Simplicidade...
31/03/2015 | 11h35

Com afeto,

Beth Landim

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A caixa d’água...
28/03/2015 | 23h50

Toda caixa d’água tem várias funções. Acumular água, decantar os resíduos, resguardar um “líquido precioso” para alimentar a vida e assim por diante! Por isso precisa periodicamente de uma “faxina”. Pois toda água tem resíduos e com a decantação, os resíduos vão se acumulando e na maioria das vezes se agrupam formando uma lama, fazendo com que a caixa d’água tenha outro fundo, que não o seu, límpido, próprio para o armazenamento do líquido precioso. Como nos diz Guilherme Arantes em sua canção Planeta Água... “Água que nasce na fonte serena do mundo e que abre um profundo grotão, água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão, águas escuras dos rios que levam a fertilidade ao sertão, águas que banham aldeias e matam a sede da população. Águas que caem das pedras no véu das cascatas, ronco de trovão e depois dormem tranqüilas no leito dos lagos...”

E conosco acontece o mesmo... Vamos acumulando, guardando sentimentos, angústias, coisas mal resolvidas, resíduos... Este tempo de Quaresma vem nos lembrar dessa faxina em nossa caixa d’água...

Uma faxina que deve ser periódica, mas que “neste tempo” tem uma dimensão ainda maior. Repensar as nossas atitudes, nosso agir, nossos sentimentos e nossa espiritualidade. Trazer de volta a transparência e a limpidez de nossa “água interior”... É dela que nossa alma se alimenta! De que serve acumular angustias? Desentendimentos? E para isso, temos o perdão! O perdão acima de tudo é uma aceitação de nossas falhas e das falhas dos outros... mas é uma nova chance que damos a nós mesmos de tirar as mágoas, as tristezas, os desencantos e decepções de nossa “caixa d’água” para que sejamos livres e cristalinos no viver!

Assim como a água que é fonte de vida e alimento, podemos gerar vida não somente em quem conosco convive, mas principalmente dentro de nós.

E então poderíamos dar um telefonema, ou como nos dias de hoje, linkar com o wathsApp, porque fazemos isso com todo mundo e nos esquecemos D’Ele...  me lembrei de um trecho da música... “Alô meu Deus fazia tanto tempo que eu não mais te procurava. Alô meu Deus, senti saudades tuas e acabei voltando aqui. Andei por mil caminhos e, como as andorinhas, eu vim fazer meu ninho em tua casa e repousar. Embora eu me afastasse e andasse desligado, meu coração cansado, resolveu voltar. Eu não me acostumei, nas terras onde andei...”

E nesta reflexão podemos repensar como estamos levando a vida... Se lavamos as mãos como Pilates, se temos a caridade de Verônica, que mesmo não podendo mudar o rumo da história, enxugou o rosto de Jesus, numa prova viva de cuidado, solidariedade e força...

Nos conta uma lenda que um velho Mestre pediu a uma jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal num copo d'água e bebesse. -"Qual é o gosto?" - perguntou o Mestre. -"Ruim" - disse a aprendiz. O Mestre sorriu e pediu à jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e a jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse: -"Beba um pouco dessa água". Enquanto a água escorria do queixo da jovem, o Mestre perguntou: -"Qual é o gosto?" -"Bom!" disse a jovem. -"Você sente o gosto do sal?" perguntou o Mestre. -"Não", disse a jovem. O Mestre então disse: - "A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Então, quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas. Deixar de ser um copo. Tornar-se um lago”.

Como nos diz Madre Teresa de Calcutá... “Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota.” E de gota em gota, de persistência árdua, juntos, podemos formar um oceano... Não queremos nada pela metade...

Talvez a urgência da água possa nos abrir os olhos para a mudança... Mudança de comportamento contra o desperdício, mudança de valores desta sociedade tão consumista... Vamos começar dentro da nossa casa... Não deixemos chegar “na gota d’água”...

Voltando ao período da Quaresma... refletimos que Quaresma é deserto, perdão, encontro, luz, saúde, libertação, triunfo, transfiguração e também água... É a passagem da sede da nossa insatisfação para a água viva, como a água de Moisés ao povo de Israel no deserto ou como a água que Jesus ofertou a mulher samaritana. Quaresma é o esforço para retirar o fermento velho e incorporar o novo. Que possamos então viver com intensidade este momento, nos recolhendo interiormente na oração, no silêncio, na faxina da nossa alma com água límpida e cristalina, fazendo com que esta nossa “passagem” que é o significado da Páscoa, seja efetivamente plena e renovadora. E então, iremos limpando nossa “caixa d’água”...

Com afeto,

Beth Landim

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Abraço...
26/03/2015 | 22h04
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Com afeto,

Beth Landim

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Uma vida prática...
26/03/2015 | 11h10
Apartamento Bianca da Hora (Foto: Divulgação)

Funcionalidade e leveza em primeiro lugar. A arquiteta Bianca da Hora projetou apartamento para um jovem casal  de 72 m² no Largo do Machado, localizado no bairro carioca do Catete.

 "Por isso, o primeiro passo foi unificar a área social e criar uma cozinha americana. Logo em seguida  encontramos soluções que, além de maximizar o uso do espaço, fazem o dia a dia mais fácil."

Bianca da Hora (Foto: Divulgação) 

O novo living integrado tornou-se uma verdadeira ode ao branco. Desde o piso até o teto, a cor ajuda a transmitir tranquilidade enquanto institui uma estética clean e conectada com os dias de hoje. A textura natural da madeira, responsável pelo aconchego dos interiores, aparece nos objetos decorativos e nos móveis.

Apartamento Bianca da Hora (Foto: Divulgação)

 

Apartamento Bianca da Hora (Foto: Divulgação)

 A iluminação  foi outro fator que ganhou atenção no projeto. "O objetivo era que, tanto de dia, quanto de noite, o ambiente ficasse bem claro". Por isso, as paredes que isolavam a área de serviço e a varanda da sala de estar também se foram e deram espaço para portas de vidro. "A sala de frente para a área externa confere ao conjunto uma luminosidade natural, com maior circulação de ar e uma ampla vista para a área externa. Já durante a noite, a luz indireta que vai de um lado ao outro dá a sensação de mais metros quadrados, além de ser muito aconchegante."

Apartamento Bianca da Hora (Foto: Divulgação)

 

Apartamento Bianca da Hora (Foto: Divulgação)

 

Apartamento Bianca da Hora (Foto: Divulgação)

 

Apartamento Bianca da Hora (Foto: Divulgação)

 

Apartamento Bianca da Hora (Foto: Divulgação)

 

Apartamento Bianca da Hora (Foto: Divulgação)

 

Apartamento Bianca da Hora (Foto: Divulgação)

 

Apartamento Bianca da Hora (Foto: Divulgação)

 

Apartamento Bianca da Hora (Foto: Divulgação)

 

Apartamento Bianca da Hora (Foto: Divulgação)

 

Apartamento Bianca da Hora (Foto: Divulgação)

 

Apartamento Bianca da Hora (Foto: Divulgação)

Por fim, tanto a suíte do casal quanto o quarto de hóspedes seguem a mesma linha leve. Muito branco, detalhes de madeira e abundância de luz,   ideal para descansar depois de um longo dia.

Apartamento Bianca da Hora (Foto: Divulgação)

Com afeto,

Beth Landim

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...E o outono chegou!
25/03/2015 | 22h00

Se preparar para uma nova florada...

É sempre imprescindível ....

Os pássaros, os bichos de uma maneira em geral se procuram, se aninham...

É um convite ao amor!!

É um convite ao romantismo. Os corações se aquecem e se preparam para momentos únicos...

O céu fica mais azul ,as cores mais originais...

É o outono chegando ...

 

Cumplicidade... intimidade...

parece que o tempo fica lento para que possamos apreciar a quietude das folhas.

Fica um pouco da preguiça saudável...

Já experimentou sentar no banco da praça e perder as horas de vista?

Um brinde ao romantismo, aos apaixonados, aos enamorados...

E que venha o outono...

Com afeto,

Beth Landim

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Não perca...
23/03/2015 | 19h36

IMG_5133Eu não me permito perder meus sonhos NUNCA...

Sonho todos os dias... de olhos abertos...

Me permito viajar com os sonhos e tudo mais que eles me trazem...

Quem sonha VIVE!!!!Traz consigo a alegria espontânea...

E quando sonhamos juntos...o sonho se torna real !!!

Não se permita ficar no preto e branco...

Perca as horas...é tão bom às vezes !!

Se emocione , assobie , se jogue de cabeça...

Ria da vida!!

Uma semana de sonhos e afetos,

Beth Landim

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Fechando ou abrindo a janela...  
20/03/2015 | 21h31

Conta-nos uma lenda, que...

A alvorada no templo chegou com alvoroço. Todos haviam madrugado e já esperavam o mestre chegar trazendo com ele derradeiras palavras de iluminação. O velho sábio iria retirar-se do templo e meditar por dez anos nas montanhas. Então esta seria uma oportunidade rara, senão a última, de ouvir o que o ancião tinha a dizer. O local sagrado estava lotado. O comentário sobre qual seria o tema do discurso ricocheteava pelas paredes de madeira do templo.

As grandes portas se abriram vagarosamente. Calmamente, o mestre foi entrando. Enquanto ele caminhava em direção ao altar, todos foram ficando em silêncio. Só ouvia-se o barulho dos passos lentos e dos corpos terminando de se ajeitar nos lugares, a madeira rangendo aqui e ali, um ou outro som da natureza vindo de fora.

- Por favor, fechem as janelas – instruiu o abade aos monges – para que nada atrapalhe o discurso do nosso mestre. E na mesma hora os aprendizes correram rumo às janelas e as fecharam com cuidado: Plaft! Ploft! Pfut! - Por favor, abram as janelas – retrucou o ancião – para que o calor não atrapalhe os ouvidos de todos e a brisa da manhã conduza as minhas palavras. Pfut! Ploft! Plaft! Quando o ancião se postou em sua cadeira todos os rangidos cessaram. Quando começou a respirar profundamente, era possível ouvir as respirações de homens, mulheres, crianças e idosos, lado a lado. Era como se, por alguns momentos, até os pensamentos tivessem silenciado. Inclusive os do sábio que iria proferir o discurso. Ele pressentiu que o momento propício havia chegado.

Abriu a boca, mas antes de pronunciar algo, deixou-se invadir pelo som que vinha de fora.

Era um pequeno pássaro que, ao longe, cantava a manhã. Por um tempo, ficou o mestre a ouvir o pássaro e todos a ouvir o que o mestre não dizia. Depois de um bom tempo, quase todos também começaram a ouvir o pássaro. Cedo ou tarde, começavam a ouvir outros pássaros ao redor do templo.

Depois de muito tempo, os pássaros silenciaram. O mestre, enfim, discursou: - O discurso já foi proferido. Os monges, aprendizes e visitantes se entreolharam, em silêncio, sem entender muito bem. O sábio não se explicou, apenas se despediu: - Obrigado a todos por virem até aqui e ouvirem isto. Espero que continuem ouvindo, todas as manhãs, este lindo discurso. Adeus...

Esta reflexão nos conduz ao despertar para o sagrado que existe em nós. Quando isto acontece somos capazes de verificar que ele – o sagrado – não está fora de nós, ele está dentro. Neste momento a mente acalma e o nosso coração brilha de amor incondicional a nós mesmos e a tudo e todos que nos cercam.

Como a flor do cacto, para acessar o nosso eu sagrado é preciso superar os espinhos do crescimento interior.

Pelas estradas diferentes da vida... tanto no oriente quanto no ocidente, não importa a denominação dada – sagrado, divino, essência, eu interior... o que importa é que o sagrado resida dentro das pessoas.

Pistas, sinais, pessoas, insights e coincidências permeiam a estrada de quem opta por encontrar Deus.

A busca constante pelo despertar da consciência tem sido cada vez mais divulgada por mestres, líderes e escritores dos nossos tempos. Em termos práticos, tudo isso significa  - estar no presente, consciente do que se está fazendo, das decisões que toma e das escolhas que faz. Eckart Tole em seu livro O Despertar de uma Nova Consciência nos diz que a nossa consciência é o elo com a inteligência universal, e essa inteligência existe também dentro de nós, não há como acessar o divino interno sem expandi-la.

Na verdade o problema reside na mente que oscila o tempo todo entre o passado e o futuro, está sempre comparando uma situação com outra e julgando se algo ou alguém está certo ou errado ou é bom ou ruim.

Os conflitos geram ansiedade, medo, culpa, raiva e outros sentimentos negativos.

Durante a nossa caminhada de conexão com o sagrado, conforme se vai adquirindo maior consciência sobre si mesmo, muitas coisas que antes pareciam impossíveis de acontecer, acontecem, como a paz interior, felicidade e mente tranqüila, já que como seres sagrados, temos em nós tudo o que precisamos para vencer os obstáculos. E que tenhamos sempre em mente que não é porque nós nos encontramos com este sagrado que ficamos livres dos obstáculos e das dificuldades. Na verdade, o que esse encontro nos permite é o fortalecimento para passarmos pelas pedras do caminho.

Para este encontro, não precisamos de muito preparo, mas sim que a simplicidade da vida faça morada em nosso ser, nos tornando pessoas melhores, de bem com a vida, pessoas mais leves, positivas, com grande bom humor, sempre voltadas para o desenvolvimento da espiritualidade em nosso dia-a-dia, pois a prática dos nossos dons e valores em nosso cotidiano nos torna cada vez mais próximos do sagrado que existe em nós.

Com afeto,

Beth Landim

 

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UM ABRAÇO APERTADO ...
18/03/2015 | 22h15

Um dia alguém vai te abraçar tão apertado...

que todas as suas peças quebradas

irão se juntar novamente...

Com afeto,

Beth Landim

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O verde e amarelo que queremos...
16/03/2015 | 22h10

Um Brasil que luta pacificamente, de um povo que trabalha  e não se cala ...

Um Brasil transparente e competente...

Um Brasil ,que preza a liberdade e que não transige com a corrupção ..

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Praça da Liberdade - BH.MG

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MANIFESTACAO SP

Que nosso verde e amarelo tremule sempre...

Que a paz seja uma constante...

Que nós brasileiros possamos sempre,

nos orgulhar de nosso país!

Com afeto,

Beth Landim

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Centro de Gravidade...
13/03/2015 | 21h35

"A vida é difícil para todos nós. Saber disso nos ajuda porque nos poupa da autopiedade. Ter pena de si mesmo é uma viagem que não leva a lugar nenhum. A autopiedade, para ser justificada, nos toma um tempo enorme na construção de argumentos e motivos para nos entristecermos com uma coisa absolutamente natural: nossas dificuldades.

Não vale a pena perder tempo se queixando dos obstáculos que têm de ser superados para sobreviver e para crescer. É melhor ter pena dos outros e tentar ajudar os que estão perto de você e precisam de uma mão amiga, de um sorriso de encorajamento, de um abraço de conforto. Use sempre suas melhores qualidades para resolver problemas, que são: capacidade de amar, de tolerar e de rir. Muitas pessoas vivem a se queixar de suas condições desfavoráveis, culpando as circunstâncias por suas dificuldades ou fracassos. As pessoas que se dão bem no mundo são aquelas que saem em busca de condições favoráveis e, se não as encontram se esforçam por criá-las. Enquanto você acreditar que a vida é um jogo de sorte vai perder sempre. A questão não é receber boas cartas, mas usar bem as que lhe foram dadas.” Dr.Luiz Alberto Py

Repensando a nossa vida, as cartas que recebemos até agora, voltamos no tempo e nos permitimos pensar...

Qual foi a última vez que você riu com uma amiga até sua barriga doer, ou deixou as crianças com uma babá e passou o fim-de-semana todo inteiro fora? Falando de forma mais específica, se sua vida acabasse amanhã , o que você se arrependeria de não ter feito? Se hoje fosse o seu último dia de vida, você o passaria como está passando agora?

Um vez vi um cartaz que me chamou a atenção. Dizia: “Aquele que morre com mais brinquedos que os outros já está morto do mesmo jeito.” Qualquer um que já está perto da morte poderá lhe dizer que, no fim da vida, você provavelmente não ficará pensando nas horas extras que fez no trabalho, ou em quanto você possui no seu fundo de investimento. O que estará na sua cabeça serão perguntas do tipo “o que teria acontecido se...”, como Que tipo de pessoa eu teria me tornado se enfim tivesse me dedicado às coisas que sempre quis fazer?

O maior benefício de decidir encarar a sua mortalidade sem medo está em reconhecer que, como vai morrer, você precisa viver o agora. O fracasso ou o sucesso está sempre em suas mãos – é você quem tem a maior influência sobre a sua própria vida.

Sua jornada começa com a decisão de se levantar, sair e viver plenamente.

Todo desafio que assumimos tem o poder de nos derrubar. Mas o que é ainda mais desconcertante  do que o golpe em si é nosso medo de não conseguir suportá-lo. Quando sentimos o chão tremer sob os nossos pés entramos em pânico. Esquecemos tudo o que sabemos e nos deixamos paralisar de medo. 

A simples idéia do que pode acontecer basta para nos desestabilizar.

O que eu sei de verdade é que a única maneira de superarmos o terremoto é nos prepararmos melhor para ele. Os tremores do dia a dia são inevitáveis. Eles fazem parte de estar vivo. Mas acredito que essas experiências são presentes que nos obrigam a dar um passo à direita ou à esquerda em busca de um novo centro da gravidade. Não tente lutar contra elas. Deixe que elas o ajudem a se equilibrar melhor.

O equilíbrio só existe no presente. Quando sentir a terra sacudir, obrigue-se a voltar para o agora. Você lidará com qualquer tremor que o próximo momento trouxer quando estiver nele. Agora você ainda está respirando. Agora você sobreviveu. Agora você está encontrando uma maneira de ir além.

Como nos diz Mário Quintana... “No dia em que estiveres muito cheio de incomodações imagina que morreste anteontem... Confessa: Tudo aquilo teria tanta importância?”.

Viva intensamente o momento precioso que é o seu AGORA e lembre-se que devemos sempre REcomeçar...  REdescobrir, RElembrar, REpaginar, REver, REpensar... enfim nos REinventar a cada ano, a cada dia... e buscar nosso centro de gravidade, que, com certeza, muda de lugar como as ondas do mar, que vão e vem, mas continuam a molhar a areia...

Com afeto,

Beth Landim

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Porque hoje é sexta-feira...
13/03/2015 | 13h53

Porque hoje é sexta-feira...

Com afeto,

Beth Landim

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SANTO APOIO...
11/03/2015 | 12h17

 

  (Foto: Iara Venanzi )

Eles sempre foram úteis para colocar bebidas...

agora estão por outros cantos... fazendo charme..

A altura é quase a mesma de uma mesa lateral, com o bônus de que há mais espaço para dispor livros e objetos. Na sala, o carrinho de cabreúva com design inspirado nos anos 1950, ao lado do sofá ou da poltrona (foto). Nesta, o fio de luz com flores é assinado pelo ateliê As Iluminadas, à venda na Acessory Home.

  (Foto: Iara Venanzi)

Circulação livre Já que os corredores geralmente são estreitos, a melhor solução é decorá-los com peças que não obstruam a passagem. O Carrim, criação do estilista Ronaldo Fraga  . Leve e estreito, tem rodas fininhas de metal como as dos antigos trens a vapor. Sobre o tampo de laminado plástico, luminária Anita, de Claudio Novaes para a La Lampe.

  (Foto: Iara Venanzi)

Escritório compacto Se não há espaço para mesa e armário, o seu home office pode ser improvisado até mesmo roubando um cantinho da sala. Basta uma pequena mesa para o computador e, para acompanhá-la.

  (Foto: Iara Venanzi)
Mãozinha no quarto

Notebook, telefone e suco cabem em um só carrinho. Para começar a agenda de compromissos, sem trânsito nem correria, o modelo de caviúva, original da década de 1950,  passa as manhãs ao lado da cama. Repare que ele não faz as vezes de criado-mudo. A sugestão é aproveitar os rodízios para deixá-lo em um lugar permanente no quarto e, só pela manhã, movê-lo.

  (Foto: Iara Venanzi)

Bom de recepção

No lugar do  aparador no hall de entrada, um carrinho de ferro com gavetas. A peça importada pela Ethnix para a Ícone Casa,  guarda funções a seu critério .

Com afeto,

Beth Landim

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Rusticidade elegante na natureza chilena
09/03/2015 | 19h38

Adoro  aventura....

Hotel-fazenda no Chile (Foto: Divulgação)
 E neste hotel da  região de Pucón, centro-sul do Chile encontramos várias formas de se aventurar... A Cordilheira dos Andes aparece envolta em uma paisagem à altura. Lagos azuis e florestas de araucárias milenares emolduram a vista para as montanhas. No sopé de uma delas, onde está o Vulcão Vilarrica, fica o Vira Vira, uma hospedagem onde sofisticação e atmosfera rural se misturam... realmente lindo... Nelas, dá para repor a enorme quantidade de energia que provavelmente será gasta durante a estadia.  Entre as escolhas é possível passear a cavalo na Cordilheira ou nas areias do mar , fazer trilhas nos parques nacionais próximos, esquiar nas montanhas, remar em um caiaque ou velejar no lago...e ainda degustar e saborear os vinhos chilenos... Tudo que eu adoro fazer... Também dá para conhecer belezas naturais dentro da propriedade de 23 hectares - como riachos, lagoas e animais selvagens.
Hotel-fazenda no Chile (Foto: Divulgação)
O hotel-fazenda foi construído por Michael e Claudia Paravicini, um casal de suíços que vive na casa principal da propriedade. Cada suíte ou apartamento tem decoração própria, nas quais se destacam o uso extensivo da madeira e couro, além do colorido artesanato com lã. Os quartos principais têm banheiras de hidromassagem nos jardins, com vistas para o Rio Liucura e o céu estrelado.
Hotel-fazenda no Chile (Foto: Divulgação) Inebriante este banho de banheira com vista para o jardim... Hotel-fazenda no Chile (Foto: Divulgação) Inspirador... Hotel-fazenda no Chile (Foto: Divulgação) Hotel-fazenda no Chile (Foto: Divulgação) Um charme... e com esta ponte para admirarmos o lago... Hotel-fazenda no Chile (Foto: Divulgação) Hotel-fazenda no Chile (Foto: Divulgação) Hotel-fazenda no Chile (Foto: Divulgação) O meu passeio preferido... amo cavalgar e à beira mar... indescritível .... Hotel-fazenda no Chile (Foto: Divulgação) Hotel-fazenda no Chile (Foto: Divulgação) Hotel-fazenda no Chile (Foto: Divulgação) Hotel-fazenda no Chile (Foto: Divulgação) Hotel-fazenda no Chile (Foto: Divulgação) Quando o sol se põe, os hóspedes se reúnem ao redor do fogon, fogueira criada dentro de uma bacia metálica, e podem compartilhar suas experiências. É hora de jantar pratos criados com vegetais, queijos e manteiga feitos na fazenda da propriedade. Na mesa, receitas internacionais e indígenas se misturam ao delicioso vinho do Chile. Hotel-fazenda no Chile (Foto: Divulgação) Hotel-fazenda no Chile (Foto: Divulgação) Hotel-fazenda no Chile (Foto: Divulgação) Hotel-fazenda no Chile (Foto: Divulgação) Hotel-fazenda no Chile (Foto: Divulgação)  Hotel-fazenda no Chile (Foto: Divulgação)
Hotel-fazenda no Chile (Foto: Divulgação)
 O caminho faz parte das nossas escolhas... C`est la vie... Com afeto,

Beth Landim

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Nós Mulheres...
07/03/2015 | 23h29

 

Hoje, véspera do dia internacional da mulher, quero comemorar não só a data internacional, mas a alegria de SER MULHER TODOS OS DIAS...

Mulher, que traz beleza e luz aos dias mais difíceis, que divide sua alma em duas para carregar tamanha sensibilidade e força, que ganha o mundo com sua coragem, que traz paixão no olhar...

Mulher, que luta pelos seus ideais, que dá a vida pela sua família, que ama incondicionalmente, se arruma, se perfuma, vence o cansaço...

Mulher, que chora e que ri... Mulher que sonha… Tantas mulheres, belezas únicas, vivas, cheias de mistérios e encanto! Mulheres que deveriam ser lembradas, amadas, admiradas todos os dias…

Ser mulher é um mistério divino! Choramos facilmente, rimos com o coração. Nem sempre quando dizemos "não" significa que estamos dizendo "não." Descobrimos que um sorriso pode produzir milagres... e uma lágrima também! Damos à luz sob uma dor terrível e nos esquecemos imediatamente depois de termos nossos filhos nos braços.

Corajosas, frágeis e fortes, vamos à luta sem capacete e sem espada. Temos um coração ao lado do cérebro. Não temos músculos, temos garra. Como mulheres, agimos como mães sempre, para os outros e para nós mesmas. Não buscamos igualdade! Mesmo se nós pudermos exercer várias profissões, há emoções que correm como turbilhões dentro de nós que jamais poderão ser experimentadas pelo sexo oposto, a dor e o prazer de oferecer a luz do dia a um anjo, por exemplo. Não... jamais haverá igualdade! Não estamos mais à espera de príncipes encantados montados em cavalos brancos! Há muito entendemos que esses só existem nos contos de fadas. O que queremos é simplesmente sermos amadas. Nada mais, nada menos. Não nos preocupamos com músculos e caras, queremos simplesmente alguém que possa nos amar. Parece complicado e, no entanto, é tão simples: só precisamos ser amadas!

Dentro de nós habita uma força que brilha constantemente que nem os desenganos, nem os casamentos e nem os anos poderão matar. Talvez seja essa uma das diferenças básicas entre um homem e uma mulher: o duende morre mais rápido, morre depois da conquista... Nós, mulheres, seremos sempre... jovens, idosas, maduras, imaturas, belas, fortes, profissionais de ponta, charmosas, vaidosas ou não... apaixonadas ou à espera... mas sempre, sempre, vai pulsar no nosso peito esse coração de mulher que nunca perde a esperança... que está sempre pronto para lutar pelo que acredita. Coração que ninguém entende, mas que sabe muitas vezes adivinhar a vida!

A verdade é que o mundo é feito por diversos tipos de mulheres: mulheres que curam com a força do seu amor... mulheres que aliviam dores com a sua compaixão... mulheres que deixam para trás tudo o que têm, em busca de uma vida nova... mulheres que, todos os dias, encontram-se diante de um novo começo... mulheres que sofrem diante de perdas inexplicáveis... mães amorosas.

Nós mulheres temos uma força que impressiona os homens. Suportamos dificuldades, mas mantemos a alegria, o amor e o contentamento. Lutamos por aquilo que acreditamos e nos erguemos contra a injustiça. Não aceitamos "não" como resposta quando acreditamos que há uma solução melhor.

Amamos incondicionalmente, pois nosso coração é o que faz o mundo continuar girando! Temos compaixão e ideais.

Como mulheres, não devemos ser apenas fortes, devemos ser mulheres de força! Mas existe diferença entre ser forte e ter força? Claro que sim! Uma mulher forte malha todo dia para manter seu corpo em forma. Uma mulher de força constrói relacionamentos para manter sua alma em forma, não tem medo de nada, demonstra coragem, em meio a seus medos, não permite que ninguém tire o melhor dela. Uma mulher de força dá o melhor de si a todos, comete erros e evita-os no futuro. Uma mulher de força percebe que os erros na vida, também podem ser bênçãos inesperadas e aprende com eles. Uma mulher forte tem o olhar de segurança na face. Uma mulher de força tem a graça. Uma mulher forte acredita que ela é forte o suficiente para a jornada. Mas uma mulher de força tem fé que é durante a jornada que ela se tornará forte.

Desejo a cada mulher que, ao ler este texto, lembre-se de que, com sensibilidade e sabedoria, tem o dom de transformar a vida dos que se aproximam!

Para você, mulher tão especial…

Feliz Dia Internacional da Mulher!

bouquet flores

Com afeto,

Beth Landim

 

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ROLHAS...
05/03/2015 | 22h21

8O vinho acabou? Ficaram as doces, suaves e marcantes lembranças... assim como a rolha ...

sinal de maravilhosos e eternos  momentos...

7 De quebra, as cortiças comemorativas, acomodadas num bowl bacana, viram um simpático centro de mesa...

5Vai fazer um jantar em casa? Capriche nos detalhes! Aqui, o menu é exposto sobre o prato de cada convidado, preso por uma rolha...

4Duas rolhas e uma fita são suficientes para apoiar o cartão com o nome do convidado que chega para a festa e logo encontrar seu lugar à mesa marcado...

3Pequenos jarros... adorooooo...

2Na concha... dando um ar despretensioso na cozinha ...

1O porta-rolhas evita cortiça espalhada pelos cantos e dá um toque divertido ao encontro regado a vinho...

E então... vamos ao vinho?!?!

Com afeto,

Beth Landim

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Dolce far niente em Roma...
04/03/2015 | 12h15

Hotel contemporâneo em prédio do século 17

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

Construído por volta dos anos 1600, o palácio onde fica o D.O.M Hotel, em Roma, já abrigou um monastério, uma empresa e até parte do Departamento de Justiça italiano. O restauro recente deixou para trás o passado sóbrio do espaço. Agora, bar, luz indireta e obras de arte conferem uma atmosfera de diversão ao lugar...

 A poucos minutos da Piazza Navona, a Basílica de São Pedro e o Castelo S. Angelo, suas  suítes têm vista para a Via Giulia. A centenária rua reúne oficinas de artesãos, antiquários, bares de vinho e ateliês de artista. Como se não bastasse, arqueólogos escavam em frente à entrada principal em busca dos estábulos de Augusto, que datam do 1º século da Era Cristã.

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

Os interiores, restaurados segundo o projeto do arquiteto Antonio Girardi, ganharam aparência de uma casa aristocrática.

As paredes de tijolinhos e os  tetos de madeira ficaram expostos. Eles funcionam como pano de fundo para os móveis de design italiano, fotografias de Man Ray e Bert Stern, além de três obras originais de Andy Warhol.

Essas peças contemporâneas contrastam com itens como os blocos de mármore com inscrições religiosas da Renascença, adquiridos da Igreja de Santa Lucia del Gonfalone.

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 

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Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 

Hotel D.O.M. em Roma (Foto: Divulgação)

 E então ...

Com afeto,

Beth Landim

 
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Recomeçando...
02/03/2015 | 21h51
 

beth atatfona1

Todo recomeço é um começo...

E como é bom poder recomeçar sempre... em qualquer fase... a qualquer hora...

Pois sempre temos a oportunidade de redescobrir, de ver de outra forma, de ir além...

Confesso que estava com saudades...

Neste período de pausa andei por muitos lugares... Fiz quase tudo que queria... Mas é sempre bom deixar alguma coisa para depois, isso é que nos impulsiona a sonhar sempre... estarmos sonhando acordados...

Deixo com vocês as águas do Pontal de Atafona, lugar que amo e que possui um incrível magnetismo... as águas de março...

E assim começamos o ano...

Com afeto,

Beth Landim

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Sobre o autor

Elizabeth Landim

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