Efeito Picciani - Sexta Feira, 29/07/2016
29/07/2016 | 12h06
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Um beijo no coração
26/07/2016 | 13h55
De tudo que se vê, ouve e se percebe por acá, um fato é definitivo; o  de que  o  coração está liberto e definitivamente  partiu...   Compartilhando a força, a  emoção e o simbolismo de uma letra de Vandré e,  sem querer plagiar o doutor:     " Um beijo no coração".
Depois  é só chorar
Geraldo Vandré
Ama que tudo é só amar
Sonha que a vida é só sonhar
Toma do amor tudo que é bom
Toma depressa enquanto é bom
Que depois o amor é só chorar
Ama que a vida é só amar
Sonha que tudo é só sonhar
Toma do amor tudo que é bom
Toma depressa
Enquanto é bom
Que depois o amor é só chorar
Sim, depois o amor é só chorar
Depois o amor é só chorar
[embed]https://www.youtube.com/watch?v=gh61qeVEI48[/embed] z'
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Preocupante - Sexta Feira, 22/07/2016
22/07/2016 | 15h19
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Baixe os APPS das ELEIÇÕES 2016
20/07/2016 | 13h10
[caption id="" align="alignleft" width="432"] CLIQUE PARA ACESSAR O SITE DO TSE[/caption]

Aplicativos Justiça Eleitoral

   
Agenda JE android | ios

O aplicativo “Agenda JE” reúne todos os acontecimentos previstos para as Eleições Municipais 2016. A ferramenta disponibiliza as datas do Calendário Eleitoral e as informações sobre o Calendário da Transparência, que tem os detalhes sobre os eventos que buscam a auditoria e a transparência no processo eleitoral. O dispositivo conta com a possibilidade de notificação automática de todos os prazos constantes do calendário. A opção pode ser desabilitada pelo usuário.

JE Processos android | ios  

O “JE Processos” permite o acompanhamento do trâmite dos processos do Sistema de Acompanhamento Processual e do Processo Judicial Eletrônico. Ele também exibe os andamentos, relator do caso, origem, ementa, partes e advogados, decisões e publicações do processo. O aplicativo também tem a função de favoritar e visualizar a lista de processos desejados. O aplicativo exibe os andamentos, relator do caso, origem, ementa, partes e advogados, decisões e publicações do processo.

Aguardando publicação

Mesários O aplicativo “Mesários” leva informações a cerca de dois milhões de colaboradores que participam do processo eleitoral, com instruções, orientações e perguntas e respostas de forma a complementar o treinamento dos mesários e auxiliar no esclarecimento de dúvidas. Agregador O “Agregador” aglutina informações para o eleitor em uma única tela, como: situação do título, orientações sobre justificativa, local de votação, informações sobre propaganda eleitoral e contatos do Disque-Eleitor. Por meio do aplicativo, é possível ter acesso a notícias, vídeos e perfis oficiais da Justiça Eleitoral em mídias sociais. O “Agregador” também oferece acesso direto a todos os outros aplicativos desenvolvidos para as eleições de 2016. Pardal - Denúncias A solução “Pardal” possibilita aos eleitores notificar irregularidades e não conformidades nas campanhas. Funciona assim: ao identificar um problema, o cidadão tira uma foto e, por meio do App, envia as evidências para a Justiça Eleitoral no estado ou município, que fará a análise da denúncia. Candidaturas O aplicativo “Candidaturas” permite que o eleitor acompanhe o seu candidato e acesse as seguintes informações: nome completo do candidato, nome escolhido para a urna, número, situação do registro de candidatura, cargo, partido, coligação e, ainda, o link para o site do candidato. O dispositivo também exibirá os dados da prestação de contas dos políticos. Onde votar ou justificar O aplicativo “Onde votar ou justificar” foi criado pela Justiça Eleitoral para facilitar o acesso do eleitor brasileiro ao local de votação e aos postos de justificativa em todo o Brasil, caso esteja fora do seu domicílio eleitoral. O aplicativo funciona como um guia que auxilia os eleitores que estão em dúvida sobre a zona ou seção em que votam, permitindo ao cidadão fazer a consulta de forma rápida e segura, diretamente das bases de dados da Justiça Eleitoral. Boletim na Mão O aplicativo possibilita ao eleitor conferir o resultado do pleito, por meio do código QR – um código de barras em 2D que pode ser escaneado pela maioria dos aparelhos celulares que têm câmera fotográfica. A ferramenta permite que qualquer cidadão acesse, de forma rápida, segura e simplificada as informações contidas nos Boletins de Urna (BU), que são impressos após o encerramento da votação e afixados em quadros de aviso nas seções eleitorais. Resultados Por meio do App “Resultados” é possível acompanhar, em tempo real, os dados do resultado da eleição em todo o Brasil e visualizá-los a partir de consulta nominal, que apresenta o quantitativo de votos totalizados para cada candidato com a indicação dos eleitos ou dos que foram para o segundo turno. Também permite selecionar os candidatos favoritos e selecioná-los para acompanhar a apuração. QRUEL (preparação das urnas) Com o App, um servidor da Justiça Eleitoral pode ligar a urna e fotografar o QR Code que aparece na tela. Esse código detalha se a urna eletrônica está operando de forma correta. Caso a urna apresente uma não conformidade, o Tribunal Regional Eleitoral terá a possibilidade de substituir essa urna antes da eleição. Checkup da urna O aplicativo “Checkup da Urna” foi desenvolvido para uso dos técnicos da Justiça Eleitoral. O dispositivo faz uma checagem das funcionalidades gerais das urnas, o que permite atuar preventivamente na sua manutenção. Só é possível utilizar a ferramenta antes de fazer o carregamento da urna. Só é possível utilizar a ferramenta antes de fazer o carregamento da urna.
Fonte: site TSE
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O eleitorado merece
17/07/2016 | 10h15

As novas regras eleitorais, definitivamente transformaram   as mídias digitais no cenário ideal para a pulverização das imagens, mensagens, projetos e idéias dos que se apresentam como  pré candidatos. Esta semana, chamou a atenção a vanguarda e a eficiência demonstrada pela iniciativa dos blogueiros Paulo Noel e Vinícius Berto, que em seu portal de informação V Notícia compartilhou uma série de entrevista com os três pré candidatos a prefeito no município de São Francisco de Itabapoana.  Espaço absolutamente democrático  para que os entrevistados se apresentem  a sua comunidade eleitoral.

A iniciativa dos Blogueiros de SFI, merece e pode nos servir como modelo. As  entrevistas produzidas com certeza com um custo pequeno e, que oferecem a oportunidade universal do acesso a informação sobre candidatos, suas pretençoes, projetos e  plano político.

A comunicação e a  democracia agradecem,  os eleitores merecem!

As entrevistas podem ser acessadas clicando na imagem abaixo

[caption id="attachment_10520" align="aligncenter" width="1080"] Clique na imagem para acessar entrevistas com pré candidatos de SFI...[/caption]
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Super Garotinho - Sexta Feira, 15/07/2016
15/07/2016 | 11h29
[caption id="attachment_10511" align="aligncenter" width="1500"]Clique na  imagem para ampliar Clique na imagem para ampliar[/caption]      
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Cyberbullying: como evitá-lo em 10 dicas
11/07/2016 | 22h56

Algumas precauções e sugestões de comportamento para evitar essa praga dos tempos digitais

 O bullying se caracteriza por um conjunto de atos ofensivos contra a honra da vítima, feitas no contexto de um grupo e repetidas metodicamente de modo a romper o equilíbrio emocional do indivíduo. O termo inglês se aproxima um pouco do que em Direito se conhece como "assédio moral".

Os praticantes de bullying visam o sofrimento psicológico de sua vítima através de sua exposição, perseguição e humilhação públicas. Frequentemente associado aos ambientes escolares, o bullyingtem nos meios digitais uma forma de propagação fácil e devastadora. Fácil porque não é preciso mais do que digitar algumas mensagens em redes sociais ou montar um grupo para denegrir a vítima; devastadora porque a capacidade de difusão da rede pode colocar a pessoa agredida em maus lençóis, destruir relacionamentos e provocar até enfermidades psiquiátricas nos mais sensíveis, entre elas a depressão.

É preciso diferenciar, claro, as brincadeiras (ainda que de gosto duvidoso) do bullying. Enquanto a brincadeira é ocasional e pode, às vezes, constranger, o bullying é constante, reiterado e visa humilhar a vítima, fazendo-a sentir-se inferiorizada. Mas o fato do ofensor e da vítima estarem atrás de seus computadores (talvez nem sequer se conheçam pessoalmente) não atenua a gravidade do ato de humilhação e dos ataques morais. Os praticantes do cyberbullying podem aparecer nos comentários do seu blog, no Twitter, Facebook, Orkut, por e-mail, no contexto de uma página web criada para agredir, ou num fórum da Internet em que seja possível o contato entre as pessoas.

  Abaixo, relacionamos algumas recomendações de segurança para se livrar dessa verdadeira praga do mundo virtual, que produz efeitos bem reais:  

1. Ignore o ofensor.

Alguém que esteja praticando cyberbullying tem o objetivo exatamente de provocar reações negativas, ver sua vítima chorando ou em ataque de fúria descontrolada. Não responda, não dê satisfação, não troque mensagens com o seu agressor.

2. Não pague com a mesma moeda.

Além de colocá-lo num ciclo virtualmente infinito de agressões e vinganças, quando você se iguala ao seu agressor, acaba perdendo a razão em uma série de aspectos. Do ponto de vista jurídico, por exemplo, a injúria (ofensa pessoal) repelida pela resposta do ofendido contendo outra injúria contra o ofensor (retorsão imediata), deixa de ser punida.

3. Separe as evidências.

Grave os arquivos que comprovam o cyberbullying, bem como a data e horário comprovados do(s) fato(s). Se possível, imprima-os para poder usá-los como provas a seu favor.

4. Acuse o cyberbulling ao responsável pelo serviço online.

Você deve levar ao conhecimento da empresa responsável pela manutenção do serviço online (ex: Facebook, Twitter e Google) o que está acontecendo e pedir providências no sentido de retirar o conteúdo ofensivo da Internet, de excluir ou bloquear determinados usuários. Quando a responsável pelo serviço é acionada e nada faz, em alguns casos responde junto com o ofensor pelos danos à vítima das agressões.

5. Identifique a pessoa que possa resolver o problema.

Geralmente, os casos de cyberbullying iniciam-se entre pessoas que compartilham pontos comuns de convivência: estudam ou trabalham juntos, ou frequentam os mesmos lugares, ou até mesmo são membros da mesma família. Nesse ponto, é interessante verificar uma pessoa que tenha hierarquia superior na relação identificada para solicitar providências. Pode ser, por exemplo, a professora, o chefe, o comandante, o pai, o avô, dependendo muito do caso.

6. Encare o assunto com seriedade.

Bullying não é uma brincadeira, as pessoas que sofrem esse tipo de ataque são feridas em seus sentimentos íntimos, portanto é necessário assumir o problema e tentar resolvê-lo. Se você é menor, é importante a comunicação com a família e com a figura dos pais para que seja discutida uma saída.

7. Evite o contato online com o agressor.

Como estamos falando da versão eletrônica do bullying, você possui diversas ferramentas para banir, bloquear, excluir, enfim afastar de seu círculo de contatos as pessoas que não lhe são convenientes. A menos que você seja masoquista, afastar-se do agressor é a medida certa a tomar.

8. Não seja conivente e não pratique o bullying.

Quando falamos em bullying ou cyberbullying, é comum todos se acharem vítimas e nunca ofensores. Mas a verdade é que poucas pessoas param para refletir a respeito dos seus atos, até onde a brincadeira com o outro deixa de ser uma mera bobagem para passar a um ritual de tortura psicológica. É preciso um pouco de empatia, um pouco de aplicação do  "não faça aos outros o que não gostaria que lhe fizessem".

Permanecer inerte num grupo enquanto outra pessoa é humilhada também não é um comportamento louvável. Ou você sai do grupo, ou demonstra a sua indignação contra um ato covarde praticado via Internet.

9. Seja polido e equilibrado.

Xingamentos imoderados, comentários desequilibrados, enfim, a falta de educação básica aplicada aos meios digitais acabam por tornar esse tipo de pessoa um alvo para o bullying. Além disso, por não ter nada a acrescentar, acaba se tornando o tipo que fala sozinho.

10. Em caso extremo, considere levar o assunto ao Judiciário.

Existe um projeto de alteração do Código Penal que criminaliza o bullying. Enquanto ele não é aprovado, é importante saber que diversas condutas que se inserem no contexto do bullying podem ser enquadradas em alguns dos crimes já existentes, como a injúria, a difamação, a ameaça e a apologia ao crime, entre outros. Além disso, o patrimônio moral do indivíduo é compreendido como um direito fundamental pela Constituição Federal; sua violação permite à vítima pleitear, por exemplo, a reparação do dano pelo ofensor via indenização, além de providências para a retirada dos comentários ou dados ofensivos colocados online (nesse caso, os próprios responsáveis pelo serviço online, caso não cooperem, podem ser obrigados judicialmente a remover o conteúdo).

Via Watts App
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Com a brocha na mão. Sexta Feira, 08.07.2016
08/07/2016 | 20h23
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Polícia diz que clubes fraudavam resultados de campeonatos de futebol
08/07/2016 | 01h21

Segundo o delegado, tiveram jogos com resultados manipulados, em 2016, as séries A2 e A3 do Campeonato Paulista de Futebol e a primeira divisão dos campeonatos estaduais do Rio Grande do Norte, do Maranhão e do Ceará. De acordo com ele, há indícios de que houve fraude também nas séries principais do Acre, Paraná, e Mato Grosso.

A quadrilha é liderada por asiáticos, que pagavam de US$ 20 mil a US$ 30 mil para que um time perdesse um jogo determinado. Normalmente, a equipe era obrigada a ser derrotada por um largo placar, como quatro a zero. Treinadores, jogadores e dirigentes estão envolvidos no caso.

“Descobrimos que o esquema não necessita da participação de todo o clube, basta uma quantidade mínima de jogadores. Nem todo o elenco precisa ser aliciado. Basta que o técnico e a maior parte dos jogadores em campo atuem de forma pré-ordenada, com a intenção de fraudar o resultado. Mas há casos em que a estrutura inteira do time participa, do presidente aos jogadores”, disse o delegado da 5ª Delegacia de Polícia de Repressão e Análise aos Delitos de Intolerância Esportiva.

Colocar a mão na bola dentro da área ou fazer faltas dentro da área – situações em que os times são punidos com pênaltis – eram algumas das formas que os jogadores, a mando do técnico e dirigentes, agiam para manipular o resultado.

Não há informações ainda sobre os chefes da organização criminosa no exterior, apenas que são da Indonésia, Malásia e China. No Brasil, o esquema, segundo a polícia, era coordenado por Anderson Silva Rodrigues e Marcio Souza da Silva, ambos do Rio de Janeiro. Até o momento, oito participantes do esquema foram presos temporariamente.

Fonte: Agência Brasil

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Mauro Silva fora
05/07/2016 | 17h54

Conforme já previsto na Coluna Comentários, o vereador Mauro Silva, confirmará está noite em reunião com a executiva municipal do seu partido sua desistência da pré candidatura a prefeitura de Campos dos Goytacazes.   O PSDB literalmente terminará esta estória; "com a brocha na mão".

E, como dizem os mais velhos e mais sábios: " quem não ouve cuidado, ouve coitado...

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Juiz não é obrigado a seguir decisão sobre prisão após 2ª instância, diz Mello
04/07/2016 | 23h11

O ministro Celso de Mello, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou hoje (4), em uma decisão, que os juízes de instâncias inferiores não são obrigados a seguir a decisão da Corte, proferida em fevereiro, que determinou que pessoas condenadas em segunda instância devem começar a cumprir pena antes do trânsito em julgado do processo (final do processo).

De acordo com o ministro, que ficou vencido na votação, a decisão não obriga os juízes a seguir a decisão. “Tal decisão, é necessário enfatizar, pelo fato de haver sido proferida em processo de perfil eminentemente subjetivo, não se reveste de eficácia vinculante. A significar, portanto, que aquele aresto, embora respeitabilíssimo, não se impõe à compulsória observância dos juízes e tribunais em geral”, argumentou Mello.

A tese foi defendida em uma decisão em que Mello suspendeu a execução do mandado de prisão contra um condenado a mais de 16 anos de prisão por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Antes de peticionar ao Supremo, o condenado conseguiu uma liminar no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para recorrer em liberdade, mas a decisão foi cassada após o julgamento da Corte que permitiu a execução da pena antes do trânsito em julgado.

No entendimento do ministro, a decisão que determinou a prisão do condenado antes do esgotamento de todos os recursos violou o princípio constitucional da presunção de inocência. “Vê-se, portanto, que nenhuma execução de condenação criminal em nosso país, mesmo se se tratar de simples pena de multa, pode ser implementada sem a existência do indispensável título judicial definitivo, resultante, como sabemos, do necessário trânsito em julgado da sentença penal condenatória”, concluiu.

Fonte: EBC
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Enquanto isso . Sexta Feira 01/07/2016
01/07/2016 | 12h46
[caption id="attachment_10478" align="aligncenter" width="1500"]Clique na imagem para ampliar Clique na imagem para ampliar[/caption]
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