB, “temos um momento em que a alternância de poder fará bem ao Brasil”.

Marina com Aécio (II)

A aliança entre Marina e Aécio não agradou os petistas, que logo após o anúncio usaram as redes sociais para tentar desqualificar os adversários. O mesmo PT que nos últimos anos fez alianças com políticos como Paulo Maluf e Fernando Collor não consegue aceitar a união entre Marina e Aécio. Sem entrar no jogo dos adversários, que assustados com a possibilidade de deixar o poder devem partir para o ataque, Marina aparenta tranquilidade. Em seu discurso ela diz que “sofrendo os ataques destrutivos de uma política patrimonialista, atrasada e movida por projetos de poder pelo poder, mantivemos nosso rumo, amadurecemos, fizemos a nova política na prática”.

Cargos e Igreja

Durante o debate da última quinta-feira na Band, o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) afirmou que o senador Marcelo Crivella (PRB), sempre que teve oportunidade, nomeou figuras ligadas à Igreja Universal. Em Campos, por exemplo, a aliança de seis anos entre a prefeita Rosinha Garotinho (PR) e o PRB sempre envolveu figuras ligadas à Igreja Universal. O bispo Vieira Reis, por exemplo, foi secretário de Pesca. Além disso, todas as substituições passam pelo crivo dos articuladores da Universal.

Petrolão no Rio

Reportagem publicada no último sábado pela Folha de São Paulo afirma que o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa foi encarregado de pedir a empreiteiras doações para a candidatura derrotada do senador Lindberg Farias (PT) ao Governo do Rio. No depoimento que Costa deu à Justiça Federal no Paraná, liberado na última quinta-feira, o delator do petrolão apontou empresas, partidos e operadores do esquema de desvio de recursos na Petrobras. Ele disse também que havia sido incumbido de levantar recursos para a campanha de um candidato do Rio.

Atualização às 11h (14/10) - Sobre a nota intitulada "Petrolão no Rio", a assessoria do senador Lindberg Farias enviou e-mail explicando que "são duas situações muito diferentes". "Uma é o escândalo provocado pela descoberta de um esquema de propina da Petrobras; outra é um candidato a governador se reunir com um ex-diretor que tinha se desvinculado da empresa havia um ano – e contra quem não existia, até então, nenhuma denúncia – para fazer reuniões de programa de governo na área de petróleo e gás. As reuniões foram em janeiro de 2014. A operação da PF foi em março. E a campanha só começou em julho. Lindberg afirma com veemência que Paulo Roberto Costa não captou recursos para a sua campanha de governador".

Publicado hoje na Folha

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Pezão: "Acho que ele (Crivella) está ficando desesperado"
23/10/2014 | 12h42

O governador Luiz Fenando Pezão chamou de "desespero" os últimos ataques do adversário, Marcelo Crivella (PRB), na corrida eleitoral pelo Palácio Guanabara. O oponente chegou a dizer, durante comício em Campos, que Pezão fez parte de escândalo na Petrobras. "Esses ataques a quatro dias das eleições valem muito pouco. Estamos na reta final e eu acho que ele está ficando um pouco desesperado. O resultado da pesquisa que ele contratou nao está se confirmando", afirmou Pezão, possivelmente se referindo ao instituto Gerp, que tem divulgado pesquisas favoráveis ao candidato do PRB.

Fonte: O Dia 

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Crivella quer cancelar debate na Record
15/10/2014 | 03h13

A campanha do senador Marcelo Crivella, candidato ao governo do Rio, pediu ontem (14) o cancelamento do debate na Record, previsto para o próximo domingo. Já o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) – que dia sim, dia não, desce a borduna em Edir Macedo – por enquanto continua querendo comparecer.

Depois de Anthony Garotinho acusar a Globo de sonegar impostos ao vivo no primeiro turno, será que Pezão no segundo turno atacará a Universal e a Record dentro da própria emissora? A propósito, em busca de reduzir a rejeição da Universal, Crivella está tentando marcar um encontro com centros espíritas. Vale tudo na reta final para conseguir mais votos.

Ataques ao Edir Macedo - A decisão tomada pela campanha de Luiz Fernando Pezão de centrar fogo na relação entre Marcelo Crivella e Edir Macedo não foi à toa. De acordo com pesquisas internas do PMDB, 80% do eleitorado fluminense, pasme, desconhecia que Crivella é sobrinho de Macedo e com vínculos estreitos, como é natural, com a Igreja Universal. E quase a metade dessa turma fica muito impressionada, negativamente, quando apresentada à essa informação.

Fonte: Lauro Jardim/ Radar on-line

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"Verão da Família" sem gastança?
28/10/2014 | 09h05

Tudo indica que o "Verão da Família", que nos últimos anos ganhou o apelido de "Verão da Gastança", vai ser bem "pé no chão" em 2015. Com tantos pagamentos pendentes, uma nova filosofia deve ser implantada pela Prefeitura de Campos. Shows de artistas como Luan Santana e Thiaguinho, que juntos levaram quase meio milhão em 2014, devem ser trocados pelas pratas da casa. Gastos exorbitantes com buffet, camarim, hospedagem, banheiros químicos e palcos, também estão na mira.

Um nome ligado ao grupo comentou hoje (28) nos bastidores: "É hora de ser mais criativo e esbanjar menos".

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Pezão X Crivella: resultados finais
26/10/2014 | 05h32
Pezão: 55,7% Crivella: 44,2% Urnas apuradas: 100% Em Campos: Pezão: 51,6% Crivella: 48,3% Urnas apuradas:  100% Em São João da Barra: Pezão: 69,4% Crivella: 30,5% Urnas apuradas: 100%
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Ação que pede a cassação do diploma de Roberto Henriques na pauta do TRE
30/10/2014 | 02h09

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) marcou para o próximo dia 3, a partir das 18h, o julgamento da ação 7569.30.2014.6.1940, que tem como o réu o deputado Roberto Henriques (PSD). A informação foi publicada pelo jornalista Roberto Barbosa (aqui) e a pauta está disponível no site do TRE (aqui). Henriques é acusado, entre outras coisas, de abuso dos meios de comunicação, em função do suposto uso de um jornal na cidade de Itaperuna, no Noroeste Fluminense, como instrumento de campanha antes do prazo. O parlamentar é alvo de uma ação da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) que pede a cassação de seu registro de candidatura e a inelegibilidade por oito anos.

Temporada de cassações - O processo de Henriques tem como relator o desembargador Alexandre Mesquita, considerado linha dura. De acordo com Roberto Barbosa, "pode ser que não haja motivos para susto, mas tem muita gente angustiada em passar na porta do TRE, porque está por vir uma temporada de cassações".

O blog "Na Curva do Rio", da jornalista Suzy Monteiro informou em setembro (aqui) sobre a ação do MP Eleitoral que pede a inelegibilidade de Roberto Henriques. Posteriormente, a jornalista chegou a publicar uma lista com os principais réus de 16 ações de investigação judicial eleitoral (AIJE) com pedido de cassação de registro e inelegibilidade. Confira:

  • Anthony Garotinho (cinco): abuso de poder (Caravanas da Paz, evento de campanha ilegal e uso de centro cultural com fins eleitoreiros) e uso indevido de meio de comunicação (promoção pessoal nos jornais Regional e Agora)
  • Luiz Fernando Pezão (três): abuso de poder político e conduta vedada (reajustes eleitoreiros e propaganda oficial ilícita no Twitter e em canteiros de obras)
  • Lindbergh Farias (duas): abuso de poder (Caravana da Cidadania e evento de campanha ilegal)
  • Roberto Henriques (uma): uso indevido de meio de comunicação (promoção pessoal no jornal Repórter)
  • Bebeto (uma): abuso de poder (uso de centro social)
  • Cidinha Campos (uma): abuso de poder político e conduta vedada (propaganda oficial ilícita em site do governo)
  • Daniele Guerreiro (uma): uso indevido de meio de comunicação (promoção pessoal em jornal Panorama)
  • Fatinha (uma): abuso de poder (uso de centro social)
  • Gustavo Tutuca (uma): abuso de poder econômico e uso indevido do meio de comunicação (promoção pessoal em informativo Prestando Contas)
 
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A força de Romário
18/10/2014 | 10h43

Vitorioso na campanha para o Senado, com mais de 4,6 milhões de votos, Romário (PSB) tornou-se um dos principais eleitores do Rio. Segundo uma pesquisa registrada encomendada pelo PMDB ao instituto GPP, 22% dos eleitores fluminenses dizem que vêem com mais simpatia um candidato indicado por Romário. Só 2% afirmam que o apoio do craque desestimulariam a escolha.

Neste sábado (18) Romário participa de carreata ao lado do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). Além disso, poderá anunciar o seu apoio ao tucano Aécio Neves, que disputa a presidência da República.

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Dois minutos de ódio
24/10/2014 | 06h59

A palavra releitura sempre me pareceu inadequada, por colocar a ênfase na repetição quando o espírito da coisa está na perpétua novidade. O leitor jamais mergulha duas vezes no mesmo livro. Seja como for, fiz uma releitura de “1984” recentemente. Este clássico de George Orwell muda com o passar do tempo, e não é porque o título fixa uma data, mera inversão de 1948, ano em que o autor lhe pôs o ponto final.

“1984” foi o primeiro romance que li diretamente em inglês, emprestado por um amigo da turma de praia que estudava na Escola Americana. Éramos adolescentes, ou seja, vivíamos sob a ditadura militar brasileira. Essa dupla circunstância nos deixava aterrados pelo aspecto mais óbvio da distopia: a denúncia de que governos totalitários conseguiriam, num “futuro” que estava mais perto de nós do que de Orwell, controlar inteiramente não apenas os atos, mas também os pensamentos das populações.

(...) Ter relido “1984” trinta anos depois do “futuro” de Orwell, e em pleno período eleitoral, deixou-me rindo de nervoso com outra característica da sociedade ali descrita. Nos chamados “Dois Minutos de Ódio”, os habitantes de Oceânia se reúnem para insultar freneticamente a imagem do dissidente e terrorista Emmanuel Goldstein até que o rosto severo mas reconfortante do Grande Irmão, cujo nome jamais é dito, o expulse da “teletela” — e libere as pessoas para, esvaziadas de sua raiva, retomar suas atividades.

George Orwell, quem diria, era um otimista. Não pelos dois “Dez Minutos de Ódio” a que assistimos na TV durante a propaganda eleitoral gratuita no segundo turno. Na atual lógica de campanha política, o acento não pode ir para os consensos mínimos, propostas: tem de ir para as dissensões máximas, agressões. Na “novilíngua” dos marqueteiros, o objetivo é “desconstruir” o adversário. Isto é, destruí-lo. O mais tenebroso é a esterilização de qualquer debate consequente entre os eleitores, por conta dos tweets, dos e-mails e dos posts de ódio, por conta do patrulhamento recíproco.

Não sei se concordo com o presidente do TSE, ministro Dias Toffoli, quando ele diz — em entrevista a Carolina Brígido e Isabel Braga — que “se até aqueles que querem presidir a República estão num nível tão baixo, a pessoa se sente mais à vontade para agredir quem pensa diferente dela”. Não sei se a maré de sangue desce até as redes sociais ou se ergue das redes sociais e é surfada pelos marqueteiros. Talvez, no final das contas, nós amemos o Grande Irmão porque nós somos o Grande Irmão.

* Texto publicado no jornal "O Globo" (aqui)
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Rosinha: "Se Aécio ganhar as parcerias acabam"
22/10/2014 | 12h21

[caption id="attachment_28674" align="aligncenter" width="531"] Facebook/Maninho Azevedo[/caption]

A prefeita Rosinha Garotinho (PR) entrou de cabeça na campanha da presidente Dilma Rousseff (PT). Ontem (21), durante comício no Jardim Carioca, em Guarus, ela citou parcerias da Prefeitura com o governo federal, disse que o desgaste por conta do mensalão "caiu no colo da Dilma" e afirmou que a vitória do tucano Aécio Neves representa um risco aos campistas. "Das creches que construí, oito foram com recursos do governo federal. Foram 12 unidades de saúde, quadras cobertas nas escolas, banco de sangue, muitas parcerias. Se o Aécio ganhar, as parcerias acabam. Como com o governo estadual. O governo do estado não honra suas obrigações que tem com a cidade. Vou entregar 10 mil casas populares sem ajuda do estado. Pois se tivesse, entregaria mais", discursou Rosinha.

Saia justa - Apontado pela prefeita Rosinha como um risco para o município de Campos, o PSDB é seu aliado na cidade. Inclusive, o vice-presidente do partido em Campos, o tucano Robson Colla, é gerente do Centro de Informação e Dados de Campos (Cidac). E agora, será que os tucanos da planície vão rebater a declaração da prefeita?

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Crivella não reconhece derrota e quer "terceiro turno" no tapetão
26/10/2014 | 10h07

O candidato do PRB ao governo do Rio, Marcelo Crivella, não reconheceu a derrota para o governador reeleito Luiz Fernando Pezão (PMDB). Crivella disse respeitar o resultado das urnas, mas espera que o registro de Pezão seja cassado. Segundo o senador, existem 13 processos contra o peemedebista no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ), a maioria por abuso de poder econômico. Em caso de absolvição do adversário, ele afirmou que vai recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Supremo Tribunal Federal (STF). "Tivemos quase 3,5 milhões de votos. Em nome dos eleitores, nós temos que ir à Justiça porque há 13 pedidos de cassação de registro de candidatura do nosso adversário por abuso de poder econômico, por abuso de poder político, por uso da máquina. E isso tudo não foi julgado ainda. De tal maneira que eu acho prematuro qualquer tipo de celebração do PMDB. Se não vencermos aqui, vamos recorrer a Brasília. Nós respeitamos a decisão soberana do povo expressa nas urnas desde que as eleições sejam de acordo com as regras e essas não foram", disse ele.

Marqueteiro já reconheceu derrota e foi beber - Marqueteiro da campanha do candidato do PRB, o publicitário Lula Vieira, admitiu que estava preparado para uma possível derrota nas urnas. Segundo ele, a estrutura de Crivella era “pequena e pobre” em relação a do governador Pezão. No entanto, Vieira disse que a vitória do peemedebista foi a da “democracia” e revelou que irá beber para “chorar as mágoas”.

Garotinho também recorreu - Não é apenas o senador Marcelo Crivella que deseja levar a eleição para o tapetão. Antes mesmo do segundo turno, o deputado federal Anthony Garotinho (PR), que caminhou na reta final ao lado de Crivella, apontou um suposto "desvio de votos" e protocolou uma Reclamação Eleitoral no TRE-RJ cobrando providências sobre o que ele chama de “manipulação e vícios na votação e transmissão de dados, desde a inseminação até o dia da eleição”. Saiba mais aqui 

Fonte: O Globo

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Neco: "Ela (Carla) queria que eu fosse um robô"
01/10/2014 | 02h42

O prefeito Neco (PMDB), de São João da Barra, que em agosto afirmou ter herdado "um abacaxi" (aqui) e iniciou uma discussão virtual com a ex-prefeita Carla Machado (PT), que é candidata a deputada estadual, voltou a usar o Facebook para disparar na direção da ex-aliada. Na manhã de hoje (01), ciente da força de Carla em pesquisas internas, ele disparou: "A ex-prefeita a todo momento está se fazendo de vítima perante o nosso povo pedindo desculpas a população por ter me indicado a prefeito deste município. Na verdade quem tem que pedir desculpas a vocês sou eu por não ter esclarecido há mais tempo tudo o que aconteceu desde o dia 7 de outubro de 2012, quando fui eleito prefeito desta terra. Vim sofrendo horrores, ela não queria que eu fosse prefeito mas sim um robô que a todo momento ela pudesse controlar do jeito que ela quisesse", disse Neco, que também comentou sobre os bastidores logo após a sua posse, em janeiro de 2013. "A primeira reivindicação que ela me fez, foi a secretaria de planejamento com todos os cargos possíveis para ela, só não quis ser secretária, indicou o nosso amigo Luciano Aguiar e desde aí tudo começou, porque ela queria que tudo passasse pelo planejamento e o ROBÔ aqui só balançasse a cabeça que sim e assinasse. Faço uma pergunta a população de São João da Barra. Quem que aceitaria uma situação dessa?", indagou.

Em seu extenso relato, o prefeito apontou " terrorismo psicológico" e citou um episódio de 1997, quando supostamente ele teria sido traído por Carla. "Quando me chama de traidor, quem é que não se lembra da eleição da mesa diretora do 2º biênio do ano de 1997, quando fui candidato a presidente da câmara na época. Ficamos 4 dias retirados, lá no Farol de São Tomé, só saímos de lá para a votação da eleição da mesa diretora, onde estava tudo combinado que eu teria oito votos e um desses votos seria o de Carla Machado e ela articulando tudo com os vereadores de oposição a mim, sem que nenhum de nós desconfiasse. Sai do Farol eleito presidente, só vim saber da traição no hora da votação, onde ela votou nela mesma traindo todo nosso grupo. Depois de eleita pelos vereadores de Betinho, com 6 meses traiu eles também. Aí eu pergunto: Sou eu o traidor, só porque não aceitei ser Robô?", questionou.

Usando uma tática semelhante ao do grupo de Garotinho em Campos, quando questionava a situação jurídica do ex-prefeito Arnaldo Vianna (PDT), Neco afirmou que Carla está inelegível. "Tenho certeza que o eleitor ciente que uma candidatura cassada pelo TSE, última instância de julgamento, sabe que já teve vários políticos até mesmo da nossa região que tiveram o registro cassado, o voto não foi computado", completou.

Carla aponta "desespero" - Após a postagem de Neco, a ex-prefeita Carla Machado usou o Facebook e citou o "desespero dos que não conseguem o amor e respeito do povo de forma gratuita e sincera". "Nesse final de campanha está batendo o desespero naqueles que não conseguem o amor e respeito do povo de forma gratuita e sincera. Temos cada vez mais, estarmos unidos para que as mentiras dos nossos adversários e amigos do poder não prosperem. Estou em paz e tenho o sentimento de dever cumprido com todos enquanto Prefeita de São João da Barra, onde ao terminar nossa gestão tivemos quase 90% de aprovação de governo e por contar com o amor e respeito do meu povo amigo de São João da Barra. Muitas vezes me senti triste com a ingratidão daqueles que tanto fizemos, pedindo muito a Deus para tirar isso do meu coração e Ele me concedeu essa Graça. Hoje só tenho motivos para sorrir, pois apesar de tantas dificuldades, mentiras e perseguições, estamos conseguindo superar e vencer desafios. Se Deus quiser, São João da Barra, Campos, São Francisco e demais municípios da Região, terão uma Deputada Estadual verdadeiramente comprometida com nosso povo.Vamos juntos cada vez mais unidos e fortes rumo a nossa vitoria!!! Enquanto os lobos uivam, nossa caravana passa", disse Carla.

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PRE entra com novas representações contra Pezão e Garotinho
03/10/2014 | 07h37

O candidato à reeleição para o governo do Rio, Luiz Fernando Pezão, é acusado de propaganda irregular devido ao envio de mensagens para eleitores via Whatsapp e SMS. A Procuradoria Regional Eleitoral no Rio de Janeiro (PRE/RJ) entrou com representação contra o peemedebista, já que as mensagens foram enviadas sem o consentimento do eleitor. Outros dois candidatos - André Correa (PSD - deputado estadual) e Ezequiel Teixeira (Solidariedade – deputado federal) - também foram acionados pelo mesmo motivo. Nas três representações, a PRE pede que os candidatos sejam proibidos de fazer campanha por meio de mensagens de celular - Whatsapp ou SMS – ou que sejam obrigados oferecer o descadastramento. Os candidatos também podem ser condenados ao pagamento de multa, que pode chegar a R$ 30 mil.

A PRE recebeu queixa de 43 cidadãos pelo envio de um vídeo no Whatsapp no qual Pezão faz propaganda da sua página no Facebook. No dia 23 de julho, a Justiça Eleitoral proibiu o envio dos vídeos, mas a representação aberta contra o candidato aponta que a decisão foi ignorada.

Garotinho enviou cartas pedindo orações - O candidato do PR ao governo do Rio, Anthony Garotinho, também foi acionado pela PRE. O envio de cartas pedindo orações em nome do político foi considerado irregular pelo procurador autor da ação, que pede ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) que obrigue o candidato a interromper o envio dessa correspondência. Como a legislação não prevê a cobrança de multa para esse tipo de propaganda irregular, Garotinho só virá a ser multado caso descumpra uma possível decisão judicial.

 A informação foi publicada na Folha Online (aqui).  
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Ibope e Datafolha: Dilma cresce e consolida liderança
23/10/2014 | 05h04

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (23) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 54% - Aécio Neves (PSDB): 46%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo".

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Dilma Rousseff (PT): 49% - Aécio Neves (PSDB): 41% - Branco/nulo: 7%

- Não sabe/não respondeu: 3%

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 15, Aécio tinha 51% e Dilma, 49%.

Rejeição - O Ibope perguntou, independentemente da intenção de voto, em qual candidato o eleitor não votaria de jeito nenhum. Veja os números: Aécio - 42% Dilma - 36%

Expectativa de vitória - O Ibope também perguntou aos entrevistados quem eles acham que será o próximo presidente da República, independentemente da intenção de voto. Para 51%, Dilma sairá vitoriosa; 38% acreditam que Aécio ganhará; 10% não sabem ou não responderam.

1º turno - No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55%.

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (23) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 53% - Aécio Neves (PSDB): 47%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".

De acordo com o Datafolha, a presidente Dilma Rousseff (PT) tem uma vantagem inédita sobre Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial. No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 22, Dilma tinha 52%, e Aécio, 48% dos votos válidos.

Votos totais: 

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Dilma Rousseff (PT): 48% - Aécio Neves (PSDB): 42% - Branco/nulo/nenhum: 5% - Não sabe: 5%

O Datafolha ouviu 9.910 eleitores em 399 municípios nos dia 22 e 23 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01162/2014.

Certeza do voto - O Datafolha também perguntou, entre os dois candidatos, em quem os eleitores votariam com certeza, em quem talvez votassem e em qual não votariam de jeito nenhum. Veja os números:

Dilma 46% - votariam com certeza 15% - talvez votassem 37% - não votariam de jeito nenhum 1% - não sabe Aécio 39% - votariam com certeza 18% - talvez votassem 41% - não votariam de jeito nenhum 2% - não sabem  Fonte: G1
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Datafolha: Pezão tem 30%, Garotinho, 21%, e Crivella, 17%
02/10/2014 | 07h05

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (02) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para o governo do estado do Rio de Janeiro:

Luiz Fernando Pezão (PMDB) - 30% Anthony Garotinho (PR) – 21% Marcelo Crivella (PRB) - 17% Lindberg Farias (PT) – 13% Tarcísio Motta (PSOL) – 6% Dayse Oliveira (PSTU) – 1% Ney Nunes (PCB) - 0% Em brancos/nulo/nenhum – 8% Não sabe - 5%

No levantamento anterior, realizado pelo instituto entre os dias 29 e 30 de setembro, Pezão tinha 31%, e Garotinho, 24% das intenções de voto. Marcelo Crivella tinha 17%; Lindberg Farias, 11%; Tarcísio, 3%; Dayse Oliveira, 1%; e Ney Nunes, 0%. Em branco/nulo/nenhum somaram 9% e não sabe, 4%. Quem mais cresceu foi o professor Tarcísio, que se destacou no debate da TV Globo, na última terça-feira (30). Ele ganhou três pontos, pulando de 3% para 6%. Se por um lado Tarcísio ganhou três pontos, por outro o deputado Garotinho perdeu três. Ele tinha 24% e agora aparece com 21%. Como a margem de erro é de três pontos percentuais para mais, ou para menos, Garotinho está empatado tecnicamente com o senador Marcelo Crivella.

O Datafolha ouviu 1.496 eleitores dos dias 1 e 2 de outubro em 36 municípios. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada registrada no TSE sob o nº RJ-00059/2014 e BR-00933/2014.

Pesquisa espontânea - Na parte da pesquisa em que os entrevistadores do Datafolha perguntaram ao eleitor em quem votará sem apresentar a ele a relação de candidatos, com resposta espontânea, o resultado foi:

- Pezão: 24% - Garotinho: 13% - Crivella: 11% - Lindberg: 6% - Tarcísio: 4% - Outras respostas: 2% - Em branco/nulo/nenhum: 9% - Não sabe: 31%

No levantamento anterior, os números eram 24% (Pezão), 15% (Garotinho), 9% (Crivella), 5% (Lindberg), 1% (Tarcísio Motta), 2% (outras respostas), 9% (em branco/nulo/nenhum) e 31% (não sabe).

Segundo turno - O Datafolha fez três simulações de segundo turno.

Os resultados são:

- Pezão: 52% - Garotinho: 30% - Branco/nulo/nenhum: 15% - Não sabe: 3%

- Crivella: 49% - Garotinho: 30% - Branco/nulo: 18% - Não sabe: 3%

- Pezão: 47% - Crivella: 39% - Branco/nulo: 11% - Não sabe: 3%

Rejeição - O Datafolha também apontou a rejeição dos candidatos, ou seja, em quem o eleitor não votaria de jeito nenhum. O resultado foi: Garotinho (48%), Lindberg (21%), Pezão (20%), Crivella (15%), Ney Nunes (14%), Tarcisio (13%), Dayse (13%); Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum (7%), Rejeito todos/não votaria em nenhum (4%), e não sabe (5%).

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Garotinho já tirou Neném e Miguelito da bancada "independente"
30/10/2014 | 11h58

Os vereadores "independentes" se reuniram novamente com o deputado federal Anthony Garotinho (PR). A reunião de hoje (30), que novamente ocorreu na sede da Prefeitura, foi marcada por reviravoltas. Como o blog antecipou ontem (aqui), foi confirmada a saída do vereador Miguelito (PP). Ele teria sido presenteado com a secretaria de Trabalho e Renda. Outro que correu do bloco "independente" foi o vereador Neném (PTB), que estaria bem próximo de assumir o comando da Fundação Municipal de Esportes.

Próximos passos - Ao que tudo indica, Garotinho está bem próximo de conseguir mais um vereador e reeleger o atual presidente da Câmara de Campos, Edson Batista (PTB). Mas quem conhece o deputado sabe que, mesmo após a vitória, ele não vai esquecer o episódio. Os nomes que pularam de volta em troca de secretarias serão eliminados na primeira oportunidade. Com o livro "A Arte da Guerra"  debaixo do braço, Garotinho sabe que o próximo passo é aniquilar os "soldados mercenários".

Fala que eu não te escuto - A Igreja Universal e a TV Record teriam entrado em cena após um pedido de Garotinho. O objetivo era tirar os vereadores Alexandre Tadeu (PRB) e Dayvison Miranda (PRB) da bancada "independente". Porém, até agora, eles continuam firmes.

Jogo pesado - A queda de braço com os "independentes" que ainda resistem não conta apenas com os personagens locais. Nomes fortes ligados ao governo do estado, que controlam muitos partidos dos vereadores de Campos, já entraram em cena e prometem dar as cartas. "Os diretórios estaduais vão agir com firmeza. Quem quiser caminhar com o político mais rejeitado do estado vai ter que sair do partido e correr riscos", avisa um forte articulador que acompanha de perto os movimentos em Campos.

Como a Câmara está dividida: 

Bloco dos "Independentes" (9 vereadores)  - Genásio (PSC), Jorge Magal (PR), Gil Vianna (PR), Albertinho (Pros), Alexandre Tadeu (PRB), Dayvison Miranda (PRB), Thiago Virgílio (PTC), José Carlos (PSDC) e Álvaro César (PMN).

Bloco Governista (12 vereadores) - Edson Batista (PTB), Paulo Hirano (PR), Mauro Silva (PT do B), Auxiliadora Freitas (PHS), Abdu Neme (PR), Kellinho (PR), Ozéias (PTC), Dona Penha (DEM), Cecília Ribeiro Gomes (PT do B), Altamir Bárbara (PSB), Neném (PTB) e Miguelito (PP).

Bancada de Oposição (4 vereadores) - Rafael Diniz (PPS), Nildo Cardoso (PMDB), Fred Machado (SDD) e Marcão (PT).

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Procure os números dos candidatos e tire suas dúvidas
05/10/2014 | 01h42

Os brasileiros vão às urnas hoje (05) escolher os candidatos a presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. Para não ter problema na hora do voto, é importante levar uma cola com o número dos cinco candidatos escolhidos. Com uma ferramenta disponível no site do jornal "O Globo", o eleitor pode buscar o número do candidato dos 26 estados e do Distrito Federal por nome, partido ou cargo (veja aqui). Antes, imprima a cola (acesse aqui).

A votação ocorre das 8h às 17h. O voto é obrigatório para brasileiros maiores de 18 anos e os que tiverem até 70 anos na data da eleição devem votar. O eleitor deve apresentar documento oficial com foto. O título de eleitor é facultativo, mas auxilia o cidadão a encontrar a seção eleitoral correta.

Antes de sair de casa, vale conferir no site do TSE se o endereço da seção continua o mesmo. Veja aqui o endereço da seção em que está inscrito. A Justiça Eleitoral desenvolveu ainda um aplicativo para smartphones, com igual funcionalidade, que pode ser baixado na Apple Store ou Google Play.

Eleitores sem título - Se o eleitor perdeu o título e não sabe a seção na qual está cadastrado, ele poderá consultar o local de votação no site do TSE. O tribunal desenvolveu ainda um aplicativo para ser instalado em smartphones, com igual funcionalidade, que pode ser baixado na Apple Store ou Google Play.

Justificativa - Não se pode mais mudar o domicílio eleitoral, já que o prazo terminou no dia 7 de maio. Por isso, quem não puder comparecer à cidade registrada no título de eleitor precisa justificar sua ausência no dia das eleições, o que pode ser feito em qualquer zona eleitoral do país. O eleitor também pode obter um formulário no site do TSE. O eleitor terá o título cancelado em caso de três ausências consecutivas sem justificativa ou na falta de quitação da multa. Caso justifique, o eleitor pode ausentar-se quantas vezes for necessário, sem ter o título cancelado.

Links disponíveis no site TRE-RJ
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Garotinho fala em "manipulação, mentiras, jogo sujo e milhões"
27/10/2014 | 11h39

O deputado federal Anthony Garotinho (PR), que horas antes da eleição dizia que os senador Marcelo Crivella (PRB) havia passado o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), comentou na manhã desta segunda-feira (27) sobre a derrota do seu aliado no segundo turno. Na visão do parlamentar, que já fala em "terceiro turno" no tapetão, a eleição foi a "mais manipulada da história". "O povo sofreu a maior manipulação já vista numa eleição no Rio de Janeiro. Foi um festival de mentiras, jogo sujo, milhões e milhões na compra de partidos e de votos, a máquina pública trabalhando a todo o vapor, as Organizações Globo atacando os adversários de Pezão, e situações absurdas, inclusive na área jurídica, que pesaram a favor da candidatura do PMDB", opinou Garotinho.

Tapetão - O deputado federal também comentou sobre a possibilidade de um "terceiro turno" na Justiça. "O senador Marcelo Crivella está no seu direito de recorrer à Justiça Eleitoral. É notório que se prevalecerem os fatos, Pezão teria que ser cassado. Porém a gente sabe que essas coisas não são simples, e acima de tudo muito demoradas até a última instância. Tem o TRE, recurso no próprio TRE, depois TSE, com recurso, finalmente STF. Isso pode demorar anos. Mas é fato que Pezão cometeu uma série de crimes eleitorais comprovados, que a legislação prevê cassação", afirmou.

Vontade do povo - Depois de atacar e apontar manipulações das mais variadas, Garotinho resolveu finalizar repetindo o que já havia dito no primeiro turno. "Agora só nos resta torcer para que o povo não sofra mais do que já está sofrendo. O que disse no 1º turno repito agora: 'A vontade do povo é soberana, é preciso respeitar'".

Após derrotas, hora de recomeçar - No início deste ano Garotinho sonhava em voltar ao governo do estado e contava com uma boa votação em sua terra natal. Porém, ele perdeu a eleição no primeiro turno e viu o seu aliado perder no segundo turno. Além disso, em Campos, sua votação no primeiro turno (96 mil votos) foi muito abaixo do que era previsto. Para completar, viu o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) vencer Marcelo Crivella em Campos (aqui). Como já fez em outras ocasiões, após derrotas, ele vai lamber suas feridas e recomeçar em Campos. Tudo indica que ele será a principal novidade na grande reforma administrativa da Prefeitura de Campos, assumindo a secretaria de Governo. Além disso, vai participar ativamente da seleção dos nomes que serão "degolados" nos próximos meses.

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Wladimir: "Perder ou ganhar faz parte da vida"
06/10/2014 | 11h33

O ex-presidente do PR em Campos, Wladimir Garotinho, que participou da campanha no Rio, ao lado do pai, usou o Facebook para comentar sobre a voz das urnas. "Parabéns aos vencedores, a vontade de Deus é boa, perfeita e agradável. Obrigado aos mais de 1,5 milhões de pessoas que depositaram a confiança no Garotinho, perder ou ganhar faz parte da vida.  Obrigado por tudo e continuamos na luta do dia a dia", disse Wladimir.

O filho do casal Garotinho, que teve a sua candidatura a deputado estadual abortada, travou nesta eleição um duelo interno com o deputado Geraldo Pudim (PR). O assunto foi abordado no blog "Ponto de Vista", do Christiano Abreu Barbosa (aqui).

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Ibope: Pezão tem 54% e Crivella, 46% dos votos válidos
16/10/2014 | 07h08

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (16) aponta os seguintes percentuais de intenção de votos válidos na corrida para o governo do Rio de Janeiro:

Luiz Fernando Pezão (PMDB) - 54% Marcelo Crivella (PRB) - 46%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

O Ibope afirma que, se as eleições fossem hoje, Pezão seria eleito governador do Estado do Rio.

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

Luiz Fernando Pezão (PMDB) - 45% Marcelo Crivella (PRB) - 38% Branco/nulo – 12% Indecisos – 5%

O Ibope fez a pesquisa nos dias 13 a 15 de outubro. O instituto ouviu 2002 eleitores. A margem de erro é de dois pontos, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa, encomendada pela TV Globo, está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número RJ-00070/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR 01101/2014.

Aprovação - O instituto também avaliou a aprovação de Pezão à frente do governo do Rio: 47% afirmaram aprovar a gestão, 32% disseram que desaprovam, e 21% não souberam responder.

Fonte: G1

Pesquisa Datafolha - Também foi divulgada nesta quinta-feira (16) a primeira pesquisa do Datafolha sobre o segundo turno no Rio. De acordo com o levantamento, tendo em vista os votos válidos, Pezão tem 56% das contra 44% de Crivella (aqui).

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Erros e acertos de Wladimir
16/10/2014 | 04h17

Em entrevista ao blog "Opiniões", do jornalista Aluysio Abreu Barbosa, em abril deste ano (aqui), o então presidente do PR em Campos, Wladimir Garotinho, fez previsões sobre a disputa eleitoral. Na época, as declarações geraram polêmica tanto na situação como na oposição. Agora, seis meses depois, é possível notar que, nas disputas por cadeiras na Alerj e Câmara Federal, os palpites foram certeiros. Porém, o desempenho do candidato ao governo, Anthony Garotinho, passou longe do que foi previsto pelo seu filho. Quando o assunto foi o governo estadual, a previsão mais correta, também feita em abril (aqui), no blog "Opiniões", foi a do vereador Nildo Cardoso (PMDB), que cravou: “O PR não vai ao segundo turno para governador”.

Acertou as vitórias de Clarissa e Feijó - Em abril, Wladimir previu que o grupo do PR iria eleger Clarissa Garotinho (PR) e Paulo Feijó (PR). Neste ponto, ele acertou. Além disso, afirmou que a oposição não elegeria ninguém. Neste ponto, mesmo com a boa votação de Nelson Nahim (PSD) , ele também acertou. Na época, muitos acreditavam que o vereador Alexandre Tadeu (PRB) estaria eleito. Porém, Wladimir apostou nas vitórias de Clarissa e Feijó.

Disputa pela Alerj - Em abril, quando o clima nos bastidores já não era muito bom, Wladimir evitou citar nomes do seu grupo, mas previu algo que ocorreu na prática. "Historicamente, sempre tivemos muito candidatos, facilita a legenda, mas dificulta a eleição dos candidatos. Uma coisa posso dizer com certeza: Tem que ter voto em toda a região. Só com o eleitorado de Campos, é muito difícil para qualquer um". O único vitorioso do grupo governista, Bruno Dauaire (PR), obteve 21.839 votos em Campos, mas só conseguiu se eleger porque conseguiu 13.800 votos fora da cidade.

Oposição - Em relação aos políticos da oposição, o palpite de Wladimir foi correto: "Acho que a oposição em Campos e nos municípios vizinhos vai eleger apenas um candidato a deputado estadual. Federal, nenhum". O único vitorioso foi João Peixoto (PSDC) que, assim como Bruno Dauaire, também obteve muitos fotos fora da cidade.

Apostou no pai e errou - Se na eleição proporcional Wladimir acertou, com palpites racionais, o mesmo não pode ser dito sobre a disputa pelo governo do estado, quando a análise parece ter sido mais passional. Há seis meses ele ainda acreditava que era possível vencer no primeiro turno. "Acredito que vamos ganhar. E não é impossível que façamos isso ainda no primeiro turno, desde que tenhamos menos candidatos concorrendo. Se tiver segundo turno, acredito que meu pai disputará com  o candidato da máquina (o governador Luiz Fernando Pezão, do PMDB), mesmo que este agora só tenha entre 6% a 7% das intenções de voto". O único acerto foi a previsão sobre Pezão no segundo turno.

Crivella - Sobre o senador Marcelo Crivella, que passou Garotinho na reta final, Wladimir dizia: "Crivella, em toda eleição, tem um teto".

Nildo acertou sua previsão - Logo após a entrevista de Wladimir, políticos da oposição e da situação comentaram sobre os palpites. No dia 14 de abril deste ano, quando Garotinho lidera as pesquisa com folga, o vereador Nildo Cardoso afirmou, ao blog "Opiniões" (aqui): "O cálculo dele (Wladimir) está errado. Mas vou fazer uma previsão também: O PR não vai para o segundo turno na eleição a governador. Vamos ver quem vai acertar”.

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Pezão: "Fizemos uma aliança que irá surpreender"
06/10/2014 | 06h26

Em uma segunda-feira decisiva na busca de apoio para a disputa do segundo turno ao governo do Rio, o candidato e governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) declarou ter conseguido uma aliança que será "uma surpresa". Pezão, no entanto, preferiu manter a informação em segredo. "Na hora certa eu vou revelar", declarou Pezão. Ele contou ainda que procurou, nesta segunda, o senador Lindberg Farias (PT), que, segundo o governador, demonstrou uma tendência a apoiar o senador Marcelo Crivella (PRB), seu adversário.

Pezão também procurou o senador eleito Romário (PRB), que ainda não assumiu uma posição. Sobre o apoio de Anthony Garotinho (PR) a Crivella (PRB), o governador não se mostrou surpreso: "Já esperava. É natural. Os dois demonstraram perfis parecidos em suas campanhas", declarou.  Apesar de não ter anunciado nenhuma aliança, o candidato demonstrou otimismo, ressaltando que "tem amizades com pessoas de vários partidos" e que ligou para deputados eleitos.

Ainda nesta segunda-feira, Pezão se reunirá com o vice-presidente da República, Michel Temer, que deve dar um indicativo do apoio da presidenta Dilma Rousseff, que será colocada na berlinda entre os dois candidatos ao governo do Rio.

Fonte: O Dia 

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Datafolha: Pezão tem 31%, Garotinho, 24%, e Crivella, 17%
01/10/2014 | 12h44

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (01) mostra que o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), mantém a liderança nas intenções de voto na disputa pelo governo do Estado do Rio. Segundo o levantamento, o peemedebista tem 31% da preferência dos eleitores, repetindo o mesmo índice registrado na semana passada. Em relação à pesquisa anterior, realizada entre os dias 25 e 26 de setembro, Garotinho (PR) subiu um ponto e agora tem 24% das intenções de voto. Marcelo Crivella (PRB) manteve 17%, enquanto o petista Lindbergh Farias caiu um ponto, passando de 12% para 11%. Votos em branco e nulos somam 9%. Entre os entrevistados, 4% disseram que não sabem em quem vão votar. Ontem (30), uma pesquisa Ibope, divulgada pelo blog “Ponto de Vista”, do Christiano Abreu Barbosa (aqui), também mostrou Pezão com 31% e Garotinho com 24%. Hoje (o1), a pesquisa Datafolha foi divulgada pelo blog "Opiniões", do jornalista Aluysio Abreu Barbosa (aqui).

Segundo turno - Na simulação de um provável segundo turno entre Pezão e Garotinho, o peemedebista tem 50% das intenções de voto, contra 33% do candidato do PR, o que mostra uma queda de sete pontos percentuais entre os candidatos em relação à última pesquisa, quando os dois tinham 54% e 30%, respectivamente. Na pesquisa Ibope, divulgada ontem, Pezão apareceu com 46% e Garotinho, 31%.  Em um eventual segundo turno entre Pezão e Crivella, o governador teria 47% e o senador, 37%.

Rejeição - O instituto também apontou a rejeição dos candidatos. Garotinho continua com o maior índice (47%), seguido por Lindberg (20%), Pezão (19%) e Crivella (15%),

O Datafolha ouviu 1.522 eleitores entre os dias 29 e 30 de setembro em 36 municípios. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa, encomendada pelo jornal "Folha de S.Paulo" e pela TV Globo, está registrada registrada no TSE sob o nº RJ-00050/2014 e BR-00905/2014

Fontes: O Globo e Folha de S. Paulo 

 
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Garotinho: "Reino dividido não prospera"
14/10/2014 | 10h30
[caption id="attachment_28451" align="aligncenter" width="480"] Facebook / Rosinha[/caption]

O "governador voltou" e já deixou claro que muitas coisas vão mudar na terra goitacá. Ontem (13(, em reunião com aliados no Pathernon, em Guarus, o deputado federal Anthony Garotinho (PR) fez um balanço da eleição, se colocou a disposição para assumir a secretaria de Governo e mandou um recado aos aliados que racharam a tropa rosácea. “Tivemos muitos erros e dificuldades. Mas há um ditado que é ‘o reino dividido não prospera’. Se tivesse menos um candidato teríamos mais dois eleitos, Pudim e Gil Viana, mas nem todos estão no nível de maturidade para entender, e quando era a hora de entender que não deveriam vir todos os que vieram, insistiram”, sinalizou o deputado, acusando que a quantidade de candidatos no grupo polarizou a votação interna. Além de Bruno Dauaire (PR), que se elegeu, e dos dois citados por Garotinho (Pudim e Gil), o grupo também contou em Campos com Albertinho (Pros) e Eber Silva (PR), na disputa por cadeiras na Alerj.

Rosinha: "A compra de votos comeu solta" - Em alguns momentos a prefeita Rosinha Garotinho e o próprio Garotinho reforçaram que "muita gente comprou votos na cidade". “A compra de votos comeu solta, e mesmo com uma série de denúncias, o TRE não foi verificar”, disparou Rosinha.

"Milhões em hotel" - Garotinho atacou aos que garante ter levantamento e informações de compra de voto. “Muitas pessoas venderam seus votos. Quem vende voto, vende sua cidadania. O político que compra o eleitor ele é um vagabundo. A justiça foi informada que tinham R$ 20 milhões em determinado hotel e não fizeram nada”.

Fonte: Ururau / O blog "Na Curva do Rio, da jornalista Suzy Monteiro, também publicou nota sobre a reunião (aqui).
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Paulo Feijó comemora conquista do quinto mandato
06/10/2014 | 11h53

O deputado federal Paulo Feijó (PT), que na noite de ontem (05) esteve na casa da Lapa após a derrota do deputado federal Anthony Garotinho (PR), só comentou sobre a vitória na manhã de hoje (06). "Agradeço a Deus e a todos que acreditaram em mim e me acompanharam nesta caminhada. Vivenciamos uma campanha muita intensa e foi com a força e o carinho do povo que eu tive a alegria de conquistar esse que será meu quinto mandato como deputado federal. Continuarei nossa luta em Brasília defendendo os interesses da região e de todo o Estado do Rio", disse Feijó no Facebook.

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Rosinha: "Todos sabem sobre compra de votos"
26/10/2014 | 03h28

A prefeita Rosinha Garotinho (PR) fez um desabafo na manhã de hoje (26) e condenou a compra de votos. "Todos sabem sobre a compra de votos e quem são as figuras. Inclusive, já denunciamos. No primeiro turno avisamos e as providências não foram tomadas. Vamos ver agora", comentou Rosinha na manhã de hoje (26), quando acompanhava o marido no Ciep da Lapa.

Na última terça-feira (21), em comício ao lado do senador Marcelo Crivella (PRB), o deputado federal Anthony Garotinho (PR) solicitou que a população denunciasse ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) a compra de votos. “Político que compra voto é bandido. O Paulo Melo desceu de helicóptero com malas de dinheiro aqui em Campos no dia da eleição. Vamos expulsar essa gente aqui de Campos. Liguem para a polícia, liguem para o TRE. Quem compra voto, compra dignidade e cidadania”, disse Garotinho.

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Tarcísio: "Aécio e Pezão, nem pensar"
07/10/2014 | 02h10
[caption id="attachment_28243" align="aligncenter" width="434"] Tarcísio Motta comemora boa votação - Foto: Carlo Wrede / Agência O Dia[/caption]

Destaque nos debates da TV e nas redes sociais com suas fotos no Carnaval fantasiado de Mulher Maravilha e de bailarina, candidato Tarcísio Motta, do Psol, passou a segunda-feira recebendo cumprimentos na Praça São Salvador, em Laranjeiras, onde já era famoso, mas apenas como diretor do bloco carnavalesco Bagunça Meu Coreto. Desconhecido do eleitorado fluminense até o início da campanha, Tarcísio Motta contava com a popularidade dos parlamentares do Psol Marcelo Freixo e Chico Alencar, e com a indignação da multidão que foi às ruas em 2013 para se apresentar como mais alternativa de oposição ao PMDB. Mas acabou aparecendo apenas na última semana, quando pulou de 1% para quase 6% das intenções de voto.

O resultado nas urnas, no entanto, foi ainda melhor. Foram 712 mil votos, quase 9% do total, o terceiro lugar na capital, o segundo em Niterói, bons resultados também na Rocinha, em Manguinhos e, claro, em Laranjeiras, reduto do Psol, onde superou Pezão, Crivella, Garotinho & cia. O motivo do sucesso? O bom desempenho no debate da Globo, tão criticada pelo próprio candidato.

Em relação ao segundo turno das eleições presidenciais e para o governo do Rio, Tarcísio diz que vai aguardar a posição do Psol. Mas adiantou suas opiniões: votar em Aécio e Pezão, de jeito nenhum. Quanto a Dilma e Crivella, há mais chances de um apoio a presidenta do que ao senador, mas esta opção não está descartada. "Pezão, nunca. Somos oposição a este governo. O Crivella tem alguns pontos semelhantes ao nosso, como a promessa de acabar com as OSs (Organizações Sociais) na saúde e as críticas à meritocracia na educação. Mas há outras incompatíveis, como a militarização da vida e ausência de compromisso com a pauta LGBT e das mulheres. Estamos entre indicar o voto nulo ou indicar que não se vote apenas no Pezão", diz Tarcísio, quase caindo novamente num discurso acadêmico.

Fonte: O Dia 

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Pezão: "O Cabral é o Cabral, eu sou eu"
02/10/2014 | 11h57

Acusado pelos adversários de esconder o ex-governador Sergio Cabral (PMDB) durante sua campanha, o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) adotou pela primeira vez um discurso incisivo na tentativa de se dissociar de seu antecessor."O Cabral é o Cabral, eu sou eu. O governo vai ser meu governo, quem vai governar sou eu, o candidato sou eu. Passaram a campanha atacando o alvo errado", disse Pezão.

Segundo o governador, os adversários precisam deitar no divã para descobrir o motivo da fixação pelo ex-governador.  "Achava que era apenas um (Garotinho) que precisaria ir para o divã, mas acho que tem outros para deitar no divã. Eles têm um relacionamento com o Cabral que precisam cuidar e tratar", alfinetou Pezão.

 Fonte: O Globo
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Pesquisa Gerp mostra Crivella com 44% e Pezão, 36%
11/10/2014 | 02h27

Uma  pesquisa do Instituto Gerp divulgada neste sábado (11) pelo R7 mostra o senador Marcelo Crivella (PRB) liderando as intenções de voto para o governo do estado. De acordo com o levantamento Crivella tem 44% e Pezão, 36%. Brancos e nulos somam 10%, enquanto 10% dos entrevistados não sabem em quem votar ou não responderam. Numa simulação com votos válidos, Crivella aparece com 55% e Pezão, com 45%.

Rejeição - Os entrevistados também responderam em qual candidato não votariam. Pezão ficou com 30% de rejeição. Já Crivella, tem 19%.

Segundo o instituto, 1.300 pessoas foram ouvidas entre os dias 6 e 8 de outubro. A margem de erro é de 2,77 pontos para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) com o número RJ-00067/2014.

Garotinho apontou fraude no primeiro turno e citou Edir Macedo - No primeiro turno, após a divulgação de uma pesquisa do instituto Gerp que o colocava artrás de Crivella e Pezão, o deputado federal Anthony Garotinho (PR) apontou fraude e prometeu ir à Justiça contra a pesquisa. Na ocasião ele fez questão criticou Crivella e sugeriu uma suposta “mão amiga” do Bispo Edir Macedo. “A fraude é tão evidente que essa pesquisa só foi divulgada na TV Record e no portal R 7, veículos do Bispo Macedo, tio do Bispo Marcelo Crivella”.

Erros e acertos - No dia 30 de setembro uma pesquisa do instituto Gerp mostrou (aqui) o governador Luiz Fernando Pezão liderando com 25% e Crivella e Garotinho empatados (20% cada um). Na ocasião, o portal R7, da Record, apontou um empate técnico entre os três candidatos. Porém, o resultado do primeiro turno mostrou Pezão com 40,57% do votos, e Crivella com 20,26%. Garotinho ficou na terceira posição, com 19,73% dos votos. Ou seja, o instituto acertou os números de Garotinh0 e Crivella, mas errou em relação a Pezão.

A Folha Online divulgou a pesquisa mais cedo. Veja aqui 

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Crivella se aproxima do PT, Lindberg do PSOL e Garotinho reestrutura o PR
28/10/2014 | 01h57

Após a derrota nas urnas, três candidatos ao governo do estado já começam a se movimentar de olho nas eleições de 2016.

Marcelo Crivella - Candidato derrotado do PRB ao governo do Estado do Rio, o senador Marcelo Crivella passou parte da segunda-feira reunido com lideranças de seu partido, deputados estaduais e federais, além de vereadores, para tentar listar os erros cometidos na eleição deste ano. De acordo com o presidente nacional da legenda, Marcos Pereira, o PRB quer chegar às eleições de 2016 fortalecido. Embora o senador não tenha descartado, no domingo, uma possível candidatura à prefeitura do Rio, Pereira negou que estejam sendo discutidas projeções de Crivella para as eleições municipais.  Crivella deverá se reunir esta semana com o presidente regional do PT, Washington Quaquá. O petista afirmou ontem que terá uma conversa de cortesia e que, no momento, seu partido concentra esforços para a criação de uma frente de esquerda no estado, com PCdoB, PSB e PSOL. Apesar de Crivella não integrar essas legendas, Quaquá deixou claro que manterá conversas com o senador visando a 2016. "Crivella é um político de boas relações. Vamos querer estreitá-las na Alerj e também em nossas futuras disputas para a prefeitura. Ele teve um bom desempenho nessa última eleição. Saiu maior do que entrou", analisou Quaquá.

Anthony Garotinho -  Enquanto Crivella busca erros de campanha, membros do PR — partido do candidato derrotado ao Palácio Guanabara, no primeiro turno, deputado Anthony Garotinho — já pensam em reestruturação da legenda. A vitória nas urnas do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) em Campos, reduto eleitoral da família Garotinho, de acordo com dissidentes do PR, aponta que Garotinho e seu grupo estão fragilizados. A deputada estadual Clarissa Garotinho, filha do ex-governador, que se elegeu para o Congresso, deve se reunir ainda hoje com a bancada do partido na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Líder na Casa, Clarissa se encontrará na próxima semana com deputados federais. O PR fez, ao lado do PT, a terceira maior bancada da Alerj, com seis cadeiras. "Vamos reorganizar os diretórios municipais e repensar a posição do partido no estado. Garotinho ainda é uma grande liderança, ele teve mais de um milhão de votos", afirmou Clarissa, sem descartar uma possível candidatura à prefeitura do Rio para fortalecer a legenda e a bancada do PR na Câmara Municipal. "Vamos consolidar o PR no campo de oposição no Rio. O partido alcançou maturidade".

Lindberg Farias - Já o senador Lindbergh Farias, candidato derrotado do PT, ainda tenta sair da ressaca da derrota das urnas. No entanto, o petista busca força política dentro do partido já de olho nas eleições de 2016. A ideia de Lindbergh é se aproximar do PSOL para apoiar a candidatura do deputado estadual Marcelo Freixo a prefeito da capital. O objetivo é o de evitar que a maioria dos integrantes da legenda apoie o nome indicado pelo PMDB. "Queremos reconstruir o campo da esquerda e apoiar o Freixo. O Lindbergh tirou o PT da órbita do PMDB quando foi candidato ao governo. Ele continua sendo importante dentro do partido. O Fernando Henrique perdeu a eleição para prefeito em São Paulo e, depois, se elegeu presidente da República", comparou Quaquá. Mesmo após as eleições, o PT do Rio permanece rachado. Dos seis deputados estaduais eleitos, pelo menos quatro (Carlos Minc, Zaqueu Teixeira, André Ceciliano e Waldeck Carneiro) devem apoiar o governador reeleito Luiz Fernando Pezão (PMDB) na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O grupo apoiou Pezão no segundo turno. O PSOL elegeu cinco parlamentares.

 Fonte: Agência "O Globo"
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Ponto final — Descanso de Pezão, promessas para a região, segredos do cofre e degola
31/10/2014 | 11h52

Descanso 

Após uma campanha em ritmo frenético, com dezenas de carreatas, caminhadas, reuniões, comícios e debates acalorados, o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) vai tirar o pé do acelerador nos próximos dias. Ontem, ao ser indagado pela reportagem da Folha sobre a possibilidade de uma secretaria do Interior, nos moldes da prometida para os municípios da região metropolitana, Pezão afirmou que as principais novidades serão reveladas após voltar do seu descanso, com as baterias recarregadas.

Promessas para a região

Na volta do descanso, o governador reeleito deve começar a se reunir com as lideranças da região para articular um “pacote de ações”. Entre as promessas para o Noroeste estão: duas novas UPAs, duas novas Clínicas da Família e o Hospital de Referência de Itaperuna. Na região Norte Fluminense ele prometeu oito novas UPAs e oito Clínicas da Família para a atenção básica.

Segurança

Na Segurança, de acordo com Pezão, serão instalados Centros de Monitoramento e Vigilância para os municípios do Norte e Noroeste. Ontem, ele anunciou que pretende implantar os centros em todos os municípios do estado. O governador esteve em Volta Redonda, onde foi inaugurado o projeto Cidade Protegida, e prometeu que vai repassar recursos para os municípios que fizerem essa parceria com o Governo do Estado. “Também vamos construir uma Delegacia em Italva e, no Norte Fluminense, serão instaladas cinco UPPs”, garantiu.

Segredos do Cofre

O vereador Marcão (PT) já protocolou na Câmara de Campos um requerimento solicitando a presença do secretário de Fazenda, Walter Jobe, no Legislativo. Segundo o petista, trata-se de uma oportunidade para o secretário comentar sobre um suposto “rombo” nos cofres da Prefeitura. A oposição sugere que o governo mostre todos os extratos com pagamentos nos últimos dez meses, além das pendências que geram desespero entre os pequenos fornecedores.

Reforma ou Degola?

Enquanto muitos deputados federais estão no planalto discutindo a tão esperada reforma política, o deputado Anthony Garotinho (PR) continua em Campos implementando a sua “Degola Política”. Longe do debate de Brasília, ele prefere as fofocas e picuinhas da sua terra natal, selecionando os que podem continuar e os que devem ser cortados nos próximos meses. Irritado com o desempenho em Campos, o ex-governador escolheu a planície como prioridade.

Publicado hoje na Folha

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Carreatas em Campos: Pezão hoje e Crivella amanhã
24/10/2014 | 06h24
[caption id="attachment_28780" align="aligncenter" width="490"] Romário, Pezão e Arnaldo participaram de carreata nesta sexta-feira em Campos[/caption]

O governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) reuniu os seus principais aliados e realizou uma carreata na tarde de hoje (24), em Campos. Ao lado do deputado federal Romário (PSB), eleito senador com mais de 4,6 milhões de votos, e do ex-prefeito Arnaldo Vianna (PDT), Pezão circulou pela cidade e afirmou que espera uma grande vitória no interior do estado. "Não está sendo uma eleição fácil, mas estamos muitos confiantes na vitória", afirmou Pezão. Mais informações sobre a carreata de Pezão na Folha Online (aqui).

Crivella - Amanhã o grupo liderado pelo deputado federal Anthony Garotinho (PR) vai realizar duas carreatas, simultâneas, para o senador Marcelo Crivella (PRB). "Eu, Clarissa Garotinho, o deputado eleito Bruno Dauaire, além dos vereadores Magal e Albertinho, e do Pastor Éber Silva vamos nos concentrar na margem esquerda do Rio Paraíba do Sul, em frente à Estação Experimental da Pesagro, na Avenida Francisco Lamego, no Parque Prazeres, em Guarus. Rosinha, os deputados Paulo Feijó e Geraldo Pudim, além do vereador Gil Vianna vão se concentrar na margem direita do rio, no portão do Parque de Exposição da Pecuária, na Avenida Presidente Vargas", informou o deputado Garotinho.

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Na dúvida entre Pezão ou Crivella, PT vai anunciar posição neutra
07/10/2014 | 06h20

Na dúvida entre ficar com Pezão ou Marcelo Crivella no segundo turno das eleições, o PT-RJ vai opar por uma posição conciliatória: o partido anunciará sua neutralidade, mas seus filiados poderão manifestar livremente sua preferência e até fazer campanha para o escolhido. A solução tenta preservar o apoio dos candidatos do PMDB e do PRB à reeleição de Dilma Rousseff.

A proposta, que será submetida amanhã (08) à direção estadual do partido, foi articulada nesta terça em reunião, em Brasília, entre Rui Falcão, presidente nacional do PT; Washington Quaquá, presidente do partido no Estado do Rio; e o senador Lindberg Farias, candidato derrotado ao governo. A direção nacional tentava impedir o apoio ao senador Marcelo Crivella, defendido por Quaquá e Lindberg. Outros petistas, como o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, já haviam anunciado que ficariam com Pezão.

Fonte: Informe do Dia / O Dia 

 

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Em debate morno, Dilma e Aécio citam Petrobras, corrupção e inflação
20/10/2014 | 12h35

Deixando o embate de lado e focando mais no debate de ideias, os presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PMDB) se enfrentaram neste domingo (19) pela terceira vez no segundo turno, desta vez no debate da Rede Record. O primeiro bloco, com oito perguntas direitas, foi tomado por questões propositivas. A corrupção só veio à tona na referência ao escândalo da Petrobras. Aécio trouxe para a pauta o reconhecimento de Dilma, feito na véspera, de que houve, de fato, desvios na estatal. O tucano cobrou da presidente uma posição em relação ao tesoureiro do PT José Vaccari, que é também conselheiro de Itaipu. Perguntou três vezes à presidente se ela não o puniria, visto que ele fora citado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, nos depoimentos prestados depois do benefício da delação premiada. Aécio deu a entender que Vaccari já ocupava o cargo quando Dilma era ministra das Minas e Energia. "Cobrei nestes últimos debates uma posição em relação à Petrobras e não obtive. Quero fazer um reconhecimento de público: ontem a senhora reconheceu que houve desvios. Quando apresentamos a proposta da CPI, fomos tachados de aproveitadores eleitorais. A senhora confia no seu tesoureiro, João Vaccari Neto, que é conselheiro de Itaipu? A senhora confia nele?", perguntou Aécio.

Dilma devolveu a pergunta, com outra, deixando clara uma estratégia de associar o escândalo também a aliados de Aécio: "O senhor confia em todos aqueles que, segundo as mesmas fontes que acusam Vaccari, dizem que o ex-presidente do seu partido, lamentavelmente morto, recebeu recursos para acabar com a CPI?", disse Dilma, citando a referência feita por Paulo Roberto Costa ao ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra — Porque, da última vez que um delator denunciou pessoas do seu partido, no caso do metrô e dos trens, o senhor disse que não ia confiar na palavra de delator.

Dilma, então, disse que sabe que “há indícios de desvio de dinheiro” na Petrobras, e que deveria ser cumprimentada porque disse que ela iria investigar assim que o Ministério Público e o Supremo Tribunal Federal (STF) divulgasse informações e punissem os que cometeram delitos. Ela voltou a lembrar casos de corrupção nos governos tucanos: "No caso específico do seu governo (as gestões tucanas), não podem responder onde estão os corruptos da pasta rosa, da compra de votos para a reeleição, do processo Sivam, dos trens e metrôs. Todos inteiramente soltos. Eu sou a favor da punição, doa a quem doer. E sou contra engavetamentos como foram feitos", afirmou Dilma.

Ao comentar as declarações da petista, Aécio disse que teria havido “um recuo'” de Dilma em relação à declaração dada na véspera, de que houve desvios na estatal. Lembrou ainda que o delator citou o nome da senadora Gleisi Hoffman, ex-mininstra chefe da Casa Civil e seu marido, Paulo Bernardo, ministro das Comunicações. E defendeu a profissionalização da Petrobras. "A senhora não acha mais que houve desvio, mas indícios de desvios — disse o tucano, voltando a perguntar se ela confiava no tesoureiro Vaccari, e a lembrar da presença dele no conselho de Itaipu. — Na Petrobras, onde ele (Vaccari) não tinha acesso formal, dois terços (da propina) eram para ele. E em Itaipu, onde ele tem um crachá, assina documentos? Por que nestes anos todos não se tomou nenhuma providência? (A corrupção) Está acontecendo também em outras empresas? Governança foi o que faltou na Petrobras", frisou Aécio.

 "Triste é o país em que o presidente manda investigar" — Ao ouvir de Dilma que foi o governo petista que investigou, Aécio reagiu: "As instituições é que investigam. Que triste é o país em que o presidente manda investigar. Isso pode funcionar em algumas ditaduras amigas do seu governo", disse Aécio.

"Ações da Petrobras a preço de banana"- No segundo bloco, os candidatos voltaram a falar sobre a Petrobras, sem citar a corrupção, mas sobre a gestão da estatal. Aécio lembrou que, em 2010, o governo federal fez “uma grande campanha” para que o trabalhador brasileiro investisse seu fundo de garantia em ações da estatal. "Candidata, quem investiu R$ 1000, agora no fim deste governo tem apenas R$ 600. Será que é justo que tirem dele algo tão valioso?", questionou o tucano. A petista rebateu afirmando que o governo de FHC vendeu as ações da estatal a “preço de banana”. "Vocês venderam 30% da Petrobras no mercado de ações a preço de banana. Na época, a Petrobras valia R$ 15, 5 bilhões, hoje passou do patamar de R$ 100 bilhões. Vocês não tem a menor moral para falar de valor da Petrobras", rebateu Dilma, que concluiu: "Isso significa que de valor, você pode ficar descansado. Todos que investiram na Petrobras vão ganhar muito dinheiro. Vocês diziam que nós não teríamos capacidade de explorar o pré-sal. Ora, candidato, o pré-sal está explorando 500 mil barris por dia, e é algo que o Brasil levou 30 anos para extrair, agora extrai em menos de oito anos".

Bolsa Família - Ao defender o Bolsa Família, Dilma se referiu aos projetos sociais da gestão Fernando Henrique como “o seu Bolsa Família”. E, ao comparar com o programa em sua gestão, chamou de “meu Bolsa Família”. "Não faça isso com os brasileiros. O seu Bolsa Família? Não é seu", retrucou o tucano, citando o “terrorismo eleitoral’’ que a campanha adversária estaria fazendo ao afirmar que ele, caso eleito, acabaria com o Bolsa Família.  "(O Bolsa Família) É do povo brasileiro. É uma marca perversa do PT achar que os programas sociais lhe pertencem", disse Aécio.

Debate morno - A distância que a TV Record determinou entre as bancadas de Aécio e Dilma  era tudo o que os dois candidatos à Presidência da República queriam. A uma semana da votação no segundo turno, os candidatos travaram um debate morno e sem surpresas, repisando frases ensaiadas e repetidas à exaustão na propaganda eleitoral na TV. Foi tudo calculado. Depois do tenso embate no SBT, na última quinta-feira, marcado por ataques pessoais feitos por Dilma – que disse até ter passado mal depois do debate – , o duelo deste domingo não tirou nenhum dos candidatos do sério. O script, na verdade, foi o mesmo dos debates do primeiro turno: Aécio lembrou a profusão de escândalos na Petrobras, e Dilma respondeu dizendo que o PSDB planejava vender a Petrobras quando governou o país. Aécio apontou a inflação crescente, e Dilma disse que os "pessimistas" não reconhecem as conquistas sociais dos doze anos de governo do PT.

Fontes: O Globo e Veja   
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Petista diz que votação em Lindberg prejudicará chapa de deputados
03/10/2014 | 09h28

O deputado federal Edson Santos, do PT do Rio de Janeiro, tem reclamado da campanha majoritária do seu partido no estado. Edson Santos disse a um grupo de deputados petistas que o fraco desempenho da candidatura de Lindberg Farias (PT) ao governo fluminense prejudicará a chapa de candidatos à Câmara. O deputado Edson Santos é candidato à reeleição e alguns levantamentos indicam que ele terá dificuldade para conseguir um novo mandato. As pesquisas em posse do PMDB sugerem que o PT não deverá eleger mais do que três deputados federais no Rio. Na eleição de 2010, o partido elegeu cinco deputados federais pelo estado.

Porém, Lindberg não entrega os pontos e continua otimista.  "Hoje vamos estar nas ruas até dez horas da noite, porque nós vamos virar este jogo. Eu quero falar pra militância, pras pessoas que estão nos apoiando: vamos pras ruas, porque nós vamos passar o Garotinho e vamos pro segundo turno! É hora de acelerar. Como o povo tem dito por aí, é hora do taca-le pau. E no domingo seremos nós que vamos surpreender. Que vamos mostrar que pesquisa boa é a da urna.", diz o senador.

Fonte: Felipe Patury  

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Beltrame permanece à frente da Segurança
31/10/2014 | 11h38

Depois de muitas especulações, inclusive de que ele poderia ser titular da Secretaria estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, decidiu que ficará no cargo. Falou mais alto seu apego ao projeto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), do qual foi idealizador. Por trás da decisão, estaria a preocupação com os rumos das UPPs, o cuidado para que não haja desvirtuamentos num momento decisivo para o programa. A informação de que Beltrame havia cedido à proposta do governador reeleito Luiz Fernando Pezão foi confirmada por fontes ligadas à família e ao Palácio Guanabara.

A decisão de continuar conduzindo ou deixar a política de segurança do estado sempre dependeu apenas de Beltrame. No dia seguinte à sua reeleição (na última segunda-feira), Pezão já havia sinalizado que contava com a permanência do secretário, apesar de reconhecer o que também se comentava nos corredores da secretaria: que ele estava cansado. "Vou lutar muito para que ele continue", afirmou o governador, que prometeu só anunciar todos os nomes de seu futuro secretariado em dezembro.

Delegado da Polícia Federal, Beltrame, de 57 anos, comanda a Secretaria de Segurança desde 2007. Ontem (30), após a cerimônia de formatura de 484 novos PMs no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap), em Sulacap, ele ainda tratou como uma incógnita sua permanência no cargo, mas deixou clara essa possibilidade: "Estamos conversando. O governador tem um tempo para fazer isso, e estamos vendo como podemos colaborar. Na hora certa, ele vai se manifestar (referindo-se a Pezão)", disse.

Ao ser perguntado sobre o orçamento para a área de segurança e seu desejo de agregar projetos sociais à pasta (durante o governo de Sérgio Cabral, ele chegou a declarar que programas de promoção da cidadania nas áreas com UPPs precisavam avançar), Beltrame deu a entender que planeja ajustes: "Muitas coisas têm que ser alinhadas", afirmou.

De acordo com fontes do governo, Beltrame terá assegurada total independência na escolha da cúpula da segurança, com carta branca para fazer as mudanças que achar necessárias. Ao que tudo indica, Beltrame sai ainda mais fortalecido no novo governo.

 Fonte: O Globo

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Flagrantes levam PRE a investigar Garotinho e Crivella por boca de urna
03/10/2014 | 11h26
[caption id="attachment_27951" align="aligncenter" width="527"] Cabos eleitorais recrutam moradores de Campo Grande, na Zona Oeste, para boca de urna (Crédito: Priscilla Moraes/CBN)[/caption]

O procurador regional eleitoral, Paulo Roberto Berenguer, afirmou nesta quinta-feira que abrirá investigação para apurar denúncias de que cabos eleitorais recrutaram dezenas de pessoas na quarta-feira, em Campo Grande, para realizar boca de urna em favor de Anthony Garotinho (PR) e do candidato a deputado estadual Almir Rangel (PTdoB), conforme noticiado pela rádio CBN (aqui). Segundo a reportagem, aliados dos candidatos ofereceram de R$ 100 a R$ 150 para que moradores fizessem boca de urna para os candidatos no domingo e votassem neles. "Se isso realmente ocorreu, configura corrupção, além de dar origem a uma ação civil eleitoral, por captação ilícita de sufrágio (compra de votos). Essa ação civil pode ter como consequência a cassação do mandato ou do diploma", disse Berenger, que prometeu abrir um procedimento administrativo que pode resultar ainda em um inquérito policial.

De acordo com a denúncia, cerca de 200 pessoas estiveram no encontro. Na gravação, um cabo eleitoral chega a ensinar como escapar da fiscalização do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) no dia da eleição. “Fica a 500 metros fora da boca de urna”, diz o homem, que se identificou como Iranir. Segundo Berenger, o esquema de fiscalização, que envolverá um esforço conjunto do Ministério Público Eleitoral (MPE), do TRE-RJ e da Polícia Militar, terá agentes atuando na região e no restante do estado para coibir esse tipo de prática, que é considerada ilegal: "Fiscais do TRE-RJ e policiais vão estar nas ruas, além de promotores", afirmou.

Por e-mail, via assessoria de imprensa, Anthony Garotinho afirmou que “desconhece o assunto (...) e que, em período de campanha, é natural aparecerem pessoas utilizando nomes de políticos de forma indevida”, lembrando que ninguém está autorizado a falar em seu nome.

A repórter da CBN, Priscilla Moraes, chegou a gravar um áudio com o cabo eleitoral comentando sobre o valor da boca de urna (aqui).

Atualização às 16h30 (alteração no título e inclusão de novas informações) - 

Bispo incita fiéis à boca de urna por Crivella em Nova Iguaçu - Inflamado, o bispo Júnior Reis conduziu o culto da noite de quarta-feira, a quatro dias das eleições, na Catedral da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) de Nova Iguaçu, com ataques ao governador e candidato à reeleição Luiz Fernando Pezão (PMDB) e, na mesma medida, pedindo votos para o candidato ao governo pelo PRB, Marcelo Crivella. O líder incitou também os cerca de 300 fiéis presentes a realizarem boca de urna. "O principado do inferno é que comanda o estado, por isso que o estado está nessa situação que está. Como o rapaz lá perguntou, cadê o... Como é que chama? O Amarildo, Pezão? Aí, o Pezão vai e ri. Então, você vê que eles ficam rindo porque eles são os principados do demônio, que atuam agora no governo, no presidencialismo", prega Júnior Reis, citando o debate promovido pela TV Globo com os principais candidatos ao governo do estado, na última terça-feira. Na ocasião, Pezão deu uma risada logo após a pergunta feita pelo candidato Tarcísio Motta (PSOL) sobre o sumiço do ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza.

Com 800 mil habitantes, Nova Iguaçu é o quarto maior colégio eleitoral do Rio, é um dos mais fortes redutos eleitorais do senador e bispo licenciado da Iurd. Durante sua pregação, Júnior Reis conclamou os evangélicos para se reunirem domingo, às 9h30m, na catedral, para o grupo fazer boca de urna em favor dos candidatos da igreja, para, somente depois, irem votar. Ele pergunta: "Quem vota no Centro? Quem vota em São João de Meriti e Belford Roxo? Lá, vocês também podem fazer boca de urna. Quarenta porcento da população não sabem em quem votar. É nessa indecisão que a gente vai fazer a diferença. Amém, gente?", indagou.

Segundo o procurador eleitoral auxiliar Sidney Madruga, da Procuradoria Regional Eleitoral, houve diversas irregularidades na mesma noite. O magistrado afirma que, para o Ministério Público, o discurso do bispo em favor dos candidatos e a panfletagem na calçada da igreja são, juntos, um indício de abuso de poder político e econômico, que pode resultar na cassação de um eventual mandato dos candidatos beneficiados. Madruga lembra também que boca de urna é crime. "A propaganda de boca de urna é crime desde 2006 e pode resultar em pena de seis meses a um ano de prisão para quem for condenado. No caso do bispo Júnior Reis, pode-se dizer que houve uma incitação ao crime eleitoral, previso no artigo 286 do Código Penal. Isso não pode acontecer. Precisamos ter acesso à gravação do culto", enfatiza Madruga.

De acordo com as normas para as eleições (Lei 9.504/97), é proibida a propaganda em bem de uso comum, como templos, centro comerciais e cinema: "Para mim, está bem caracterizado o ilícito eleitoral da propaganda irregular, que pode render multa de R$ 2 mil a R$ 8 mil ao infrator", explica o procurador.

Marcelo Crivella se defende, dizendo que, durante seus 12 anos de vida pública, nunca pediu voto dentro da igreja e, diz ainda, que não tomou conhecimento do fato abordado pela reportagem. Rosângela Gomes afirma que desconhece a atitude tomada pelo pastor citado, tampouco sua campanha tinha em sua agenda qualquer ação de propaganda dentro da igreja. Pezão não quis comentar o caso. (Colaborou Rafaela Marinho)

Para conferir a matéria completa, incluindo o áudio com o discurso do bispo, clique aqui 

Fontes: O Globo e CBN
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Datafolha, votos válidos: Pezão tem 36%, Garotinho, 25%, e Crivella, 22%
04/10/2014 | 06h08

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (4) mostra os seguintes percentuais de intenção de votos válidos na corrida para o governo do estado do Rio de Janeiro:

Luiz Fernando Pezão (PMDB) - 36% Anthony Garotinho (PR) – 25% Marcelo Crivella (PRB) - 22% Lindberg Farias (PT) – 10% Tarcísio Motta (PSOL) – 6% Dayse Oliveira (PSTU) – 1% Ney Nunes (PCB) - 0%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos em branco, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Segundo o Datafolha, haverá disputa de segundo turno no estado.

Votos totais

Se forem incluídos os votos em brancos e nulos e os dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

Luiz Fernando Pezão (PMDB) - 31% Anthony Garotinho (PR) – 21% Marcelo Crivella (PRB) - 19% Lindberg Farias (PT) – 9% Tarcísio Motta (PSOL) – 6% Dayse Oliveira (PSTU) – 1% Ney Nunes (PCB) - 0% Em branco/nulo/nenhum - 8% Não sabe - 5%

Levantamento anterior - Na pesquisa Datafolha anterior, divulgada na quinta-feira (2), considerando os votos totais Pezão tinha 30%, Garotinho, 21%, Crivella, 17%, e Lindberg, 13%.

Na pesquisa divulgada na quarta-feira (1º), também considerando os votos totais, Pezão tinha 31%, Garotinho, 24%, e Crivella, 17%, segundo o Datafolha.

Segundo turno - O Datafolha fez duas simulações de segundo turno. Veja os resultados:

Cenário 1

Pezão: 60% dos votos válidos Garotinho: 40% dos votos válidos

Pezão: 48% dos votos totais Gartinho: 32% dos votos totais

Em branco/nulo/nenhum: 18% Não sabe: 2%

Cenário 2

Pezão: 51% dos votos válidos Crivella: 49% dos votos válidos

Pezão: 44% dos votos totais Crivella: 41% dos votos totais

Em branco/nulo/nenhum: 13% Não sabe: 3%

A pesquisa foi realizada entre a sexta-feira (3) e este sábado (4) com 1.949 entrevistados em 36 minicípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de três pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número RJ-00063/2014 e BR-01037/2014.

Fonte: G1

Atualização às 20h20 - Ibope: Pezão tem 37%, Garotinho, 27%, e Crivella, 20% - 

Mais uma pesquisa foi divulgada neste sábado (4), desta vez do Ibope, na disputa ao Governo do Rio e mostra que, nos votos válidos, Pezão tem 37%, Garotinho, 27%, e Crivella, 20%.
Veja os números completos de votos válidos:
Luiz Fernando Pezão (PMDB) - 37%
Anthony Garotinho (PR) – 27%
Marcelo Crivella (PRB) - 20%
Lindberg Farias (PT) – 9%
Tarcísio Motta (PSOL) – 5%
Dayse Oliveira (PSTU) – 1%
Ney Nunes (PCB)  - 1%
Leia mais na Folha Online (aqui).
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Record cancela debate entre Crivella e Pezão
17/10/2014 | 02h09

A TV Record decidiu cancelar o debate entre os candidatos Luiz Fernando Pezão (PMDB) e Marcello Crivela (PRB), que seria realizado no próximo domingo. A decisão se deu por conta da falta de confirmação entre os participantes que disputam as eleições ao governo do estado.

Na última quarta-feira (15) o blog informou (aqui) que a campanha de Crivella pediu o cancelamento do debate na Record. Já o governador Pezão – que tem feito críticas ao bispo Edir Macedo – continuava querendo comparecer.

Depois de Anthony Garotinho acusar a Globo de sonegar impostos ao vivo no primeiro turno, será que Pezão no segundo turno atacará a Universal e a Record dentro da própria emissora? A propósito, em busca de reduzir a rejeição da Universal, Crivella está tentando marcar um encontro com centros espíritas. Vale tudo na reta final para conseguir mais votos.

 
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Ibope admite que margem de erro pode ser maior
24/10/2014 | 11h15

No programa da jornalista Miriam Leitão na GloboNews, a diretora do Ibope Inteligência, , Márcia Cavallari, contou que a margem de erro de uma pesquisa eleitoral pode ser maior do que a divulgada. Isso porque ela não existe no tipo de levantamento realizado durante a campanha. "A gente não pode falar de margem de erro. As pesquisas que fazemos não são probabilísticas e margem de erro só se calcula com pesquisas probabilísticas. Todos os institutos no Brasil trabalham com amostragem por cotas. Por cotas não há literatura que se permita calcular margem de erro. Temos que falar de margem de erro porque tem uma legislação eleitoral (que) escreve que para regular as pesquisas têm que falar qual a margem de erro. A gente registra a margem de erro antes de realizar a pesquisa. Isso não existe. Margem de erro só se calcula depois de a pesquisa realizada", explicou.

Carlos Pereira, cientista político da FGV que também participou do programa, notou que só agora os institutos têm dado essa explicação. As cotas, explicou, determinam os entrevistados por salário, região, idade, escolaridade e outros recortes. Dessa forma, o sistema corre o risco de não ser representativo da população. Procurar por esses perfis pode tirar a aleatoriedade da pesquisa. É uma desvantagem do modelo usado em campanhas que precisa ser dita ao eleitor, defende Pereira.

Márcia criticou a legislação. "O Brasil é o único país que tem isso registrado em lei. (...) Antes de fazer a pesquisa, estamos fazendo uma estimativa no modelo de amostragem, que seria o 'aleatório simples', quando na verdade o modelo de amostragem com o qual trabalhamos é o de 'amostragem de conglomerados' que, por si só, já tem uma margem de erro maior do que a 'aleatória simples'", comentou.

A amostra probabilística não é feita por uma questão de tempo. Demoraria três meses para ser realizada, lapso que não cabe na corrida eleitoral. A opinião das pessoas muda mais rápido. Sortear o quarteirão, a casa e a pessoa para depois entrevistá-la são etapas que teriam que fazer parte do processo. "O modelo de amostragem que é usado é uma mistura para o primeiro estágio de seleção, o dos municípios, e no último estágio de seleção, que é esse por cotas, que predetermina quantos homens e mulheres, quantas entrevistas em cada estado serão feitas, em qual faixa de idade e com qual grau de escolaridade. É feita dessa forma porque tem que ser célere, completou Márcia Cavallari.

Fonte: Miriam Leitão 

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TRE lacra gráfica de jornal e apreende propaganda irregular de Garotinho
04/10/2014 | 01h37
[caption id="attachment_27984" align="aligncenter" width="503"] Fiscais do TRE fazem operação em gráfica do jornal O Povo. Na foto, caminhão da Comlurb retira propaganda irregular - Bárbara Lopes / O Globo[/caption]

O parque gráfico do jornal carioca Povo do Rio, localizado no Grajaú, Zona Norte do Rio, foi lacrado na manhã deste sábado pela fiscalização do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) por armazenamento e produção de propaganda irregular.

Santinhos em caixas de sorvete - Na gráfica foram encontrados santinhos do candidato do PR, Anthony Garotinho, escondidos em caixas de sorvete, e ainda material gráfico contrário ao governador e candidato à reeleição Luiz Fernando Pezão (PMDB). A Polícia Federal compareceu ao local. As caixas de sorvete com os santinhos encontradas no local não continham especificação da tiragem dos panfletos, o que configura irregularidade.

Informações enganosas - O material também tinha informações enganosas sobre a tiragem, que informava 20 mil cópias quando, na verdade, foram impressas mais de 1 milhão.

De acordo com informações da fiscalização do TRE, a operação que lacrou o jornal ocorreu por volta de 7h. No meio desta manhã, era possível observar intensa movimentação de caminhões da Comlurb no local, para realizar o transporte do material apreendido.

Fonte: O Globo 

Garotinho lado a lado com o jornal "Povo" - Em fevereiro deste ano o blog do Gustavo Matheus (aqui) revelou uma ligação entre o jornal "Povo" e o deputado federal Anthony Garotinho. De lá pra cá foram diversas publicações favoráveis ao ex-governador, incluindo divulgação de pesquisas que mostravam o candidato do PR liderando isolado (aqui).

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Do partido de Garotinho, Verônica Costa vai apoiar Pezão
10/10/2014 | 12h10
[caption id="attachment_28394" align="aligncenter" width="512"] Presidente da Alerj Paulo Melo levou Verônica Costa para conversar com Pezão Foto: Antonio Kämpffe[/caption]

A vereadora Verônica Costa (PR) parece não estar muito satisfeita com o partido e decidiu ir na contramão do presidente do PR no Rio, Anthony Garotinho, que declarou apoio a Marcelo Crivella (PRB) no segundo turno contra Luiz Fernando Pezão (PMDB). A "mãe loira do funk", que não conseguiu se eleger deputada federal nesta eleição, teve uma conversa com Pezão na noite de ontem. E a moça fez questão de não esconder o apoio. Postou em seu Facebook uma foto ao lado do governador e do presidente da Alerj, Paulo Melo (PMDB). De olho na influência da funkeira com os jovens, foi deputado quem articulou a parceria. "Pezão e Paulo Melo o nosso foco é a qualificação profissional e a educação", escreveu Verônica ao publicar a foto.

Garotinho: “Quem não seguir as orientações estará incorrendo em infidelidade partidária” - Ao revelar publicamente a aliança, a vereadora corre o risco de ser punida pelo presidente estadual do seu partido. Em comunicado enviado aos membros do PR, Garotinho avisou: "Quem contrariar a decisão da direção do partido estará incorrendo em infidelidade partidária”.

Pulou no primeiro turno - Em setembro o blog "Ponto de Vista", do Christiano Abreu Barbosa replicou (aqui) uma nota do jornalista Lauro Jardim, que informava sobre a "pulada de cerca" da vereadora Verônica Costa. Porém, na época, Verônica ainda não havia confirmado a aliança com Pezão.

Fonte: Extra, Extra/Berenice Seara 

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Pezão pescador, Crivella surfista: os sonhos adolescentes antes do duelo de gente grande
25/10/2014 | 01h18

Um era falante, o outro tímido. Um era surfista e remava. O outro, pescava e jogava vôlei. Um nem pensava em entrar na política, o outro sonhava em ser prefeito. Décadas atrás, os jovens Marcelo Crivella e Luiz Fernando Pezão não imaginavam que um dia se enfrentariam pela mais importante cadeira do Palácio Guanabara e que, décadas depois, teriam pela frente o desafio de atender às expectativas de milhares de adolescentes e jovens adultos que vão às urnas amanhã.

Embora estivesse longe de se tornar político — só concorreu a um cargo público em 2002, quando foi eleito senador —, o jovem Crivella diz já ter, lá atrás, a vontade de mudar a vida das pessoas: "Sempre quis seguir a carreira de engenheiro civil para trabalhar em prol do povo, construindo casas para os menos favorecidos e escolas para as crianças e os jovens", diz Crivella.

[caption id="attachment_28802" align="aligncenter" width="448"] Crivella e a mulher, que conheceu na adolescência Foto: Álbum de família[/caption]

Filho único, Crivella nasceu em 9 de outubro de 1957, no Rio. Começou a trabalhar aos 14 anos, como auxiliar de escritório e, um ano depois, conheceu sua mulher, Sylvia, com quem está até hoje. Surfista, remador e falante, o futuro senador diz ter pertencido à tribo dos esportistas.  Na juventude, ainda longe da política, cursou Escola de Oficiais da Reserva do Exército e foi taxista para pagar seus estudos. Formou-se em estatística, depois engenharia civil e foi professor universitário.

[caption id="attachment_28803" align="aligncenter" width="448"] Luiz Fernando Pezão em um desfile cívico em Piraí, durante o ensino médio Foto: Álbum de família[/caption]

Nascido em 29 de março de 1955, em Piraí, o cabeludo Luiz Fernando Pezão (batia no ombro) foi um adolescente dedicado aos esportes. Futebol, vôlei, natação e até pesca, que praticava na represa de Ribeirão das Lajes. "Tinha uma vida toda voltada para o esporte, praticava três ou quatro tipos de esporte", conta. Formou-se em economia e administração e sempre foi tímido. Mas o governador-candidato diz que gostava que ter estar entre amigos. "Gostava muito de estar na turma. Mas eu não era muito de ser aberto", descreve.

Caminhos diferentes - A trajetória dos dois até aqui também foi diferente. Crivella morou na África, tornou-se um importante líder da Igreja Universal e um bem-sucedido cantor gospel, até eleger-se senador em 2002. Já Pezão seguiu diversas etapas da carreira política, vencendo eleições para vereador, prefeito e vice-governador de Sérgio Cabral. Os dois até foram aliados. Amanhã, cada um seguirá um caminho. Só um deles levará ao Palácio Guanabara. Fonte: Extra/Matéria de Guilherme Amado

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"Segundo turno" para a Alerj já começou
10/10/2014 | 11h32

Não é só a disputa pelo governo do estado do Rio que conta com um segundo turno. A briga por cadeiras na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) também conta com mais um round, dessa vez nos tribunais. Ao todo, mais de 150 candidatos não tiveram os seus votos computados e já estão na Justiça tentando liberar suas votações e, com isso, alterar a lista dos eleitos. Em Campos, por exemplo, o deputado estadual Geraldo Pudim (PR), que ficou com a primeira suplência da coligação PR-Pros, pode conquistar uma cadeira caso os votos de Samuquinha (PR), cerca de 11 mil, sejam computados.

Além das movimentações no mundo jurídico, há também um movimento político. Dependendo do governador escolhido no próximo dia 26, deputados eleitos poderão ser chamados para compor o governo. Com isso, serão abertas vagas para os suplentes. Na região, suplentes como Carla Machado (PT), Roberto Henriques (PSD), Papinha (PP) e Kaká (PT do B) poderão estar na Alerj em 2015.

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Carla Machado: "Agora é Pezão governador"
08/10/2014 | 05h18
[caption id="attachment_28333" align="aligncenter" width="265"] Facebook/Carla Machado[/caption]

A ex-prefeita de São João da Barra, Carla Machado (PT), que no primeiro turno apoiou o senador Lindberg Farias na disputa pelo governo do estado, acabou de anunciar uma aliança com o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) para o segundo turno. "Agora sim, formalizada a nossa aliança Dilma Presidente e Pezão Governador. Vamos que vamos!", postou Carla em seu perfil no Facebook.

Mais cedo, a ex-prefeita, que disputou uma cadeira na Alerj e recebeu 24,8 mil votos, havia informado que recebeu ontem (07) uma ligação do governador Pezão, que a parabenizou pela votação e pediu apoio. "Estou agora no Rio para formalizar nosso apoio à aliança Dilma Presidente e Pezão Governador. A Presidenta Dilma esteve em São João da Barra e conhece a realidade da nossa região. Quanto ao governador Pezão, independente de questão partidária, sempre tivemos carinho e respeito um pelo outro. Pezão é do interior e tem espírito municipalista. Vamos agora no Dilmão!", anunciou.

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Lindberg: "Estou otimista com o segundo turno"
05/10/2014 | 12h54

O candidato ao governo do Estado Lindbergh Farias (PT) votou na Igreja de São Jorge e Nossa Senhora de Fátima, no centro de Nova Iguaçu, e disse acreditar em sua presença no segundo turno. "Estou otimista com o segundo turno. Agora vou para casa com minha família acompanhar os resultados", disse o senador, que seguiu para seu apartamento do Leblon.

Ao chegar numa van com a mulher, Maria Antônia Goulart, os três filhos, a mãe Ana Maria, de 72 anos, o irmão e primos, o ex-prefeito foi aplaudido e vaiado ao mesmo tempo. A mãe do candidato, inclusive, chegou a ir atrás de um eleitor que vaiou seu filho. "São pessoas ligadas aos adversários. Isso é um absurdo. Fiquei nervosa, mas não vale a pena", esbravejou Ana

Segundo pesquisa do Datafolha, o ex-prefeito de Nova Iguaçu aparece em quarto lugar nas pesquisas de intenção de voto, com 10%. De acordo com o Ibope, Lindbergh tem 9%.

Fonte: O Globo 

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Tropa nas ruas: contra a compra de votos e a favor de Crivella
25/10/2014 | 01h47
[caption id="attachment_28807" align="aligncenter" width="461"] Dibs Hauaji/Facebook[/caption]   [caption id="attachment_28808" align="aligncenter" width="461"] Dibs Hauaji/Facebook[/caption]

O grupo liderado pelo deputado federal Anthony Garotinho (PR) realizou na manhã de hoje (25) duas carretas simultâneas em prol da candidatura do senador Marcelo Crivella (PRB) ao governo do estado. Usando uma camisa condenando a compra de votos, Garotinho liderou um grupo ao lado do vereador Jorge Magal (PR), da vereadora Cecília Ribeiro Gomes (PT do B) e do pastor Eber Silva (PR). Em outro trecho da cidade a prefeita Rosinha Garotinho (PR), que também usava uma camisa contra a compra de votos, participou de carreata ao lado do deputado estadual Geraldo Pudim (PR), do deputado federal Paulo Feijó (PR) e do vice-prefeito Chicão Oliveira (PP).

Meta do grupo - Nas últimas reuniões em Campos o deputado Anthony Garotinho avisou que deseja ver uma votação expressiva de Crivella em Campos. Além disso, muitas lideranças que estão na "corda bamba" precisam mostrar serviço para evitar a degola.

Desculpa - Em caso de vitória do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) em Campos, o grupo já tem uma desculpa pronta. Garotinho vai voltar a afirmar que houve compra de votos.

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Arnaldo destaca compromissos firmados por Pezão
25/10/2014 | 12h55

O ex-prefeito Arnaldo Vianna (PDT), que durante a carreata de ontem (25), ficou ao lado do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) e do senador eleito Romário (PSB), aproveitou para solicitar ao governador um "pacote de ações" no município. "Nas minhas andanças tenho observado algumas carências e ansiedades da população. Por isso solicitei e, imediatamente, o governador se comprometeu", explica Arnaldo, citando os itens do "pacote".  "Uma UPA para a Baixada/Goytacazes, UPA para Travessão, Centros de Vocação Tecnológica (CVTs) em Guarus e Goytacazes, um CVT de Pesca no Farol, saneamento Básico do Farol, geração de empregos revitalizando o distrito industrial incentivando a vinda de novas empresas, casas populares para Guarus e Goytacazes e a implantação de uma Fábrica de filetagem no Farol", revelou Arnaldo.

Foco em 2014 e planos para 2016 - Em agosto deste ano (aqui) Arnaldo desistiu de disputar uma cadeira na Alerj e avisou que estava focado na coordenação da campanha de Pezão. “Tenho mantido um contato direto com o governador Pezão. Na política, assim como na vida, em alguns momentos temos que recuar para poder avançar. Hoje estou ao lado do Pezão e sei que em um próximo desafio eleitoral ele estará ao meu lado”, diz Arnaldo, sem esconder que pensa em disputar a Prefeitura de Campos em 2016. “Após descobrir que a promessa de mudança ficou apenas nos palanques, a população não vai errar novamente em 2016”, completou.

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Álvaro Alvim: cirurgias canceladas sem justificativa aos pacientes
28/10/2014 | 11h30

O radialista André Freitas publicou em seu perfil no Facebook um desabafo envolvendo o hospital Álvaro Alvim e a sua esposa, Angélica Carvalho. De acordo com o seu relato, em pleno "Outubro Rosa" (campanha de prevenção ao câncer de mama), o hospital "está desmarcando cirurgias mastológicas pré-agendadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) sem dar qualquer justificativa aos pacientes".

Confira a postagem: 

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Em Quissamã, "Chupa Cabra" foi o 2º mais votado
09/10/2014 | 02h14

Se em São Paulo o deputado federal Tiririca foi o 2º mais votado, no município de Quissamã quem ficou com a segunda colocação foi "Chupa Cabra" (PRP), que obteve 2.142 votos. A diferença entre "Chupa Cabral" e a vereadora Kitiely Freitas (PR), a mais votada, foi de apenas 158 votos. A candidata da ex-vereadora Fátima Pacheco, Zeidan (PT), obteve 1.028 votos e o candidato apoiado pelo ex-prefeito Armando Carneiro, Christino Áureo (PMN), contabilizou 801 votos.

O eletricista se empolgou com a votação e prometeu honrar cada voto recebido. "Vou participar de todas as manifestações da cidade, seja da situação ou de oposição!", resumiu Chupa Cabra, que mora em Quissamã há 14 anos com a família. Sobre o apelido, ele diz: “Surgiu porque não tenho cinco dentes da frente. O pessoal do trabalho começou a chamar assim e pegou, tem gente que nem me conhece pelo nome. Eu nunca me incomodei com isso, ficou até melhor”, contou.

Rachou - Ontem (08), em sua página no Facebook, a vereadora Kitiely Freitas informou que não é mais a líder do governo na Câmara. "Esta manhã, após refletir muito sobre tudo o que vem acontecendo em nossa cidade, e depois de todo tempo que era possível esperar para que a gestão municipal entendesse que as pessoas é que devem ser prioridade e não havendo mudanças de rumo, decidi entregar oficialmente a liderança do Governo. Fizemos isso na sessão desta manhã, na Câmara. É um rompimento pelo bem de Quissamã. Não há mais tempo a perder. O município precisa voltar a se desenvolver. Não adotaremos a linha da crítica pela crítica como alguns fazem. Queremos e vamos é cobrar ainda mais para que os serviços básicos sejam feitos e oferecidos à população e a dignidade do quissamaense restituída", publicou Kitiely. 
Além de Kitiely, outros cinco vereadores deixaram a base governista na Câmara de Quissamã.
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Ibope e Datafolha: Aécio tem 46%, e Dilma, 44%
09/10/2014 | 08h27
Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (9) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto no segundo turno da corrida para a Presidência da República: - Aécio Neves (PSDB): 46% - Dilma Rousseff (PT): 44% - Branco/nulo/nenhum: 6% - Não sabe: 4%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo". Na margem de erro, os candidatos estão empatados tecnicamente. É o primeiro levantamento divulgado pelo instituto no segundo turno da eleição presidencial.

Votos válidos Se forem excluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, mesmo procedimento utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição, os índices são: Aécio - 51% Dilma - 49% Na margem de erro, os candidatos estão empatados tecnicamente.

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 205 municípios de 7 e 8 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01071/014.

1º turno No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55% (veja os números completos da apuração no país). Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (9) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto no segundo turno da corrida para a Presidência da República: - Aécio Neves (PSDB): 46% - Dilma Rousseff (PT): 44% - Branco/nulo: 4% - Não sabe/não respondeu: 6% A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo". Na margem de erro, os candidatos estão empatados tecnicamente. É o primeiro levantamento divulgado pelo instituto no segundo turno da eleição presidencial. Votos válidos Se forem excluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, mesmo procedimento utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição, os índices são: Aécio - 51% Dilma - 49% Na margem de erro, os candidatos estão empatados tecnicamente. O Datafolha ouviu 2.879 eleitores nos dias 8 e 9 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01068/2014. 1º turno No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55% (veja os números completos da apuração no país). Fonte: G1 A Folha Online publicou matéria sobre o resultado das pesquisas (aqui). O blog "Opiniões", do jornalista Alusyio Abreu Barbosa, também divulgou o resultado das pesquisas Ibope e Datafolha (aqui).
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Crivella: "Mudança de tom é desespero"
10/10/2014 | 06h29

O senador Marcelo Crivella, candidato do PRB ao governo do estado, afirmou nesta sexta-feira (10), durante caminhada em São João de Meriti, que o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) está "desesperado" e por isso tem feito repetidos ataques sobre sua relação com a Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), da qual é bispo. Nos dois debates realizados nesse segundo turno, Pezão em diversos momentos referiu-se a Crivella por seu título religioso (bispo) e acusou a Iurd de estar "por trás" da candidatura do PRB. "Eu acho que o Pezão quer fazer uma guerra religiosa para reverter essa sua curva de queda. No tracking dele está verificando que vai perder a eleição, então está desesperado. Aquela figura pitoresca lá de Piraí, que todos nós admiramos, agora está mostrando as garras. Certamente é o Cabral. Ele que deve estar dizendo 'vamos mudar o tom', porque o Cabral que manda nele. Interessante é que ele estava comigo na inauguração do Templo (de Salomão) e foi tão jovial, tão simples. Simpático, abraçando a todos, elogiou o (bispo) Macedo pelo trabalho com os pobres. Agora se voltou contra, mas não é ele. É o Cabral! Pezão não é dessas coisas. Vamos tirar o Cabral. Vamos libertar o Pezão e o Rio", disparou.

Pezão: "Vamos mostrar quem está por trás da candidatura do Crivella" -Nesta sexta-feira, o governador Luiz Fernando Pezão voltou a comentar sobre a ligação de Crivella com a Igreja Universal. Durante caminhada na Cidade de Deus, o candidato afirmou que vai "mostrar o que está por trás da candidatura" do republicano. “Minhas perguntas durante o debate foram todas para discutir o futuro do estado. Mas começaram de novo as críticas, os apelidos, a me ridicularizar. Toda vez que ele fizer isso nós vamos mostrar quem está por trás da candidatura do Crivella”, disse, referindo-se a Igreja Universal, antes de começar uma rápida caminhada. "A gente começa a mostrar o que está por trás da candidatura dele. Os apoios que teve, como se comporta e a organização que serve. Eu faço questão de separar os evangélicos da organização que o senador serve", diz Pezão.

O candidato comentou também que não teme uma onda de voto "antiCabral" em Crivella.

Com informações do "Globo" e "O Dia"

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Campista atuou como “bombeiro” na rixa entre Ronaldo e Romário
23/10/2014 | 12h54

As articulações visando a aliança entre o tucano Aécio Neves e o senador eleito Romário (PSB), contaram com a participação do campista Sergio Barcelos, o Serginho, que durante muitos anos esteve ao lado do deputado federal Anthony Garotinho (PR) e agora integra a tropa de elite do Baixinho Romário. Diante da “birra” de Ronaldo, que é aliado de Aécio e andava chateado com Romário, Serginho entrou no circuito, colocou a “bola no chão” e acalmou os ânimos. Logo depois, Romário gravou dois vídeos que serão usados na reta final da campanha de Aécio. Hoje (23), no Rio, Aécio deve organizar um ato para selar publicamente a aliança.

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Magal: "Não pode usar e depois jogar fora"
29/10/2014 | 11h40

Após o anúncio do "racha" no "rolo compressor", divulgado pelo blog Opiniões (aqui) e na coluna Ponto Final (aqui), a Câmara de Campos iniciou uma sessão na manhã desta quarta-feira marcada pela tensão. Os vereadores Jorge Magal (PR), Zé Carlos (PSDC) e Genásio (PSC) não refrescaram o governo Rosinha e protestaram contra a demissão de funcionários do CCZ. Eles informaram, inclusive, que alguns demitidos estariam com problemas de Saúde. "Não pode usar e depois jogar fora", disparou Magal. Além disso, chamaram a prova do CCZ de "fajuta".

O vereador Paulo Hirano (PR), líder do governo na Câmara, ainda tentou argumentar, mas diante do novo "rolo compressor", ele achou melhor não esquentar ainda mais o debate. "Respeito o vereador Paulo Hirano, mas não vou aceitar que ele venha aqui e fique jogando papel picado no ventilador. O que estamos buscando são soluções", disse Magal.

Guerra fria - O que se viu durante a sessão de hoje foi uma "guerra fria", com o novo "rolo compressor" mostrando as garras. Porém, não houve confronto direto. Nos momentos mais tensos os vereadores acharam melhor deixar a roupa suja para lavar em uma outra ocasião.

* Daqui a pouco, mais informações 

Atualização no texto

 
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Istoé/Sensus aponta Aécio 17 pontos à frente de Dilma
12/10/2014 | 04h35

O candidato pelo PSDB à Presidência da República Aécio Neves largou no segundo turno com ampla vantagem sobre a candidata Dilma Rousseff, que tenta a reeleição pelo PT. Pelo menos é o que mostra a pesquisa do Instituto Sensus divulgada pela revista Istoé.  Segundo o levantamento, o tucano registrou 52,4% das intenções de voto, enquanto Dilma foi preferida por 36,7% dos entrevistados. Brancos, nulos e indecisos somam 11% na pesquisa, que tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais. Ao considerar apenas os votos válidos, descontados os brancos e nulos, a pesquisa aponta Aécio com 58,8% e Dilma com 41,2%, uma diferença de 17,6 pontos percentuais.

Esta foi a primeira Sensus depois do primeiro turno das eleições, com campo entre os dias 7 e 10 deste mês. O levantamento já pode ter captado parte do impacto da divulgação na quinta-feira de depoimento de ex-diretor da Petrobras à Justiça em que detalha suposto esquema de sobrepreço em contratos da estatal que abastecia partidos políticos, citando o PT, o PP e o PMDB.

As entrevistas também ocorreram após o anúncio de apoio formal de partidos à candidatura tucana, como o PSB e o PPS. “Além do crescimento da candidatura de Aécio Neves, observa-se um forte aumento na rejeição da presidenta Dilma Rousseff”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Segundo a pesquisa, o índice de eleitores que afirmam não votar em Dilma de forma alguma é de 46,3%. A rejeição de Aécio Neves é de 29,2%. “O tamanho da rejeição à candidatura de Dilma, torna praticamente impossível a reeleição da presidenta”, diz Guedes.

O tucano, segundo a pesquisa, vence em todas as regiões do País, menos no Nordeste. No PSDB, a espectativa é de que a diferença a favor de Dilma no Nordeste caia nas próximas pesquisas, principalmente em Pernambuco, na Bahia e no Ceará. Em Pernambuco devido o engajamento da família de Eduardo Campos na campanha. Na Bahia em função da presença mais forte do prefeito de Salvador, ACM Neto, no palanque tucano. E, no Ceará, com a participação do senador eleito Tasso Jereissati.

As pesquisas mais acompanhadas pelos analistas são Ibope e Datafolha, que têm abrangência maior. As primeiras pesquisas Datafolha e Ibope para o segundo turno divulgadas na quinta-feira também apontaram vantagem do candidato do PSDB. Segundo esses levantamentos, Aécio teria 51% dos votos válidos contra 49% de Dilma. Como a margem de erro é de 2 pontos percentuais, a presidente e o tucano estão em empate técnico em ambas as pesquisas.

PESQUISA ISTOÉ|Sensus Realização – Sensus Registro na Justiça Eleitoral – BR-01076/2014 Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 Estados e 136 municípios do País Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural Campo – de 07 a 10 de Outubro de 2014 Margem de erro - +/- 2,2% Confiança – 95%

 Fontes: IstoÉ, Agência Brasil e revista Exame 

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Eleitores colocam votos à venda na internet por até R$ 1 mil
03/10/2014 | 01h40

Navegando por sites de compras na internet é possível encontrar anúncios de carros, bicicletas, móveis, eletrodomésticos, terrenos, casas, apartamentos e... votos. Isso mesmo. Sem preocupação alguma com o descumprimento da lei, alguns eleitores mais ousados têm disponibilizado seus votos para venda. Alguns colocam preços (que podem ser em dinheiro ou produtos) fixos, enquanto outros deixam seus contatos para "negociar".

Um vendedor da Bahia que oferece cinco votos (a deputado estadual, deputado federal, senador, governador e presidente) por R$ 1 mil ou em troca de sacos de cimento. Mas não é qualquer cimento! Segundo ele, tem que ser Poty.

O que diz a Legislação - A proibição de venda e compra de votos está prevista no artigo 299 da Lei n° 4737 da Constituição Brasileira. De acordo com ele, "dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber, para si ou para outrem, dinheiro, dádiva, ou qualquer outra vantagem, para obter ou dar voto e para conseguir ou prometer abstenção, ainda que a oferta não seja aceita" deve resultar em "reclusão de até quatro anos e pagamento de cinco a quinze dias-multa".

Fonte: Terra 

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Thiago Virgílio rebate Nildo e Magal
01/10/2014 | 02h03

O vereador Thiago Virgílio (PTC), mandou um recado para os vereadores Nildo Cardoso (PMDB) e Jorge Magal (PR), que citaram durante a sessão de ontem (30) a força do candidato Júlio Lopes (PP) nessa reta final da eleição (aqui). “Quem não sabe brincar, não desce para o play. Tenho uma amizade antiga com o deputado Júlio Lopes e já disse isso diversas vezes. Ele tem uma campanha forte não só em Campos, mas em todo o estado. E isso é resultado de um trabalho sério. Não tem essa história de comprar pessoas e alugar cabo eleitoral. Tenho muitos amigos na Baixada. Quer dizer que não posso entrar? Podem entrar no meu bairro, mas eu não posso entrar em outros locais? Isso não tem cabimento”, diz Thiago.

Segundo o vereador, a história de Nildo sobre “jogo duplo” não procede. “Seria jogo duplo se eu não fosse transparente desde o início. O deputado Garotinho foi informado. Falei com quem eu tinha que falar. Além disso, em todas as reuniões peço voto para o Garotinho e também estamos ao lado do Bruno Dauaire”, disse Thiago.

Conhecido como pit bull rosa, Thiago Virgílio rosnou: "Acho que o momento é de trabalhar mais e falar menos. Não é hora de ficar inventando desculpas", completou.

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Debate com confrontos diretos, nervosismo, humor e dobradinha
03/10/2014 | 02h03

O último debate entre os candidatos à Presidência da República antes das eleições, realizado pela TV Globo, foi eletrizante. Houve de tudo: embates diretos entre os principais presidenciáveis – Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) –, momentos de nervosismo explícito e de humor, dobradinhas entre candidatos e até um tenso confronto envolvendo nanicos.

O resultado da mais recente pesquisa feita pelo Datafolha, segundo a qual Aécio segue crescendo e empatou tecnicamente com Marina no segundo lugar, também ditou as estratégias dos candidatos: Dilma e o tucano travaram os confrontos mais explosivos. Líder nas pesquisas, a petista teve de responder várias vezes – e se enrolou devido à conhecida dificuldade com microfones – sobre os escândalos de corrupção que assolam a Petrobras. Logo na primeira resposta, após indagação da candidata Luciana Genro, do PSOL, Dilma disse: "Ninguém está acima da corrupção, todo mundo pode cometer, as instituições que devem investigar".

Nas respostas, a petista resgatou um ataque antigo, usado contra o PSDB desde 2006: se eleito, Aécio vai privatizar a Petrobras e bancos públicos. O tucano devolveu: "Faltou a senhora explicar quais foram os relevantes serviços prestados pelo diretor Paulo Roberto Costa", disse, em alusão ao delator do petrolão.

 Dilma e Aécio protagonizaram vários confrontos, muitas vezes discutindo o legado dos governos de Fernando Henrique Cardoso - presente na plateia e aplaudido ao ser citado por Aécio - e Lula. Inflação e Bolsa Família foram citados várias vezes. Ficou clara a disputa sobre a paternidade do Bolsa Família. Dilma lembrou que, em seu governo, o programa beneficia 56 milhões de pessoas, e no governo tucano eram 5 milhões. Dilma criticou a política econômica do governo tucano e a taxa de desemprego no período. Aécio afirmou que Dilma falou “uma pérola" ao dizer que a inflação está sob controle.

Dilma foi emparedada mais de uma vez pelos adversários sobre uma afirmação feita no debate anterior, da TV Record, quando disse ter demitido o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, pivô de um esquema de desvio de recursos da estatal para pagar propina a uma constelação de políticos e partidos. Segundo os documentos, Paulo Roberto renunciou ao cargo. Dilma disse que todo servidor público tem a oportunidade de abandonar o cargo antes em caso de demissão.

A dois dias das eleições – o debate começou na noite de quinta-feira, mas terminou na madrugada desta sexta –, alguns acenos também puderam ser facilmente flagrados – o que não significa nenhuma novidade em debates. O candidato do PV, Eduardo Jorge, ajudou Dilma a esfriar o debate no momento mais tenso para ela, no primeiro bloco. A petista questionou Jorge: sobre o Pronatec, programa do governo federal voltado ao ensino técnico. O debate esfriou. No segundo bloco, quando os temas foram estipulados por sorteio, Jorge deveria questionar a petista sobre corrupção, mas a pergunta foi: "O que você acha da lei que mata mulheres?". Ele falava sobre o aborto.

Dobradinha - O tucano Aécio Neves também trocou confortáveis perguntas com Pastor Everaldo, do PSC, abordando o uso político dos Correios para distribuir material de campanha do PT e barrar material do PSDB nestas eleições e a corrupção na Petrobras. Everaldo também usou suas considerações finais para lembrar que Dilma defendeu na Assembleia Geral da ONU diálogo com o grupo terrorista Estado Islâmico (EI), responsável por decapitar civis no Oriente Médio.

A candidata Marina Silva apostou em duas táticas: inicialmente, lançou a promessa de pagar 13º salário aos beneficiários do programa Bolsa Família. Depois, tentou chamar Dilma para o confronto: "Você não cumpriu seus compromissos de campanha e a corrupção foi varrida para debaixo do tapete. Você tem o projeto contra corrupção, mas não regulamentou. Houve uma ‘demissão premiada’ no caso da Petrobras?". Dilma devolveu: "Vamos colocar os pingos nos is. O diretor nomeado por você no Ibama foi afastado no meu governo por crime de desvio de recursos. E eu não saí por aí dizendo que você sabia disso. Esse diretor nós investigamos e prendemos", afirmou, em referência ao período em que as duas eram ministras do governo Lula.

Com as eleições nos estados encaminhadas, Aécio aproveitou para citar nominalmente o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), favorito à reeleição no primeiro turno no maior colégio eleitoral do país, e o seu candidato ao governo mineiro, Pimenta da Veiga (PSDB), que corre o risco de perder a eleição para PT já no domingo.

Nanicos – Eduardo Jorge e Luciana Genro aproveitaram o debate para fuzilar o folclórico Levy Fidelix (PRTB), conhecido candidato do Aerotrem, sobre a fala homofóbica no debate da Record, quando ligou homossexualidade a pedofilia. Jorge e Luciana sugeriram que Fidelix "pedisse perdão" pelas declarações neste debate. "Você só falou o que falou porque não há lei que torne homofobia crime. Você deveria sair daquele debate algemado, direto para cadeia", disse a candidata do PSOL. "O senhor envergonhou o Brasil", afirmou Jorge. Fidelix se defendeu dizendo que os rivais "fazem apologia às drogas" e ao aborto. Mas sobraram provocações, dedo em riste e tensão. Nas redes sociais, os duelos envolvendo Levy bombaram. Para se ter uma ideia, Levy Fidelix teve mais citações nas redes sociais do que a presidente Dilma. A maior parte repudiando as declarações do candidato.

Com informações da Veja, O Globo e G1

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FMIJ apura denúncia que envolve quentinhas e eleição
01/10/2014 | 03h48
Após uma denúncia com fotos de supostos funcionários da Fundação Municipal da Infância e Juventude (FMIJ) levando quentinhas, produzidas na FMIJ, para a sede do PR, o que caracteriza crime eleitoral, o presidente Thiago Ferrugem optou por uma sindicância para apurar o caso. A denúncia foi publicada última segunda-feira (29) pelo blog "Outros Quintais", do jornalista Fernando Leite (aqui). A Portaria FMIJ o21/2014 informa que serão apurados supostos desvios de conduta dos servidores ou empregados que mantenham seus vínculos empregatícios relacionados à FMIJ. A denúncia, que foi encaminhada aos blogueiros e jornalista da cidade, diz:

"UM CASO GRAVE DE CRIME ELEITORAL FOI DENUNCIA NO TER HÁ DUAS SEMANAS E NENHUMA PROVIDÊNCIA FOI TOMADA OU INVESTIGADA. A COMIDA DOS FUNCIONÁRIOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DA INFÂNCIA E JUVENTUDE FORAM CORTADAS. TUDO ISSO PARA QUE QUENTINHAS FOSSEM FEITAS NA COZINHA DO ÓRGÃO E DEPOIS DISTRIBUÍDAS PARA FUNCIONÁRIOS DO PARTIDO DA REPÚBLICA (PR) E PESSOAS QUE ESTÃO TRABALHANDO NA CAMPANHA DE GAROTINHO E DE SUA FILHA. COMO PODEMOS VER NA IMAGEM UM HOMEM DE BLUSA MARROM SAI DE UM CARRO PRATA E EM SEGUIDA OUTRO SAI DE UMA KOMBI COM UMA CAIXA, ELE ENTRA NA INSTITUIÇÃO, PEGA AS QUENTINHAS, E ENTRA NOVAMENTE NA KOMBI, E SEGUE PARA A SEDE DO PR ONDE DESCE COM ALGUMAS QUENTINHAS PARA FUNCIONÁRIOS, OU SEJA, COMIDA E DINHEIRO PÚBLICO DA PREFEITURA SENDO UTILIZADO EM CAMPANHA POLÍTICA. CONFIRA O VÍDEO ANEXO QUE MOSTRA AS QUENTINHAS DENTRO DA FUNDAÇÃO E O HOMEM DE BLUSA MARROM ENTRA COM UMA CAIXA NA FUNDAÇÃO E DEPOIS SAINDO COM A CAIXA DA COZINHA, DEPOIS ELE ENTRA NA KOMBI E SEGUE PARA PR, E EM SEGUIDA DISTRIBUI QUENTINHAS PARA OUTRAS PESSOAS QUE TRABALHAM NA CAMPANHA".

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Lindberg admite "dobradinha" com Crivella
02/10/2014 | 12h19

O candidato do PT ao governo do Rio, senador Lindberg Farias, fez campanha ontem (01) na Baixada Fluminense. Ele admitiu que combinou com o também candidato ao Palácio Guanabara, senador Marcelo Crivella, do PRB, a estratégia de trocar perguntas e respostas durante o debate da TV Globo, realizado na noite de terça-feira. O objetivo de Lindberg e Crivella foi o de tentar isolar os outros adversários, o governador Luiz Fernando Pezão, que tenta a reeleição pelo PMDB, e o deputado federal Anthony Garotinho, do PR. Lindbergh está em quarto lugar nas pesquisas de intenção de votos e, Crivella, em terceiro. Ambos tentam chegar ao segundo turno. "Nós conversamos o seguinte: quem puder um ajudar o outro... A conversa foi nesse sentido", revelou Lindberg.

O petista, que durante a manhã recebeu uma ligação do ex-presidente Lula, tentou explicar a estratégia do debate, o último antes das eleições, no próximo domingo: "Todo mundo ali foi consciente. Por que o Pezão perguntou só para o Tarciso (Motta, candidato do PSOL)? Porque é um cara (Tarciso) que não tem chance de dar uma subida. Se eu for apanhar de um, eu quero apanhar do Tarciso. Eu vi o seguinte: se eu mirasse em outros, ninguém iria me perguntar. O Pezão não me pergunta. O Garotinho não gosta de me perguntar. Só restava o Crivella para mim. Em um debate desse, o mais importante é a resposta, porque você tem o dobro de tempo", revelou Lindberg.

Durante toda a campanha, Lindbergh e Crivella evitaram trocar ataques. Os dois fizeram um pacto de não agressão, a pedido de Lula. Crivella é ex-ministro da Pesca do governo Dilma. Além disso, os candidatos devem apoiar um ao outro caso cheguem ao segundo turno.

Equipe de TV dispensada - Ontem (01), Lindbergh dispensou toda a sua equipe de TV, que conta com cerca de 10 a 15 profissionais. O candidato do PT, no entanto, disse que as demissões nada tem a ver com a possibilidade de não chegar ao segundo turno. "Já fizemos todas as imagens para o programa eleitoral. O último programa foi hoje", justificou ele.

Na pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira, Pezão voltou a aparecer em primeiro lugar, com 31% das intenções de voto. Em segundo, está Garotinho, com 24%. Crivella registrou 16%. Em quarto, aparece Lindbergh, com 9%. No Datafolha desta quarta-feira, Pezão tem 31%; Garotinho 24%; Crivella 17%; e Lindbergh 11%.

Fonte: O Globo
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Confira a votação dos candidatos da região
05/10/2014 | 07h25
Com 95,94% das seções apuradas Alerj: Bruno Dauaire: 35,6 mil votos João Peixoto: 31,2 mil votos Geraldo Pudim: 25,8 mil Carla Machado: 24,8 mil Gil Vianna: 22,3 mil Pastor Eber: 21 mil Roberto Henriques: 18 mil Kaká 11 mil Albertinho: 10,3 mil Kitiely Freitas: 7,9 mil Papinha: 7,2 mil Erik Schunk: 6,6 mil Professora Odete: 4,6 mil Waldemar Soares: 3 mil Maninho da Baixada: 1,3 mil Câmara Federal:  Clarissa: 335 mil Paulo Feijó: 48 mil Tadeu Tô Contigo: 27,9 mil Nelson Nahim: 25,8 mil Dr. Makhoul: 16,6 mil Magal: 15,9 mil Fabrício Lírio: 4 mil Marquinho Dentista: 1 mil  
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Aécio liga para Romário e coloca Ronaldo no "banco"
22/10/2014 | 04h23

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, vestiu a braçadeira de capitão e entrou em campo para acabar com a rixa entre Romário e Ronaldo Fenômeno, que estaria atrapalhando a aliança. Aécio ligou diretamente para Romário e disse que prefere ficar com o senador eleito pelo PSB do Rio com 4,5 milhões de votos. Ou seja, em, caso de disputa entre os dois, quem vai para o "banco" é o Fenômeno.

O Baixinho respondeu que topa gravar para o programa eleitoral do tucano, desde que ele inclua no seu programa de governo a implantação de uma rede para diagnóstico e tratamento de pessoas com deficiências e doenças raras, a moralização do futebol e uma efetiva política de combate ao crack.

Aécio já aceitou as exigências e, como diz um político tucano, a bola está na pequena área, restando a Romário apenas tocá-la para o gol.

Ronaldo fez birra - O senador eleito já havia acenado com o apoio ao presidenciável do PSDB. Mas um interlocutor procurou Ronaldo Fenômeno, sábado à noite, para combinar como o anuncio da decisão seria feito. Mas Fenômeno, que está com Aécio desde o início da campanha, disse que, antes, Romário deveria lhe pedir desculpas, já que andava falando mal dele.

Marrento como sempre, o Baixinho, claro, não apareceu na caminhada dos tucanos, no dia seguinte, na Praia de Copacabana.

Fonte: Extra, Extra/Berenice Seara 

Atualização às 19h - Fechado - Aécio conseguiu fechar o apoio de Romário. Na tarde desta quarta-feira, em Brasília, Romário gravou dois vídeos que serão exibidos no programa de TV de Aécio. No maior deles, de quase 40 segundos, o senador eleito reforça o discurso de mudança do candidato de oposição. No outro, numa fala de 15 segundos, Romário cita os compromissos assumidos por Aécio para ter seu apoio: a causa das pessoas com deficiências e doenças raras e a moralização do esporte.

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Ex-comandante-geral da PM pede votos para Crivella
21/10/2014 | 02h04

O ex-comandante-geral da PM, coronel Mário Sérgio Duarte, decidiu fazer campanha para Marcelo Crivella (PRB). O oficial está compartilhando mensagens de texto relembrando episódios que ele considera como "linchamento moral" da corporação. Citando que a PM foi "constrangida a dançar funk fardada" num programa de televisão e que precisou se "amesquinhar" diante de uma ONG formada por ex-traficantes, o coronel pede que "companheiros de armas" digam não ao "escárnio" da PM. "No próximo domingo vamos escolher entre continuar a aceitar pacatamente o vexame público, o linchamento moral e a excentricidade desrespeitosa por mais quatro anos ou mudar tudo", diz trecho do texto.

Atual secretário de Políticas de Segurança de Duque de Caxias, cujo prefeito Alexandre Cardoso apoia Pezão, o ex-comandante confirma que aproveitou o momento político para disseminar as antigas críticas. "Minha adesão ao Crivella é pela necessidade de corrigir o que foi desvirtuado. Nem tenho WhatsApp, mandei por e-mail (o texto) para amigos e agora está pulsando nas redes. Minha crítica é ao fato de a Secretaria de Segurança expor os policiais", justificou Mário Sérgio.

Fonte: Extra,Extra/Berenice Seara

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Garotinho e Crivella já ensaiam acordo para o 2º turno
04/10/2014 | 01h51

A disputa pelo governo do estado pode ter um segundo turno diferente do previsto, com direito a reviravoltas de última hora. Empatados tecnicamente na briga pela segunda vaga da rodada final, Anthony Garotinho (PR) e Marcelo Crivella (PRB) já se articulam para tentar impedir a reeleição de Luiz Fernando Pezão (PMDB). O plano é o seguinte: quem seguir deve ter o apoio do que ficar pelo caminho. Crivella aposta no apoio do PT, de Lindberg Farias, já acertado. Se Garotinho for o vencedor da vaga, o PT não decidiu, mas não descarta a possibilidade de uma aliança contra o PMDB.

A última pesquisa Datafolha mostrou Garotinho caindo três pontos, além de continuar com o maior índice de rejeição entre os candidatos. Enquanto isso, Crivella mostrou estabilidade, ao mesmo tempo que elevou o tom das críticas a Pezão, e se consolidou como o menos rejeitado: apenas 15% dos eleitores não votariam no senador do PRB. Diante do cenário aparentemente desfavorável a Garotinho e da necessidade de Crivella buscar apoio para o segundo turno,estaria sendo costurado um acordo.

"Temos mais afinidades do que divergências" - Oficialmente, as campanhas negam o acerto, mas Garotinho admite que existem pontos em comum. “Temos mais afinidades que divergências. E, neste momento, nós temos uma afinidade principal que é derrotar esse governo que está aí”, afirmou Garotinho ao jornal "O Dia". “Ele (Crivella) não temcomo, agora, depois de tudo que disse, apoiar o PMDB. A situação para ele é definitiva”, completou.

Garotinho reconhece dificuldades na reta final - Com dificuldades de arrecadação e dívidas na casa dos milhões, Garotinho reconhece que chegou ao seu limite físico, e o cenário é difícil na reta final.“Eu não sei como eu vou começar a campanha se eu for para o segundo turno”, resumiu.

Crivella otimista - Do lado de Crivella, reina o otimismo com a possibilidade de ir ao segundo turno. Coordenador da candidatura, Isaías Zavarise acredita em um “tsunami que irá limpar o Rio” até as eleições, amanhã.

PT já está "junto e misturado" com Crivella - O próprio PT parece estar mais confiante na possibilidade de Crivella ir ao segundo turno e já ensaia “voto útil” no candidato do PRB. O deputado federal e candidato à reeleição Chico D’Angelo, por exemplo, produziu material com sua foto e a de Crivella no lugar da de Lindberg. “Se o Crivella for para o segundo turno, o PT anuncia apoio no mesmo dia”, afirmou o prefeito de Maricá,Washington Quaquá, presidente da legenda no estado.

Fonte: O Dia 

Atualização às 14h - Na manhã de hoje (04) a matéria do jornal "O Dia" foi compartilhada por Garotinho em seu blog (aqui). Trata-se de uma clara sinalização de que o deputado federal reconhece que a disputa pelo segundo lugar está indefinida e articula com Crivella nos bastidores.

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Garotinho fecha aliança com Crivella
07/10/2014 | 10h44
[caption id="attachment_28256" align="aligncenter" width="512"] Se no domingo Garotinho evitou o "V" da vitória, nesta terça-feira ele fez questão de sorrir e fazer o sinal ao lado do senador Marcelo Crivella - Facebook / Douglas Karinne Pitangui Guimares[/caption]

O deputado federal Anthony Garotinho (PR) fechou na manhã de hoje (07) uma aliança com o candidato ao governo do estado Marcelo Crivella (PRB), que disputa o segundo turno contra o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). Em entrevista coletiva logo após o encontro, Garotinho disse que o único pedido foi "livrar o Rio do grupo que tanto mal fez ao nosso povo". Crivella completou em seguida: "Eu estou atendendo com muito bom gosto esse pedido", disse o candidato.

Ainda esta semana o PR deve agendar um ato para registrar o apoio ao candidato do PRB.

O encontro, que ocorreu na casa de Garotinho, na Lapa, contou com a presença da prefeita Rosinha Garotinho (PR) e da deputada estadual Clarissa Garotinho (PR), que foi eleita deputada federal no último domingo.

O senador Marcelo Crivella informou que, caso seja eleito, aceitará indicações políticas de Garotinho e do senador Lindbergh Farias (PT), além de outros políticos com quem fechar apoio. "Eu vou unir todos contra o Cabral. Depois da eleição, vou aceitar indicações de técnicos feitas pelos partidos para cumprir uma política pública", disse Crivella.

Atualização às 12h50 - Antes da troca de carinhos desta manhã, Garotinho e Crivella se alfinetaram durante a a campanha. O senador insinuou que a ficha de Garotinho era mais "suja do que a do Fernandinho Beira Mar", além de apontá-lo como um político ultrapassado que queria acabar com as UPPs. Já Garotinho chamou Crivella de "mentiroso, fariseu e traidor".

Atualização às 19h40 - Alteração no texto.

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Nahim une oposição e avisa: "agora somos todos Pezão"
16/10/2014 | 12h38

“É hora de deixar as diferenças de lado e pensar no melhor para Campos e região. Agora somos todos Pezão", diz o ex-presidente da Câmara de Campos, Nelson Nahim (PSD), que na última terça-feira (14) conseguiu unir em uma mesma reunião diversos representantes  da oposição. Segundo Nahim, que recebeu 25.872 votos na eleição do último dia 05, sendo o político mais votado entre os oposicionistas na cidade, membros dos mais variados partidos entenderam o recado e estão unidos.

Entre os presentes estavam o ex-prefeito Arnaldo Vianna (PDT), a ex-prefeita de São João da Barra, Carla Machado (PT), os vereadores Rafael Diniz (PPS), Nildo Cardoso (PMDB), Fred Machado (SDD) e Marcão (PT), as o ex-vereadoras Ilsan Viana (PDT) e Odisséia Carvalho (PT) e o ex-vereador Papinha (PP). Nomes que disputaram a eleição deste ano como Waldemar Soares (PTB), Fabrício Lírio (PRP) e Christiano General (PHS), também participaram da reunião. Os deputados estaduais João Peixoto (PSDC) e Roberto Henriques (PSD), que estavam no Rio, enviaram representantes. Nahim também tentou entrar em contato com o médico Makhoul Moussallem, que disputou uma cadeira na Câmara Federal.

Em seu discurso, Nahim lembrou que, durante o período em que esteve na Prefeitura, conseguiu unir todos os vereadores, algo que não ocorria há muito tempo no município. “Quando fui prefeito interino ouvi membros da oposição e da situação e todos entenderam naquele momento que o diálogo era melhor do que o confronto. Hoje, fico muito feliz ao ver tantos políticos em torno do mesmo propósito. É assim, brigando menos e somando mais, que podemos obter grandes vitórias no presente e no futuro”, lembrou Nahim, que também destacou a importância da vitória de Pezão para o desenvolvimento de Campos e região. “Trata-se de um político que olha para todos da mesma forma. O interior vai crescer muito com Pezão no governo”, afirmou Nahim.

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Pezão venceu em Campos
26/10/2014 | 06h47

O governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), que se reelegeu, venceu em Campos, terra do deputado federal Anthony Garotinho (PR). Com 100% das urnas apuradas, Pezão obteve 117 mil votos contra 110 mil votos do senador Marcelo Crivella (PRB), que recebeu o apoio de Garotinho, da prefeita Rosinha e do "rolo compressor" da Câmara, com direito a reuniões e carreatas.
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Crivella vota e dispara: "Garotinho é passado e Pezão é esse presente estamos vendo"
05/10/2014 | 11h12
[caption id="attachment_28058" align="aligncenter" width="413"] Foto: Rodrigo Teixeira / R7[/caption]

O senador Marcelo Crivella (PRB) chegou para votar, por volta das 9h30 deste domingo, ao Clube Marimbás, em Copacabana, Zona Sul do Rio, acompanhado dos filhos Marcelo e Raquel, da mulher Jane e da nora Maressa. Ele está confiante no segundo turno e chegou cumprimentando eleitores. "A expectativa é de ir para o segundo turno. Essa é uma das eleições mais difíceis que eu já vi e já disputei no Rio. Estou com impressão de que o povo do Rio irá colocar o PRB no segundo turno para renovar a política do Estado", afirmou o candidato, que ainda disparou: "Garotinho é passado. Pezão é esse presente que a gente está vendo por aí. O povo está querendo uma coisa diferente", disse Crivella.

Questionado a respeito de como foi sua campanha neste primeiro turno, ele disse que foi "exaustivo", sobretudo para sua militância, a qual ele fez questão de agradecer. "Eu tinha apenas um minuto de programa contra oito minutos do atual governador, o que eu considero tempo suficiente para uma minissérie", brincou o candidato, que afirmou: "É muita coisa. A campanha do Pezão custou mais de R$ 100 milhões", afirmou o candidato, que não revelou quanto gastou com sua campanha. "Só que o feitiço virou contra o feiticeiro. Era para um partido com tanta verba ganhar no primeiro turno e eu estou muito esperançoso de ir para o segundo turno", contou o candidato do PRB.

Fonte: O Dia 

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"Segundo turno" da Alerj com 300 mil votos pendentes
22/10/2014 | 11h56

Se o segundo turno para o governo do estado termina no próximo domingo (26), o mesmo não pode ser dito em relação ao "segundo turno" para a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), que ainda deve contar com muitos capítulos até a diplomação, em dezembro. Por enquanto, 59 dos 70 eleitos respiram aliviados. Porém, os 11 deputados eleitos na sobra (com os votos excedentes das legendas) já estão envolvidos em uma verdadeira "Dança das Cadeiras". Ao todo, somando todos os candidatos que aguardam a definição da Justiça, são mais de 300 mil votos pendentes. Os partidos tiveram até 48 horas para recorrer após a eleição. São esses votos que podem modificar a lista dos eleitos nos próximos dias. O blog já havia comentado sobre o assunto (aqui).

Disputa entre PR e PSD - O site Ururau publicou matéria informando que o PSD, segundo partido com o maior número de parlamentares eleitos, oito ao todo, e conquistou sua última cadeira sendo a 11ª ‘das excedentes’. Quem está de ‘olho’ nesta vaga é o PR, que ficou logo atrás. O PSD teve 759.338 votos (nominais e legenda), e ficou com 1.438 votos à frente do terceiro partido com a maior votação e que teve sete deputados eleitos, o PR, com 757.900 votos.  No momento o PR, que estava coligado ao Pros, busca junto à Justiça Eleitoral mais de 30 mil votos a serem computados para legenda. Ou seja, se apenas 10% desses votos barrados forem liberados, o PR fica com a cadeira que hpje está com o PSD. Por sua vez, o PSD teria apenas 161 votos a serem recuperado.

Outra possibilidade - Existe ainda há possibilidade, pela quantidade de votos a serem recuperados, de o PR assumir até mesmo a 10ª cadeira (dos excedentes de legenda) que ficou com a coligação PPS/PSDB/DEM, e se de fato esse novo quadro for confirmado, e para isso o PR teria que reconquistar pelo menos 18 mil votos, poderia então o PPS e o PSD terem que brigar pela 11ª cadeira. Neste caso, o PSD ainda sairia em desvantagem, já que o PPS tem em torno de 5 mil votos para reconquistar.

Segunda maior bancada - No momento os advogados do PR acreditam que o partido pode ficar com a segunda maior bancada da Alerj, com oito cadeiras, e o PSD passaria a sete. O PT elegeu seis deputados; Psol, cinco; PP, quatro; PDT e SD, três; PPS, PRB, PTB, PSDB e PSL, dois; PCdoB, PSDC, PTC, PTN, PTdoB, PRTB, PSB, PSC e PHS, um.

[caption id="attachment_28666" align="aligncenter" width="448"] Na "Dança das Cadeiras", o deputado estadual Geraldo Pudim continuaria na Alerj e o PSD, que elegeu oito deputados, perderia uma das vagas[/caption]

Quem entra? - O deputado estadual Geraldo Pudim (PR), com 25.881 votos, ficaria com a oitava vaga de seu partido, cabendo ao sistema do Tribunal Eleitoral a responsabilidade de apontar quem perderia a vaga. Desta forma, a 1ª suplência do PR ficaria com Marcos Figueiredo, a segunda com o vereador Gil Viana e a terceira suplência com Pastor Éber. Nos bastidores do grupo rosáceo a entrada de Pudim vem sendo dada como certa. Cerca de cinco mil votos já teriam sido recuperados, o que garante ao partido mais uma cadeira.

[caption id="attachment_28667" align="aligncenter" width="400"] Chiquinho da Mangueira, da coligação PSDC/PMN, também já está "aquecendo" para entrar em campo[/caption] Outra alteração que pode ocorrer é com a coligação PSDC/PMN que tem mais de 70 mil votos a serem computados, e isso ocasionaria a perda da única cadeira conquistada pelo PRTB/PPL, que ficou com Graça Pereira. Neste caso, o beneficiado seria Chiquinho da Mangueira (PMN), que obteve 27.182 votos. Atualização às 17h50 - Deputado Geraldo Pudim divulga Nota Oficial

Nota Oficial: 

Com relação as notícias acerca da possibilidade de assumir um novo mandato na Alerj cabe esclarecer:

Sagrei-me 1º suplente pela coligação PR/PROS nas eleições de 05 de outubro com total de 25.881 votos.

É com grande expectativa que todos os partidos, inclusive o PR, aguardam o julgamento de recursos de candidatos que, por motivo ou outro, não tiveram seus votos incluídos na primeira totalização apresentada pela Justiça Eleitoral.

O Partido da República também aguarda com justificável ansiedade o resultado dos julgamentos dos recursos de diversos candidatos de nossa sigla que atualmente somam 37.663 votos(não computados).

Em nosso Estado o total de votos que aguardam para serem computados ou não é de 304.141 entre todos os partidos que tiveram candidatos que disputaram uma vaga a deputado estadual.

Até agora o Partido da República conseguiu que fossem recuperados(ainda não computados) 5517 votos, resultado que certamente altera a composição de uma das 70 cadeiras da Assembleia Legislativa.

Não fomos comunicados, em absoluto, pela Justiça Eleitoral sobre qualquer movimentação que venha alterar nosso quadro em relação ao resultado das eleições. Assim como todos vocês acompanhamos de perto o julgamento de todos os recursos.

Para além disso todo resto ainda se encontra no campo da especulação, sob o qual não nos balizamos para qualquer tomada de decisão.

No mais continuarei exercendo minhas funções de deputado estadual até o dia 01 de fevereiro, honrando os votos que recebi do povo nesta e nas últimas eleições.

Até a vitória sempre!

Deputado Estadual
Geraldo Pudim

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Pezão tenta conquistar votos em Macaé, onde perdeu para Crivella no 1º turno
15/10/2014 | 06h07

De olho na votação expressiva de Marcelo Crivella (PRB) em Macaé, no Norte Fluminense – onde o senador venceu com 28,11% dos votos – o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), que tenta a reeleição, esteve nesta quarta-feira na cidade. O peemedebista, que teve 27,79% dos votos, levou uma comitiva repleta de deputados e lideranças locais ao calçadão de Macaé, capitaneada pelo prefeito Dr. Aluizio (PV).

Embora não admitam publicamente, aliados de Pezão dizem que a campanha descuidou de Macaé. Preocupada em enfraquecer o ex-governador Anthony Garotinho (PR) na região, acabou cedendo espaço para o avanço de Crivella, que surfou nos votos do grande contingente de evangélicos de Macaé. Segundo Dr. Aluizio, esses votos beneficiaram o adversário. "Essa eleição teve algumas novidades. A primeira é que a gente focou em dois grandes adversário, que foram Garotinho e Lindbergh, e a população de Macaé acabou encontrando no Crivella algumas prerrogativas que são importantes, mas no segundo turno temos convicção de que a gente vira. Macaé é uma cidade com uma comunidade evangélica significativa e que esse voto é muito enraizado, mas não vejo nenhuma dificuldade nesse momento", analisou.

Apesar da preocupação dos aliados com o seu desempenho na cidade – bem abaixo dos 41% que teve no estado – Pezão diminuiu a importância do cenário de primeiro turno. "Considero meu resultado extraordinário. Era o candidato menos conhecido e tive 41% lutando contra três candidaturas fortíssimas. Eu andei em todas as cidades, devo ter sido o único. Não andei só em época de eleição. Aqui é quase um tríplice empate, perdi por 300 votos. Acho que agora a população conhece mais, a gente vê a representatividade de e prefeitos, ex-prefeitos e deputados. É a maior coligação e consegui ampliar", afirmou.

 Fonte: O Globo 

Atualização às 18h45 - A Folha da Manhã publicou matéria da jornalista Michelle Gomes sobre a visita de Pezão ao município de Macaé (aqui)

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Pezão ganhou em cinco das sete zonas eleitorais de Campos
26/10/2014 | 07h26
Do blog "Eu Penso que" / Ricardo André Vasconcelos:  Faltando nove urnas para apurar em Campos, Pezão vence por 51,64% contra 48,36% do Crivella. Veja por Zona: 75ª - Pezão -  55.32% - Crivella - 44,64% 76ª - Pezão -  39,85%       - Crivella - 60.15% 98ª    Pezão -  63,47% - Crivella - 36,53% 99ª - Pezão -  59,00 % - Crivella - 41.00 % 100ª -Pezão - 50,56% - Crivella - 49,44% 129ª Pezão -  42,21%       - Crivella - 57,79% 249ª Pezão - 55,27% - Crivella - 44,73% Obs.: No primeiro turno Garotinho só havia perdido nas zonas 98 e 99. O blog "Opiniões", do jornalista Aluysio Abreu Barbosa publicou antes uma nota sobre o resultado das zonas eleitorais de Campos (aqui).
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PR quer unir a oposição e disputar presidência da Alerj
31/10/2014 | 01h25

O Partido da República (PR) vai buscar o diálogo com outras legendas de oposição para criar uma chapa alternativa na briga pela presidência da Assembleia do Rio. Os deputados eleitos tomaram a decisão em reunião realizada ontem (30). Vão buscar, inicialmente, conversar com o PT, PSOL e PRB. Os deputados afirmaram ainda que o PR não precisa estar na liderança da chapa. No momento, a briga mais forte pela presidência da Alerj envolve dois poderosos caciques do PMDB: o atual presidente da Casa, Paulo Melo e o ex-presidente Jorge Picciani.

Hoje (31), em seu blog, o deputado federal Anthony Garotinho (PR), presidente estadual do partido, disse que apoia a conversa com outros partidos em busca da chapa de oposição.

Expectativa - O PR elegeu sete deputados estaduais no último dia 05. Porém, com a validação de votos que haviam ficado pendentes, o deputado estadual Geraldo Pudim (PR) deve garantir a sua reeleição. Com isso, a bancada do PR passaria a ser a segunda maior da nova legislatura, com oito deputados.

Coisas da política - Se na disputa pela Câmara de Campos Garotinho tenta manter a hegemonia e luta contra a oposição e vereadores "independentes", na  Alerj é o contrário. Por lá ele quer unir a oposição, agregar "independentes" e derrotar os caciques. São coisas da política.

[caption id="attachment_29098" align="aligncenter" width="448"] Nota oficial contou com as assinaturas dos deputados eleitos[/caption]

* Com informações do blog Extra, Extra/Berenice Seara 

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Agnaldo Timóteo: "Entrei para apoiar o Garotinho, mas não recebi dinheiro"
06/10/2014 | 06h23

O cantor Agnaldo Timóteo (PR) ficou bastante surpreso com os votos que recebeu durante as eleições desse ano. Candidato a uma vaga de deputado federal pelo Rio de Janeiro, o cantor teve 18.839 votos, quantidade que, segundo ele, ficou muito abaixo da suas expectativas. “Estou chocado. Eu esperava que eu teria pelo menos 60 mil votos”, lamenta.

Sem dinheiro- Agnaldo credita seu fraco desempenho nas urnas (ele recebeu 0,25% dos votos) ao fato de não ter tido apoio financeiro para investir no material de campanha. “O meu resultado se justifica numa farsa, porque não se pode fazer eleição sem condições de competir. Entrei para a apoiar o Garotinho, mas não recebi dinheiro para fazer meu material de campanha e divulgar nas ruas. Fiz apenas 100 cavaletes, que foram apreendidos numa ação do TRE”, revela.

A derrota nas urnas acabou atrapalhando o desejo de Agnaldo de ter seu quinto mandato político. Ele já foi eleito duas vezes vereador e outras duas como deputado federal. Com a nova derrota, Agnaldo afirma que vai desistir da política. “Vou voltar a vender meu CD nas ruas. Não quero mais saber desse negócio de política. Se o povo não me escolheu, é porque não me querem mais. Então vou sair disso", disse.

De olho em Crivella - Mesmo afirmando que deseja abandonar a política, Agnaldo também comentou sobre a possibilidade de Crivella oferecer um bom cargo. "A não ser que o (Marcelo) Crivella receba o apoio do candidato Garotinho, vença (as eleições para Governador do Rio de Janeiro) e me convide para trabalhar com ele, me dando um bom cargo”, avisa.

Fonte: Extra 
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Pezão avisa a Crivella: "Se vier de brincadeira, vai ter troco"
09/10/2014 | 04h34

O governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) mandou um recado nesta quinta-feira (09) para seu adversário no segundo turno das eleições, o senador Marcelo Crivella (PRB), que agora está sendo chamado apenas de Bispo Crivella pelo candidato. Segundo Pezão, se o senador continuar a provocá-lo com apelidos nos debates, terá o troco na mesma moeda. "No primeiro turno fiquei apanhando dos quatro, pois não dá para ficar brigando com quatro, apesar de eu ser forte e grande (risos). No segundo eu não dei o tom. O Crivella veio com mais um apelido além dos que ele tinha me colocado no primeiro turno inteiro. Então, ele deu o tom, ele vai ter o tom. Se ele vier querendo discutir o futuro do Estado do Rio, eu vou discutir e tenho proposta para isso. Se ele vier de brincadeira naquele estilo que lhe é peculiar, vai ter o troco", avisou Pezão.

Na manhã de ontem, Pezão e Crivella se estranharam no primeiro debate do segundo turno, realizado na OAB (aqui). O governador chamou o adversário de Crivellinho, uma referência à aliança de Crivella com Anthony Garotinho, e foi chamado de Penóquio pelo senador. "As pessoas na rua estão dizendo que o pé dele cresceu porque ele é o Penóquio, a mistura de Pezão com Pinóquio", disse Crivella.

Com informações do jornal "O Dia" e G1

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Inimigos íntimos
27/10/2014 | 01h19

Não foi só a oposição que comemorou a vitória do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) em Campos. No grupo governista também tinha gente que não queria nem ouvir falar em Marcelo Crivella (PRB) no segundo turno. Nos bastidores, sem fazer barulho, alguns rosáceos comemoraram e mandaram um recado: "se continuarem nos tratando com arrogância, vão perder aliados agora e a eleição em 2016".

E a Câmara? - O primeiro grande desafio do líder rosáceo será manter a presidência da Câmara. Nos corredores do Legislativo já tem gente fazendo as contas e imaginando uma oposição bem mais forte nos próximos dias.

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TRE-RJ lacra prédio da Igreja Universal em Duque de Caxias
25/10/2014 | 02h18

O prédio da Igreja Universal do Reino de Deus em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense foi lacrado por fiscais do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) na manhã deste sábado (25). A titular da zona eleitoral de Caxias, Vera Lage, recebeu uma denúncia anônima e determinou que sua equipe fosse até o local, onde foram apreendidos material de propaganda eleitoral e listagens com números de títulos de eleitor.

Uma reportagem do jornal "O Globo" mostrou que, na antevéspera do primeiro turno da eleição, no culto "Desmanche do Fogo", na Catedral da Fé, em Del Castilho, Zona Norte do Rio, o pastor Daniel Santos pediu votos para Crivella e para candidatos do PRB. O pedido de votos para Crivella em templos, já flagrado pelo Globo nessas eleições também num culto da Universal em Nova Iguaçu, é vedado por lei. Mais precisamente na resolução 23.404 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em seu artigo 11, parágrafo 2º. A punição, ao candidato e a quem fez a campanha, é notificação e multa no valor de R$ 2 mil a R$ 8 mil.

No primeiro turno, o Rio de Janeiro foi o estado brasileiro com o maior número de ocorrências de irregularidades.

Fonte: O Globo 

* Daqui a pouco, mais informações 

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Dilma participa de carreata ao lado de Crivella, Lindberg e Garotinho
20/10/2014 | 12h50
[caption id="attachment_28592" align="aligncenter" width="496"] Dilma participou de carreata em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense (Foto: Janaína Carvalho/ G1 RJ)[/caption]

A presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) participou de uma carreata de campanha em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, na manhã desta segunda-feira (20). Durante o ato político, ela fez críticas indiretas ao adversário no segundo turno, Aécio Neves (PSDB), e disse que não pensa só "em banqueiros e no lucro". "Nós não somos aqueles que só pensam nos banqueiros e no lucro. Queremos fazer cada vez mais desse Brasil um Brasil que permita cada um e cada uma de crescer junto, de melhorar a vida de cada família", disse a presidente aos moradores que se concentravam nas ruas do bairro Cabuçu. Como tem sido tradicional na campanha, Dilma cumprimentou a população e tirou fotos.

A candidata participou da carreata ao lado do candidato ao governo do Rio pelo PRB, Marcelo Crivella, que disputa o segundo turno da eleição com o atual governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). Além do candidato, também participaram da carreata os dois candidatos ao governo no primeiro turno Anthony Garotinho (PR) e Lindberg Farias (PT), que declararam apoio à campanha de Crivella no segundo turno. No final do discurso, a presidente afirmou que a vida do povo brasileiro melhorou depois que o PT assumiu a presidência da República. "Sei que vocês melhoraram nos últimos 12 anos, sei também que quem é responsável por isso é cada um de vocês que batalhou para melhorar de vida, mas sei também que ninguém é uma Ilha, ninguém consegue sozinho crescer", disse a presidente, reafirmando que seu governo criou oportunidades como o Minha Casa, Minha Vida, Bolsa Família, ProUni e Pronatec. "Quero pedir a vocês humildemente, votem em nós no dia 26", pediu a candidata antes de concluir o seu discurso. Agenda com Pezão - Depois da agenda em Nova Iguaçu, Dilma se dirigiu a Bangu, na zona oeste do Rio, onde tem agenda com o atual governador e candidato à reeleição, Luiz Fernando Pezão.

Atualização às 18h50 - Depois de Nova Iguaçu, a candidata do PT foi até Padre Miguel, onde participou de nova carreata, desta vez com Pezão, acompanhada do prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), o presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Paulo Melo (PMDB) e o deputado estadual Carlos Minc (PT). Durante o ato, sob forte sol, ela tossiu e pediu água, sendo atendida por Minc. Um eleitor entregou à petista um santinho em que ela aparece ao lado do ex-presidente Lula e ela o exibiu para os moradores. A carreata durou cerca de 40 minutos e os candidatos responderam com simpatia aos acenos. Ao final, enquanto se dirigiam para o carro que levaria a presidente à Base Aérea dos Afonsos, de onde embarcou para São Paulo, mais acenos e gritos de “Dilma lá e Pezão aqui!”.

Após a carreata, Pezão comentou sobre parcerias para reforçar a Segurança no Rio. “A gente vem conversando. Ela (Dilma) mesma acha que o governo federal também pode entrar mais firme, ajudando os estados. Quero ajudar muito os municípios para equiparem as suas guardas municipais para integrar cada vez mais com as nossas forças de segurança. Não dá mais para a gente combater falando que a Segurança é uma responsabilidade única do estado. Eu acho que tem de ter essa integração maior entre o governo federal e o governo municipal”, disse Pezão.

Fonte: G1
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Pezão com 12 pontos à frente de Crivella no Ibope e 10 no Datafolha
25/10/2014 | 07h26

Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (24) aponta os seguintes percentuais de intenção de votos válidos na corrida para o governo do Rio de Janeiro:

Luiz Fernando Pezão (PMDB) - 56%

Marcelo Crivella (PRB) - 44%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo. No levantamento anterior do instituto, divulgado na quinta-feira (23), Pezão tinha 55% e Crivella, 45%.

Votos totais - Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

Luiz Fernando Pezão (PMDB) - 48% Marcelo Crivella (PRB) - 37% Branco/nulo – 11% Indecisos – 4%

O Ibope fez a pesquisa entre os dias 23 e 25 de outubro. O instituto ouviu 2002 eleitores. A margem de erro é de dois pontos, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número RJ-00077/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-01196/2014.

_________________________________________________________________________

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (25) mostra os seguintes percentuais de intenção de votos válidos na corrida para o governo do Rio de Janeiro no segundo turno:

Luiz Fernando Pezão (PMDB) - 55% Marcelo Crivella (PRB) - 45%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos em branco, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Na pesquisa anterior, divulgada na quinta-feira (23), os candidatos obtiveram os mesmos percentuais.

Votos totais Se forem incluídos os votos em brancos e nulos e os dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

Luiz Fernando Pezão (PMDB) – 46% Marcelo Crivella (PRB) – 38% Em brancos/nulo/nenhum – 10% Indecisos – 5%

Os percentuais de cada informação estão arredondados sem casas decimais. Por esse motivo, a soma simples deles pode não dar 100%.

Número para confirmar ou anular o voto - Foi perguntado aos eleitores qual o número eles vão digitar na urna eletrônica para confirmar ou anular seu voto para governador. A pesquisa mostra o seguinte resultado:

Menções corretas: 77% Não sabe o número do candidato: 17% Menções incorretas: 3% Não sabe como anular o voto: 4%

Decisão de voto - Apresentados os dois candidatos que estão na disputa pelo governo do Rio, a pesquisa perguntou aos eleitores sobre sua decisão de voto. Os percentuais são os seguintes:

Luiz Fernando Pezão Votaria com certeza: 43% Talvez votasse: 20% Não votaria de jeito nenhum: 37% Não sabe: 1%

Marcelo Crivella Votaria com certeza: 36% Talvez votasse: 20% Não votaria de jeito nenhum: 43% Não sabe: 1%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 25 de outubro, com 2.969 entrevistados em 38 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de três pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número RJ 00078/2014 BR-01210/2014.

Fonte: G1

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Clarissa: "Estou em estado de choque"
07/10/2014 | 07h03

Emocionada e entre lágrimas, a deputada estadual Clarissa Garotinho (PR), de 32 anos, segunda mais votada no Rio para a Câmara dos Deputados, nas eleições de domingo (5), com 335 mil votos, disse durante entrevista coletiva nesta terça-feira(7) que não teve clima  para comemorar a sua eleição após a derrota do pai, Anthony Garotinho, do mesmo partido, para ao governo do estado. "Estou em estado de choque. Não me recuperei ainda. Foi o dia mais difícil da minha vida. Foi um misto de sentimentos. A familia feliz pela minha votação expressiva e ao mesmo tempo sentindo a derrota do meu pai", disse.

Durante o desabafo, ela pediu para não ser fotografada chorando e se desculpou pela emoção. Segundo Clarissa, o pai esperava a vitória. "Era a oportunidade dele de desfazer um personagem que criaram e que não era ele", afirmou. Ela agradeceu aos eleitores os votos que recebeu e disse que aceita e entende a derrota do pai, a quem chama de líder politico. "Uma hora a gente ganha, a outra a gente perde. É a decisão popular", disse. Segundo Clarissa, ela deve ao pai muitos dos votos que conquistou na campanha.

A deputada também reforçou o apoio ao candidato Marcelo Crivella (PRB), no segundo turno contra o governador Luiz Fernando Pezão, do PMDB, que tenta a reeleição. "Fizemos uma aliança para derrotar o PMDB no Rio", disse ela. Na quinta-feira (9) está marcado um ato de apoio a Crivella com participação da família Garotinho e de candidatos do PR eleitos no primeiro turno. A deputada disse que, na conversa que tiveram com Crivella, nesta terça, foram discutidos alguns projetos da campanha de Garotinho como a redução do IPVA e das tarifas de ônibus. Segundo ela, não se falou sobre cargos para o PR, num possível governo Crivella. Clarissa disse que ainda não pensou como será a vida em Brasília durante o mandato federal. "Ainda é muito cedo. O que eu sei é que em Brasilia não se faz política sozinha. Tenho que me preparar para fazer um grande mandato", disse ela, anunciando que já tem 10 projetos preparados para apresentar.

Perguntada sobre uma possível candidatura para a Prefeitura do Rio em 2016, ela disse que está muito cedo e voltou a afirmar que o importante é derrotar o PMDB nestas eleições. Fonte: G1
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Sem "V" da vitória, Garotinho vota em Campos e evita falar sobre 2º turno
05/10/2014 | 11h26
[caption id="attachment_28075" align="aligncenter" width="393"] Foto de Leonardo Berenger[/caption]

O deputado federal Anthony Garotinho (PR) chegou do Rio de helicóptero e votou na manhã de hoje (05) em Campos, no Ciep da Lapa. Acompanhado da prefeita Rosinha Garotinho (PR), o ex-governador evitou comentar sobre articulações visando o segundo turno. “Estou confiante e só vamos conversar sobre isso após a apuração”, disse Garotinho. Indagado sobre a possibilidade de ser ultrapassado pelo senador Marcelo Crivella (PRB), Garotinho comentou: “Não temo nada. As urnas são soberanas e temos que respeitar a democracia”. Um fato curioso foi a ausência do tradicional "V" da vitória. "É muito cedo", afirmou o candidato do PR.

No final da noite da última quinta-feira o jornal "O Dia" adiantou que Garotinho e Marcelo Crivella (PRB) negociam a troca de apoio para quem seguir na disputa. As últimas pesquisas apontam Garotinho numericamente à frente, mas há um empate técnico entre os dois devido à margem de erro. O candidato do PR disse que aguarda o resultado da disputa pela vaga no segundo turno com tranquilidade.

Agora, Garotinho vai acompanhar a apuração em Campos.

Garotinho também fez questão de dizer que "chegou inteiro" ao fim do primeiro turno "apesar de toda força" da coligação adversária do governador e candidato à reeleição Luiz Fernando Pezão (PMDB) com cerca de "500 mil pessoas pedindo voto para ele". "Se eu fosse tão fraco não precisava de tanta força contra mim", completou.

Com informações da rádio Continental 

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Paulo Vizela: "Os institutos de pesquisa erraram?"
09/10/2014 | 01h36

O especialista em Direto Eleitoral, Paulo Vizella, enviou ao blog sua análise sobre os erros dos institutos de pesquisa no primeiro turno. Confira:

OS INSTITUTOS DE PESQUISA ERRARAM?

Projetar resultado de eleição não é tão fácil como possa parecer. Os conjuntos de variáveis que integram uma pesquisa eleitoral nos obrigam realizar diversas frentes de análise. Os números finais não revelam obrigatoriamente um resultado frio e matemático e sim uma tendência. Há entre o momento que se colhe a informação e sua apuração um espaço dinâmico em que se constrói o resultado. Num cenário com cerca de 20% do eleitorado indeciso, já é suficiente para admitir que possíveis e significativas alterações pudessem ocorrer no momento em que eles decidissem em quem votar e, isto ocorreu. A pesquisa foi apresentada para um universo composto pelos votos válidos, ou seja: “são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição” (G1 em 04/10/2014). Se compararmos o resultado da pesquisa: Dilma: 40%; Aécio Neves: 24% e Marina Silva: 21%, com o resultado oficial: Dilma Rousseff: 41,59%; Aécio Neves: 33,54% e Marina Silva: 21,31% poderemos verificar que os indecisos migraram para o Aécio com o resultado do último debate. A esta altura surge uma pergunta que não podemos deixar de ouvir: E para governador o que aconteceu? Afinal o Crivella ultrapassou o Garotinho. A primeira vista parece uma contradição de nossa parte. Tenho a seguinte visão: com uma rejeição de cerca de 50% o Garotinho tinha uma laje sobre sua cabeça o que impedia seu crescimento. Na eleição para governador, detectamos a presença de um movimento pelo voto tático, onde o eleitor vota em outro candidato que não seja o de sua vontade para afastar de vez determinado candidato. Aqui me faço a pergunta: O que era mais viável, Pezão ganhar no primeiro turno ou Garotinho ficar de fora do segundo turno? As pesquisas apontavam: Pezão 36%, Garotinho 25%, Crivella 22%, e Lindberg 10% dos votos válidos. Assim, Pezão estava a 14 pontos para decidir no primeiro turno e Garotinho para ir para o segundo turno não poderia perder 3%. Muitos indecisos votaram em Pezão... De outros... Garotinho se tornou alvo do movimento “FORA GAROTINHO”: Votar no Crivella para tirar o candidato do PR do segundo turno. Era o voto tático. Perguntamos: As pesquisas erraram ou orientaram os eleitores na reta final?

Paulo Vizella

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Crivella promete debate "sem baixaria"
22/10/2014 | 04h35

Após disparar forte contra o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), ontem (21), em Guarus, o senador Marcelo Crivella (PRB) acenou com uma "bandeira branca" nesta quarta-feira (22). Ele acredita que o clima de beligerância visto entre ele e o adversário não deve se repetir no debate da TV Globo, marcado para amanhã (23), após a novela "Império". Os debates entre os dois foram marcados até aqui por acusações de corrupção e vínculo entre política e religião.

Segundo Crivella, desta vez sua intenção não é entrar em um embate com Pezão. As trocas de acusação deram o tom dos debates da revista “Veja” e da rádio “CBN”, principalmente. "Vou para apresentar as minhas propostas. Acho que vai ser um debate duro, mas espero que sem baixaria", disse.

O senador decidiu centrar sua campanha no interior do estado na reta final. Nesta terça-feira, ele fez corpo a corpo no comércio de Bacaxá, em Saquarema, na Região dos Lagos, após passar por Nova Friburgo, na Região Serrana. Ainda estão previstas passagens por São Pedro da Aldeia, Araruama, Cabo Frio e Iguaba Grande.

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Oposição comemora vitória de Pezão e mira em 2016
27/10/2014 | 01h12

Derrotada pelo grupo de Garotinho nas eleições municipais de 2008 e 2012, a oposição comemorou a vitória do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) em Campos (aqui). Para os oposicionistas, trata-se de um claro sinal de que a maioria da população anseia por mudanças e já não aceita ser tocada como gado. Ontem (26), logo após o resultado, políticos da oposição usaram as redes sociais e deram entrevistas em emissoras de rádio. Em todos os discursos ficava nítido que a eleição de 2016 já começou.

Arnaldo Vianna - O ex-prefeito Arnaldo Vianna (PDT), que perdeu para Rosinha Garotinho (PR) em 2008 e 2012, já avisou que agora a disputa será de "igual para igual". "Na eleição de 2016 não terei pendências na Justiça. Vou poder disputar de igual para igual. Essa vitória do Pezão em Campos é a prova de que a população da nossa cidade quer se libertar", disse Arnaldo. Inclusive, o próprio Garotinho já comentou sobre a elegibilidade de Arnaldo Vianna. De acordo com o deputado, ela vai até 2015 (aqui).

Rafael Diniz - O vereador Rafael Diniz (PPS), que também caminhou ao lado de Pezão, comemorou a vitória nas redes sociais e aproveitou para citar o "desejo de mudança em Campos".  "Não posso deixar de citar minha enorme felicidade pelo resultado em nosso município. Pezão ganhou do Crivella em Campos dos Goytacazes. Este é um sinal muito forte do desejo de mudança, de renovação, mostrando que a esperança ainda vive! Fiquem certos de que as mangas já estão arregaçadas e o trabalho agora só tende a aumentar. Por isso eu digo, meus amigos, a mudança em Campos só começou!".

João Peixoto - Em entrevista logo após a vitória de Pezão, o deputado estadual João Peixoto (PSDC), que se reelegeu no último dia 05, destacou a importância do resultado para o município de Campos. "Eu apostei no Pezão desde o início, quando ele tinha 5%. Sabia que ele conseguiria agregar várias lideranças em torno de sua candidatura. Para Campos a vitória representa a possibilidade de um contato direto com o governador, que conhece a nossa cidade e sabe a força de cada liderança. Temos que unir nomes fortes como Arnaldo, Carla Machado, o jovem Rafael Diniz e os outros representantes da oposição na Câmara e fora do Legislativo", disse Peixoto.

Nildo Cardoso - Vereador mais votado da atual legislatura, Nildo Cardoso (PMDB) apostava em uma vitória de Pezão em Campos e já articulava nos bastidores visando a eleição de 2016. Presidente do PMDB em Campos, Nildo agora está de braços abertos para receber os rosáceos que estavam com um "pezão" na oposição.

 
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Religião e corrupção esquentam debate entre Pezão e Crivella
09/10/2014 | 10h26

No primeiro debate na TV do 2º turno da disputa para o governo do estado, a aliança do candidato do PRB, Marcelo Crivella, com o deputado federal Anthony Garotinho (PR) deu o mote para os ataques entre Crivella e o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), candidato à reeleição. Pezão perguntou qual papel, num eventual governo de Crivella, teriam Garotinho e o bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus e tio de Crivella. O debate foi realizado nesta quinta-feira a noite no Teatro Oi Casagrande, na Zona Sul do Rio, e transmitido pela Band. Se no primeiro turno Pezão apanhou muito e bateu pouco, neste segundo turno ele foi mais agressivo. Já o senador Marcelo Crivella afirmou que "pior do que misturar política e religião é a mistura entre política e corrupção". Confira os principais trechos do debate:

Pezão pergunta a Crivella: "Quais são os seus planos para o interior do Estado do Rio?"

Crivella responde: "Acho que está faltando mais atenção ao cinturão de hortifruti, que vai de Teresópolis a Friburgo. O escoamento não é suficiente, não é viável economicamente. Estamos usando muito agrotóxico, é preciso dar mais apoio, extensão rural. No interior, nas propriedades rurais, poderíamos estar produzindo mais peixes, em cativeiro. É preciso que o governo use sua força. Nós temos pequenas propriedades no Rio, de tal maneira que precisamos da presença do estado para organizar a presença agrícola."

Pezão faz a réplica: "Nós saímos de 3 milhões de litros de leite para 600 milhões. Atraímos de volta a indústria leiteira. Todos os grandes laticínios estão no nosso estado. Nunca teve tanta máquina trabalhando, estamos fazendo estradas rurais. Fizemos parcerias com todo agricultor, pecuarista, dentro do nosso estado".

Tréplica de Crivella: "Não é pessimismo, não. Eu conversei com funcionários da nossa secretaria que disseram que as viaturas são velhas, que não há combustível. Não há SIF na nossa produção agrícola, a produção do leite é muito pequena, e a viabilidade também. O estado falhou na sua produção rural, já é de muito tempo. É preciso mudar porque nós podemos produzir muito mais."

Crivella pergunta a Pezão: "Tenho preocupação em relação ao transporte. Vejo que o governo do senhor e do Sérgio Cabral deu muita prioridade aos ônibus. Queria saber por que não investiram em barcas, trens e VLT.

Pezão responde: "Sabemos que muito ainda pode ser feito. Pegamos o governo com quatro barcas alugadas, alugamos mais cinco. Estamos levando metrô para a Barra da Tijuca, que é chamado pelo seu aliado Garotinho  de 'metrô de rico', mas atende moradores da Rocinha e da Pavuna". O peemdebista citou também o Bilhete Único, que ele chamou de "revolução". "A maior taxa de emprego do Brasil hoje é da região metropolitana do Rio", citou para falar da importância do projeto.

Réplica de Crivella: "Pezão, esse discurso é o meu". "Nós vamos fazer... esse é o meu discurso". "Esse é o discurso da oposição". "Você tem que falar o que você fez". "A inflação da região metropolitana é fruto do aumento do transporte". O candidato do PRB diz que o governo do estado aumentou as tarifas mesmo com posicionamento contrário do Tribunal de Contas. "As pessoas estão reclamando do transporte, dos trens". Crivella criticou o "pouco investimento" em transportes na Baixada Fluminense.

Crivella é perguntado sobre o Noroeste Fluminense

Pablo Santos, professor da UFF, faz pergunta por meio do Whatsapp. "O Noroeste só representa 1,03% do PIB do estado do Rio. É uma região muito pobre. Quais são as propostas do senhor para a região?"

Crivella responde: "O Rio de Janeiro tem uma grande vantagem que é o mercado consumidor. Importamos muitas coisas de SP e MG porque não adensamos nosso interior com investimentos", disse o Senador. "Com planejamento que não fazemos, desmantelamos o estado". "Não aproveitamos o potencial das nossas regiões". O senador falou que é preciso investir no emprego das indústrias, preparando a mão de obra, com uma política de renúncia fiscal "decente", e uma forma de atrair investidores para o Rio. "Emprego nestas pequenas cidades hoje são só em farmácias, ou para professor, mas tem que fazer concurso, e emprego no comércio, mas com salários muito baixos", salientou o candidato.

Comentário de Pezão: "Nós queremos explorar essa região". "Teremos o maior porto da América do Sul, que é o Porto do Açu". Pezão diz que os negócios podem prosperar a partir do funcionamento do porto. "Aquela é uma região que sofreu muito". "Com esses investimentos, vamos melhorar a vida daquela região". "É lamentável que o senhor que foi diretor de planejamento da Emop não tenha feito nada pela região".

Pergunta via Twitter: "Queria saber quais as propostas sobre plano de carreira para os professores?"

Crivella responde: "A educação não anda bem. Os índices não estão bons. Sei que o Pezão vai dizer que os índices estão melhorando, mas estão melhorando artificialmente. Os professores estão desmotivados, a data-base não é reajustada, ganham pouco, e isso é um tormento. O estado nunca sentou para debater com os professores um plano de cargos e salários que os motivasse. o diálogo foi péssimo, chegando até à violência."

Pezão comenta: "Muito triste o senhor menosprezar o trabalho dos professores e dos alunos. Saímos do 27º lugar e entrou para 24º. Vamos valorizar esses professores, tirando um dos piores salários. Hoje é o segundo do país, só perde para o Distrito Federal. A gente quer cada vez mais valorizar seus professores. Não dar gratificações, como fez o outro governo, e quando o professor se aposentava não levava essa gratificação. Queremos colocar a educação do estado em primeiro lugar. Vou fazer o ensino médio com jornada dupla, com ensino profissionalizante".

Pezão pergunta a Crivella

"Nós temos o Renda Melhor e o Renda Melhor Jovem". "É um avanço, pudemos investir R$ 240 milhões na vida das pessoas". Queria saber quem vai conduzir os programas sociais do seu governo: o Garotinho ou o bispo Edir Macedo?"

Crivella responde:  "Pezão, Pezão (alguns segundos de pausa). A minha mãe não vai mais apreciar aquele moço modesto, humilde", alfinetou o Senador. "O Garotinho foi quem trouxe você para a capital. Seu amigo. Te orientou, te estendeu a mão...Você esteve na inauguração do Templo de Salomão, com o Bispo Macedo, foi tão cordial, tão caloroso... Não é assim que você vai ganhar a eleição. Doze anos de vida pública, nunca misturei política com religião", rebateu Crivella. "E é natural que candidatos que lancem evangélicos, vençam e tenham representatividade no Congresso". Crivella lembrou que o PMDB também têm evangélicos em sua legenda, e que o problema não é esse, mas a corrupção. "Vou fazer programas sociais limpos. Se eu fiz a Vila Canãa com meus recursos, imagine com os recursos do governo!". Crivella terminou a fala alfinetando o adversário: "e os meus aliados Pezão (referindo-se a Garotinho), já foram seus companheiros, que hoje o traem!".

Réplica de Pezão: "O Renda Melhor e o Renda Melhor Jovem são transferidos diretamente com o cartão do Bolsa Família". "Não tem pastor nenhum". Pezão ataca atuação de Crivella como ministro: "colocou em cada repartição membros da Igreja Universal".

Tréplica de Crivella: "Tem que levar o Pezão pro divã. (...) O candidato sou eu, e não a igreja! Nós apoiamos, por exemplo, seu governador, contra a Denise Frossard. Só não apoiamos a gangue dos guardanapos. Nós apoiamos o seu governo para eleger o (Eduardo) Paes na prefeitura, contra o (Fernando) Gabeira. Temos leis que jamais vão permitir, leis que separam o Estado da igreja. O problema não é o risco de misturar política com igreja, mas de (misturar) política com corrupção", concluiu o candidato, que foi aplaudido pelo auditório.

Pergunta via Twitter

Tema sorteado é Transporte. "Quais são os investimentos que o senhor vai fazer de transporte de trilhos no interior como forma de integrar o interior com a região metropolitana?

Pezão responde: "Nós estamos estudando a volta do Trem Barrinha. Mas isso é muito difícil, porque aquele ramal foi concessionado, pois é um modal muito importante para a região, porque liga as cidades de Barra, Pinheiral, e liga a CSN. O ramal (é usado) para atender a industria automobilística, que liga Rezende e Itatiaia. Quero fazer um corredor "Macaé - Rio das Ostras" até a cidade de Campos. Queremos planejar e vamos deixar esses projetos com nosso querido Vicente Loureiro, que comanda nossa agência da região metropolitana, para ver o que se pode fazer sobre o transporte sobre trilhos no interior do Rio".

Pergunta via Twitter

"Segurança pública é crucial. Como será combatida a corrupção na polícia?"

Crivella responde: "Primeiro lugar, pelo exemplo. É fundamental que o governador tenha probidade, não esteja envolvido, não seja acusado. E, se for, que prove sua inocência imediatamente. Não pode ser refém do noticiário, nem de CPI do Congresso. A autoridade pública tem que ter a grandeza e a honradez do nosso povo. É aí que começa a segurança pública. É aí que começa a imagem que se leva a cada policial, sabendo que seu governador não está ali para se locupletar. Eu chamo a atenção porque essa atitude se irradia, é por isso que polícia vira milícia, que o Maracanã sai pelo dobro do preço, e que até a Petrobras fica suja. Sem mãos limpas, suja tudo. Segurança começa quando o estado sabe se impor, quando o governador não sai para beber com empreiteiros."

Para conferir o debate completo, clique aqui 

* Com informações do "Globo" e da Band

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Primeiro debate entre Pezão e Crivella
08/10/2014 | 01h04

Nesta quarta-feira (08), a partir das 11h, as revistas Veja e Veja Rio realizam o primeiro debate entre os candidatos Luiz Fernando Pezão (PMDB) e Marcelo Crivella (PRB), que disputam o segundo turno das eleições para governador do estado do Rio de Janeiro. O encontro será mediado pelo jornalista Augusto Nunes e terá transmissão ao vivo em VEJA.com.

A novidade desta segunda edição do Debate Veja - o evento já foi realizado no primeiro turno - está na participação de personalidades reconhecidas em todo o país, e com forte representatividade no Estado. O cineasta José Padilha, o humorista Marcelo Madureira e o pastor Silas Malafaia farão perguntas a cada um dos candidatos, sempre com tema livre.

Realizado em parceria com a Universidade Estácio de Sá e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RJ), o evento terá quatro blocos, dois nos quais os candidatos perguntam um ao outro e respondem também os convidados. No terceiro, as perguntas serão feitas por jornalistas de VEJA e representantes da OAB/RJ e Estácio. O último bloco está reservado às considerações finais.

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Câmara volta das "férias" sem vereadores para realizar sessão
28/10/2014 | 11h02

O vereador Edson Batista (PTB) compareceu ao Legislativo na manhã desta terça-feira (28) e anunciou que a Câmara de Campos estava "reabrindo os trabalhos". Isso porque a Casa ficou de "férias" durante o período eleitoral. Porém, faltou um detalhe para abrir  sessão: vereadores suficientes. "Tendo  em vista a falta de quórum, dou por encerrada a sessão", disse Edson Batista.

O presidente da Câmara citou os presentes. "Estavam aqui as vereadoras Auxiliadora Freitas e Dona Penha e os vereadores Paulo Hirano, Abdu Neme, Mauro Silva, Ozéias e Altamir Bárbara. O vereador Kellinho justificou sua ausência e quero destacar que ninguém da bancada de oposição estava presente", afirmou.

Os quatro vereadores da oposição (Nildo, Fred, Rafael e Marcão) estavam chegando ao Legislativo quando souberam que a sessão havia sido aberta e fechada rapidamente.

Expectativa - Nos bastidores da Câmara o clima é marcado pela expectativa em relação a eleição da nova Mesa Diretora, que irá definir quem comandará a Casa no próximo biênio (2015/2016). Com a derrota do grupo rosáceo, muitos nomes estariam dispostos a desobedecer as ordens do líder.

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Ponto final — Grito dos rebeldes: "Independência ou Morte"
30/10/2014 | 11h50

Independência ou Morte

Os 11 vereadores da base governista que desafiaram o deputado federal Anthony Garotinho (PR) vivem o seguinte dilema: “Independência ou Morte”. Se recuarem agora, após encarar o líder, eles vão entrar na lista dos que devem ser eliminados politicamente na eleição de 2016. Garotinho já fez isso nas últimas eleições, inviabilizando as vitórias dos quem não rezaram corretamente a sua cartilha. Ou seja, nesta etapa do confronto, se não lutarem pela independência, eles correm risco de virar alvo fácil.

Mudando o jogo

Como esta coluna antecipou ontem, Garotinho é um bom jogador de xadrez e precisava de tempo para movimentar as peças. E o primeiro alvo foi exatamente o vereador Miguelito (PP), apontado pela coluna a peça mais vulnerável. Agora, Garotinho precisa de mais dois vereadores para virar o jogo e mandar oito “independentes” para a oposição e inciar uma "faxina" no governo. Até segunda-feira, data da próxima reunião, ele ainda vai jogar o “canto da sereia” e tentar fisgar os parlamentares que estão com a corda no pescoço.

Cartas na manga

Se Garotinho tem cartas na manga e “lenha” para queimar, o grupo independente garante que também tem seus trunfos. O principal deles é a discussão sobre o Orçamento de 2015, estimado em R$ 2,5 bilhões. Com o grupo ao lado da oposição, o governo pode ter dificuldades para aprovar o projeto, que deve ser votado até o dia 15 de dezembro. Além disso, podem cortar o “cheque em branco” que possibilita o remanejamento de 50% do orçamento sem passar pela Câmara ou propor a abertura de uma CPI que envolve laranjas e campanhas eleitorais. Ou seja, o jogo tem muitas possibilidades e nessa hora conta mais o jeito do que a força.

Câmara aplaude Pezão

Para se ter uma ideia do novo clima da Câmara de Campos, até uma moção de aplausos ao governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), que se reelegeu no último domingo, foi aprovada durante a sessão de ontem. Rosáceos que faziam duras críticas ao governador aprovaram o requerimento apresentado pelo vereador Nildo Cardoso (PMDB) sem reclamar. Para não ficar feio e mostrar serviço ao chefe, o presidente da Câmara, Edson Batista (PTB) pediu para que “todos os outros eleitos da região” também fossem aplaudidos.

Publicado hoje na Folha
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Articuladores de Pezão respiram aliviados
20/10/2014 | 05h00

A coluna Radar Online, do jornalista Lauro Jardim, publicou uma nota na tarde de hoje (20) informando que, mesmo com uma vantagem de até dois dígitos nas pesquisas Datafolha e Ibope, a campanha de Luiz Fernando Pezão não conseguia se tranquilizar na disputa com Marcelo Crivella (PR). De acordo com o jornalista, a culpa pelo clima tenso seria por conta do tracking de Pezão, que estaria detectando um empate técnico no segundo turno.

Tranquilos - Porém, às 15h37, a campanha de Pezão entrou em contato com a coluna "Radar Online" para dizer que o tracking está com uma diferença de 16 pontos percentuais a favor do peemedebista. Foi o tracking que mostrou aos articuladores de Pezão a necessidade de colar as imagens de Crivella e Edir Macedo. Com isso, a rejeição do candidato do PRB, que era a menor entre os principais candidatos, cresceu no segundo turno.

O tracking tem como objetivo medir diariamente como informações relativas ao processo eleitoral são assimiladas pelo eleitor e ajudam na formação do voto. Assim, é possível identificar com antecedência a tendência evolutiva das pesquisas. Oriunda do inglês, a palavra tracking significa rastreamento, trilha ou caminho.

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"Rolo compressor" rachado e mais uma vaca indo para o brejo
29/10/2014 | 06h45
[caption id="attachment_29032" align="aligncenter" width="600"] Charge do José Renato publicada no blog "Opiniões"[/caption]

Em fevereiro do ano passado, logo nas primeiras sessões da atual legislatura, a coluna Ponto Final publicou nota (aqui) informando que a Câmara de Campos contava com duas bancadas governistas. O final da nota alertava:  "com uma oposição reduzida, o único risco para a situação é um embate com a própria situação".

Bancada "independente" - Dois meses depois, em abril, o blog "Opiniões", do jornalista Aluysio Abreu Barbosa, publicou nota sobre o surgimento de uma bancada independente, formada pelos vereadores: AlexandreTadeu (PRB), Thiago Virgílio (PTC), Dayvison Miranda (PRB), José Carlos (PSDC) e Álvaro César (PMN). O vereador Jorge Magal (PR), também era apontado como um possível membro.

Reunião com o líder - Em maio foi a vez do deputado federal Anthony Garotinho (PR) se reunir com os vereadores e mandar um recado: “Ajudei vocês na eleição e agora é a vez de ser ajudado” (aqui). Na ocasião, ele conseguiu acalmar os ânimos.

Anthony deu e vereadores não desceram - Depois de toda a polêmica, a Prefeitura de Campos iniciou uma reforma administrativa, em maio de 2013, e abrigou os "independentes". Na ocasião, o blog "Opiniões" resumiu o acerto da seguinte maneira: "Ao fim e ao cabo, a 'independência' desse pessoal sempre dependeu única e exclusivamente daquilo que o blog resumiu aqui: 'Ou dá, ou desço!'. Assumindo o papel da esposa, Anthony deu e os vereadores não desceram. Simples assim!".

"Rolo" rachado - A lua de mel entre os "independentes" e Garotinho durou um ano e três meses. Em agosto deste ano, tendo em vista a disputa pela presidência da Câmara, o "rolo compressor" começou a se dividir novamente (aqui), com um grupo querendo reeleger Edson Batista (PTB) e derrubar Paulo Hirano (PR), que estaria disposto a comandar a Casa. Com Garotinho focado na disputa pelo governo do estado, a prefeita Rosinha entrou em ação e barrou o movimento.
Novo "rolo compressor" - Agora, após a derrota de Garotinho nas urnas, a história é outra. A bancada "independente", que em 2013 contava com sete nomes, ganhou três reforços, flerta com os quatro da oposição, e já assombra o líder. No momento, o "rolo compressor" mais forte da Câmara é formado por: Genásio (PSC), Jorge Magal (PR), Gil Vianna (PR), Albertinho (Pros), Alexandre Tadeu (PRB), Dayvison Miranda (PRB), Thiago Virgílio (PTC), Neném (PTB), José Carlos (PSDC), Álvaro César (PMN) e e Miguelito (PP). Ciente da força do novo grupo, Garotinho costura acordos nos bastidores para tentar enfraquecer os "rebeldes". Com tantas "vacas" indo para o brejo em 2014, Garotinho sabe que perder a Câmara seria um grande risco. E o que mais o atormenta é saber que foi o seu "pasto" que engordou a "vaca".
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Após tentar barrar pesquisa, Crivella ironiza resultado
16/10/2014 | 03h05

O senador Marcelo Crivella (PRB) fez uma caminhada na manhã desta quinta-feita (16) na Rua Uruguaiana, no Centro do Rio. O candidato ao governo conversou com eleitores, comerciantes e discursou perto do mercado popular. Questionado sobre o resultado da última pesquisas Datafolha, que aponta vantagem para o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) de mais de 10 pontos percentuais (aqui), Crivella ironizou a credibilidade e os resultados do instituto. "Preocupação seria o Datafolha colocar a gente na frente. Aí seria o problema, porque eles sempre erram. Então, se eu estou em segundo, eu estou vibrando. Significa que eu estou em primeiro", afirmou Crivella, que logo após o início do segundo turno tentou barrar a divulgação de pesquisas Datafolha e Ibope. Porém, acabou voltando atrás e alegou defender a democracia.

Erros - Apesar das reclamações, o senador Marcelo Crivella foi o menos prejudicado pelas pesquisas no primeiro turno. No caso do Datafolha, por exemplo, ele apareceu na véspera da eleição com 22% dos válidos e, o resultado das urnas foi 20,2%. Ou seja, dentro da margem de erro. Os principais erros foram com Garotinho e Pezão. O candidato do PR tinha 25% dos votos válidos na véspera da eleição e as urnas lhe deram 19,7%, cinco pontos a menos. Pezão tinha 36% dos válidos na véspera da eleição e as urnas lhe deram 41%, cinco pontos a mais. O assunto foi abordado pelo blog "Ponto de Vista", do Christiano Abreu Barbosa (aqui).

Comício em Guarus - Na próxima segunda-feira (16) Crivella vai participar de um grande comício organizado pelo deputado federal Anthony Garotinho (PR) no Jardim Carioca, em Guarus.  "Na segunda-feira, além do comício em Campos, estarei junto com Crivella percorrendo algumas cidades do noroeste. Amanhã vou divulgar a agenda completa", informou Garotinho, sem seu blog.

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Ibobe/Boca de Urna: Pezão com 57% e Crivella, 43%
26/10/2014 | 05h04
RIO DE JANEIRO: boca de urna, Ibope VOTOS VÁLIDOS: Luiz Fernando Pezão (PMDB) - 57% Marcelo Crivella (PRB) - 43% Data: 26/10 Entrevistados: 5.000 Margem de erro: 2 pontos percentuais Nível de confiança: 99% Solicitante: TV Globo Registro: RJ-00080/2014 (TRE) e 01219/2014 (TSE) Fonte: G1
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Alerj: pesquisa IBPS aponta número de eleitos por coligação
05/10/2014 | 10h54

O Instituto Brasileiro de Pesquisas Sociais (IBPS), quem em 2010 acertou boa parte de suas previsões, publicadas no blog "Ponto de Vista", do Christiano Abreu Barbosa (aqui e aqui), liberou uma pesquisa, registrada no TSE, sobre a disputa por cadeiras na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). De acordo com o levantamento, coordenado pelo professor Geraldo Tadeu Moreira, o “rolo compressor” do PMDB deve conquistar 15 cadeiras. Confira a previsão:

PMDB: 15 PSD: 7 PR e Pros: 7 Solidariedade: 7 PT: 6 PSOL: 4 DEM, PSDB e PPS: 4 PSDC e PMN: 3 PDT: 3 PP: 3 PTB e PTN: 3 PTC e PSC: 3 PSL: 2 PRB: 2 PPL e PRTB: 1 PCdoB: 1 PHS: 1 PT do B: 1

A equipe responsável pelo levantamento ouviu mais de cinco mil pessoas em 60 cidades do estado. O IBPS registrou duas pesquisas no TSE: RJ-00038/2014 e RJ-00051/2014.

Disputa pela presidência já começou – Antes mesmo de saber o resultado da eleição, o ex-presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB), que disputa a eleição, já avisou que pretende voltar ao comando da Casa. “Vou disputar a presidência. Espero que tenhamos um acordo com o (correligionário e presidente atual) Paulo Melo, mas já decidi que vou colocar meu nome à disposição. Acho legítimo que ele mantenha essa aspiração. Afinal, em outras vezes que me elegi, ele também tinha essa pretensão”, disse Picciani em entrevista ao jornal “O Dia”.

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Ibope, votos válidos: Pezão sobe, Crivella desce e diferença aumenta para 12 pontos
20/10/2014 | 07h11

Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (20) aponta os seguintes percentuais de intenção de votos válidos na corrida para o governo do Rio de Janeiro:

Luiz Fernando Pezão (PMDB) - 56% Marcelo Crivella (PRB) - 44%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo.

No levantamento anterior do instituto, divulgado na quinta-feira (16), Pezão tinha 54% e Crivella, 46%. Ou seja, nos últimos dias o governador ganhou dois pontos e o senador perdeu dois. Sendo assim, a diferença que era de oito pontos percentuais agora chega a 12 pontos, dando ao governador a liderança isolada.

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

Luiz Fernando Pezão (PMDB) - 46% Marcelo Crivella (PRB) - 36% Branco/nulo – 13% Indecisos – 5%

O Ibope fez a pesquisa nos dias 17 a 19 de outubro. O instituto ouviu 2002 eleitores. A margem de erro é de dois pontos, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número RJ-00073/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR 00073/2014.

Datafolha - Na última quinta-feira o instituto Datafolha também mostrou o governador Pezão liderando com uma vantagem de 12 pontos sobre Marcelo Crivella (aqui). O levantamento apontou Pezão com 56% das intenções de votos contra 44% do senador Marcelo Crivella (PRB). Os percentuais se referem aos votos válidos, ou seja, não contabilizam os votos em branco ou nulos, o mesmo procedimento utilizado pela Justiça Eleitoral na apuração das eleições.

Fonte: G1

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Primeiras parciais em Campos
05/10/2014 | 06h10

A rádio Continental, do Grupo Folha, já começou a divulgar (aqui) os primeiros boletins das urnas de Campos.

O governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) tem ido bem na pedra e o deputado federal Anthony Garotinho (PR) lidera com folga em Guarus e em diversos pontos no interior.

Na disputa pela Alerj, quatro urnas de Saturnino Braga mostram um equilíbrio entre Gil Vianna (PR), João Peixoto e André Correia (PSD). Para a Câmara Federal, apareceram com força em Saturnino o ex-vereador Nelson Nahim (PSD), a deputada Clarissa Garotinho (PR), o deputado Paulo Feijó (PR) e o vereador Jorge Magal (PR).

Guarus - Boletins de quatro locais de votação  mostram Garotinho com 3.735 votos e Pezão com 2.312.  A informação foi obtida na sede do PR.

Suledil comemora - Na sede do PR, o secretário de Governo, Suledil Bernardino, afirmou que "a grande largada será dada em Campos". Ele comentou sobre as primeiras parciais e disse que "está saindo tudo dentro do planejado". "Vamos conseguir uma grande vitória na cidade", comentou.

Nova parcial em Campos (19h15) - Garotinho 13.560 X Pezão 11.300

Daqui a pouco, mais informações.
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"Incertezas econômicas" rondam a Prefeitura de Campos
28/10/2014 | 01h10

Seria realizada amanhã (29), na Câmara de Campos, uma audiência pública para apresentação e discussão da Lei Orçamentária Anual (LOA) - 2015. Porém, o debate sobre o Orçamento de R$ 2,5 bilhões foi adiado pelo presidente da Casa, vereador Edson Batista (PTB), a pedido do Procurador Geral do Município, Matheus da Silva José. O procurador explicou que algumas adequações terão que ser feitas "em face da incerteza das políticas macroeconômicas do país e dos constantes atrasos nos repasses dos recursos dos royalties do petróleo".

Quais são as incertezas? - Quem conhece os bastidores da Prefeitura garante que as "incertezas" vão muito além "das políticas macroeconômicas do país". Como este blog publicou em julho, o cofre rosáceo anda meio vazio (aqui). Na ocasião, um funcionário da Prefeitura chegou a desabafar. “Só quero saber porque nos anos eleitorais o pagamento de (RPA) dos funcionários sempre atrasa. Já estamos uma semana sem receber o nosso pagamento. É por isso que a saúde esta cada vez pior… Não temos ânimo para trabalhar. Bastos, peça uma explicação sobre o atraso do pagamento”.

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Romário com Pezão
07/10/2014 | 11h07

Enquanto o senador Marcelo Crivella (PRB) anuncia em Campos uma aliança com  o deputado federal Anthony Garotinho (PR), o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) se movimentou ontem (06) e deve anunciar ainda esta semana uma parceria com o senador eleito Romário (PSB), que recebeu mais de 4,6 milhões de votos no último domingo. Hoje (06), a coluna "Ponto Final" (aqui), citou que Pezão prometeu uma "surpresa" (aqui) e informou que "tudo leva a crer que se trata do senador eleito Romário (PSB), craque nos votos como foi nos campos".

No primeiro turno Romário estava ao lado do senador Lindberg Farias (PT). Porém, participou de poucos atos de campanha com o petista.

Romário no movimento "Aezão" - Ontem, Pezão e Romário conversaram e deixaram a aliança bem encaminhada.  Hoje (08), serão inciadas as conversas com o senador Aécio Neves (PSDB), candidato à presidência da República, que pretende melhorar a sua performance no Rio com o apoio do Baixinho.

Romário recebeu quase tantos votos quanto Pezão e Crivella juntos - O deputado federal Romário (PSB) foi eleito com uma votação surpreendente para o Senado. Com 100% das urnas apuradas, o ex-jogador somou 4.683.963 votos (63,43% dos votos válidos). O montante causa mais espanto quando comparado à eleição para governador: Romário teve quase o mesmo número de votos que Pezão e Crivella somados (4.861.678).

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Pezão (40,72%), Crivella (20,22%), Garotinho (19,64%)
05/10/2014 | 07h17
Com 98,31% das seções apuradas o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) tem 40,72%, Crivella, 20,22%,  e Garotinho, 19,64%.
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Ibope e Datafolha mostram Dilma com 40% e Aécio encostando em Marina
02/10/2014 | 06h53

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (2) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 40% - Marina Silva (PSB): 24% - Aécio Neves (PSDB): 21% - Pastor Everaldo (PSC): 1% - Luciana Genro (PSOL): 1% - Eduardo Jorge (PV): 1% - Zé Maria (PSTU): 0%* - Rui Costa Pimenta (PCO): 0%* - Eymael (PSDC): 0%* - Levy Fidelix (PRTB): 0%* - Mauro Iasi (PCB): 0%* - Branco/nulo/nenhum: 5% - Não sabe: 5%

* Cada um dos cinco indicados com 0% não atingiu, individualmente, 1% das intenções de voto; somados, eles têm 1%.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 30, Dilma tinha 40%, Marina, 25%, e Aécio, 20%.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".

Votos válidos Se forem excluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, mesmo procedimento utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição, os índices são:

Dilma - 45% Marina - 27% Aécio - 24% Luciana Genro - 1% Pastor Everaldo - 1% Eduardo Jorge - 1% Outros com menos de 1% - 1%

Para vencer a disputa no primeiro turno, um candidato precisa de 50% mais um dos votos válidos.

Segundo turno - O levantamento divulgado nesta terça indica que, em um eventual segundo turno entre Dilma e Marina, a candidata do PT tem 48% das intenções de voto e a do PSB, 41%. Na semana passada, Dilma tinha 49% e Marina, os mesmos 41%. Na simulação de segundo turno entre Dilma e Aécio, a petista vence por 48% a 41% (50% a 41% na semana anterior). O Datafolha ouviu 12.022 eleitores em 433 municípios nos dias 1º e 2 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00933/2014.

Espontânea - Na modalidade espontânea da pesquisa (em que o pesquisador somente pergunta ao entrevistado em quem ele pretende votar, sem apresentar a lista de candidatos), os resultados são os seguintes:

- Dilma Rousseff : 35% - Marina Silva: 20% - Aécio Neves: 17% - Outras respostas: 3% - Em branco/nulo/nenhum: 5% - Não sabe: 20%

Rejeição - A presidente Dilma tem a maior taxa de rejeição (percentual dos que disseram que não votam em um candidato de jeito nenhum). Nesse item da pesquisa, os entrevistados puderam escolher mais de um nome. Veja os números:

- Dilma Rousseff: 32% - Marina Silva: 25% - Pastor Everaldo: 22% - Levy Fidelix: 22% - Aécio Neves: 21% - Zé Maria: 18% - Eymael: 16% - Luciana Genro: 16% - Rui Costa Pimenta: 15% - Eduardo Jorge: 14% - Mauro Iasi: 14%

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (2) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 40% - Marina Silva (PSB): 24% - Aécio Neves (PSDB): 19% - Pastor Everaldo (PSC): 1% - Luciana Genro (PSOL): 1% - Zé Maria (PSTU): 0%* - Eduardo Jorge (PV): 0%* - Rui Costa Pimenta (PCO): 0%* - Eymael (PSDC): 0%* - Levy Fidelix (PRTB): 0%* - Mauro Iasi (PCB): 0%* - Branco/nulo: 8% - Não sabe/não respondeu: 7%

* Cada um dos seis indicados com 0% não atingiu 1% das intenções de voto; somados, eles têm 1%

A pesquisa foi paga pelo próprio Ibope.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 30, Dilma tinha 39%, Marina, 25%, e Aécio, 19%.

Votos válidos - Se forem excluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, mesmo procedimento utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição, os índices são:

Dilma - 47% Marina - 28% Aécio - 22% Luciana Genro - 1% Pastor Everaldo - 1% Outros com menos de 1% - 1%

Para vencer a disputa no primeiro turno, um candidato precisa de 50% mais um dos votos válidos.

Segundo turno - O Ibope também simulou três cenários de segundo turno. São eles:

- Dilma Rousseff: 43% - Marina Silva: 36% - Branco/nulo: 12% - Não sabe/não respondeu: 8%

- Dilma Rousseff: 46% - Aécio Neves: 33% - Branco/nulo: 12% - Não sabe/não respondeu: 9%

- Marina Silva: 38% - Aécio Neves: 33% - Branco/nulo: 18% - Não sabe/não respondeu: 11%

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 205 municípios entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00942/2014.

Espontânea - Na modalidade espontânea da pesquisa (em que o pesquisador somente pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem apresentar a relação de candidatos), o resultado foi o seguinte:

- Dilma Rousseff (PT): 35% - Marina Silva (PSB): 20% - Aécio Neves (PSDB): 16% - Luciana Genro (PSOL): 1% - Pastor Everaldo (PSC): 1% - Outros: 1% - Branco/nulo: 10% - Não sabe/não respondeu: 17%

Rejeição - De acordo com a pesquisa, a presidente Dilma tem a maior taxa de rejeição (percentual dos que disseram que não votam em um candidato de jeito nenhum). Nesse item da pesquisa, os entrevistados puderam escolher mais de um nome. Veja os números:

- Dilma Roussef: 29% - Aécio Neves: 20% - Marina Silva: 18% - Pastor Everaldo: 13% - Levy Fidelix : 13% - Eymael: 10% - Luciana Genro: 10% - Zé Maria: 9% - Mauro Iasi: 8% - Rui Costa Pimenta: 8% - Eduardo Jorge: 7%

Fonte: G1

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Comandante do 8º BPM elogia postura da população de Campos
05/10/2014 | 12h21

Em entrevista à rádio Continental, do Grupo Folha, o comandante do 8º Batalhão de Polícia Militar (BPM), tenente-coronel Ramiro Oliveira Campos, comentou sobre o clima eleitoral em Campos. "Estou impressionado com o clima tranquilo. Em 27 anos de atuação, nunca vi uma eleição tão tranquila como a de Campos e de toda a área de abrangência do 8º BPM. Já trabalhei em vários municípios e me cansei de prender cabos eleitorais armados em outras cidades. Aqui estou vendo famílias votando em paz, ao lado dos filhos. Vejo que a população de Campos amadureceu muito. Acompanhamos apenas alguns fatos isolados, mas nada significativo", comentou, avisando que a comemoração será garantida. "Todos terão o direito de festejar após a vitória dos candidatos. A Polícia Militar estará presente em todas as comunidades, seja nas mais humildes ou nas áreas nobres", completou.

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Marina ganhou novamente em Guarus
08/10/2014 | 12h49

Terceira colocada na corrida presidencial de 2010, pelo PV, com quase 20 milhões de votos, Marina Silva foi muito bem votada em Campos (69.099 votos). Na ocasião, ela foi a mais votada em Guarus, com 14.961 e 36,1% dos votos, deixando Dilma em 2º lugar, com 13.889. Na época, logo após a apuração dos votos, a informação foi publicada pelo blog “Ponto de Vista”, do Christiano Abreu Barbosa (aqui).

Repetiu a dose - Agora, em 2014, ela repetiu o feito e venceu novamente em Guarus. A candidata do PSB obteve 15.837 votos, contra 13.771 da presidente Dilma Rousseff (PT). O tucano Aécio Neves ficou em terceiro com 8.424 votos.

No geral, Marina ficou com a segunda colocação em Campos, bem próxima da presidente Dilma:

Dilma: 87.703 votos (35,97%)

Marina: 76.786 votos (31,49%)

Aécio Neves: 66.757 votos (27,38%)

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Datafolha: Pezão lidera com 12 pontos sobre Marcelo Crivella
16/10/2014 | 09h24

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira mostra que Luiz Fernando Pezão (PMDB), candidato à reeleição, lidera a disputa ao governo do Rio com 56% das intenções de votos contra 44% do senador Marcelo Crivella (PRB). Os percentuais se referem aos votos válidos, ou seja, não contabilizam os votos em branco ou nulos, o mesmo procedimento utilizado pela Justiça Eleitoral na apuração das eleições.

Nos números totais, Pezão lidera com 46% enquanto Crivella aparece com 36%. Os votos em branco e nulos somam 10%. Já 8% declararam não ter decido em quem irá votar.

Rejeição de Crivella aumentou - A pesquisa também mediu o índice de rejeição dos candidatos. Pezão aparece com 36% e Crivella tem 43%.  No primeiro turno Marcelo Crivella tinha um dos menores índice de rejeição.

A pesquisa encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo" foi realizada na quarta-feira, com 1.493 entrevistados em 36 municípios. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número RJ-00069/2014 e BR-01098/2014.

Pesquisa anterior -Na véspera da eleição, no último dia 04, o Datafolha divulgou pesquisa que mostrava um empate técnico entre Pezão e Crivella na simulação do segundo turno.  Pezão tinha 51% dos votos válidos e Crivella, 49%. Agora, com o "fogo cruzado", no segundo turno, a nova pesquisa indica que Pezão levou a melhor.

Ibope - Também nesta quinta-feira deve ser divulgada a nova pesquisa Ibope sobre o governo do Rio.

O blog "Na Curva do Rio", da jornalista Suzy Monteiro, publicou o resultado da pesquisa na manhã de hoje (aqui).

O blog “Estou procurando o que fazer” postou primeiro aqui.

Fonte: O Globo

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Jair Bittencourt deixa Garotinho e fica com Pezão
08/10/2014 | 02h48
[caption id="attachment_28322" align="aligncenter" width="441"] Eleito no PR, Jair Bittencourt agora é Pezão[/caption]

Eleito deputado estadual pelo PR, o ex-prefeito de Itaperuna, Jair Bittencourt, declarou apoio à candidatura do governador Fernando Pezão (PMDB) no segundo turno. Ele anunciou o apoio durante entrevista na rádio 103 FM e a informação foi publicada no blog do Roberto Barbosa (aqui) . O deputado eleito tem proximidade com o grupo do senador Francisco Dornelles (PP), candidato à vice na chapa de Pezão.

Nos bastidores do PR, Jair Bittencourt já é apontado como "traíra" por um grupo. É o já conhecido "fogo amigo".

Atualização às 17h - Em contato com o blog o deputado eleito Jair Jair Bittencourt confirmou a entrevista, mas garantiu que não há acordo com Pezão. "Quando comentei sobre o segundo turno o PR ainda não havia oficializado o apoio ao senador Marcelo Crivella, do PRB. Mas em momento algum afirmei que estaria ao lado do governador Pezão. Continuo com Garotinho e vamos seguir as orientações do partido", disse o ex-prefeito de Itaperuna, lembrando que o Noroeste não elegia um deputado há 12 anos.

* Daqui a pouco, mais informações

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Câmeras do passado e crime do presente
01/10/2014 | 02h11

Em 2008, no último ano do governo Alexandre Mocaiber, um serviço de monitoramento por meio de câmeras de alta resolução foi implantado pelo Centro de Informações e Dados de Campos (Cidac).  O equipamento era importado e similar ao sistema que operava na vigilância do metrô de Nova Iorque. Na época, o sistema de Campos foi apontado como modelo pelo Ministério da Justiça na gestão do ex-ministro Tarso Genro, atualmente governador do Rio Grande do Sul.

Em 2009, o primeiro gerente do Cidac na gestão de Rosinha, Ranulfo Vidigal, elogiou o sistema e manteve os serviços que herdou com 252 câmeras instaladas em diferentes pontos da cidade, ou seja, nas zonas com maior índice de criminalidade. O serviço tinha abrangência em toda área central e parte de Guarus. A vigilância operacional era realizada por Policias da reserva, aposentados, afastados da ativa por acidente de trabalho ou com deficiência física. Esse pessoal era recrutado por conhecer o modus operandi da criminalidade. As estatísticas daquele período comprovam que a violência reduziu drasticamente em função do sistema.

Nos primeiros meses do governo Rosinha o serviço sofreu uma descontinuidade. Não se sabe a razão, mas a ONG que opera o sistema foi dispensada. Um contrato, desta vez, com a VER TV (de Campos), que não tem tradição de atuação nesse tipo de serviço, foi assinado e outros equipamentos foram instalados. Até hoje não se sabe o custo deste novo contrato. Internamente, afirmam que o padrinho deste novo contrato é oficial do Corpo de Bombeiros, Pascouto, homem de confiança do casal Garotinho.

A ONG que foi dispensada de Campos, mantém atualmente o serviço na cidade de Itaguaí.

Detalhe: o local em que foi assassinado o aluno do IFF contava com o antigo serviço de monitoramento.

Outro detalhe: o equipamento anterior era capaz de captar imagem com exatidão a um raio de até três quilômetros.

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Bombou
02/10/2014 | 09h23

O professor Tarcísio Mota (PSOL), candidato ao governo do estado, não "bombou" apenas na pesquisa Datafolha (aqui), pulando de 3% para 6% após o debate da TV Globo. Ele também ganhou grande repercussão nas redes sociais após a divulgação de fotos vestido, durante o Carnaval, de bailarina, princesa e de outros ícones femininos, como a Mulher Maravilha. A exposição de sua intimidade não causou desconforto. “Não me incomoda. Brinquei Carnaval a vida inteira, e sou fundador de um bloco”, contou.

Numa página no Facebook, a imagem do candidato teve mais de 1.500 curtidas, mas também foi criticada. Ele diz não ter nenhuma fantasia pensada para o Carnaval de 2015, caso fosse eleito governador, mas garante que não deixaria de curtir a folia.“Quem ataca quer problema onde não existe. Prefiro estar de bailarina do que usando guardanapos na cabeça em Paris”, disse, em referência às fotos divulgadas em 2012, nas quais aliados do então governador Sergio Cabral (PMDB) aparecem festejando na companhia de empresários.

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Miguelito já pulou?
29/10/2014 | 07h09

Uma fonte do blog informa que o vereador Miguelito (PP) foi o primeiro a abandonar o grupo que bateu de frente com o deputado federal Anthony Garotinho (PR). Após uma conversa com o líder, Miguelito teria mudado de ideia. Sem Miguelito, os "rebeldes" agora são 10. Agora a Câmara se divide da seguinte forma: 11  vereadores na bancada governista, 10 na bancada independente e 4  na oposição.

A coluna "Ponto Final" de hoje (29) avisou que o primeiro alvo (e mais fácil) seria Miguelito. Tudo indica que as próximas conversas devem ser com os vereadores Genásio (PSC) e Neném (PTB).

"Não sou um vereador de m..." - Em abril, Miguelito soltou os bichos na tribuna da Câmara. Revoltado com os comentários após ele ter sumido do plenário durante uma sessão, ele disparou: “Não estou aqui de brincadeira, não sou um vereador de merda”.

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Prefeitura garante: "não existe rombo de R$ 600 milhões"
30/10/2014 | 02h06

Na última segunda-feira (27) o jornal online Terceira Via publicou matéria informando que "menos de um mês após a eleição que derrotou o candidato ao Governo do Estado Anthony Garotinho, Campos experimenta o mesmo momento turbulento que viveu o ex-governador depois que recebeu o resultado da apuração dos votos no dia 5 de outubro. Segundo informações de fontes ligadas à Secretaria de Governo, do início da campanha eleitoral deste ano até agora foram gastos mais de R$ 600 milhões dos cofres da Prefeitura de Campos – dinheiro público usado na campanha do ex-candidato. Coincidência ou não, pequenas, médias e grandes empresas instaladas na cidade - e que prestam serviços à prefeitura - estão fechando as portas ou tomando empréstimos bancários porque não receberam os repasses que lhes eram devidos".

Ontem (29), dois dias depois, a Prefeitura divulgou nota informando que a matéria é "leviana, inverídica e sem comprovação jurídica". De acordo com a nota, a Prefeitura vai "interpelar juridicamente os autores da reportagem para que iformem suas fontes ou para que apresentem provas".

Sobre as  pendências com os fornecedores, a Prefeitura informa que a culpa é do "dos atrasos dos repasses dos royalties do petróleo". Confira a nota:

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Garotinho quer Crivella no ataque
23/10/2014 | 01h00

Se o senador Marcelo Crivella (PRB) já acenou com uma "bandeira branca", prometendo um debate mais propositivo nesta quinta-feira, na TV Globo, o seu aliado, Anthony Garotinho (PR), avisa que não é hora de mudar o tom. Segundo Garotinho, Crivella tem que continuar no ataque. "Hoje e amanhã serão os últimos dias de propaganda eleitoral na televisão. Logo mais, a Globo transmite o último debate entre Crivella e Pezão. É a hora da decisão. Crivella tem que aproveitar bem essas últimas oportunidades e continuar revelando a verdade sobre Pezão e sua ligação com Cabral", sugere Garotinho.

Na visão de Garotinho, Crivella deve explorar o nervosismo der Pezão. "Pela performance dos debates anteriores Crivella fica mais tranquilo que Pezão, que não consegue esconder o nervosismo. Crivella deve explorar isso. A audiência do debate será com certeza a maior entre todos os debates, além de que terá uma influência grande sobre indecisos", completou.

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Ibope aponta vantagem de Dilma e Datafolha mostra empate técnico com Aécio Neves
25/10/2014 | 06h31
  Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (25) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República: - Dilma Rousseff (PT): 53% - Aécio Neves (PSDB): 47%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo".

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 23, Dilma tinha 54% e Aécio, 46%.

 A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01195/2014.

  Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (25) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República: - Dilma Rousseff (PT): 52% - Aécio Neves (PSDB): 48%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".

De acordo com o Datafolha, a presidente Dilma Rousseff (PT) chega à véspera da votação empatada tecnicamente com seu adversário, Aécio Neves (PSDB). Mas, segundo o instituto, "é maior a probabilidade de Dilma estar à frente". No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 23, Dilma tinha 53%, e Aécio, 47%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01210/2014.
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Pezão e Crivella articulam alianças
06/10/2014 | 01h09

A segunda-feira do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) e do senador Marcelo Crivella (PRB), que agora disputam o governo do Rio, no segundo turno, será decisiva para a campanha dos candidatos. A previsão é de que os dois formem as novas alianças para concorrer a vaga no segundo turno. O PT do Rio deve oficializar ainda hoje o apoio a Crivella. Tudo indica que o deputado federal Anthony Garotinho (PR) também ficará ao lado de Crivella. Em busca de alianças, Pezão também vai conversar com o PT e não descarta conversas com o PR.

Na corrida por apoios, Pezão, que teve 40,57% dos votos válidos, chegou a cancelar a sua agenda desta segunda-feira, quandofaria uma caminhada na Rocinha, a partir das 13h30. Já Crivella, que recebeu 20,26% dos votos dos eleitores fluminenses, está em reunião com a sua coordenação de campanha para definir estratégias para o segundo turno.

Crivella, que após o resultado anunciou que procuraria todos os partidos, deve receber o apoio também de Garotinho. “Vou falar com o Psol, com Garotinho, com Lindberg”, declarou, acrescentando que seus prováveis aliados não irão necessariamente interferir num possível governo. A possibilidade não assusta Pezão: “Antes, eu apanhava dos quatro. Agora, vou apanhar só de um. Tenho ótimo relacionamento com o Lindberg e vou procurar o PT.” Ele acrescentou ainda que vai procurar todos partidos, inclusive o PR de Garotinho.

Presidente do Ibope comenta sobre erro: "Pode ter sido raiva de Garotinho ou voto envergonhado no senador". - O crescimento do senador nas pesquisas não foi detectada nem na boca de urna do Ibope, que cravou 34% para o governador e 28% para Garotinho, que, de fora, recebeu 19,73% dos votos válidos, totalizando 1.576.511. O instituto não acertou a percentagem de nenhum dos candidatos ao governo do estado. “Houve um problema e vamos ter que ver o que aconteceu. Não conseguimos captar este movimento do Crivella. Pode ter sido raiva de Garotinho ou voto envergonhado no senador. No entanto, temos de admitir nosso erro e apurar o que aconteceu”, considerou o presidente do instituto de pesquisas Ibope, Carlos Augusto Montenegro.

Brancos, nulos e abstenções - Dos 12,1 milhões de eleitores, 20,11% (2.440.581) não compareceram às urnas. Em 2010, 21,03% dos eleitores faltaram. Ao contrário do que se esperava, após as manifestações de junho do ano passado, não houve diferença significativa nos votos brancos (6,12%) e nulos (11,44%). No último pleito presidencial, 11,39% votaram nulo; e 6,13%, branco. Fonte: O Dia 
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Magal: "Marinéa não tem autoridade para barrar vereador"
08/10/2014 | 12h49

O vereador Jorge Magal (PR) usou a tribuna durante a sessão de hoje (08) e se posicionou ao lado da bancada de oposição, defendendo a entrada dos vereadores nas escolas municipais. "Não sei quem teve a ideia de barrar os vereadores. Se foi a secretária Marinéa, é bom dizer que ela não tem autoridade para barrar vereador. Espero que isso seja revisto e os direitos dos vereadores, da oposição ou da situação, sejam respeitados", afirmou Magal.

O vereador Paulo Hirano (PR), líder do governo na Câmara garantiu que o documento que proíbe a entrada dos vereadores, distribuído nas escolas, não tem valor. "Acho que esse assunto está superado. Não há nada que impeça a entrada dos vereadores", frisou.

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Thiago Virgílio abandonou os "independentes"
31/10/2014 | 02h43

O pit bull rosa, que chegou a rosnar, voltou para o quintal rosáceo. Além dos vereadores Miguelito (PP) e Neném (PTB), agora foi a vez de Thiago Virgílio (PTC) abandonar o grupo dos  "independentes". Se no início eram 11, conforme o blog "Opiniões", do jornalista Aluysio Abreu Barbosa, divulgou (aqui), agora são 8. E tudo indica que vai ter mais gente pulando do barco. Evitando que a eleição da nova Mesa Diretora ocorresse na última quarta-feira, o deputado federal Anthony Garotinho (PR) ganhou tempo para conversar com calma e oferecer um "carinho especial" aos rebeldes. Agora, terá caminho livre para reeleger o presidente da Casa, Edson Batista (PTB).

No momento ele ainda tenta apagar um incêndio que pode atrapalhar a votação do Orçamento.

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Crivella vota e comenta sobre pesquisas: "Vão errar de novo"
26/10/2014 | 12h00
[caption id="attachment_28845" align="aligncenter" width="496"] Foto: Carlo Wrede / Agência O Dia[/caption]

Ao lado da esposa, da nora e dos filhos, o candidato ao governo do Estado do Rio pelo PRB Marcelo Crivella votou, às 9h deste domingo, no Clube Marimbás, no Forte de Copacabana, no bairro da Zona Sul do Rio. Ao sair, o candidato disse que estava confiante na vitória.

"Estou confiante na vitória e nós vamos vencer essa eleição no segundo turno. Vai se difícil, mas acho que vai dar pra vencer", afirmou Crivella. O candidato ainda comentou a disputa ao Palácio da Guanabara, que contou com pouco tempo de propaganda na TV. "Dificílima com um partido só, com poucos recursos e no segundo turno graças a Deus com 10 minutos a gente pôde passar de 20% que tínhamos para 50% ou quase isso. Então temos muita chance, muita probabilidade de ganhar a eleição", disse o candidato.

Na noite da última sexta-feira, fiscais do Tribunal Regional Eleitoral lacraram uma Igreja Universal do Reino de Deus, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, após encontrar material de campanha de Crivella. O candidato comentou o caso: "Decisão da Justiça não se discute, se cumpre. Então se cumpriu", disse.

Crivella afirmou que não sabia da existência do material na unidade da Universal na Baixada Fluminense e aproveitou para atacar o seu concorrente, o candidato Luiz Fernando Pezão. "Sabia? Claro que não. Sempre em todas as campanhas eu peço que as igrejas não façam política. O Pezão fez isso, foi a todas as igrejas, botou pastor na propaganda coisa que eu nunca fiz. Aconteceu agora são coisas alheias ao candidato", comentou Crivella.

Pesquisas - Crítico do resultado das pesquisas eleitorais, Marcelo Crivella afirmou que elas irão errar. "Eu acho que as pesquisas vão errar de novo. Erraram em todo o Brasil", falou o candidato. "Hoje tem que ser um dia de alegria, de felicidade, dia da democracia tem que ter paz e votar no candidato que a gente quer. Essa coisa de tentar fazer guerra de religião não dá certo. Tem muito evangélico que vota no Pezão. Muito católico vota em mim. Isso é próprio da democracia e da natureza do processo político", comentou o candidato.

Fonte: O Dia 

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Bruno Dauaire agradece e cita Wladimir como "gerador da vitória"
06/10/2014 | 11h59
Após conquistar uma cadeira na Alerj, Bruno Dauaire (PR) evitou tecer muitos comentários na noite de ontem (05) sobre o resultado. Hoje (06), no Facebook, ele fez um agradecimento e frisou a importância de Wladimir Garotinho em sua campanha. "Quero agradecer a Deus em primeiro lugar. Talvez eu não seja capaz de enumerar quantas emoções juntas vivo neste momento. Confesso que estou dividido entre a alegria do nosso resultado e a tristeza de não ter um dos maiores responsáveis pela minha vitória, o nosso candidato a governador Garotinho, por tão pouco, disputando o segundo turno. Quero agradecer aos eleitores e lideranças de todos os municípios que me deram 35.645 votos, me fazendo o mais votado da região Norte e Noroeste. Obrigado à minha militância incansável, a minha família, cujo sobrenome Dauaire sempre abriu portas para mim. Em especial deixo o meu abraço ao meu amigo, irmão, companheiro e gerador desta vitória, Wladimir Garotinho, que junto com seus amigos e lideranças foram incansáveis. Faço questão de dizer muito obrigado a cada um. Mais que agradecer, quero afirmar a cada cidadão que este mandato é nosso. Depois de fazer minha primeira visita do dia na casa do meu avô, o ex-deputado Alberto Dauaire, vou, junto com minha esposa, tirar o dia para matar a saudade da minha filhinha Antônia. Obrigado amigos!", postou Bruno.
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Gerp: Crivella perde pontos e Pezão empata tecnicamente
24/10/2014 | 11h53

O instituto Gerp, que no início deste segundo turno mostrou  Marcelo Crivella (PRB) liderando com folga (aqui), agora já aponta uma queda do senador e o crescimento do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). Se no último dia 17 (aqui) a pesquisa mostrava Crivella com 55% e Pezão, com 45%, agora o quadro é outro. De acordo com o levantamento divulgado hoje pelo Grupo Record, Crivella caiu quatro pontos e ficou com 51%. Já o governador Pezão cresceu quatro pontos e chegou a 49%. Levando em consideração os votos totais, de acordo com o Gerp, Crivella tem 40% das intenções de voto e Pezão, 39%. Eleitores indecisos totalizam 11% dos entrevistados e votos brancos ou nulos somam 10%. Na pesquisa divulgada no dia 11 de outubro Crivella tinha 44% e Pezão, 36%.

Crivella exaltou instituto - Nos seus últimos programas na TV Crivella destacou as pesquisas do Gerp, que mostravam sua liderança com folga, e criticou os institutos Ibope e Datafolha. Já Pezão dizia que as "pesquisas contratadas por Crivella não estavam batendo com a realidade" e, por isso, o adversário "andava meio desesperado".

Entre os dias 22 e 23 de outubro, o instituto ouviu 1.300 pessoas no estado do Rio de Janeiro. A margem de erro da pesquisa é de 2,77 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no TRE-RJ com o número 00074/2014.

Rejeição - A pesquisa mostra que o índice de rejeição do candidato Luiz Fernando Pezão é de 25%, enquanto o senador Marcelo Crivella aparece com 22%.

Perfil do eleitor - De acordo com o instituto Gerp, Crivella tem maior aprovação entre os eleitores mais jovens. O levantamento mostra que o senador é o preferido entre os entrevistados que tem entre 16 e 34 anos. Pezão é o candidato dos eleitores mais velhos e tem vantagem sobre o adversário entre os que têm de 35 a 44 anos e 60 anos ou mais.

Erros e acertos - No dia 30 de setembro uma pesquisa do instituto Gerp mostrou (aqui) o governador Luiz Fernando Pezão liderando com 25% e Crivella empatado com Garotinho (20% cada um). Na ocasião, o portal R7, da Record, apontou um empate técnico entre os três candidatos. Porém, o resultado do primeiro turno mostrou Pezão com 40,57% dos votos e Crivella com 20,26%. Garotinho ficou na terceira posição, com 19,73%. Ou seja, o instituto acertou os números de Garotinh0 e Crivella, mas errou em relação a Pezão.

Fonte: Portal R7

Pesquisas Ibope e Datafolha - Se a pesquisa do Gerp aponta um empate técnico, os levantamentos divulgados ontem pelos institutos Ibope e Datafolha mostram o governador Pezão liderando com dez pontos à frente de Crivella. Veja aqui 

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Garotinho vota e dispara contra urnas eletrônicas
26/10/2014 | 12h41

O deputado federal Anthony Garotinho (PR) votou no Ciep da Lapa e aproveitou para comentar sobre as urnas eletrônicas. "Se esse sistema fosse tão seguro, outros países teriam adotado. Sem possibilidade de conferência, é como se fosse no escuro. Recebi e encaminhei uma denúncia sobre um suposto esquema para desviar 25% dos meus votos", comentou Garotinho.

Ao lado da prefeita Rosinha (PR), Garotinho também disparou contra a compra de votos. "O nosso partido em Campos, através do presidente Kellinho, encaminhou à Polícia Federal os nomes dos compradores de voto e os locais. Vamos ver se as providências serão tomadas", afirmou o deputado.

Sem apostar na vitória de Crivella, Garotinho completou: "O resultado vai ser o que Deus desejar ".

*Com informações da rádio Continental 

 
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Terceirizados sem salário
16/10/2014 | 02h05

A empresa Biomed, que faz parte do pacote milionário de terceirizações da Prefeitura de Campos, atrasou novamente os salários das auxiliares de creche. De acordo com uma fonte que entrou em contato com o blog, a empresa alega que a Prefeitura ainda não repassou a verba. Esta não é a primeira vez que o atraso ocorre. Em julho deste ano os terceirizados da Biomed chegaram a ensaiar uma greve.

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"Meninas de Guarus": o que há além das notícias e dos pré-julgamentos?
19/10/2014 | 03h51
Meninas de Guarus – Um caso sórdido, mas faltando ingredientes  Por Esdras Pereira 

"Nesse sórdido caso das “Meninas de Guarus”, tanto faltam quanto sobram ingredientes. Essa história é composta por pedofilia, drogas, homicídio, poder e extorsão; esse último, um quesito vital que precisa ser minuciosamente investigado para que a justiça seja feita em sua plenitude, não foi sequer citado pelos afobados “repórteres” artesanais de internet, ignorando que ele cria fortes suspeitas sobre a veracidade de alguns depoimentos que poderiam ter sido manipulados e, eventualmente, utilizados para fins escusos por quem deveria fazer cumprir a lei, e não servir-se dela.

O caso é escabroso e formado por vários crimes com gravidades diferentes. Colocar todos os envolvidos no mesmo saco é uma atitude temerária, pois mesmo que a inocência de alguns réus de hoje seja provada amanhã, o mal já estará feito e será irreparável. Por isso o indispensável segredo de justiça, ou, pelo menos, o respeito ao contraditório, a defesa, deveria ser amplamente observado por todos que noticiam os fatos, sejam eles amadores ou não.

Como um dos primeiros a apurar profundamente essa sórdida história, sempre me reservei o direito de não publicar os nomes daqueles que não houvessem sido indiciados como integrantes ativos da quadrilha, como o chefe dela preso em flagrante.

Através da Revista Somos Assim ou dessa coluna na Folha da Manhã, sempre clamamos que fosse feita justiça nesse caso, estranhamente dormitando por tempo excessivo em algum escaninho do judiciário. Esse despertar em novas mãos me traz a esperança de que a justiça finalmente será feita, mas que seja realmente justa, excluindo quem possa ter sido injustamente incluído e incluindo aqueles que possam ter sido excluídos de forma pouco recomendada. Como já dizia meu avô, cautela e chá quente não fazem mal a ninguém…"

Fonte: Blog do Esdras Pereira (aqui) _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ [caption id="attachment_28578" align="alignleft" width="162"] Gustavo Matheus[/caption]

Por Gustavo Matheus: 

Muita calma nessa hora

O mais sensato talvez fosse ficar quieto e deixar o vendaval de desinformações, pré-julgamentos e análises distorcidas assentar, mas infelizmente não consigo. Sei também que não sou a pessoa mais imparcial para comentar o que considero uma tremenda covardia, e um carnaval de interesses, para atingir um político que vivia um momento ascendente em sua carreira, mas ninguém que o conhece jamais será.

A situação é delicada, já que o caso Meninas de Guarus repugna qualquer um. Trata-se de um aglomerado de crimes hediondos e perversos, cometidos pela escória dos marginais, que ultrapassam a sensibilidade de toda gente da comunidade. Porém, independente do nosso sentimento de revolta, não podemos ser levianos. Alguns abutres com agenda política sobre o caso insistem em promover uma pública crucificação, bem precoce. Os mais lúcidos precisam interferir e analisar com calma. Até porque, não há dúvidas de que a situação virá a ser esclarecida em breve. Infelizmente, a mácula atrelada à imagem de Nelson Nahim já foi feita, e não há juiz ou júri que o inocentem do preconceito popular. Sequer sabemos qual seria a sua suposta participação no escândalo, se é que houve alguma, e ainda assim algumas pessoas não hesitam em bradar “pedófilo”. Nelson é um político respeitado, mas antes disso é um pai, marido, avô, irmão, tio e filho. E com este movimento circense promovido por alguns, as pessoas acabam se esquecendo de que quem mais sofre é a família.

Sem um julgamento e, muito menos uma condenação, não há culpado. E deste nefasto episódio ainda virão muitos esclarecimentos à superfície. Só espero, de coração, que esta não seja apenas uma agenda para prejudicar alguém que vinha numa crescente na região, como principal personagem da oposição junto com outros nomes, e que estes crimes hediondos, praticados por covardes, sejam apurados com afinco. A investigação não pode recuar agora. Não interessa o nome de quem esteja no tal inquérito, a justiça tem que ser feita em sua plenitude. Fazer pose, transformar a situação em um circo político, é fácil. Quero ver mesmo é esse imbróglio chegar ao fim, com os criminosos, os verdadeiros criminosos, respondendo pelos seus crimes. A justiça tem que ser feita. O ministério público não pode se dar por satisfeito, pois houve de tudo até agora, durantes estes cinco anos, menos justiça.

Artigo publicado na edição de hoje (19) na Folha e no blog "Opiniões" (aqui).

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Concurso da Câmara: uma novela previsível
30/10/2014 | 12h22

Em janeiro de 2013 publiquei um artigo na Folha intitulado “Quem quer anular o concurso da Câmara?” (aqui). Na ocasião, comentei que, em política, o mais importante não é o que dizem. As verdades estão cuidadosamente escondidas entre palavras, atitudes, gestos e, principalmente, silêncios. Afirmei que toda polêmica envolvendo a gestão passada e a atual ia muito além de supostos “erros grosseiros” e  troca de farpas entre adversários que eram aliados e aliados que se transformaram em adversários.

No artigo de 2013 previ duas jogadas do tabuleiro político: “O grupo governista vai apontar falhas do ex-presidente da Câmara de Campos, Nelson Nahim, com o seguinte objetivo: anular o concurso realizado durante a gestão dele. Mas o que ganharia o grupo de Garotinho com a anulação do concurso? Para eles, seria uma forma de atingir dois alvos com apenas um disparo. Além de desgastar Nahim, a ideia é barrar a entrada do advogado José Paes Neto, que passou em primeiro lugar. Para quem não se lembra, José Paes é o autor da ação popular que barrou as terceirizações do Reda em agosto do ano passado. Na época, o governo municipal, através de nota oficial e de manifestações individuais de seus membros – inclusive de Garotinho, proferiu uma série de ataques ao advogado. Agora, alguns meses depois, é hora de mostrar quem tem o poder nas mãos”.

Jogadas de 2013 — Sem conseguir anular o Concurso, as peças foram posicionadas da seguinte forma: O vereador Thiago Virgílio (PTC) iniciou uma investigação da gestão de Nahim e a Câmara, presidida por Edson Batista (PTB), desclassificou José Paes Neto (1º colocado), com a alegação de que ele não entregou todos os documentos solicitados.

Jogada de 2014 - Para demonstrar que não estava "dormindo", a Câmara criou em janeiro deste ano (aqui) um Grupo de Trabalho para apurar a situação dos aprovados que foram desclassificados do concurso da Casa. Muitos meses se passaram e a novela foi se arrastando com capítulos repetitivos. Os governistas que dominavam o grupo decidiram, mais uma vez, que a culpa era dos concursados e da gestão passada. Já a oposição, que também fazia parte do Grupo, com os vereadores Fred Machado (SDD) e Rafael Diniz (PPS), protestou contra os velhos argumentos e cobrou mais transparência.

Fim do jogo? - Em seu blog (aqui), o advogado José Paes Neto informa que no próximo dia 05 de novembro termina a validade do concurso público. Até o presente momento, nenhum dos 29 candidatos aprovados foi convocado para tomar posse, apesar de inúmeras decisões judiciais determinando a nomeação.  "A comissão criada para apurar os eventuais e inexistentes problemas do concurso até hoje, apesar do fim do prazo inicialmente concedido, não apresentou relatório conclusivo. Apenas os vereadores Rafael Diniz e Fred Machado, para cumprimento das suas atribuições, apresentaram relatório paralelo, apontando a inexistência de empecilhos para convocação dos aprovados. Nos próximos dias, a Câmara inaugurará sua escola de gestão. Diante disso, indaga-se: Quem serão os servidores que atuarão nesse novo órgão?" indagou José Paes.

Oposição protesta e presidente tenta se explicar - Durante a sessão de ontem (29)  o vereador Rafael Diniz (PPS) voltou a cobrar uma posição sobre os aprovados do concurso da Câmara. “São muitas perguntas e poucas respostas. Os concursados merecem respeito”, disse Rafael, que ouviu o presidente da Câmara, Edson Batista, colocar a culpa na “gestão passada” e na "ausência de exames e documentos". A explicação não convenceu. “Respeito o presidente, mas essa Câmara já teve quase dois anos para convocar e não convocou. Além disso, os exames só poderiam ser feitos se os aprovados fossem convocados. Sobre os documentos, eles possuem comprovantes garantindo que entregaram”, completou Rafael Diniz.

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Romário reforça o time de Pezão
12/10/2014 | 02h33
[caption id="attachment_28429" align="aligncenter" width="559"] Foto - Alexandre Cassiano / Agência O Globo[/caption]

Conforme este blog informou na última terça-feira (aqui), após um palpite certeiro da coluna "Ponto Final"  (aqui), o senador eleito Romário (PSB), que recebeu mais de 4,6 milhões de votos, reforçou o time do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). No anúncio oficial, que ocorreu neste domingo (12) em um hotel da Barra da Tijuca, Romário disse que Pezão se comprometeu a atender três pontos do programa dele: criação de centros de diagnóstico de pessoas com doenças raras e deficiência, investimento no esporte para crianças em áreas carentes, e combate às drogas com ênfase no crack. Segundo Romário, Pezão pode contar com o apoio dele no Senado. "São propostas que vêm a favor do que acredito que um bom governador pode fazer. Ele terá em Brasília um senador da república parceiro do estado", disse Romário, que foi procurado pelo senador Marcelo Crivella (PRB), mas optou pela aliança com Pezão.

O ex-jogador já gravou depoimento para o programa eleitoral gratuito e vai participar de algumas agendas de campanha na rua. O primeiro evento previsto é uma carreata em São Gonçalo, no próximo sábado. Romário ressaltou que o apoio é "única e exclusivamente a Pezão" e negou que tenha se aliado ao governador com o objetivo de receber o apoio do PMDB na disputa pela prefeitura do Rio, em 2016. "Fui eleito para um mandato de oito anos. Hoje posso afirmar que meu pensamento está voltado para isso (cumprir o mandato)", afirmou.

O candidato do PMDB disse que era uma alegria receber o apoio e prometeu ajudar a realizar os sonhos  e compromissos de Romário com o eleitorado. Durante o encontro, Pezão brincou com o ex-jogador. Disse que Romário só deu tristezas a ele no futebol, porque nunca jogou no seu time, o Botafogo. "Você me fez sofrer e agora me dá essa alegria de me apoiar no segundo turno. É um prazer receber esse apoio da nova liderança política no estado", disse Pezão.

Crivella evita comentários - O senador Marcelo Crivella reagiu ao anúncio de Romário com absoluto silêncio e não comentou os novos contornos que a disputa pode ganhar.

Romário recebeu quase tantos votos quanto Pezão e Crivella juntos - O deputado federal Romário (PSB) foi eleito com uma votação surpreendente para o Senado. Com 100% das urnas apuradas, o ex-jogador somou 4.683.963 votos (63,43% dos votos válidos). O montante causa mais espanto quando comparado à eleição para governador: Romário teve quase o mesmo número de votos que Pezão e Crivella somados (4.861.678).

A Folha Online publicou a notícia (aqui).

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Debate começa com propostas e termina com troca de farpas entre Pezão e Crivella
23/10/2014 | 10h46

Apesar de terem firmado um pacto para evitar ofensas e ataques pessoais, os candidatos ao governo do Rio protagonizaram cenas bélicas, no último debate das eleições, exibido nesta quinta-feira (23) na Rede Globo. Um primeiro bloco mais ameno, em que a gestão do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) e de se seu antecessor, Sérgio Cabral (PMDB), foi todo o tempo questionada por Marcelo Crivella (PRB), foi sucedido por outro, repleto de troca de acusações e de ofensas. O clima azedou quando Pezão chamou Crivella de mentiroso. Se referia a dados citados pelo senador sobre gastos de Saneamento no estado. O candidato do PRB dissera que os gastos do governo Cabral com Saneamento (R$ 330 milhões) era quase equivalente a verba para publicidade (R$ 309 milhões), em 2013. "O convívio com Garotinho está muito ruim. Você esta mentindo igual a ele", disse Pezão, questionando o dado apresentado por Crivella, e associando-o ao ex-governador Anthony Garotinho (PR), adversário de ambos no primeiro turno, e, agora, aliado do senador.

Pacto durou pouco - Crivella voltou a citar o encontro entre secretários do governo Cabral e empresários, em Paris, onde foram fotografados em uma comemoração, usando guardanapos na cabeça. O senador fora perguntado sobre segurança, quando atacou: "A questão da segurança depende muito de um governador não estar em escândalos, de um governador não ir fazer dança na boca da garrafa ou com guardanapo na cabeça em Paris, se promiscuindo com empresários. Porque se não, você não tem moral. A Polícia Militar, parte expressiva dela, virou milícia. Vocês perderam o controle. Precisamos mudar a política que está aí. A mudança é tirar o PMDB", disse Crivella.

"Você (Crivella) é testa de ferro do Edir Macedo" - Pezão reagiu, usando a estratégia central de sua campanha no segundo turno: associar Crivella ao fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, bispo Edir Macedo: "Perguntei sobre segurança e você veio com ataques. No meu governo, mando eu. O espelho da corporação vai ser eu. Você quer botar o bispo Macedo, de quem você é testa de ferro. Você falou de tudo, menos de segurança. A tropa vai ser meu espelho. Aqui não vai ter Edir Macedo nem testa de ferro, que você é", disse o governador.

Clima bélico - Daí para frente, o clima do debate, dividido em três blocos, se tornou bélico. Crivella devolveu, em tom jocoso, com uma acusação: "Pezão, infelizmente você perdeu o juízo. Você não quer discutir política com corrupção, porque sabe que você faz parte de um governo corrupto. E quer misturar com religião. Se sou testa de ferro do Macedo, se ele tem tanto poder, porque que não botou dinheiro na minha campanha? Por que eu tive que andar e dirigir sozinho na minha campanha? Por que minha campanha foi tão sem recurso, por que eu não tive dinheiro para comprar 17 partidos, dar estrutura a eles, como fez o Pezão?", indagou Crivella.

Casas da família Crivella nos Eua - O governador fez ataques ainda mais diretos, ao falar dos imóveis da família do senador no exterior (sua mulher, Sylvia Crivella, tem dois apartamentos em Miami, nos Estados Unidos), e de supostas contas em paraísos fiscais. Pezão sustentou que, como engenheiro da Emop, ele não teria renda para ter as supostas contas e para ter comprado um canal de TV. Na época, Crivella ainda não era senador. "É importante você me respeitar, porque tenho 32 anos de vida pública e sou ficha limpa, como você. Você que tem que explicar por que você tinha contas e empresas em paraísos fiscais. Explicar como comprou um canal de TV com o salário da Emop", disse Pezão.

O senador sustentou que a investigação em torno da empresa fora arquivado, segundo ele, “há mais de 25 anos”. Disse ainda que Pezão teria sido citado na operação Lava-Jato, que investiga escândalos na Petrobras. "Imagine eleger um governador e amanhã ou depois ter problemas na Polícia Federal, com contas descobertas no exterior. Você que está pregando o ódio, você que começou neste debate me chamando de mentiroso", acusou Crivella.

Ao citar as casas da família do adversário no exterior, o governador afirmou que tem apenas uma conta bancária. E pediu novamente explicações ao senador: "Você que tem que explicar porque não está na sua declaração do Imposto de Renda o empréstimo que você pegou no Banco do Brasil para comprar residências no exterior. Você representa a organização Universal. É um perigo para este estado ter os programas sociais e as verbas todas no controle do bispo Macedo, que você representa", disse Pezão.

Em resposta à pergunta de Pezão sobre transporte público, Crivella disse que, caso eleito, vai tirar das agências reguladoras indicações de políticos. Crivella voltou a dizer que há influência “enorme” dos empresários na classe política. Crivella citou o caso de coronéis do Estado Maior envolvidos em esquemas de cobrança de propina. "Parte da polícia, não toda, virou milícia".

As UPPs, principal vitrine do governo que Pezão herdou de Cabral, foram alvejadas pelo senador, logo no primeiro bloco. Ao responder a pergunta de Pezão sobre as unidades de Pacificação, Crivella atacou: "A UPP deve continuar, mas não pode sofrer por ambições eleitoreiras, pelo desespero por voto", opinou Crivella. Já Pezão prometeu continuar com a instalação e UPPs em diversos pontos do estado.

Detector de mentiras? - No terceiro bloco, dedicado às considerações finais, foi marcado por um som estridente de um alarme, que disparou disparou duas vezes no estúdio. Primeiro na volta do intervalo. E, em seguida, interrompendo as considerações finais de Pezão. Os convidados começaram a gritar, como numa torcida, e foram repreendidos pela apresentadora. Nas redes sociais alguns gaiatos afirmaram que se tratava de um detector de mentiras.

Fonte: O Globo 

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TRE-RJ: 15 candidatos são presos por crimes eleitorais
05/10/2014 | 01h10

De acordo com o último balanço divulgado pelo TRE-RJ, 162 pessoas foram presas cometendo crimes eleitorais neste domingo, dia de votação. Entre os presos estão 15 candidatos que buscam se eleger. Mais de 400 urnas eletrônicas precisaram ser substituídas após apresentarem problemas. Cinco candidatos foram presos na capital. Dr. João Baptista (PT), Bombeiro Nascimento (Pros), o candidato a deputado federal Marcelo Borges (PDT) e Mauricio Araujo (Solidariedade), que disputa o cargo para deputado estadual. O vereador Marcelino de Almeida (Pros) fugiu correndo de uma subtenenente após receber voz de prisão em Padre Miguel. Segundo a PM, ele estava transportando material de campanha de um candidato.

Em Niterói, onde a votação acontece com a biometria, os eleitores estão enfrentando longas filas. "O processo biométrico é mais lento porque quando há dificuldade na coleta da digital, a conferência é de até 8 vezes. Se depois de 8 vezes lançada a digital do eleitor tiver ainda sem habilitação, o presidente, com a senha, habilita aquele voto. E isso demora mesmo".

De acordo com a PM, foram apreendidos um milhão de panfletos, um carro de som, dois veículos e 500 kits de lanches que seriam distribuídos para cabos eleitorais. Cinco comitês eleitorais foram fechados.

Em Campos, o juiz Paulo Assed Estefan, em entrevista à Continental, informou que a eleição transcorre normalmente. "Por enquanto o clima é de tranquilidade", comentou.

Atualização às 15h25 - Um novo balanço do TRE informa que mais dois candidatos foram presos.

570 urnas substituídas

Prisões – 300 em todo o estado (17 candidatos)

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Metamorfose ambulante
21/10/2014 | 12h56

O pastor Silas Malafaia apareceu sábado no programa de TV de Luiz Fernando Pezão descendo a borduna na igreja Universal (veja a primeira parte do vídeo aqui). Seus adversários, no entanto, já começaram a explorar a contradição do pastor na TV (Veja a partir de 1 minuto e 10 segundos). Em 2010, Malafaia pediu votos para Crivella na TV chamando-o de “pastor abençoado”. Um ano antes, mais elogios no programa de Raul Gil na Record. “Meu amigo. Admiro você (…) pelo espírito conciliador”.

Assim como em 2012, Malafaia recebeu Crivella em seu programa de TV no maior clima de camaradagem (Veja o vídeo aqui).

Fonte: Radar Online

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Cofre aberto: empreiteiros, terceirizações e publicidade
31/10/2014 | 12h32

Do blog Eu Penso que/Ricardo André Vasconcelos (aqui): 

Com a entrada dos R$ 51 milhões referentes aos royalties do petróleo nos cofres municipais na última sexta-feira, 24, o governo Rosinha liberou, na segunda-feira, dia 27, o pagamento aos principais fornecedores da Prefeitura. Dona do maior contrato mensal com a Prefeitura de Campos, a Vital Engenharia, recebeu cerca de R$ 8, 5 milhões referentes aos serviços de limpeza prestados em Julho de 2014. Ou seja, a despeito de garantir que não há atrasos no pagamento dos fornecedores, a PMCG está pagando à sua maior fornecedora  90 dias após a prestação dos serviços. Veja outros pagamentos efetuados nos dias 27 e 28, segundo consta no detalhamento de despesas do Portal da Transparência (aqui) e que consumiram mais da metade dos recuros recebidos de royalties.

Empresas de publicidade (M3M e STAFF) R$ 800 mil.

Nova Rio Servs gerais. R$ 4.054.318, 54 Portlimp Com e Serv. R$ 254.655,10 Portlimp Com e Serv. R$ 254.655,10 Biomedico Center R$ 1.106.663, 64 (auxiliar de creche) Claer Serv. Gerais   R$    871.068, 95 Limfort Serv. De Segurança R$ 905.320.55 Lumentech (locação de veículos) R$ 661.921,41 Denjud refeições coletivas R$ 300.992, 59 Denjud refeições coletivas R$ 459.208, 17 Denjud refeições coletivas R$ 506.670.54 Emec Obras e Serv. R$ 1.458.399, 01 PCE Projetos e Consult. R$ 1.516.524, 75 Inovaluz Gestora de Iluminação R$ 904.321, 60 Aço Forte (mobiliário urbano) R$ 1.267.406, 04 Prime Adm (aluguel de ambulâncias) R$ 777.494, 49

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Pezão: "Não sou testa de ferro de uma organização"
14/10/2014 | 10h17

O governador e candidato à reeleição, Luiz Fernando Pezão, (PMDB) voltou a atacar seu adversário na disputa pelo Palácio Guanabara, Marcelo Crivella (PRB). Questionado sobre o tom dos últimos programas eleitorais na televisão onde a relação entre Crivella e a Igreja Universal foi amplamente explorada, Pezão disse que a população tem que saber o que está "atrás da candidatura" do opositor. "Minha aliança é muito clara. Não sou testa de ferro de ninguém. Não sou testa de ferro de uma organização. Então é isso que a gente está mostrando, o que representa essa candidatura, a quem está servindo", atacou Pezão, ao sugerir as relações entre Crivella e a igreja. E continuou, ao criticar o fato de no primeiro turno tanto o candidato do PRB quanto os outros adversários terem explorado o fato de Pezão ter sido vice de Cabral. "A minha aliança é de partidos. Não é uma aliança como a dele", alfinetou.

Fonte: O Dia 

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Alerj: João Peixoto e Bruno Dauaire entre os eleitos
05/10/2014 | 09h31

Com seu estilo "mineirinho", o deputado estadual João Peixoto (PSDC) conseguiu se reeleger e conquistou o seu quinto mandato na Alerj. Ele obteve 31.243 mil votos. Com o apoio de Wladimir Garotinho, Bruno Dauaire (PR) também se elegeu. Bruno obteve 35.645 mil votos.

O blog "Ponto de Vista", do Christiano Abreu Barbosa publicou nota sobre os vitoriosos da região (aqui)

Para a Câmara Federal foram eleitos Paulo Feijó (PR) e Clarissa Garotinho (PR), que foi a mais votada em Campos.

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Datafolha e Ibope mostram Pezão com 10 pontos à frente de Crivella
23/10/2014 | 07h05

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (23) mostra os seguintes percentuais de intenção de votos válidos na corrida para o governo do Rio de Janeiro no segundo turno:

Luiz Fernando Pezão (PMDB) - 55% Marcelo Crivella (PRB) - 45%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos em branco, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

Votos totais - Se forem incluídos os votos em brancos e nulos e os dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

Luiz Fernando Pezão (PMDB) – 46% Marcelo Crivella (PRB) – 38% Em brancos/nulo/nenhum – 10% Indecisos – 6%

Número para confirmar ou anular o voto - Foi perguntado aos eleitores qual o número eles vão digitar na urna eletrônica para confirmar ou anular seu voto para governador. A pesquisa mostra o seguinte resultado:

Menções corretas: 72% Não sabe o número do candidato: 23% Menções incorretas: 3% Não sabe como anular o voto: 3%

Decisão de voto - Apresentados os dois candidatos que estão na disputa pelo governo do Rio, a pesquisa perguntou aos eleitores sobre sua decisão de voto. Os percentuais são os seguintes:

Luiz Fernando Pezão: 

Votaria com certeza: 41% Talvez votasse: 22% Não votaria de jeito nenhum: 36% Não sabe: 1%

Marcelo Crivella: 

Votaria com certeza: 36% Talvez votasse: 21% Não votaria de jeito nenhum: 42% Não sabe: 1%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 22 e 23 de outubro, com 1.554 entrevistados em 38 municípios. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de três pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número RJ-00075/2014 e BR-01162/2014.

Pesquisa - Ibope  Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (23) também mostrou Pezão com 55% contra 45% de Crivella. Votos Válidos: Luiz Fernando Pezão (PMDB) - 55% Marcelo Crivella (PRB) - 45% A pesquisa foi encomendada pela TV Globo. No levantamento anterior do instituto, divulgado na segunda-feira (20), Pezão tinha 56% e Crivella, 44%. Votos totais Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são: Luiz Fernando Pezão (PMDB) - 46% Marcelo Crivella (PRB) - 37% Branco/nulo – 12% Indecisos – 5%

O Ibope fez a pesquisa entre os dias 20 e 22 de outubro. O instituto ouviu 2002 eleitores. A margem de erro é de dois pontos, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número RJ-00076/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR 01164/2014.

Fonte: G1

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Pezão gasta sola de sapato e caminha 8km até o local de votação
05/10/2014 | 11h00
[caption id="attachment_28049" align="aligncenter" width="496"] Pezão caminhou com sua esposa até local de votação em Piraí, no Sul Fluminense Foto: Ernesto Carriço / Agência O Dia[/caption]

O governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), que busca à reeleição no Estado, faz uma verdadeira 'maratona' para votar em Piraí, no Sul Fluminense. O candidato caminha cerca de oito quilômetros do Centro até o bairro de Ribeirão das Lajes, onde fica a sua zona eleitoral. Antes, Pezão tomou café da manhã com a sua esposa Maria Lúcia e a acompanhou até o Centro do município, onde ela votou. O candidato, que seguiria logo após votar para a capital fluminense, mudou a agenda e só vai voltar na parte de tarde.

Na hora de entrar na cabine de votação, o governador percebeu que havia esquecido a 'cola' e voltou para buscá-la com a esposa, Maria Lúcia. Depois, parou em um conhecido bar da região, tomou cerveja e jogou buraco. “Esse é o dia mais feliz da minha vida. Desejo boa sorte a todos os candidatos, embora tenham me criticado duramente durante toda a campanha”, disse.

Pezão não quis falar sobre o segundo turno. Ele disse que vai aguardar até o fim da apuração, por volta das 20h. Afirmou que, se tiver segundo turno, vai começar a trabalhar hoje mesmo, sem descanso. “Vamos nos pendurar nos telefones para fazer alianças com outros partidos”, revelou.

[caption id="attachment_28106" align="aligncenter" width="496"] Após votar, o candidato parou no bar Zé Luiz Grill, tradicional quiosque da cidade, onde tomou cerveja e jogou buraco com amigos[/caption] Fonte: O Dia 
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Pezão vota em Piraí e diz ter apenas se defendido de ataques no segundo turno
26/10/2014 | 12h33

[caption id="attachment_28850" align="aligncenter" width="447"] Luiz Fernando Pezão com a mulher e a mãe na saída de seção eleitoral - Pablo Jacob / Agência O Globo[/caption]

O candidato à reeleição Luiz Fernando Pezão (PMDB) votou por volta de 11h15, na escola municipal de Ribeirão das Lajes, em Piraí, e, ao sair da seção, falou sobre a estratégia de defesa que disse ter usado no segundo turno. "Eu acho que fizemos uma campanha propositiva, eu fui atacado o tempo todo e questionado sobre minhas alianças. No segundo turno, eu apenas me defendi dos ataques que meu adversário fazia. Por que ele (Marcelo Crivella, candidato pelo PRB) fazia ataques a mim e, na hora do debate, vinha com aquela calma e postura de pastor que sabe se impor. Eu queria mostrar o que estava por trás disso", disse Pezão, que foi votar acompanhado dos pais, da mulher, Maria Lúcia, e de uma sobrinha.

Antes de chegar à escola, ele já caminhou pela cidade, encontrou vários amigos e acompanhou Maria Lúcia em outra seção. Ele segue à tarde para o Rio, de helicóptero, onde acompanha a apuração. Por determinação do TRE-RJ a imprensa não pode acompanhar o governador votando. Ao sair, ele voltou a declarar seu voto na presidente Dilma, "apesar da falta de apoio do PT do Rio a sua candidatura".

Após votar, Pezão segue para o Centro de Piraí onde se encontrará com amigos de infância. Depois, ele irá para casa almoçar uma feijoada, feita por sua esposa Maria Lúcia. Às 16h, o governador volta de helicóptero para o Rio de Janeiro, onde irá acompanhar a apuração das eleições em um centro de convenções do Flamengo, na Zona Sul.

Fonte: O Globo

 

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Aliados de Crivella querem distância de Garotinho
06/10/2014 | 05h52

O deputado federal Anthony Garotinho (PR) informou na tarde de hoje (06), que irá conversar amanhã (07), em Campos, com o senador Marcelo Crivella (PRB). Tudo indica que, logo após a conversa, será anunciada uma aliança visando o segundo turno. Conforme já havia sido antecipado na noite da última sexta-feira (03), pelo jornal "O Dia", já havia um pacto entre os dois (aqui). Porém, nos bastidores, diversos aliados do senador Marcelo Crivella consideram que não é um bom negócio aparecer ao lado de Garotinho. Para eles, a alta rejeição de Garotinho pode assustar muitos eleitores. Além disso, eles lembram de um episódio que ocorreu em 2006, quando o tucano Geraldo Alckmin recebeu o apoio de Garotinho no segundo turno da disputa presidencial e viu sua votação cair no Rio.Para os aliados, seria ideal conseguir apenas os apoios do senador Lindberg Farias (PT) e do professor Tarcísio Motta (PSOL). Porém, se o candidato optar pela aliança, com direito a uma grande reunião em Campos, o jeito vai ser subir no mesmo palanque.

É bom lembrar que em Campos, durante a campanha, o clima entre os aliados de Crivella e de Garotinho não foi nada amigável.

Os blogs "Na Curva do Rio", da jornalista Suzy Monteiro (aqui) e o blog do Gustavo Matheus (aqui), publicaram notas sobre o encontro.

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Aécio e Dilma trocam acusações sobre família, bebida e corrupção
16/10/2014 | 08h07
[caption id="attachment_28557" align="aligncenter" width="559"] Dilma e Aécio participaram de debate promovido por SBT, Jovem Pan e UOL - Fernando Donasci / Agência O Globo[/caption]

Os candidatos à presidência da República, Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB), participaram nesta sexta-feira à noite do segundo debate televisivo do segundo turno. Organizado pelo SBT/UOL/Jovem Pan, o encontro entre os presidenciáveis teve início às 18h05m com os postulantes justificando o por que pretendem assumir o mais alto cargo do Executivo. O tucano defendeu sua candidatura para “encerrar um ciclo que fracassou na economia, com inflação alta e baixo crescimento, além da piora dos indicadores sociais”. Já a atual presidente se disse defensora de um “projeto que vê na justiça social a única maneira de levar o país ao futuro”. Quase no final do primeiro bloco, após ser acusado de nepotismo, Aécio acusou Dilma de ter um irmão como funcionário fantasma do ex-ministro do Desenvolvimento Fernando Pimentel, quando o petista era prefeito de Belo Horizonte em 2003. E no início do segundo bloco, Dilma citou reportagem na qual o ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, teria pago propina ao ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra, para esvaziar uma CPI criada para investigar a Petrobras em 2009.

O encontro seguiu ainda com sucessivas trocas de acusações sobre corrupção, mal gestão de governo e conduta ética. "A senhora conhece o senhor Igor Rousseff? O seu irmão foi nomeado por Fernando Pimentel e nunca apareceu para trabalhar. A diferença é que minha irmã trabalha muito e não recebe nada. O seu irmão não trabalha nada e recebe muito", disse ao rebater acusação da petista no primeiro debate, na semana passada, de que Aécio teria praticado nepotismo ao colocar “uma irmã, um tio, três primos e três primas no governo”.

Dilma no ataque -  Logo no início do segundo bloco, a candidata Dilma Rousseff mencionou reportagem publicada pelo site da “Folha de S. Paulo” na qual revela que o ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, teria repassado propina ao ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra, morto em março deste ano, para que ajudasse a esvaziar uma CPI criada para investigar a Petrobras em 2009. "Há pouco saiu uma notícia que diz que o ex-diretor da Petrobras afirmou que o ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra, recebeu propina para esvaziar uma CPI. É muito fácil o senhor fazer denúncias. Quando a gente verifica que o PSDB recebeu propina para esvaziar uma CPI o que importa? Importa investigar. Lamento que ele esteja morto. É importante saber quando recebeu, como recebeu e para quê", disse.

Aécio se defende atacando - Aécio então defendeu uma investigação sobre o caso, porém, ressaltou que há outras denúncias que também precisam de respostas ao lembrar que o tesoureiro do PT, João Vaccari, foi acusado pelo ex-diretor da Petrobras de cobrar propina para conta de campanha. "Candidata, aí já vai uma outra diferença profunda entre nós. Para mim, não importa o partido. A investigação tem que vir, doa a quem doer. Tem algo positivo no que a senhora diz, que dá credibilidade à denúncia do Paulo Roberto. Esse que diz que 2% da propina ia para o seu partido. E o que a senhora fez nesse período? Nada. As denúncias são construídas a partir de uma organização criminosa que atuou dentro da Petrobras. Foram 12 anos em que os cofres da Petrobras foram assaltados. Agora, se a senhora diz que quer ir a fundo, porque o seu partido impediu que o senhor Vaccari fosse depor, que fosse explicar? E digo mais, ele ainda é tesoureiro do seu partido. Pelo menos R$ 4 milhões foram transferidos pelo senhor Vaccari para a sua conta de campanha. Acho que os brasileiros tem que saber, antes das eleições, de onde veio esse dinheiro", completou o tucano.

Dilma manda indireta envolvendo bebida e Lei Seca - No início do terceiro bloco, a presidente Dilma Rousseff questionou o tucano sobre qual a opinião dele sobre a Lei Seca, numa clara indireta a um fato de abril de 2011, quando Aécio foi parado em uma blitz, no Rio de Janeiro, e se recusou a fazer o teste do bafômetro. Na ocasião, Aécio teve a habilitação, que estava vencida, apreendida. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia citado o caso, ontem, durante um comício no Pará. "Todos os anos, 40 mil pessoas morrem e outras pessoas sofrem consequências de acidentes de trânsito. Eu sancionei a Lei Seca. O que senhor acha e como o senhor vê a Lei Seca, e se toda a pessoa tem que fazer o exame?", perguntou.

Aécio admitiu ter sido flagrado com a carteira vencida, e que ‘inadvertidamente’ não fez o exame, e que se arrependeu de não tê-lo feito. E em seguida acusou a presidente de nomear o tesoureiro do partido, João Vaccari, na usina de Itaipu. "Tenha a coragem de fazer a pergunta direta. É claro que essa atitude é extraordinária. Foi uma lei aprovada pelo Congresso Nacional. Tive um episódio que estava com a carteira vencida e não fiz o teste (do bafômetro). E me arrependi. Quero que a senhora olhe para frente. Por que a senhora mantêm nomeado em Itaipu o tesoureiro do seu partido que mantinha dinheiro na sua campanha? Vamos falar de coisas sérias. Não é possível que a senhora queira fazer uma das mais baixas campanhas deste país. Quando a senhora fere a mim e a minha família, ofende as famílias brasileiras que estão em casa. Quando a senhora foi eleita, veio de um presidente popular, mas o seu governo não foi candidata. Seu governo fracassou. A senhora não trouxe para esse debate uma proposta sequer para a saúde, para a segurança pública. Tire os olhos do retrovisor do passado", rebateu Aécio.

 Fonte: O Globo 
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Secretário de Rosinha ataca gastos de Pezão com publicidade
24/10/2014 | 12h20

No calor do debate da TV Globo, o secretário de Comunicação da Prefeitura de Campos, Sergio Cunha, replicou em seu perfil no Facebook uma crítica do senador Marcelo Crivella (PRB) ao governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). Crivella citou números e afirmou que o governo Pezão estaria investindo muito com publicidade e pouco em saneamento. Empolgado, o secretário de Rosinha ainda emendou: "Pezão fake treme e se acovarda". Na verdade, o candidato do PRB disse que os gastos do governo Cabral com Saneamento (R$ 330 milhões) era quase equivalente a verba para publicidade (R$ 309 milhões), em 2013. Porém, segundo o site Transparência RJ, o governo estadual gastou R$ 208 milhões com publicidade em 2013 (aqui).

Rosinha já gastou R$ 100 milhões - Se o governo Pezão gasta muito com propaganda, é bom lembrar que não precisamos ir muito longe para ver gastos deste tipo. Nos últimos seis anos o governo Rosinha Garotinho já gastou quase R$ 100 milhões com publicidade. Em agosto, três agências receberam recursos por conta de “serviços de publicidade”. Ao todo, foram R$ 2,1 milhões. Na visão da bancada de oposição na Câmara de Campos, tudo isso é aplicado na "maquiagem cor de rosa".

Em Campos, publicidade supera Agricultura, Trabalho e Renda, Infância e Juventude, Esportes, Desenvolvimento e Inovação - Os gastos anuais de Rosinha com publicidade (R$ 15 milhões) superam muitas pastas da Prefeitura, como Agricultura (R$ 11 milhões), Trabalho e Renda (R$ 1,9 milhão), Fundação da Infância e Juventude (R$ 11 milhões), Fundação de Esportes (R$ 12 milhões), Empresa Municipal de Habitação (R$ 5 milhões), Petróleo e Inovação (R$ 620 mil), Desenvolvimento Econômico (R$1,2 milhão) e Defesa Civil (R$ 1,7 milhão). Foram levadas em considerações as previsões para 2015.

Calote - Mesmo com um dos maiores Orçamentos entre todas as secretarias da Prefeitura de Campos, as reclamações sobre falta de pagamentos são muitas. Diversos veículos que divulgam a propaganda oficial estão sem receber. Tem gente esperando há seis meses.

Para secretário, gastos de Rosinha não são altos - No início deste ano, ao comentar sobre os gastos do município com propaganda, Sérgio Cunha usou números e explicou que o Orçamento anual não é alto. “Campos gasta apenas 0,6% de seu Orçamento com divulgação, contra uma média normal da iniciativa privada de 2% de sua receita total. A prefeitura de Campos centraliza todas as despesas de divulgação na Secretaria de Comunicação, prevendo R$ 15 milhões por ano, o equivalente a 0,6% de seu Orçamento de R$ 2,5 bilhões, em 2014, sendo que estes valores são médias estimadas nem sempre atingidas em seu teto. Campos, com 500 mil habitantes, gasta menos em divulgação do que municípios vizinhos, como Macaé, com 200 mil habitantes, que em 2014 terá R$ 20,6 milhões para comunicação com um Orçamento de R$ 2,2 bilhões, o equivalente a 1% de sua receita total. A média de Campos é inferior a de São João da Barra, com 30 mil habitantes, que em 2014 destina 1,6% de suas receitas para divulgação, ou seja, R$ 6,7 milhões de um Orçamento total de R$ 398,7 milhões. A atividade de comunicação é vital para a sociedade e importante para a administração pública se relacionar com a população, com o setor gerando empregos locais e contribuindo com impostos e a arrecadação do município”, informou o secretário.

Preto no Branco - O blog "Preto no Branco", do jornal "O Globo", checou a informação de Crivella sobre os gastos do governo estadual com publicidade e afirmou que a informação foi exagerada. "Gastou R$ 309 milhões em propaganda", disse Crivella.

Segundo o site Transparência RJ, os gastos do governo do Rio com publicidade foi, por ano, o seguinte: 2011 - R$ 163.391.684,39 2012 - R$ 188.220.665,47 2013 - R$ 208.958.299,64 2014 - R$ 110.896.617,41
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Debate: Cabral e Pezão atacados, "dobradinha", e Garotinho isolado
01/10/2014 | 02h13

 

Cabral e Pezão atacados - No último debate entre os candidatos ao governo do estado antes das eleições do próximo domingo (05), realizado na noite de ontem (01) pela TV Globo, o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), que busca a reeleição e aparece em primeiro nas pesquisas de intenção de votos, tornou-se o alvo de Lindberg Farias (PT), Marcelo Crivella (PRB), Tarcísio Motta (PSOL) e Anthony Garotinho (PR). Nos primeiros blocos os adversários destacaram por diversas vezes a ligação do peemedebista com o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB). No primeiro bloco, Crivella chegou a dizer que, assim como no conto de Chapeuzinho Vermelho, "a população não percebe que, por trás do rosto de bom moço, está alguém com olhos grandes, mãos grandes e um pezão", disse Crivella, que iniciou o debate bastante agressivo. Na defensiva, alfinetando raramente os oponentes, Pezão optou por destacar avanços do governo, citando números e revelando projetos para o futuro.

Dobradinha entre Crivella e Lindberg - Desde o início de setembro, no segundo debate entre os candidatos ao governo do estado (aqui), Crivella e Lindberg colocam em prática uma "dobradinha". Se no início da campanha Lindberg se posicionava como uma linha alternativa na política do estado, aos poucos o petista foi se transformando em uma linha auxiliar do senador Marcelo Crivella. No debate da TV Globo não foi diferente, com uma "troca de figurinhas" que tinha como objetivo excluir Garotinho do debate e assumir o papel de principal voz de oposição. O dois tabelaram sobre temas como transporte, educação, investimentos em infraestrutura e fiscalização. No final, Lindberg deixou claro qual era o plano. "Podemos tirar o Garotinho do segundo turno e disputar com o Pezão".

Garotinho rejeitado - Pelas regras do debate os candidatos poderiam fazer até duas perguntas para cada adversário. O problema é que esse tipo de fórmula acaba abrindo a possibilidade de um candidato se tornar figurante durante boa parte do tempo. Foi o que ocorreu com o deputado Anthony Garotinho. Como ele era raramente escolhido, só conseguia aparecer quando chegava a sua vez de perguntar. E nas poucas vezes em que apareceu, o ex-governador não conseguiu emplacara grandes duelos. Ao debater sobre segurança pública com o governador Pezão, ele questionou a falta de projetos sociais em conjunto com as UPPs. Pezão afirmou que anteriormente era impossível entrar em diversas comunidades, mas que o governo "agora passou a contar com bibliotecas e diversos projetos culturais". Garotinho, por sua vez, citou o "Jovens Pela Paz" e afirmou que o projeto revelou nomes como Naldo Benny e Mumuzinho. Em pergunta ao senador Lindberg, Garotinho acusou Pezão de ter investido em "termas", casas de massagem, e questionou vazios de incentivos fiscais no governo do PMDB, chamados por ele de "imorais". Se eleito, Garotinho disse que revogará incentivos dados pelo governo Pezão.

Tarcísio seguro - Sem muito a perder, afirmando que "tem rabo de cavalo, mas não tem rabo preso", o candidato do PSOL, Tarcísio Mota se mostrou seguro no duelo com o atual governador, um deputado e ex-governador e dois senadores. Ele perguntou ao governador Pezão onde está o Amarildo, criticou a falta de apoio ao funcionalismo público, cobrou mais concursos públicos e disse que Pezão, Crivella, Garotinho e Lindberg são "quatro cabrais". Em um duelo com Garotinho, ele disse: "Já disse ao ex-governador e repito. O maior mentiroso é aquele que acredita na própria mentira. O senhor não pode chegar aqui e fingir que não se lembra do que foi feito com o funcionalismo público na sua gestão e na gestão da sua esposa, a Rosinha", afirmou.
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Dilma e Aécio decidirão eleição para presidente no segundo turno
05/10/2014 | 07h12

Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) decidirão em segundo turno, no próximo dia 26, quem será o futuro presidente do Brasil. A petista obteve 41% no primeiro turno e o tucano, 33%, segundo números do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Marina Silva (PSB) ficou com 21%, mesma colocação da eleição de 2010. O resultado ficou matematicamente confirmado às 19h56, segundo o TSE.

Após a confirmação de que haverá segundo turno, Dilma e Aécio fizeram pronunciamentos, em Brasília e em Belo Horizonte, respectivamente.

A candidata petista aproveitou a fala, a uma plateia de militantes do partido, para atacar o PSDB: "O povo brasileiro não quer de volta aqueles que viraram as costas para o povo, que acabaram com as escolas técnicas, esvaziaram o crédito educativo e elitizaram as nossas universidades federais, sucateando-as".

Aécio afirmou que "o sentimento de mudança em todo o Brasil foi coisa uma surpreendente em todos os estados". Declarou que aceitará o apoio de "todos os que tiverem contribuições a dar" e que tem "enorme respeito" por Marina, terceira colocada.

A candidata do PSB declarou que decidirá com o partido quem apoiará no segundo turno e que não se considera uma "derrotada" por ficar fora da etapa decisiva da disputa pelo Palácio do Planalto. Perguntada se vai assumir uma neutralidade como em 2010, a candidata do PSB, que ficou em terceiro lugar, fez uma pausa e respondeu: "Minha postura quando não foi feito o registro da Rede pode ser uma tendência. Assumi um compromisso com a mudança. O que determinou compromisso com Eduardo Campos foi com o programa".

Em seu pronunciamento, Dilma disse que recebeu um "recado" com o resultado das urnas. “O principal recado que recebi (…) é que o povo brasileiro anseia por mais avanços, (…) que vê no meu projeto a mais legítima e confiável força de mudança”. Aécio homenageou o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, candidato do PSB até agosto, quando morreu em um acidente aéreo. "Amigo e homem público honrado, abatido por uma tragédia", disse o tucano, dizendo ter "reverência" pelo pernambucano.

Fonte: G1

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Datafolha e Ibope apontam empate técnico entre Aécio e Dilma
15/10/2014 | 06h13

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (15) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

- Aécio Neves (PSDB): 51% - Dilma Rousseff (PT): 49%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo". De acordo com o Datafolha, "o segundo turno da disputa pela Presidência da República continua empatado após a retomada das propagandas no rádio e na TV".

Votos totais. Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Aécio Neves (PSDB): 45% - Dilma Rousseff (PT): 43% - Em branco/nulo/nenhum: 6% - Não sabe: 6%

Na margem de erro, os candidatos estão empatados tecnicamente.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 9, Aécio tinha 46% e Dilma, 44%. O Datafolha ouviu 9.081 eleitores em 366 municípios nos dias 14 e 15 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01098/2014.

1º turno

No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55% (veja os números completos da apuração no país).

Fonte: G1 

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IBOPE: Aécio tem 51%, e Dilma, 49% 

Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (15) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República: - Aécio Neves (PSDB): 51% - Dilma Rousseff (PT): 49% Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo. O Ibope afirma que o cenário para o segundo turno está indefinido e, neste momento, sem tendência visível de crescimento ou de queda para Aécio ou Dilma. Votos totais: Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são: - Aécio Neves (PSDB): 45% - Dilma Rousseff (PT): 43% - Brancos/nulos: 7% - Não sabem/não responderam: 5% Na margem de erro, os candidatos estão empatados tecnicamente. No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 9, Aécio tinha 46% e Dilma, 44%. O Ibope ouviu 3.010 eleitores entre os dias 12 e 14 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01097/2014. 1º turno No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55% (veja os números completos da apuração no país). Fonte: G1
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Pezão e Crivella trocam acusações em debate da CBN
14/10/2014 | 12h45
[caption id="attachment_28458" align="aligncenter" width="469"] (Crédito: Alexandre Cassiano / Agência O Globo)[/caption]

Candidatos ao Palácio Guanabara, Marcelo Crivella (PRB) e Luiz Fernando Pezão (PMDB) participam na manhã desta terça-feira de debate na rádio CBN. Ao chegar à radio, na Glória, Zona Sul do Rio, os postulantes já mostraram as "garras".

O primeiro foi Crivella, que acompanhado de assessor de imprensa e equipe de campanha disse esperar "baixarias" do adversário. O candidato à reeleição ao governo, Pezão chegou junto de assessores, carro de som e bandeiras. O governador afirmou que no primeiro turno teve a oportunidade de apresentar propostas e que, agora, reforçará a ligação de Crivella com a igreja Universal:"vamos discutir também o apoio do bispo Crivella", alfinetou Pezão, que desde o primeiro debate na televisão, na Band, semana passada, vem continuamente chamando o oponente de bispo.

Pezão começou a rodada de perguntas e, sem perder tempo, questiona o oponente sobres supostas empresas de Crivella nas Ilhas Caimã. Crivella rebateu dizendo que processo foi arquivado há 15 anos e se posiciona: "Você sabe que eu sou ficha limpa". Continunado, o candidato do PRB toca no em corrupção e cita a "farra dos guarnapos": "Um dos mais assanhados lá em Paris era o secretário de saúde, enquanto o povo aqui sofria", afirmou Crivella.

Pezão se posiciona; "Eu sou Ficha Limpa que nem você. Se não, não poderia ser candidato". Em tom de revanchismo, o peemedebista considera ter apanhado dos quatro e destaca: "Agora somos só nós dois". O governador também citou um suposto empréstimo da Igreja Universal para a compra de uma emissora de TV que estaria no nome de Crivella. O senador afirmou que "há mais de 15 anos que essa empresa não é mais dele".

Já na segunda rodada de perguntas, Crivella promete redução de IPVA para 2% e que renúncia de receita seja feita pelo estado, e não haja ônus das prefeituras. Também sobre isenções fiscais, Pezão diz que mudanças estão sendo feitas desde 2007 para melhorar a vida do contribuinte. Governador segue pregando necessidade de melhoras e que "há muito a ser feito".

Em resposta a pergunta de ouvinte, Crivella diz que, se eleito, ao fim dos quatro anos de mandato levaria parente para ser tratado em hospital estadual e poria filho para estudar em colégio também do estado:"No governo atual, não. No meu sim". Alfinetadas seguem: "Não farei como Cabral fazia ao chamar médicos e professores de vagabundos".

Também sobre a mesma pergunta, Pezão ressalta ganhos em Piraí, município do qual foi prefeito. Candidato do PMDB cita visita de Lula ao município e diz que ex-presidente se emocionou com avanços na saúde. Em resposta, Crivella diz que Garotinho foi responsável por uma uma série de incentivos em Piraí e considera Pezão ingrato por disparar ataques contra o deputado federal do PR.

Para conferir o áudio completo do debate, clique aqui 

*Com informações do jornal O Dia e da CBN 

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Garotinho: "Quem não seguir as orientações estará incorrendo em infidelidade partidária"
08/10/2014 | 06h44

O deputado federal Anthony Garotinho (PR) não quer ver aliados ao lado do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). Hoje (08), em seu blog, ele publicou um comunicado que foi enviados aos membros do PR-RJ. "A decisão de apoiar Marcelo Crivella é do PR - RJ. Para que ninguém depois alegue que não tomou conhecimento, reproduzo o ofício que foi enviado hoje a todos os companheiros do partido. Antes que alguém questione, é óbvio que foi uma decisão da direção estadual do PR - RJ, afinal seria inviável fazermos prévias como aconteceu para decidirmos pelo apoio na eleição presidencial. Essas prévias duraram dois meses, o 2º turno da eleição será daqui a 18 dias.  Portanto quem contrariar a decisão da direção do partido estará incorrendo em infidelidade partidária", informou.

Pros e PT do B - Se o PR decidiu ficar com Crivella, os outros dois partidos que ficaram ao lado de Garotinho no primeiro turno ainda não anunciaram suas posições. O Pros, que em Campos conta com o vereador Albertinho e a secretária Particular da prefeita Rosinha, Linda Mara Silva, anda conversando com o governador Pezão e pode anunciar uma aliança ainda esta semana.

Atualização às 14h  - O presidente estadual do PT do B anunciou em seu perfil no Facebook às 22h de ontem (08) que o partido vai realizar hoje (09), no clube vila da feira, na Tijuca, um ato de apoio ao senador Marcelo Crivella (PRB).

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Garotinho: "Eles morrem de medo de me enfrentar no 2º turno"
03/10/2014 | 01h13

Nos bastidores os aliados do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) não escondem o desejo de enfrentar o deputado federal Anthony Garotinho (PR) no segundo turno. Para muitos peemedebistas, a alta rejeição de Garotinho impõe a ele um teto. O senador Marcelo Crivella (PRB) já chegou a dizer que "todos querem ir para o segundo turno com Garotinho". Porém, o candidato do PR não entrega os pontos e afirma que os adversários só dizem isso da "boca para fora". "O pessoal do PMDB diz que preferia disputar o 2º turno comigo, mas isso é só da boca para fora. Na verdade eles morrem de medo de me enfrentar no 2º turno. Sabem que eu com o mesmo tempo de televisão vou partir para cima. Por isso não se iludam com os últimos resultados. A força do povo vai emergir das urnas e vamos com tudo no 2º turno mostrar ao povo quem realmente é Pezão", disse Garotinho em seu blog.

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Cartadas finais
05/10/2014 | 11h35

Cartadas finais (I)

As disputas pela presidência da República e pelo governo do estado do Rio contaram nesta reta final com reviravoltas no tabuleiro político. No plano nacional, as pesquisas Ibope e Datafolha, divulgadas ontem, mostram o tucano Aécio Neves à frente da ex-senadora Marina Silva (PSB), assumindo a segunda colocação. No Rio, onde as pesquisas mostram o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) na liderança, o movimento mais significativo ocorre nos bastidores, com a possibilidade de um pacto entre o deputado federal Anthony Garotinho (PR) e o senador Marcelo Crivella (PRB).

Cartadas finais (II)

De acordo com o pacto firmado entre Garotinho e Crivella, que disputam uma vaga no segundo turno, quem seguir deve ter o apoio do candidato que ficar pelo caminho. Se Garotinho avançar, o PT não decidiu, mas não descarta a possibilidade de se juntar ao PR e PRB. Garotinho, que durante a campanha disparou forte contra  Crivella e Lindberg, já avisou que existem pontos em comum. “Temos mais afinidades do que divergências”, disse o ex-governador, em entrevista ao jornal “O Dia”.

Cartadas finais (III)

Se agora o clima entre Garotinho e Crivella parece ser de paz e amor, durante a campanha foi bem diferente. O candidato do PR chamou o bispo licenciado da Universal de “mentiroso, ingrato, fariseu e encantador de serpentes”. Por sua vez, Crivella disse que “a criminalidade aumentou no governo Garotinho” e insinuou que a ficha do ex-governador é “mais suja do que a do Fernandinho Beira-Mar”. Além disso, em panfletos distribuídos nos quatros cantos do estado, Crivella afirma que apostar em Garotinho é “piorar ainda mais”.

Cartadas finais (IV)

A matéria do jornal “O Dia” informa que Garotinho estaria com dificuldades de arrecadação, dívidas na casa dos milhões e no seu limite físico. Inclusive, com um tom mais humilde do que o habitual, ele revelou não ter um plano caso chegue ao segundo turno. “Eu não sei como eu vou começar a campanha se eu for para o segundo turno”, contou. Experiente em eleições e sem vencer uma disputa para o Executivo desde 1998, Garotinho se preparou para todas as possibilidades. Caso chegue ao segundo turno, vai cobrar o apoio de Crivella. Porém, o ex-governador já tem uma desculpa pronta e um acordo firmado, caso seja o terceiro colocado.

Ponto final deste domingo (05) / Folha da Manhã 

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Após respeitar "soberania do povo", Garotinho resolve alegar fraude e desvio de votos
20/10/2014 | 03h48

Quinze dias após ficar em terceiro lugar e afirmar que aceitava "a voz soberana das urnas", o deputado federal Anthony Garotinho (PR), que disputou o governo do estado, resolveu espernear e apontar uma suposta armação. Hoje (20), em seu blog, ele comentou sobre um suposto esquema para desviar votos. Ao lado de sua poderosa tropa de advogados, ele protocolou uma Reclamação Eleitoral no TRE-RJ cobrando providências sobre o que ele chama de "manipulação e vícios na votação e transmissão de dados, desde a inseminação até o dia da eleição".

Para dar força ao documento, Garotinho citou a pesquisa Boca de Urna feita pelo Ibope, instituto tão criticado por ele durante toda a campanha, que o mostrava à frente do senador Marcelo Crivella (PRB).  "Orientado por advogados e especialistas em sistemas eletrônicos de voto, resolvi ingressar com uma ação, que hoje foi distribuída no Tribunal Regional Eleitoral, para o desembargador Edson Vasconcelos. O número da reclamação é 794431, e questiona as ligações de uma empresa responsável pela inseminação, votação e totalização das urnas com o Governo do Estado. A empresa além de ser cliente do Estado é defendida pelo escritório de Caputo Bastos, que tem como parceiros de advocacia os senhores Eduardo Damian (chefe de gabinete de Wilson Carlos, secretário de Governo de Cabral, e advogado do PMDB) e Terence Zveiter, que vem a ser primo do ex-presidente do TRE, Luiz Zveiter e do atual deputado federal Sérgio Zveiter, ligados à campanha de Pezão", afirma Garotinho.

Segundo o deputado, o resumo da ação é o seguinte: "em cada urna a cada três votos que eu recebia, dois ficavam para mim, o terceiro era distribuído alternadamente entre Pezão, nulo e branco".

Baixe aqui o documento completo

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Após derrota de Garotinho, vídeos do Porta dos Fundos voltam ao YouTube
15/10/2014 | 11h35

Por Marcos de Vasconcellos e Bruno Lee:

Com a derrota de Anthony Garotinho, candidato do PR ao governo do Rio de Janeiro, no primeiro turno, o grupo Porta dos Fundos pode voltar a veicular no YouTube dois vídeos que haviam sido suspensos por serem considerados ofensivos ao candidato. As liminares que permitem a volta dos esquetes são do desembargador Abel Fernandes Gomes, do Tribunal Regional Eleitoral fluminense. “O candidato supostamente prejudicado foi derrotado no primeiro turno. Portanto, o vídeo não possui mais potencialidade para influir no pleito eleitoral”, decidiu o desembargador.

Os advogados Eduardo Mendonça e Rafael Barroso Fontelles, do Barroso Fontelles, Barcellos, Mendonça e Associado defenderam o Google, dono do YouTube, que já colocou os vídeos, intitulados "Zona Eleitoral" e "Você me Conhece" de volta no ar (aqui e aqui).

O esquete "Zona Eleitoral" mostra um eleitor reclamando por achar que é um problema da urna eletrônica o fato de ela não mostrar nenhum candidato que o agrade. Insatisfeito, ele passa a tratar a urna como se fosse um videogame. Começa a tentar digitar códigos para ver se “destrava” novos candidatos, como se fossem novos jogadores num jogo de luta. E no final, já nos créditos do vídeo, digita o número 666 — que a Bíblia associa ao diabo —, e reclama: “Puta que pariu, votei no Garotinho”.

Para a juíza do TRE-RJ Daniela Barbosa Assumpção de Souza, que determinou a exclusão do vídeo da web, o esquete é ofensivo à imagem do candidato, que é praticante de uma religião evangélica e já foi governador do Rio. Já no vídeo "Você me Conhece", dois atores simulam uma propaganda eleitoral na TV. Apontado uma arma para um refém, o candidato fictício pede voto: “Assim que eleito, prometo soltar o Marcelo sem nenhuma sequela”, diz. Ao final, arremata: “Para governador, Garotinho”.

Ao determinar que o vídeo saísse do YouTube, a juíza Daniela Barbosa afirmou que “o acesso ao vídeo em referência poderá trazer consequências danosas ao candidato, maculando sua imagem junto à população, de cuja manifestação no pleito eleitoral depende sua candidatura”.

Agora que os vídeos já não podem mais interferir na eleição, explica o desembargador Abel Fernandes Gomes, na nova decisão, “a proibição de veiculação transmuda-se, potencialmente, em impedimento à liberdade de expressão, principalmente levando-se em consideração a atividade-fim da impetrante [Google] que é a de fornecer aos seus usuários um espaço de livre manifestação do pensamento”.

O blog Ponto de Vista, do Christiano Abreu Barbosa, publicou os dois vídeos: aqui e aqui 

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Ponto final — Lula, Garotinho e a voz das urnas
28/10/2014 | 03h56
Voz das Urnas (I)

Dizem que a vitória é embriagadora e ensina pouco. Porém, após vencer a eleição mais apertada da história do Brasil, o ex-presidente Lula parece disposto a ouvir a voz das urnas e tirar lições. Inclusive, elencou suas metas para 2015: aprovar a reforma política e renovar os quadros do seu partido. Em conversa com aliados, Lula analisou: “Quem votava na Dilma continuou votando. Quem votava no Aécio continuou votando. Quem não sabia em quem votar acabou decidindo não votar em ninguém”. Voz das Urnas (II)

Nos últimos anos, assim como a maioria dos partidos, o PT contou com poucas novidades. Nomes promissores, como o senador Lindberg Farias, que disputou o governo do Rio, e o ex-ministro Alexandre Padilha, que disputou o governo de São Paulo, não decolaram na eleição deste ano. Apontado como o principal nome do partido para a disputa pela presidência em 2018, quando vai estar com 73 anos, o ex-presidente Lula sabe que, mais do que “postes”, o PT precisa de quadros novos e com luz própria. Voz das Urnas (III)

Em Campos, o deputado federal Anthony Garotinho (PR), que ficou fora do segundo turno e viu o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) vencer Marcelo Crivella (PRB) em sua terra natal, também deve estar pensando na necessidade de renovação e reestruturação. Vendo o fortalecimento da oposição, o ex-governador deve voltar para a sua “trincheira” e iniciar um processo de oxigenação do seu grupo visando as eleições de 2016.

Amnésia

Na reta final da campanha a prefeita Rosinha Garotinho (PR) defendeu o voto na presidente Dilma Rousseff (PT) e afirmou que o voto em Aécio Neves (PSDB) colocaria em risco as parcerias do governo federal com o município de Campos. Ontem (27), durante participação no programa Folha no Ar, o vereador Marcão (PT), que faz oposição ao governo Rosinha, elogiou o reconhecimento da prefeita sobre as parcerias, mas não deixou de alfinetar. “Na eleição municipal se aliam ao PSDB e criticam o PT, mas pelo menos agora reconheceram as parcerias”.

Desempenho

Pezão venceu, e muito bem, nos municípios da região. O peemedebista conquistou mais de 65% dos votos válidos em 13 cidades: Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci, Cardoso Moreira, Italva, Laje do Muriaé, Miracema, Natividade, Porciúncula, Santo Antônio de Pádua, São Francisco de Itabapoana, São João da Barra, São José de Ubá e Varre-Sai. Para alcançar esse número, é preciso levar em consideração que a maioria dos prefeitos dessas cidades apoiou e participou da campanha do peemedebista. No município de Varre-Sai Pezão recebeu impressionantes 88,16% dos votos válidos.

Por aqui

Em todo o Norte e Noroeste Fluminense, o candidato eleito do PMDB só perdeu em três municípios: Carapebus, Conceição de Macabu e Macaé. Nos três casos, Pezão tinha o apoio dos prefeitos. Em Macaé, Dr. Aluízio (PV) era o coordenador da campanha do peemedebista, mas não conseguiu conquistar a maior parte do eleitorado municipal. Marcello Crivella (PRB) abocanhou a maioria dos votos tanto no primeiro, como no segundo turno.

Derrota em dobro

Na cidade de Carapebus o apoio do prefeito também não foi o suficiente para garantir a vitória de Pezão a nível municipal. Mesmo filiado ao PRB, o prefeito Amaro Fernandes participou da campanha de Pezão desde o primeiro turno, mas não garantiu a vitória. No primeiro turno venceu Anthony Garotinho (PR) e no segundo, Crivella. Esse mesmo resultado as urnas mostraram em Conceição de Macabu.

Boas novas

A Hyundai está mesmo de olho no TX-2 do Porto do Açu, uma parte essencial do projeto que foi interrompida na gestão do empresário Eike Batista e que abriu uma enorme crise neste investimento e em outros do chamado Grupo X. É justamente a área do estaleiro e da chamada oficina offshore, que está parada. As negociações estariam bem adiantadas para a Hyundai assumir todo esse setor.

Publicado na Folha

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Solidária ao pai, Clarissa ainda não comemorou vitória nas redes sociais
07/10/2014 | 01h10

Segunda deputada federal mais votada do Rio, Clarissa Garotinho (PR) ainda não apareceu após sua vitória. Por consideração ao pai Anthony Garotinho (PR), que ficou fora do segundo turno, a deputada estadual ainda não comemorou a ida para Câmara dos Deputados em 2015 e nem agradeceu aos eleitores os mais de 335 mil votos recebidos. A última postagem da moça em seu perfil no Facebook é uma foto na urna de votação. Depois da apuração, Clarissa foi para Campos e está na casa dos pais.

A deputada planeja conceder uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (07). Segundo sua assessoria de imprensa, o horário ainda não foi definido, mas o encontro deve acontecer antes da sessão na Assembleia do Rio.

Fonte: Extra, Extra/Berenice Seara 
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Garotinho se anima: "Vamos para o 2º turno e para a vitória!"
05/10/2014 | 06h26
[caption id="attachment_28129" align="aligncenter" width="435"] Antes de votar, Garotinho ganhou um beijo da prefeita Rosinha - Foto de Leonardo Berenger[/caption]

Se na parte da manhã o deputado federal Anthony Garotinho (PR) não quis saber de fazer o "V" da vitória e o seu grupo parecia tenso (aqui), agora o clima é de otimismo. O candidato do PR divulgou a pesquisa Boca de Urna do Ibope, que mostra o governador Pezão com 34% e ele com 28%, e afirmou: "Estamos a apenas 6 pontos de Pezão, com margem de erro de 2 pontos, e 10 pontos à frente de Crivella. Vamos para o 2º turno e para a vitória!", comemorou.

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Rafael Diniz: "Não é hora de pisar em ninguém"
08/10/2014 | 01h03

O vereador Rafael Diniz (PPS) comentou durante a sessão de hoje (08) sobre o resultado das eleições. "Aprendi com o meu pai e o meu avô que a política é feita de vitórias e derrotas. Mas acima de tudo, nos momentos bons e ruins, o que não pode faltar é o respeito. Não é o momento de pisar em ninguém. Temos que respeitar os vitoriosos e os derrotados", disse Rafael, que está ao lado do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). "Vejo no governador Pezão a capacidade de governar pensando no futuro. Inclusive, em nossa cidade, temos que começar a olhar para frente, falando mais sobre projetos políticos e menos em projetos pessoais", completou.

O vereador também lamentou a posição da Câmara durante as eleições, com a realização de poucas sessões. "Acho que nesta reta final a Câmara de Campos pode servir de exemplo para outros legislativos. Não podemos abrir mão dos debates sobre a nossa cidade por conta das eleições. Posso até ver uma proposta negada, mas pelo menos gostaria que ela fosse debatida", opinou o vereador da bancada de oposição.

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Vice de Crivella deseja que Pezão "faça um bom governo"
26/10/2014 | 08h37

José Alberto de Abreu, o general Abreu, candidato a vice-governador do Rio na chapa do candidato derrotado Marcelo Crivella (PRB), falou em nome do senador no início da noite, ao ser confirmada a reeleição de Pezão. "Cumprimentamos Pezão e pedimos que, para o bem do Rio, faça um bom governo, pois o povo do Rio merece. Que dê continuidade ao seu trabalho. Estamos aqui acompanhando", disse.

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Debate com troca de farpas entre Pezão e Crivella
08/10/2014 | 01h06
[caption id="attachment_28314" align="aligncenter" width="489"] Gustavo Miranda / Agência O Globo[/caption]

Os candidatos ao governo do estado do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB) e Marcelo Crivella (PRB), participaram nesta quarta-feira do primeiro debate do segundo turno, realizado pela revista Veja, a Universidade Estácio de Sá e a OAB/RJ. Se no primeiro turno apenas Crivella atacou, agora foi diferente, com Pezão também partindo para cima do oponente. Logo início, os dois começaram os ataques mútuos. Um dia após o anúncio da aliança entre Crivella e Anthony Garotinho (PR), Pezão tratou de colar a imagem de Crivella a do ex-governador, recomendando o senador a “tomar cuidado ao defender o Garotinho” e, em outro momento, se referindo à dupla como "Crivellinho". Crivella, por sua vez, criticou o ex-governador Sérgio Cabral e os partidários de Pezão. Um dos alvos foi a divisão do PMDB estadual entre apoiar Dilma e Aécio. Em determinado momento, o candidato do PRB acusou Pezão de não mandar em sua própria campanha.

"Tome cuidado com o Garotinho" - O debate ocorre em meio a um período estratégico de formação de alianças para o segundo turno: nesta quarta-feira, além de Garotinho, o candidato do PRB será oficialmente apoiado também por Lindberg Farias, candidato derrotado do PT. "Senador, tome cuidado com essa convivência com Garotinho. Ele vai fazer você mentir também", afirmou Pezão para Crivella, ao rebater o adversário sobre a construção do Hospital Dona Lindu, em Paraíba do Sul. "O povo na rua diz que o pé do Pezão cresceu porque ele é tipo o Pinóquio, mas ao invés do nariz, o pé é que cresce", respondeu Crivella.

Religião - O pastor Silas Malafaia, que participou do debate fazendo perguntas, acusou Crivella de obedecer seu tio e líder da Igreja Universal, Edir Macedo. Crivella disse que não tem interferência na Igreja Universal e aproveitou para reafirmar que não vai confundir o interesse público "com qualquer outro interesse".  Foi aí que o clima esquentou entre o bispo e o pastor. "As pessoas conhecem suas ligações com esse governo", disse Crivella. "Mentira", gritou Malafaia. "Mentiroso é o senhor", continuou Crivella, que trocou o tom de voz baixo por um estilo agressivo. "Suas mágoas, seus recalques, suas frustrações, leve para Deus, não a mim", disse, afirmando depois: "De maneira nenhuma, como governador do Estado, vou permitir que o interesse público seja sublevado por qualquer outro interesse. O que vai prevalecer é o interesse do povo. Meu passado me credencia àquilo que estou me candidatando", completou.

Já Pezão voltou a criticar o fato de Garotinho ter entrado para a aliança de Crivella e questionou se o candidato vai lotear cargos do seu governo como no Ministério da Pesca - que abriria caminho para que o candidato derrotado do PR entrasse para a administração caso Crivella fosse eleito. "O Crivella passou incólume no primeiro turno falando que só ele era honesto e tinha mãos limpas. É importante fazer essa discussão nos segundo turno, Já que ele se uniu ao ex-governador Garotinho, a quem ele criticou muito", disse Pezão, que lembrou que, para o Ministério da Pesca, foram nomeados membros da Igreja Universal. "Você estava na inauguração do Templo de Salomão ao meu lado. Mas você é assim mesmo, uma hora é Dilma, uma hora é Aécio. Quem diz que eu sou Ficha-Limpa, Cabral...Cabral, Pezão, sei lá o que, é a Justiça", disse o candidato do PRB.

Crivella: "Pezão é uma boa pessoa, mas não vai mandar" -Em uma ocasião, discutindo a base aliada de Pezão, Crivella fez afagos ao oponente, dizendo que ele é "uma boa pessoa", mas que "Não manda na sua campanha e não vai mandar no seu governo". "A minha preocupação é o grupo que está atrás do Pezão. Ele não pode definir se apoia Dilma ou Aécio, porque está dividido. O Pezão não manda na sua campanha e não vai mandar no seu governo. O Pezão é até uma pessoa boa, simpática, que nós admiramos. Pezão afirmou a Crivella que "à frente do governo", quem manda é ele, e que os partidários do PMDB e aliados foram eleitos com o voto popular.  "Eu tenho 32 anos de vida pública, me orgulho muito da minha trajetória. À frente do governo do estado, quem manda sou eu, bispo Crivella. Eu tenho a minha carreira, a minha vida. Esses parlamentares que o senhor está falando, todos foram eleitos com o voto do povo.

Pezão: "Até a sua mãe vai votar em mim" - Pezão brincou ao mencionar um perfil publicado pelo Globo, em que a mãe do senador Marcelo Crivella diz que, após a propaganda eleitoral, teria dito que "Pezão é um bom moço", e se perguntou se ela não votaria no adversário. "Gostei muito de ver a entrevista da sua mãe, que até ela estava votando em mim. Acho que o senhor vai acabar votando em mim", brincou.

Sumiço de Cabral - O humorista Marcelo Madureira, que também participou do debate, elogiou o governo feito por Sergio Cabral e Pezão e questionou a ausência de o ex-governador em sua campanha. Como de costume, Pezão disse que a participação de Cabral em sua campanha foi efetivo assim como em seu governo e defendeu o seu governo e voltou a comparar Cirvella à Garotinho. "Ele participou do meu programa eleitoral. Eu tenho uma convivência com ele, sim. vinha e voltava do trabalho com ele 80% das vezes. Mas eu não era um nome conhecido, eu precisava aparecer. Fizemos, sim, um bom governo", disse Pezão.

Crivella: "Não vou fazer greve de fome" - Durante suas considerações finais, o senador Marcelo Crivella, que esteve ontem na casa da Lapa, deu uma alfinetada no seu novo aliado. "Serei um governador que não vai ficar em Paris com guardanapo na cabeça, nem vou fazer greve de fome", disse, claramente se referindo aos ex-governadores Cabral e Garotinho, respectivamente.

 Fonte: O Globo 
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Pezão chama Crivella de 'lobo em pele de cordeiro' e de 'falso bispo'
11/10/2014 | 02h37

"Quem é ele para dizer que estou fazendo uma guerra religiosa. O Crivella e a Igreja Universal cresceram fazendo guerra religiosa. Todo mundo se lembra como o sócio do Bispo Crivella (Bispo Edir Macedo), no dia de Nossa Senhora Aparecida, citou a santa". Essas palavras foram ditas pelo governador e candidato à reeleição Luiz Fernando Pezão (PMDB) durante uma carreata no Parque Flora, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, na manhã deste sábado.

Pezão rebateu as críticas de seu adversário no segundo turno, o candidato ao governo do Estado do Rio pelo PRB Marcelo Crivella, de que ele esteja promovendo uma "guerra santa". Em seu discurso, o governador ainda chamou seu opositor de "lobo em pele de cordeiro" e de "falso bispo". "Quem comprou horários nas outras emissoras e tirou o R. R. Soares, o Valdemiro Santiago e o Silas Malafaia foi a Universal. Todo mundo sabe quem faz guerra religiosa. As pessoas têm que conhecer quem está por trás", afirmou o governador, que emendou: "Vamos ver a aliança do Bispo Crivella. As pessoas sabem que votando no Crivella estarão votando no Garotinho. Está sendo desnudada a aliança", disse Pezão.

"Não deixarei passar calado os ataques que eles estão me fazendo. Não adianta ficar durante o dia quando está a imprensa me acusando e chegar no debate e ficar com aquela cara de lobo em pele de cordeiro, ficar com aquela linguagem de um falso bispo. Vamos colocar os pingos nos Is", afirmou Luiz Fernando Pezão.

Fonte: O Dia 

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Em Campos, Crivella e Garotinho disparam forte contra Pezão
22/10/2014 | 01h08
[caption id="attachment_28658" align="aligncenter" width="496"] Ao lado de Garotinho, Crivella disse que Pezão roubou a Petrobras
Foto: Daniel Castelo Branco / Agência O Dia[/caption]

Na terra do deputado federal Anthony Garotinho (PR), o senador Marcelo Crivella (PRB) deixou o estilo tranquilo de lado e pegou emprestada a metralhadora giratória do seu novo aliado. Em seu discurso, no Jardim Carioca, o bispo da Igreja Universal acusou o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) de fazer parte do escândalo de corrupção da Petrobras. "Daqui a pouco vai sair nos jornais a mão do Pezão no escândalo da Petrobras. Vai ser uma vergonha ver este homem ser apeado do poder e a eleição ser anulada. Ele roubou a Petrobras", disse Crivella, sem meias palavras, durante o discurso de ontem (21).

Após atacar Pezão, Crivella elogiou Garotinho e afirmou que o aliado já "lambeu as feridas". "Foram tantas injúrias que Garotinho sofreu ao longo da campanha, que acabaram abalando sua candidatura. Mas eu peço ao povo de Campos que enxugue as lágrimas. O revés não diminui, nem desmerece Garotinho, sobretudo após este gesto de esquecer a dor, lamber as feridas e se unir a uma candidatura com apenas um pedido: derrotar Cabral", disse Crivella.

Discurso feroz - Ainda magoado com a derrota no primeiro turno, Garotinho fez um discurso feroz contra o atual governo e se uniu a Crivella junto com a esposa, a prefeita Rosinha Garotinho, e a filha, Clarissa, deputada federal mais votada do estado. "O povo foi para as ruas dizer Fora Cabral porque Cabral fechou 300 escolas, prendeu bombeiros e policiais e mandou para Bangu I para ficar com bandidos do Comando Vermelho. Isso é covardia", disse Garotinho. O ex-governador disse ainda que Pezão não deveria ser impedido de disputar a reeleição porque foi, de fato, o governador no últimos oito anos, e não Sérgio Cabral. "O cachorro de estimação do Cabral usava o helicóptero do governo do Estado que é para salvar a vida de pessoas. E onde estava o Pezão? Quando viajou para Paris para dançar na boquinha da garrafa com guardanapo na cabeça, onde estava o Pezão? O Cabral vivia viajando e esta porcaria de governo que está aí é o governo do Pezão", disparou Garotinho.

[caption id="attachment_28659" align="aligncenter" width="448"] Garotinho lançou movimento contra a compra de votos - Facebook/Clarissa[/caption]

Compra de votos - No fim, Garotinho pediu que o povo chame a polícia no dia da eleição e denuncie ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) a compra de votos que, segundo ele, é prática corrente do PMDB de Luiz Fernando Pezão. E acusou o presidente da Assembleia Legislativa, Paulo Melo, de ser um dos responsáveis pelo crime eleitoral. "Não estamos no Carnaval. Tirem a máscara do Pezão que vocês verão a cara do Cabral por trás. O pé dele é grande, mas é sujo. Político que compra voto é bandido. O Paulo Melo desceu de helicóptero com malas de dinheiro aqui em Campos no dia da eleição. Vamos expulsar essa gente aqui de Campos. Liguem para a polícia, liguem para o TRE. Quem compra voto, compra dignidade e cidadania", disse Garotinho.

Fonte: O Dia 

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Revista "Veja" revela os negócios da família Crivella
20/10/2014 | 01h10
[caption id="attachment_28596" align="aligncenter" width="483"] O senador Marcelo Crivella (à esquerda), pouco antes de embarcar com a família e o sócio do filho (ao lado dele), Jon Phelps[/caption] [caption id="attachment_28599" align="aligncenter" width="478"] Marcelo Hodge Crivella, filho do senador - Reprodução/Instagram[/caption]

A campanha do senador e bispo da Igreja Universal do Reino de Deus Marcelo Crivella para o governo do Rio de Janeiro retrata um homem simples, de vida franciscana, que doa tudo o que recebe com as vendas de seus discos e livros para um projeto social na Bahia. O próprio senador declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) patrimônio relativamente modesto para um campeão de vendas de discos gospel - 739.000 reais. Longe da propaganda eleitoral, no entanto, a vida de Crivella e de sua família não é tão trivial assim. Donos de dois imóveis na Flórida, nos Estados Unidos, e adeptos de confortos como jatos executivos e carros importados, os Crivella são homens de negócios. Desde o ano passado, dedicam-se a turbinar uma rede de escolas adquirida por um grupo americano e presidida pelo filho do senador, Marcelo Hodge Crivella, de 29 anos.

A rede comandada pelo jovem filho do senador é a Seven, que apregoa ter 10.000 alunos. Não é pequena, mas alimenta planos de se tornar ainda maior, multiplicando o número de filiais e espalhando-se pela América Latina. Para concretizar tal plano, os americanos já enviaram ao Brasil, por meio de uma offshore sediada em Luxemburgo, 64 milhões de reais. Crivella, o pai, aposta alto na empreitada. E não vê problema nem mesmo em se utilizar de suas prerrogativas como parlamentar e ministro da Pesca - cargo que ocupou de 2012 a 2014 - para impulsioná-la.

Na manhã de 10 de outubro de 2013, cinco executivos da empresa que comprou a Seven - a Full Sail, uma rede de ensino de computação e games sediada na Flórida - foram retidos no aeroporto de Manaus em sua primeira escala no Brasil, rumo ao Rio de Janeiro, onde fariam reuniões de trabalho. O motivo: dos cinco passageiros do jato Legacy prefixo N53NA, apenas quatro tinham visto de negócios. O quinto, Deepak A. Kumar, vice-presidente da Seven, tinha autorização para fazer turismo, mas o comandante do jato declarara que estavam todos ali a trabalho. Com o impasse instalado, os americanos se comunicaram com os Crivella - e o ministro imediatamente começou a trabalhar para liberá-los. Coube ao secretário-executivo do ministério, Átila Maia, enviar um ofício ao subsecretário-geral das comunidades brasileiras no exterior, embaixador Sérgio Danese, pedindo urgência na solução do imbróglio. "A pedido do ministro Marcelo Crivella, amigo do empresário norte-americano que mantém investimentos na área de educação no Brasil (...), muito agradeceria a Vossa Excelência a gentileza de instruir a divisão competente a emitir, com urgência, autorização para a liberação dos cinco passageiros", explicava a carta. "Conforme informação da Chefia da Polícia Federal em Brasília, o assunto já foi esclarecido." No mesmo dia, todos foram liberados.

Reprodução/VEJADocumento Ministério da Pesca
Documento Ministério da Pesca
Documento Ministério da Pesca

Não foi a primeira vez que Crivella fez um pedido do gênero aos serviços diplomáticos. Naquele mesmo dia, enquanto tentava liberar a entrada dos parceiros comerciais do filho no Brasil, seus antigos funcionários no Senado solicitavam ao Ministério das Relações Exteriores a emissão de dois vistos de entrada para designers americanos que a Seven estava trazendo para participar de um evento no país. Nesse caso, a interferência do ministro era necessária por causa dos prazos. Segundo e-mail enviado pelo gabinete do senador Eduardo Lopes, suplente de Crivella, ao Itamaraty, os designers tinham de desembarcar no Brasil impreterivelmente até o dia 23 de outubro - em 13 dias, portanto. Pedido feito, pedido atendido.

A história da associação entre o filho de Marcelo Crivella e os americanos é nebulosa. Formado em psicologia, Marcelinho trabalhava na área de licenciamento de marcas da Record, emissora controlada pelo bispo Edir Macedo, manda-chuva da Universal e tio de Crivella-pai, até ingressar na Seven, em junho de 2011. Seu dono era então o empresário Leandro Moreira, evangélico como Crivella. No mês seguinte, os americanos da Full Sail se aproximaram de Moreira com uma oferta de compra. A negociação se desenrolou de setembro de 2011 a novembro de 2012, quando foi fechada a venda de 80% da empresa por cerca de 100 milhões de reais. Feito o negócio, a Seven passou a ser controlada pela Artemis Distribution Lux, S.A, empresa que é a ponta final de uma cadeia de offshores. Criada em junho de 2012 em Luxemburgo, ela tem como principal acionista a Artemis Distribution Partners Canada - que por sua vez, é da Artemis Distribution LLC, de Delaware, paraíso fiscal em território americano. Nos documentos da associação, todas essas empresas aparecem ligadas a Jon Phelps, dono e fundador da Full Sail.

"Proximidade forjada entre os americanos e Crivella-filho" - O negócio previa que Moreira mantivesse 20% da Seven e continuasse à frente da operação. Mas, assim que assinou contrato, ele foi excluído da sociedade, proibido de entrar nas escolas - e até hoje, não teria recebido nenhum centavo, embora a Artemis já tenha injetado na Seven 64 milhões de reais, conforme mostram atas públicas da rede de escolas. Hoje, o empresário move um processo contra os americanos - Crivella-filho, apesar de presidente, não é sócio da empresa - na Justiça do Rio. Na ação há e-mails, fotos e documentos que contam a história da tumultuada sociedade e revelam a proximidade forjada entre os americanos e Crivella-filho ao longo da negociação de aquisição.

Outro conjunto de documentos, a que a revista "Veja" teve acesso, mostra ainda que, entre 2012 e 2013, as famílias Crivella e Phelps fizeram várias viagens e passeios nos Estados Unidos - especialmente pela Flórida, onde a mulher do senador, Sylvia Jane, tem dois imóveis. Numa dessas viagens, em janeiro de 2012, posaram todos para fotos em frente ao DC-3 mantido pelo dono da Full Sail - um avião que é o xodó de Phelps e figura no logotipo do grupo. Marcelinho, por sua vez, postava no Instagram fotos da viagem - como a que aparece em frente a um Camaro amarelo e entrando num jato executivo.

Filho de Crivella ganhou apoio de Eduardo Paes - Entre um passeio e outro, os sócios da Seven aproveitavam o cacife do pai de Marcelinho para promover o próprio negócio. Entre março e abril, o filho de Crivella esteve no gabinete do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, para pedir patrocínio a um evento da Seven, a conferência de games CG Extreme. Saiu de lá com patrocínio de 120.000 reais e apoio da prefeitura para o evento. "Com o amigo prefeito do Rio hoje falando sobre grandes novidades para nossa cidade esse mês. Prefeito confirmou sua presença. E você, tá esperando o que?”, escreveu Marcelinho na legenda da foto com Paes que publicou no Instagram. Em outra ocasião, em junho de 2013, Phelps chegou até a pedir ajuda ao filho do senador para tentar marcar uma visita da presidente Dilma Rousseff à Full Sail em sua próxima viagem oficial aos Estados Unidos. A visita nunca aconteceu, mas a parceria entre eles deu frutos, e a Seven se engajou na pré-campanha de Crivella ao governo do Rio.

"Vamos trabalhar para passar o Garotinho logo" - Num e-mail enviado a funcionários da Seven em 31 de julho do ano passado, Crivella-filho distribuiu tarefas e deu instruções sobre como montar a página do senador-candidato na internet. "Explorar imagens de que Crivella é um homem de família - casado há mais de 25 anos com Jane. Vamos trabalhar para passar o Garotinho logo!!", diz um trecho da mensagem. Procurado por VEJA, Marcelinho afirmou que os funcionários da Seven que hoje trabalham na campanha já se desligaram da empresa. Crivella-pai, por sua vez, nega qualquer relação entre a campanha e a empresa do filho.

Casa da família Crivella em Orlando (EUA)

Imóveis nos Eua - Embora a família Crivella tenha dois imóveis nos Estados Unidos, nenhum deles está registrado no nome do senador. O primeiro é um apartamento de 194 metros quadrados na região sul de Orlando, comprado pela mulher de Crivella, Sylvia Jane, em abril de 2011, e avaliado em 250.000 dólares pelos sites locais de busca de imóveis. O segundo é uma casa num condomínio do outro lado da cidade, também com valor estimado em cerca de 250.000 dólares. Crivella informa que o primeiro imóvel foi comprado por sua mulher com recursos próprios, já que Sylvia é escritora e tem uma loja de iogurtes. A casa, segundo ele, foi adquirida no ano passado pela filha, Débora - que mora na Flórida e trabalha na Full Sail, a dona da Seven no Brasil.

O senador diz ter ajudado na compra, contraindo um empréstimo junto ao Banco do Brasil - do qual, contudo, não revela o valor. Embora Crivella afirme que a operação está registrada em sua declaração de Imposto de Renda, ela não consta da declaração enviada ao TSE. Advogados ouvidos por VEJA afirmam que ele teria de ter declarado o empréstimo ao tribunal.

Fonte: Veja 

O blog "Estou Procurando o que fazer" divulgou a matéria: aqui 

Atualização às 20h20 - Crivella tenta barrar reportagem  -O senador Marcelo Crivella entrou com uma ação na Justiça Eleitoral para retirar do ar a reportagem publicada pela "Veja". O TRE negou hoje conceder uma liminar que censuraria a reportagem. Não é a primeira vez nesta campanha que Crivella quer impedir a divulgação de dados não-favoráveis à sua campanha. No início do segundo turno, o senador tentou – e, depois, voltou atrás – proibir a divulgação de pesquisas eleitorais.

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Garotinho faz novas previsões
11/10/2014 | 01h33

Em 2012 publiquei aqui no blog uma nota sobre as previsões do deputado federal Anthony Garotinho (PR) em São João da Barra. Na ocasião, ele afirmou que haveria uma grande operação policial no município. E não é que o “guru” acertou. Na reta final da eleição municipal a então prefeita Carla Machado (PMDB) e o então candidato a vice-prefeito, Alexandre Rosa (PMDB), foram presos pela Polícia Federal.

Agora, ele anda fazendo novas previsões. De acordo com Garotinho, a Polícia Federal vai visitar um político que teria comprado votos na Baixada Campista.

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Dilma (51,6%) X Aécio (48,3%)
26/10/2014 | 08h00

Resultado final:

Dilma Rousseff (PT): 51,6%

Aécio Neves (PSDB): 48,3%

Urnas apuradas: 100%

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Crivella supera Garotinho e será o adversário de Pezão no 2º turno
05/10/2014 | 08h31

A eleição para governador do Rio será mesmo decidida em segundo turno. O atual governador e candidato à reeleição, Luiz Fernando Pezão, do PMDB, obteve 40,% dos votos e irá enfrentar Marcello Crivella, o segundo mais votado com 20%. O candidato do PRB disputou voto a voto com o candidato do PR, Anthony Garotinho, que terminou com 19%. Lindberg Farias (PT) ficou na quarta posição, com 10%, seguido por Tarcísio Motta, do PSOL, com 8,93%. Dayse Oliveira (PSTU) ficou com 0,42% e Ney Nunes (PCB), com 0,11%.

Os votos em branco somaram 6,11% e os nulos, 11,44%. A divulgação dos primeiros resultados atrasou devido à situação em Niterói, que apresentou problemas durante todo o dia de votação com o sistema de biometria. Os primeiros dados só começaram a sair com 88% das urnas já apuradas. Segundo a diretora geral do TRE-RJ, Adriana Brandão, a divulgação dos resultados do Rio só ocorreriam quando o último voto fosse concluído nas seções eleitorais onde ainda havia votação Pesquisa de boca de urna do Ibope mostrava que Pezão ficaria com, 34% das intenções dos votos, sendo que com a margem de erro ficaria entre 32% e 36%. O candidato do PR, Anthony Garotinho, aparece com 28%, e a margem de erro é de 26 a 30%. Em terceiro, aparece Marcelo Crivella, do PRB, teria 18% das intenções de votos, com oscilando de 16 a 20%. Já o candidato do PT Lindbergh Faria aparece em quarto, com 11% dos votos, com margem de 9% a 13%. O Ibope ouviu 5.000 pessoas.

Fonte:  O Globo
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Datafolha e Ibope: Dilma na liderança e Aécio assume segundo lugar
04/10/2014 | 04h13

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (4) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto válidos na corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 44% - Aécio Neves (PSDB): 26% - Marina Silva (PSB): 24%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".

O Datafolha ouviu 18.116 eleitores nos dias 3 e 4 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01037/2014.

Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (4) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto válidos na corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 46% - Aécio Neves (PSDB): 27% - Marina Silva (PSB): 24% - Pastor Everaldo (PSC): 1% - Luciana Genro (PSOL): 1% - Eduardo Jorge (PV): 1% - Zé Maria (PSTU): 0% - Rui Costa Pimenta (PCO): 0% - Eymael (PSDC): 0% - Levy Fidelix (PRTB): 0% - Mauro Iasi (PCB): 0%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S.Paulo".

Fonte: G1

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José Carlos: "Agora faço parte da bancada de oposição"
31/10/2014 | 03h32

O vereador José Carlos (PSDC), que integra o grupo dos "independentes", não pulou no colo do deputado federal Anthony Garotinho (PR). Além disso, deixou claro que está fora da bancada governista.  "Estou seguindo uma orientação do meu partido e, já na próxima sessão, estarei ao lado da bancada de oposição", avisou o vereador, deixando claro que a sua oposição ao governo não será "raivosa". "Os projetos que forem bons para a população eu irei aprovar sem problemas. Porém, não vou deixar de apontar uma série de coisas erradas que estamos vendo em várias partes do nosso município", frisou o parlamentar, que promete uma entrevista amanhã (01) para dar mais detalhes sobre o seu novo posicionamento.

José Carlos é aliado do deputado estadual João Peixoto (PSDC), que se reelegeu e possui um contato direto com o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). Na eleição deste ano José Carlos apoiou João Peixoto e Paulo Feijó (PR). Na disputa pelo governo ele ficou com Garotinho no primeiro turno e Pezão no segundo.

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Rosinha: "Como Jó eu repito: 'não entendo, mas confio'".
06/10/2014 | 03h28

Em sua página no Facebook, a prefeita Rosinha Garotinho (PR), que foi incansável durante toda a campanha, publicou uma mensagem: "Quero agradecer a Deus . Nem sempre os nossos sonhos são os sonhos de Deus na nossa vida. Quero agradecer a cada um que nos apoiou nesta caminhada. Obrigada por tudo. Não se deixe esmorecer, a nossa fé não pode ser abalada por causa das circunstâncias. Deus continua no controle de todas as coisas. Ele é o Senhor das nossas vidas. Como Jó eu repito: 'não entendo, mas confio'".

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Em Casimiro de Abreu, Pezão ganhou por um voto
26/10/2014 | 07h21
No município de Casimiro de Abreu a disputa entre Pezão e Crivella foi voto a voto. No fim, o governador obteve 8897 votos contra 8896 votos de Crivella.
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Cabral: "É injustiça dizer que Pezão me escondeu"
05/10/2014 | 05h43
[caption id="attachment_28117" align="aligncenter" width="347"] Foto: Paulo Araújo / Agência O Dia[/caption]

O ex-governador Sérgio Cabral chegou à escola municipal Roma, em Copacabana, onde vota, por volta das 15h35 deste domingo, acompanhado da mulher e de seguranças particulares. Cumprimentando eleitores, Cabral subiu as escadas do colégio e encontrou sua seção vazia. Ao terminar de votar, ele destacou as qualidades de Luiz Fernando Pezão, para quem cedeu o cargo em abril, e negou que o atual governador o tenha 'escondido' durante a campanha. "Se tem uma pessoa que sempre defendeu os méritos do nosso governo, é o Pezão. Chega a ser uma injustiça falar isso (que o Pezão me escondeu)", afirmou Cabral.

Dentro da cabine, Cabral puxou uma cadeira, sentou-se e ficou parado olhando para tela. Segundo ele, estava admirando a candidatura do filho, Marco Antônio Cabral, a deputado estadual. "É uma grande emoção votar pela primeira vez no meu filho", comentou.

O ex-governador declarou ainda votos em Cesar Maia, para o Senado, e em Paulo Melo, para deputado estadual. Quanto ao voto para presidência, Cabral preferiu não se manifestar. "Tenho uma relação extraordinária com a presidenta Dilma. E do Aécio, sou amigo há 31 anos", justificou a discrição.

Na saída, cerca de cinco militantes de partidos de esquerda entoaram gritos de "Cabral é ditador" e "Cadê o Amarildo?". Houve bate-boca entre eles e os seguranças de Cabral, que impediram que os ativistas se aproximassem do ex-governador.

Fonte: O Dia

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Vereadores com um "pezão" na oposição
21/10/2014 | 10h03

A bancada oposicionista na Câmara de Campos, que começou o ano com apenas quatro membros (Nildo, Rafael, Fred e Marcão), pode terminar com reforços. Se alguns nomes ainda aguardam o resultado da eleição, já tem gente querendo declarar apoio ao governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) ainda na reta final deste segundo turno. "Estou com um 'pezão' na oposição", diz um parlamentar rosáceo.

Como o blog já informou (aqui), alguns vereadores devem ser dispensados do "rolo compressor" logo após o segundo turno. Com isso, os parlamentares devem embarcar na oposição em 2015 já visando a eleição de 2016.

Bonde dos insatisfeitos - Além dos vereadores que estão flertando com a oposição, há também um grupo disposto a continuar no governo, mas sem o mesmo "amor" de antes. Tudo por conta das brigas internas durante a eleição.

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Reuniões diferentes, militantes iguais
20/10/2014 | 01h50

Um aliado que acompanhou as últimos reuniões grupo rosáceo, defendendo a candidatura do senador Marcelo Crivella (PRB) ao governo do estado, fez uma observação interessante ao notar que dois ônibus estavam levando militantes de um lado para o outro. “Em um mesmo dia os mesmos militantes participam de duas ou três reuniões. Ou seja, o nosso líder está rodando a cidade e falando para as mesmas pessoas. Tudo isso porque as lideranças nos bairros e vereadores não conseguem encher uma casa de festas. Desse jeito é melhor andar e bater de porta em porta”, resmunga o rosáceo.

De acordo com o aliado do grupo, as reuniões cheias não representam nada. “O que adianta falar as mesmas coisas para as mesmas pessoas? Até os aplausos são ensaiados. Parece programa de auditório”, reclamou.

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Nahim fica com o 3° lugar em Campos
06/10/2014 | 01h41

O ex-vereador Nelson Nahim (PSD), que disputou a eleição para a Câmara Federal, não conseguiu uma cadeira, mas obteve uma vitória política. Em Campos, ele só ficou atrás da deputada Clarissa Garotinho PR), que obteve 47.507 votos, e do vereador Alexandre Tadeu (PRB), que ficou com 20.794 votos. Com 17.827, Nahim foi o terceiro mais votado na cidade, chegando à frente de políticos como o deputado Paulo Feijó (PR),o vereador Jorge Magal e o médico Makhoul Moussallem. Além disso, ainda conquistou oito mil votos fora de Campos, chegando a 25.872.

Hoje (06), Nahim agradeceu em sua página no Facebook e afirmou que "agora todo mundo é Pezão". "Quero em primeiro lugar agradecer a Deus pela nossa campanha vitoriosa. Foram 25.872 votos conquistados com muito trabalho e dedicação. A minha família, meus amigos de caminhada e todos que votaram, o meu muito obrigado do fundo do meu coração. Estou muito feliz . A luta continua: agora todo mundo é Pezão", disse Nahim, que entre os políticos da oposição foi o mais votado eleição proporcional.

 Veja a lista com a posição de cada candidato a deputado federal em Campos no blog "Ponto de Vista", do Christiano Abreu Barbosa (aqui).
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Líder já avisou: cabeças do "rolo compressor" vão rolar
15/10/2014 | 01h49

Tudo indica que nos próximos dias o poderoso "rolo compressor" governista, que dá as cartas na Câmara de Campos, vai contar com reviravoltas.

Diante da divisão de votos que atrapalhou os planos do seu grupo em Campos, o deputado federal Anthony Garotinho (PR) já teria mandado um recado aos vereadores que ficaram em cima do muro na eleição deste ano. O plano é simples: cortar seis vereadores, deixando a bancada governista mais enxuta, com 15 membros. Neste caso, a oposição, que hoje conta com quatro vereadores, passaria a ter dez parlamentares. Acostumado nos últimos anos aos embates no planalto, Garotinho acredita que 15 vereadores seria o suficiente para manter o poder no Legislativo da planície. Além disso, como vai estar em Campos, possivelmente como secretário de Governo, ele estaria disposto a arregaçar as mangas e encarar dez da oposição e "quem quiser bater de frente".

As primeiras vítimas do "rolo compressor" serão os vereadores que fizeram campanha para candidatos de fora e, indiretamente, ou em alguns casos até diretamente, ajudaram o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). "Tinha gente usando a máquina para ajudar candidatos de fora. Esses com certeza serão eliminados", diz um influente aliado de Garotinho.

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Clarissa: "Não sou fã do PT, mas tenho lado e posição"
20/10/2014 | 08h52
[caption id="attachment_28634" align="aligncenter" width="415"] Selfie: Dilma e Clarissa - Facebook/Clarissa[/caption]

A deputada estadual Clarissa Garotinho (PR), que se elegeu deputada federal com 335 mil votos e, em 2006, chegou a usar uma camisa com a frase "Fora Lula", publicou, no Facebook, uma foto ao lado da presidente Dilma Rousseff  e comentou sobre a sua postura neste segundo turno. "Não sou fã do PT. Não tenho paixão neste segundo turno nacional. Mas tenho lado e posição. É inegável que temos no Brasil o maior programa de combate à fome! O ProUni permitiu que milhares de jovens tivessem acesso à Universidade. A descoberta do pré-sal e a destinação de boa parte dos recursos para a saúde e a educação são conquistas importantes para o Brasil. O mundo está sendo afetado por uma grave crise econômica e estamos conseguindo superar sem corte de salários e diminuição de empregos. Existem problemas, sim! Muitos. Não só neste governo, no do PSDB também. E que os culpados de ontem e de hoje sejam punidos. No mais... prefiro que vença o campo popular!", afirmou Clarissa.

[caption id="attachment_28635" align="aligncenter" width="383"] No ano passado o PSDB flertou com o PR-RJ e Clarissa Garotinho chegou a ser cogitada como um reforço no ninho tucano[/caption]

Conversas com Aécio - Antes do selfie com a presidente Dilma Rousseff e do apoio nesta eleição, Clarissa Garotinho chegou a trocar ideias com o senador Aécio Neves (PSDB). Inclusive, no ano passado, cogitou-se a possibilidade de Clarissa se filiar ao PSDB (aqui), em setembro do ano passado. Antes, em abril, Clarissa teria dito (aqui) que não havia compromisso do PR-RJ em apoiar a presidente Dilma. Porém, com o surgimento do movimento "Aezão", que uniu aliados de Aécio e do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), o PSDB abandonou a ideia de apoiar Garotinho e encerrou o "namoro" com o PR-RJ.

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Istoé/Sensus: Aécio está 13 pontos à frente de Dilma
17/10/2014 | 06h35

Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre a terça-feira 14 e esta sexta-feira 17 mostra a consolidação da liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff no segundo turno da sucessão presidencial. De acordo com o levantamento, o tucano soma 56,4% dos votos válidos, contra 43,6% da presidenta. Uma diferença de 12,8 pontos percentuais, que representa cerca de 19,5 milhões de votos. Se fossem considerados os votos totais, Aécio teria 49,7%; Dilma, 38,4%; e 12% dos eleitores ainda se manifestam indecisos ou dispostos a votar em branco. A pesquisa indica que nessa reta final da disputa os dois candidatos já são bastante conhecidos pelos eleitores. O índice de conhecimento de Dilma é de 94,4% e de Aécio, de 93,3%. “Com os candidatos mais conhecidos, a tendência é a de que o voto fique mais consolidado”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. O levantamento, que ouviu 2.000 eleitores de 24 Estados, revela também a liderança de Aécio Neves quando não é apresentado ao eleitor nenhum candidato. Trata-se da chamada resposta espontânea. Nesse quesito, o tucano foi citado por 48,7% dos entrevistados e a petista, que governa o País desde janeiro de 2011, por 37,8%.

Realizada em 136 municípios, a pesquisa ISTOÉ/Sensus também constatou que a campanha petista não conseguiu reduzir o índice de rejeição à candidata Dilma Rousseff. Quase metade do eleitorado, 45,4%, afirma que não admite votar na presidenta de maneira alguma. Com relação ao tucano, segundo o levantamento, a rejeição é de 29,9%. “Isso significa que a margem de crescimento da candidata Dilma é menor do que a de Aécio”, avalia Guedes. Os números mostram, segundo a pesquisa, uma forte migração para o senador tucano dos votos que foram dados a Marina Silva (PSB) no primeiro turno. “Hoje estamos juntos em torno de um programa para mudar o Brasil”, disse Marina na sexta-feira 17, ao se encontrar com Aécio em evento público na zona oeste de São Paulo.

Fonte: IstoÉ

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