Arejar.....
30/04/2015 | 12h28

11146097_10206303150087714_2056064708_nArejar é precioso... trocar a rota , as idéias ...

se abrir ao novo...

deixar soprar novos sonhos...

Se desafiar e trazer a adrenalina da aventura...

Com afeto,

Beth Landim

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Nepal...
28/04/2015 | 17h20
•N ever E nding P eace And L ove•?????? oremos por Nepal.. Que Deus cuide deles.. Conforte todas as famílias! #prayfornepal #nepal #oremospornepal #paz #amor #neverendingpeaceandlove #quedeusconforteoscoraçoes #deustomaconta #terremotonepal #tristeza #oremos #deus #god #boanoite #boanoitee #frase #frases #frasesdodia #frasedodia #frasesdamarininhaa #love #pensamento #pensamentosdodia #pensamentododia #fato #ficadica

Com afeto,

Beth Landim

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Felicidade e alegria!!!
25/04/2015 | 21h14

Silhueta grande no campo, tiro da árvore do por do solMuitas pessoas, sábios, estudiosos, religiosos e pesquisadores, refletiram sobre o sentido da alegria e da felicidade e já foi dito, por uma grande maioria, que elas são resultados do sentimento de bem estar e da paz interior. Felicidade e alegria são algumas das palavras mais desejadas por nós seres humanos. Mas, pensando sobre elas, questiono: qual o verdadeiro significado de ambas? Existe alguma diferença entre felicidade e alegria? Felicidade refere-se a um estado de espírito interno que independe do que acontece à nossa volta, pois podemos ser felizes mesmo quando estamos tristes, pois a tristeza é causada pelo que acontece, enquanto que a felicidade está dentro de nós, pelo fato de estarmos vivos e usufruindo – do jeito que for possível – a vida. A tristeza é provisória e a felicidade é permanente e, certamente, possível para todos nós. Ser feliz é um aprendizado. Para mim, o objetivo mais importante de uma terapia – e também das coisas que escrevo – é ajudar as pessoas a se encontrar com a sua felicidade. Assim, podemos dizer que a diferença entre felicidade e alegria é instrutiva.

Alegria e felicidade são palavras diferentes, pois felicidade é um sentimento... Já alegria é uma emoção. Felicidade é um sentimento, que não depende do momento, porque vive no interior da alma, que pode ser agitada ou calma! Alegria é uma emoção momentânea, que sempre é viva e espontânea! James C. Hunter nos fala sobre a diferença entre alegria e felicidade. Para ele, a “Felicidade é baseada em acontecimentos. Alegria é um sentimento muito mais profundo, que não depende de circunstâncias externas, é a satisfação interior, é a convicção de saber que você está verdadeiramente em sintonia com os princípios profundos e permanentes da vida.” Quando as pessoas falam que estão alegres hoje, pode-se substituir a palavra por “felizes”. A pseudo-alegria humana atualmente é baseada em conquistas, em ganhos... “Estou feliz porque comprei um novo carro, comprei minha casa própria, estou com saúde...” E as coisas profundas e permanentes?

Temos nos envolvido na correria diária, querendo alcançar os outros, que a nosso ver estão há anos luz de distância, só por realização pessoal e sucesso econômico. Esta correria sem fundamentos, sem significado, nos tem cegado ante as coisas realmente importantes da vida. Vivemos distante de nossos filhos, longe do convívio familiar, da vida em fraternidade. Diante desta realidade em que vivemos é preciso parar e refletir, pois a verdadeira alegria emana da busca de viver intensamente a vida e não a superficialidade. É essencial também pensarmos sobre o sentido da palavra “intensamente” neste contexto, pois logo a interpretamos de forma pejorativa, como fazer tudo que temos vontade, viver a liberdade exacerbadamente, sem pensar nas conseqüências.

Esse é o grande problema, pensar que a felicidade está no imediatismo, na superficialidade e numa aparente realização instantânea. Certamente esse é o grande engano, pois apesar da felicidade relacionar-se a liberdade, viver a liberdade significa antes de tudo ter responsabilidade, ou seja, fazer o que quero, mas ter a consciência de que minhas ações podem ser exemplos para os demais. Todos nós queremos ser felizes, mas, sem sentir, buscamos essa felicidade fora de nós mesmos! Muitos pensam encontrá-la no amor, porém o egoísmo ou medo de sofrer não os deixa amar de verdade! Outros no reconhecimento, mas a má vontade é incompatível com a evolução! Não vivemos sozinhos, somos seres de relação e por isso precisamos estar conectados com os outros, nossa família, amigos, companheiros de trabalho, vizinhos, pois as pessoas que nos cercam nos retratam emocionalmente e revelam como somos. Somos espelhos para os outros e os outros são nossos espelhos. Precisamos quebrar nossos muros do egoísmo e ir ao encontro das pessoas, tornando-nos menos egocêntricos e mais conscientes dos outros, pois a alegria e a felicidade são conseqüências desta doação.

Felicidade é paz interior! Essa paz tem que ser conquistada aos poucos e sempre: cultivando o amor ao próximo, tendo a consciência sempre tranqüila de que fazemos o melhor, perdoando-nos pelos erros cometidos, agradecendo o que se tem, respeitando o direito e a individualidade de cada ser humano, procurando fazer o outro feliz, confiando em Deus! Quem vive a fim de prejudicar ou magoar alguém, seja com atos ou palavras, não pode reclamar que a "sorte" não lhe sorri! Não é bem mais fácil cada um cuidar de sua própria vida, buscando essa felicidade dentro de si mesmo?

Então, encare a vida positivamente, seja otimista, procure a felicidade interior que ela atrairá a alegria exterior, os grandes segredos do sucesso, alegria e felicidade estão mais próximos do que você imagina. Faça de cada dia, um dia especial para viver. Cada novo dia é uma nova oportunidade de Deus para você. Fale expressões positivas desde a manhã, quando acordar, até à hora em que você for dormir e seja imensamente feliz!!!

Com afeto,

Beth Landim

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As Lirídeas no Japão...
24/04/2015 | 10h53

A chuva de meteoros Líridas , também conhecida como Lirídeas ou Lirídeos (Lyrids em inglês), acontece todos os anos no mês de abril. Ela é resultado da passagem do planeta Terra pelos rastros do cometa não periódico chamado Thatcher C/1861 G1, que ocorre sempre nessa mesma época do ano.

A chuva de meteoros Líridas acontece entre os dias 16 e 25 de abril, porém, é na madrugada dos dias 21,22 e 23 de abril que ocorre seu pico (momento em que uma maior quantidade de meteoros são observados).

A taxa de meteoros que pode ser observada no pico da chuva Lirídeas é de aproximadamente 15 meteoros por hora. Além disso, podem ocorrer "outbursts", que é quando uma taxa alta e inesperada de meteoros é avistada. Para se ter uma ideia, observadores norte-americanos viram uma explosão de cerca de 100 meteoros por hora na chuva Lirídeas de 1982. Cerca de 100 meteoros por hora também foram vistos na Grécia em 1922, e no Japão em 1945.

Com afeto,

Beth Landim

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Flores...
22/04/2015 | 16h28

Que a simplicidade das flores nos transmita boas energias...

Energias que nos preencham e nos inspirem positivamente

a sermos pessoas melhores...

Flores cujas cores nos mostram que a vida tem os tons e matizes

que os nossos olhos são capazes de captar...

muito além do nosso olhar...

É esta simplicidade, matizada em cores alegres,

com perfume e poesia, que lhe desejo neste dia...

Com afeto,

Beth Landim

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A Delicadeza do Tempo...
20/04/2015 | 09h40

 

            Você já se deu conta do quanto nos deixa felizes e renovados fazer algo que nos leva a esquecer do tempo?

Para viver em harmonia, precisamos ser orientados pelo tempo interior, que está naturalmente conectado com os ciclos do tempo exterior: o dia e a noite e as quatro estações do ano. No entanto, estamos tão condicionados à necessidade de cumprir as expectativas do tempo imposto pelo relógio, que não nos permitimos mais ser “naturais”, tornamo-nos mecanizados pela pressão do tempo, que exige, de nós, cada vez mais tempo.

O tempo é o adubo do amadurecimento. Forçar o tempo é impossível.

Jamais podemos abrir mão da coerência entre o que sentimos e fazemos. Nossas ações devem brilhar de acordo com nossas palavras. Se nos sentimos coerentes em nosso caminho, estamos mantendo clareza de nossos propósitos.

A incoerência surge quando a distância entre o que sentimos dentro de nós e o que vivemos fora de nós torna-se grande demais. Quando perdemos a sintonia entre nossos mundos, interno e externo, sentimo-nos derrotados.

A sensação de estar “perdendo tempo” com alguma coisa, seja no trabalho ou num relacionamento, é um alerta de que estamos nos distanciando de nosso propósito espiritual: o uso significativo do tempo. A questão é que estaremos sempre insatisfeitos enquanto vivemos apenas para satisfazer as expectativas externas que surgem em cada momento da vida. Isto é, usar o tempo apenas para sermos pessoas cada vez mais eficientes não garante nossa felicidade. Para sentirmos felizes, é preciso mais que eficiência. É preciso sentir que estamos crescendo interiormente.

Mas quem já não escutou o “tic-tac” da ansiedade soar em seu interior quando está sob o peso do tempo do relógio?

Nas situações que não podemos mudar, devemos nos esforçar para reavaliar nossas reações internas, pois o tempo interior é tão vasto quanto o espaço infinito. Ele chama-se kairos.

O tempo que é cronológico, linear e, em seqüência, dita o ritmo de nossas vidas, chama-se cronos. A palavra kairos, em grego, significa o momento certo, o aspecto qualitativo do tempo. Sua correspondente em latim, momentum, refere-se ao instante, ocasião ou movimento, que deixa uma impressão forte e única por toda a vida.

Por isso, kairos refere-se a uma experiência temporal na qual percebemos o momento oportuno para determinada ação: saber a hora certa de estar no lugar certo. Sempre que agimos sob o tempo kairos, as coisas costumam se acertar. Por exemplo, quando estamos quase desistindo de algo e resolvemos “dar um tempo” para aliviar a pressão, repentinamente, surgem as pessoas certas que nos ajudam com soluções reais e práticas.

Agir no tempo regido por kairos é simular a um ato mágico!

Kairos é o tempo oportuno, livre do peso de cargas passadas e sem ansiedade de anteceder o futuro. Ele se manifesta no presente, instante após instante.

Quando vivemos no tempo kairos, aumentam as oportunidades em nossa vida. Basta pensar como surgiram nossas melhores chances e percebemos que nessas ocasiões estávamos, de certa forma, desprogramados das exigências do tempo cronológico.

Para os gregos, cronos representava o tempo que falta para a morte, em tempo que se consome a si mesmo. Por isso, seu oposto é kairos: momentos afortunados que transcendem as limitações impostas pelo medo da morte!

Portanto, para vivermos sob a regência de kairos, precisamos ir além das convenções mundanas: saber seguir cada momento, de acordo com a sintonia de nossas necessidades interiores. Isto não quer dizer que podemos fazer o que quisermos na hora que bem entendermos, mas sim que devemos estar atentos para não deixar que os comandos exteriores ultrapassem os interiores.

Já que a pressão externa é cada vez maior, temos que desenvolver cada vez mais a paz interna. Na maioria das vezes, não encontramos soluções indiretas para as situações externas, então, podemos contar apenas com nossa condição interna. Paz interior é a melhor forma de proteção contra desafios externos. Além de ficarmos mais leves, nos tornamos bonitos também!

Com afeto,

Beth Landim

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Seja ...
14/04/2015 | 12h11

11130627_10206303149687704_956234602_nCom afeto,

Beth Landim

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Para quem sabe ler um pingo é letra...
11/04/2015 | 13h49

Para quem sabe ler um pingo é letra...

para quem sabe ouvir é a expressão do desejo da alma...

Como bem diz Rubem Alves: “Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar... Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória, mas acho que ninguém vai se matricular. Escutar é complicado e sutil.

Diz Alberto Caeiro que... não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma. Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas. Para se ver, é preciso que a cabeça esteja vazia. Parafraseio o Alberto Caeiro: Não é bastante ter ouvidos para ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma. Daí a dificuldade...

A gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor... Sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração... E precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor... ”

Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil de nossa arrogância e vaidade. No fundo, somos os mais bonitos. Os pianistas, por exemplo, antes de iniciar o concerto, diante do piano, ficam assentados em silêncio... Abrindo vazios de silêncio... Expulsando todas as idéias estranhas. Todos em silêncio, à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala. Curto. Todos ouvem. Terminada a fala, novo silêncio. Falar logo em seguida seria um grande desrespeito, pois o outro falou os seus pensamentos... Pensamentos que ele julgava essenciais. São-me estranhos. É preciso tempo para entender o que o outro falou.

O longo silêncio quer dizer: Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou. E, assim vai a reunião. Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia. Se eu falar logo a seguir... São duas as possibilidades.

Primeira: Fiquei em silêncio só por delicadeza. Na verdade, não ouvi o que você falou. Enquanto você falava, eu pensava nas coisas que iria falar quando você terminasse sua (tola) fala. Falo como se você não tivesse falado.

Segunda: Ouvi o que você falou. Mas, isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo. É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou. Em ambos os casos, estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada. Para mim, Deus é isto: A beleza que se ouve no silêncio. Daí a importância de saber ouvir os outros: A beleza mora lá também.

Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto. (Rubem Alves) Eu comecei a ouvir. Fernando Pessoa conhecia a experiência... E, se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras... No lugar onde não há palavras. A música acontece no silêncio. A alma é uma catedral submersa.

No fundo do mar - quem faz mergulho sabe - a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos. Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia... Que de tão linda nos faz chorar...

E assim é a vida! Muitas vezes o silêncio da perda, da decepção, da gratidão não reconhecida fala mais alto do que qualquer grito! Como também muitas vezes, a emoção e o silencio do desafio alcançado, da vitória conquistada, quando mais não era esperada, esclarece a todos sem nenhuma fala!

            Assim é a vida, para quem sabe ler um pingo é letra! E para quem sabe ler, ver e ouvir, um pingo é mais que letra, é a expressão da vontade da alma, dos desejos individuais e coletivos, é a conspiração do universo!

Se a gente cresce com os golpes duros da vida, também pode crescer com os toques suaves na alma... Nada faz sentido neste mundo se não tocamos o coração de uma pessoa. Tenha um lindo dia, com pequenas e constantes alegrias.

Com afeto,

Beth Landim

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Gravidade alterada temporariamente
07/04/2015 | 12h04

Instalação de arte simula leis surreais da física

Instalação Momentum Londres (Foto: © Bethany Clark/Getty Images, Cortesia Barbican Art Gallery)

“Nosso entendimento de tempo, movimento, peso e espaço é baseado nas experiências de uma vida inteira, talvez até de algo genético. O que aconteceria se construíssemos um novo modelo e mudássemos a realidade?”

Foi ao tentar responder essa pergunta que o estúdio multidisciplinar United Visual Artists (UVA) criou a instalaçãoMomentum. Combinando luz, som e movimento, os artistas do estúdio transformaram um corredor em um espaço paralelo onde a noção de tempo e espaço do público é colocada em xeque. Em uma sala de 90 m de comprimento – intitulada The Curve, na galeria londrina Barbican Centre– foi instalada uma sequência de pêndulos de luz que parecem obedecer à leis da física diferentes das quais estamos acostumados.

Instalação Momentum Londres (Foto: © Bethany Clark/Getty Images, Cortesia Barbican Art Gallery)

 

Instalação Momentum Londres (Foto: © Bethany Clark/Getty Images, Cortesia Barbican Art Gallery)
 Dessa forma, os movimentos sintetizados pelos aparelhos, em conjunto às luzes e sons emitidos por eles transformam as paredes de seis metros de altura do corredor curvo em um caos para o cérebro humano. Ao burlar leis imutáveis, como as da física, o resultado é, no mínimo, intrigante. E o visitante é convidado à ter sua própria percepção e tirar suas próprias conclusões. Afinal, o que é a realidade?

Instalação Momentum Londres (Foto: © Bethany Clark/Getty Images, Cortesia Barbican Art Gallery)

Instalação Momentum Londres (Foto: © Bethany Clark/Getty Images, Cortesia Barbican Art Gallery)

 

Instalação Momentum Londres (Foto: © Bethany Clark/Getty Images, Cortesia Barbican Art Gallery)

 

Instalação Momentum Londres (Foto: © Bethany Clark/Getty Images, Cortesia Barbican Art Gallery)

 

Instalação Momentum Londres (Foto: © Bethany Clark/Getty Images, Cortesia Barbican Art Gallery)

 

Instalação Momentum Londres (Foto: © James Medcraft/Getty Images, Cortesia Barbican Art Gallery)

 

Instalação Momentum Londres (Foto: © Bethany Clark/Getty Images, Cortesia Barbican Art Gallery)

 Para isso, integrantes do UVA usaram conhecimentos teóricos de física, tecnologia digital,impressoras 3D e nove meses de trabalho duro. Assim, construíram equipamentos que simulam a oscilação de um pêndulo perfeitamente, mas que, de tempos em tempos, realizam movimentos fisicamente impossíveis. O truque está exatamente aí. Os pêndulos parecerem estar girando naturalmente enquanto, na verdade, são movidos por uma máquina.

Pensar arte...pensar diferente...

Ser revolucionário...

Com afeto,

Beth Landim

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Bom dia!
06/04/2015 | 09h40

IMG_5134Com afeto,

Beth Landim

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Sobre o autor

Elizabeth Landim

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