Coluna Comentários
26/04/2013 | 13h25
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Coluna Comentários
19/04/2013 | 17h31
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Coluna Comentários
12/04/2013 | 17h45
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Coluna Comentários de hoje
05/04/2013 | 12h45
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SJB: vereador Elísio propõe criação de Conselho Antidrogas
04/04/2013 | 19h46
A criação de um Conselho Municipal Antidrogas foi um dos destaques da sessão da Câmara de São João da Barra nesta quinta (04). O pedido foi feito pelo vereador, Elísio Alberto da Silva Rodrigues (PDT), por meio de indicação ao Executivo. “Esse conselho poderia não só fiscalizar, mas também oferecer propostas com o objetivo de prevenir esse problema que assola todo o nosso país”, frisou Elísio, que também indicou a implantação da Guarda Mirim Municipal. Dentre as demais indicações aprovadas: o edil Alex Sandro Matheus Firme (PMDB) pediu ao prefeito, José Amaro Martins de Souza (Neco) que encaminhe à Câmara, um projeto de lei visando incorporar o adicional de insalubridade aos vencimentos dos agentes de saúde comunitários, bem como, o risco de vida para os guardas municipais. Alex também pediu a reforma da Praça São João Batista. Já o parlamentar, Carlos Machado da Silva (Kaká - PT do B), pediu a reposição das lâmpadas queimadas e manutenção periódica na rede de energia elétrica nos bairros de Água Santa, Nova São João da Barra e Chatuba. O presidente, Aluizio Siqueira (PMDB), propôs a colocação de super postes iniciando na propriedade do Sr. Jamil até a Figueira, em Grussaí. Ele também pediu à Secretaria de Saúde para colocar carro fumacê diariamente em todo o município. Eziel Pedro da Silva (PSDC) indicou o calçamento da “Travessa Coqueiro”, em Grussaí e construção de um mirante e teleférico em local adequado no município. Já a vereadora Sônia Pereira (Soninha - PT) propôs a construção de calçadas padronizadas na Avenida Rotary (da Escola Domingos Fernandes até a curva do Peneirinha) e a continuidade do projeto municipal de reforma das casas que se encontram em péssimo estado de conservação. Moção ao Prefeito Neco e à Policlínica da PM Duas moções de aplausos foram aprovadas: a primeira, de autoria de Aluízio e Jonas Gomes de Oliveira (PMDB), foi feita ao prefeito Neco, que conseguiu implantar no município, o tão sonhado Departamento Municipal de Trânsito (Demutran). Já a segunda, também de Aluízio, foi destinada ao comandante, da Policlínica da Polícia Militar de Campos, coronel Magno Marge, e aos servidores civis e militares que atuam no órgão, que foi inaugurado há dois anos. A moção foi proposta pelo belo trabalho prestado pela policlínica na região Norte e Noroeste - atendendo não só policiais e seus dependentes, como também os bombeiros militares. Projeto de lei na área de Saúde em tramitação Foi lido durante a sessão, o projeto de lei nº 021/13, de Aluízio e Jonas, que dispõe sobre a obrigatoriedade de fixação de quadro informativo com nome, registro, especialidade do médico, dias e horários de atendimento, nos lugares em que especifica e dá outras providências. A matéria foi encaminhada às Comissões de Finanças e Orçamento e Justiça e Redação, que darão o parecer, e posteriormente voltará à pauta para deliberação. Se aprovada, a lei tornará obrigatória a fixação desse quadro em todos os hospitais, pronto-socorros e UBS sediados em SJB, da rede pública e privada. Ascom
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Coluna Comentários - 01/04
03/04/2013 | 20h00
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Mantida data para interrogatório do deputado Marco Feliciano
03/04/2013 | 12h58
O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), indeferiu pedido de adiamento do interrogatório do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) na Ação Penal (AP) 612, marcado para ocorrer no STF no dia 5 de abril. O deputado alegou que participaria de um evento religioso no interior do estado do Pará, previamente marcado para a mesma data. “A data, sexta-feira, foi escolhida de modo a não prejudicar a atuação parlamentar do denunciado”, afirmou o ministro em sua decisão. A AP 612 trata de denúncia acolhida pelo juízo da comarca de São Gabriel (RS), na qual o deputado é acusado da prática do crime de estelionato. Conforme a denúncia, o deputado teria recebido o valor de R$ 13 mil para ministrar um culto religioso, ao qual não compareceu. STF
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Feliciano afirma que usou termo Satanás para dizer 'adversário'
01/04/2013 | 20h21
O deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, explicou nesta segunda-feira (1º) , em sua conta no Twitter, o que ele quis dizer quando afirmou que a comissão era "dominada por Satanás". Segundo o deputado, a intenção era dizer que a comissão era dominada por "adversários", já que, segundo ele, adversário é o significado da palavra satanás em hebraico. Na última sexta-feira (29), Feliciano afirmou em um culto no interior de Minas Gerais que "pela primeira vez na história deste Brasil um pastor cheio de Espírito Santo conquistou espaço que até ontem era dominado por Satanás". No início da tarde desta segunda, ele publicou qual foi sua intenção ao usar a palavra. “Quando cito Satanás estar em locais de trabalho, falo sobre Adversários”. O deputado ainda citou o artigo 5º da Constituição Federal, que fala sobre os direitos do cidadão. "Constituição Federal Art. 5o. parágrafo VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença...", escreveu o deputado. Também nesta segunda, ao tomar conhecimento da frase de Feliciano no culto, a atual vice-presidente da comissão, deputada Antônia Lúcia (PCS-AC) se disse "extremamente ofendida" e afirmou que vai pedir renúncia da vice-presidência. Durante a tarde, Feliciano continuou a postar mensagens se explicando sobre a declaração e atacando opositores. Ele disse que já conversou com o líder do PSC, deputado André Moura (PSC-SE), e com a deputada Antônia Lúcia, que, segundo ele, aceitou suas desculpas. "E aq espero terminar esse assunto lembrando q eu tbém era membro da CDHM", escreveu. Em seguida, Feliciano disse que durante o culto em que fez a declaração, ativistas "gritavam palavrões, batiam tambor, assustaram as crianças, atrapalharam o culto". Ele disse que até comerciantes que vendiam lanches em volta foram prejudicados. "Ver mães tapando os olhos e ouvidos de suas crianças p não verem os ativistas fazendo gestos obscenos e palavras de baixo calão, machuca", completou. O deputado ainda disse que pediu a policiais no local para "não fazerem nada contra os ativistas". Protesto Feliciano foi à cidade mineira de Passos participar de um evento organizado pela igreja Assembleia de Deus. Durante o culto, realizado em um ginásio, cerca de 50 pessoas usando cartazes e camisetas protestaram do lado de fora contra a permanência do deputado à frente da comissão da Câmara. saiba mais Desde sua eleição para presidir a Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Feliciano é alvo de protestos para deixar o posto por conta de declarações consideradas homofóbicas e racistas. A pressão se avolumou após o deputado ter divulgado vídeo que equipara as manifestações a "rituais macabros". Ele nega que seja racista ou homofóbico. Na última semana, o deputado defendeu sua permanência como presidente da comissão, alegando que a eleição ocorreu em conformidade com o regimento da Câmara. “Conseguimos vencer uma barreira e mostramos que democracia é isso e, às vezes é preciso tomar medidas, não medidas austeras, mas à luz do regimento interno. Um parlamentar precisa ser respeitado, como todo ser humano precisa ser respeitado”, afirmou na ocasião. Nesta terça (2), estava marcada reunião entre Feliciano e líderes da Câmara, com o objetivo de tentar convencê-lo a deixar o comando da comissão. A reunião, porém, foi adiada para a terça da semana que vem (dia 9) pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que se recupera de uma cirurgia. G1
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