COMO É BOM …
16/01/2015 | 15h32

…Andar descalço na praia, tirar o relógio do pulso, nadar no mar ao entardecer,

e dar muitas remadas no meu stand up, coisa que adoro...

Se aconchegar nos braços do seu amor, deitar na rede e deixar os pensamentos voarem …

Jogar conversa fora com os amigos,

se aninhar nos braços de seus filhos e conversar tão demoradamente…

de forma que você possa apreciar o nascer do sol e o entardecer …

E então a lua vem com toda singeleza e você pode lhe confiar todos os seus desejos…

É por isso tudo e muito mais… que saio de férias para ver o mundo com outras tintas…

Recarregar as energias…

Viver com intensidade tudo que nos é permitido… sem culpa…

Até a volta…

Com afeto,

Beth Landim

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A carta...
16/01/2015 | 15h07

 

A carta abaixo foi escrita por um imigrante vietnamita que é policial no Japão (Fukushima). Foi enviada a um jornal em Shangai que traduziu e publicou. Procurei ser o mais fiel possível ao texto original.

“Querido irmão, como estão você e sua família? Estes últimos dias tem sido um verdadeiro caos. Quando fecho meus olhos, vejo cadáveres e quando os abro, também vejo cadáveres. Cada um de nós está trabalhando umas 20 horas por dia e mesmo assim, gostaria que houvesse 48 horas no dia para poder continuar ajudar e resgatar as pessoas. Estamos sem água e eletricidade e as porções de comida estão quase a zero. Mal conseguimos mudar os refugiados e logo há ordens para mudá-los para outros lugares. Atualmente estou em Fukushima – a uns 25 quilômetros da usina nuclear.

Tenho tanto a contar que se fosse contar tudo, essa carta se tornaria um verdadeiro romance sobre relações humanas e comportamentos durante tempos de crise. As pessoas aqui permanecem calmas – seu senso de dignidade e seu comportamento são muito bons – assim, as coisas não são tão ruins como poderiam. Entretanto, mais uma semana, não posso garantir que as coisas não cheguem a um ponto onde não poderemos dar proteção e manter a ordem de forma apropriada. Afinal de contas, eles são humanos e quando a fome e a sede se sobrepõem à dignidade, eles farão o que tiver que ser feito para conseguir comida e água. O governo está tentando fornecer suprimentos pelo ar enviando comida e medicamentos, mas é como jogar um pouco de sal no oceano.

Irmão querido houve um incidente realmente tocante que envolveu um garotinho japonês que ensinou um adulto como eu uma lição de como se comportar como um verdadeiro ser humano. Ontem à noite fui enviado para uma escola infantil para ajudar uma organização de caridade a distribuir comida aos refugiados. Era uma fila muito longa que ia longe. Vi um garotinho de uns nove anos. Ele estava usando uma camiseta e shorts. Estava ficando muito frio e o garoto estava no final da fila. Fiquei preocupado se, ao chegar sua vez, poderia não haver mais comida. Fui falar com ele. Ele disse que estava na escola quando o terremoto ocorreu. Seu pai trabalhava perto e estava se dirigindo para a escola. O garoto estava no terraço do terceiro andar quando viu a tsunami levar o carro do seu pai. Perguntei sobre sua mãe. Ele disse que sua casa era bem perto da praia e que sua mãe e sua irmãzinha provavelmente não sobreviveram. Ele virou a cabeça para limpar uma lágrima quando perguntei sobre sua família. O garoto estava tremendo. Tirei minha jaqueta de policial e coloquei sobre ele. Foi ai que a minha bolsa de comida caiu.

Peguei-a e dei-a a ele. “Quando chegar a sua vez, a comida pode ter acabado. Assim, aqui está a minha porção. Eu já comi. Por que você não come”? Ele pegou a minha comida e fez uma reverência. Pensei que ele iria comer imediatamente, mas ele não o fez. Pegou a bolsa de comida, foi até o início da fila e colocou-a onde todas as outras comidas estavam esperando para serem distribuídas. Fiquei chocado. Perguntei-lhe por que ele não havia comido ao invés de colocar a comida na pilha de comida para distribuição. Ele respondeu: “Porque vejo pessoas com mais fome que eu. Se eu colocar a comida lá, eles irão distribuir a comida mais igualmente”. Quando ouvi aquilo, me virei para que as pessoas não me vissem chorar. Uma sociedade que pode produzir uma pessoa de nove anos que compreende o conceito de sacrifício para o bem maior deve ser uma grande sociedade, um grande povo.

Bem, envie minhas saudações a sua família.

Tenho que ir, meu plantão já começou.” Ha Minh Thanh

Vejam que interessante - morreram mais de 15 mil pessoas no Japão - em dois desastres que fazem com que as nossas enchentes sejam coisas evitáveis. O que podemos aprender com o Japão? A CALMA - Nenhuma imagem de gente se lamentando, gritando e reclamando que “havia perdido tudo”. A tristeza por si só já bastava; A DIGNIDADE - Filas disciplinadas para água e comida. Nenhuma palavra dura e nenhum gesto de desagravo; A HABILIDADE - Arquitetos fantásticos, por exemplo. Os prédios balançaram, mas não caíram; A SOLIDARIEDADE - As pessoas compravam somente o que realmente necessitavam no momento. Assim todos poderiam comprar alguma coisa; A ORDEM - Nenhum saque a lojas. Sem buzinaço e tráfego pesado nas estradas. Apenas compreensão; O SACRIFÍCIO - Cinqüenta trabalhadores ficaram para bombear água do mar para os reatores da usina de Fukushima. Como poderão ser recompensados?; A TERNURA - Os restaurantes cortaram pela metade seus preços. Caixas eletrônicos deixados sem qualquer tipo de vigilância. Os fortes cuidavam dos fracos; O TREINAMENTO - Velhos e jovens, todos sabiam o que fazer e fizeram exatamente o que lhes foi ensinado; A IMPRENSA - Mostraram enorme discrição nos boletins de notícias. Nada de reportagens sensacionalistas. Apenas reportagens relatando os fatos; A CONSCIÊNCIA - Quando a energia acabava em uma loja, as pessoas recolocavam as mercadorias nas prateleiras e saiam calmamente.

A Educação é o maior bem que uma pessoa pode receber, pensemos nisso...

É um direito de todos, e um dever do país!

Com afeto,

Beth Landim

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JE SUIS CHARLIE...
12/01/2015 | 19h56

Não podemos aceitar a covardia dos atos de terrorismo...

Muito menos podemos aceitar a perda da liberdade.

O povo francês e todo o mundo evidenciaram que não vão aceitar estes atos de covardia...

Marcha histórica pela liberdade reúne 3,7 milhões na França em protesto ao atentado responsável por matar 12 pessoas e deixar 11 feridos na redação do jornal satírico Charlie Hebdo.

Cette fois de la douleur et la tristesse qui envahit la France,

 je dédie au français la belle poème de Jacques Prévert...

Je voudrais tant que tu te souviennes

Des jours heureux où nous étions amis...

En ce temps-là la vie était plus belle

Et le soleil plus brûlant qu'aujourd'hui...

Les feuilles mortes se ramassent à la pelle

Tu vois, je n'ai pas oublié...

Les feuilles mortes se ramassent à la pelle

Les souvenirs et les regrets aussi...

Et le vent du nord les emporte

Dans la nuit froide de l'oubli

Tu vois, je n'ai pas oublié

La chanson que tu me chantais...

C'est une chanson qui nous ressemble...

Mais la vie sépare ceux qui s'aiment,

Tout doucement, sans faire de bruit,

Et la mer efface sur le sable...

Les feuilles mortes se ramassent à la pelle

Les souvenirs et les regrets aussi

Mais mon amour silencieux et fidèle

Sourit toujours et remercie la vie

...

Avec affection,

Beth Landim

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Sublime Vazio...
10/01/2015 | 12h51

vazio sublimeTodo começo de ano paramos para refletir sobre nossa vida. Começamos algumas mudanças, mas depois é acionado o automático e ficamos novamente no “velho” hábito da normalidade, do corre corre.... Porém, há  um tempo em que  é preciso tirar a roupa velha que já tem a forma do nosso corpo, para que possamos fazer a travessia... senão, corremos o risco de ficarmos a margem de nós mesmos... E então... sem julgamentos, valoramos e analisamos nossa vida... Refletir o que temos de mais ou de menos, pensar em tudo que você anda guardando, tanto no mundo exterior, como no interior. A milenar sabedoria oriental ensina que é preciso deixar espaço vazio para criar o novo. Ninguém consegue colocar um móvel no lugar onde outro já se encontra. É simples assim. Somente se desfazendo do que se tornou inútil, sem valor, podemos ir em frente e nos renovar. Assim como não se corre atrás do vento, temos que abrir espaço para refrescar a alma, deixar de pensar no que nos decepcionou, nos amargurou ou nos deixou triste, deixemos o vento correr, arejar, sentir uma nova brisa acariciando e perfumando nosso corpo e nossa alma.  É a força imensurável do vazio. 

recomeçar

O vácuo tem a incrível capacidade de atrair coisas boas inéditas e trazer trepidantemente o novo. Que pode ser o “velho”, porém revigorado em energia. Mas se acumularmos objetos inúteis em casa e sentimentos negativos no coração, não sobra canto desocupado para o sublime vazio... E então nada acontece... pior, quando guardamos por guardar, é como se não valorássemos o que temos. A implacável lei de que é dando que se recebe, nos clarifica sempre, que quem doa sempre ganha. Ganha por ter a consciência tranqüila do dever cumprido, do ajudar o próximo, da escolha consciente...

Aproveite que 2015 já chegou e limpe as gavetas, armários, prateleiras, estantes e doe tudo aquilo que não serve pra você, mas que poderá ser uma grande alegria para outra pessoa. Aproveite e faça uma faxina igual nas suas emoções, no seu coração, na sua vida... Não guarde raiva, nem rancor, não gaste energia com o que não faz mais sentido... isso acorrenta a vida. Abra espaço e sinta a renovação do sublime vazio... que sempre nos traz a relativização do que realmente  importa e tem valor em nossas vidas.

A vida tem a cor que pintamos...

Um coração aprendiz está sempre pronto para qualquer desafio, disposto a tirar alguma lição... Neste sentido, abrir espaços dentro de nós mesmos significa nos mantermos jovens! Não apenas jovens fisicamente, pois a saúde é imprescindível, mas principalmente jovens de espírito!!! Prontos para experimentarmos o novo, o que nunca fizemos, para nos lançarmos sem medo nos nossos desejos, ou nas mais simples coisas da vida, como correr, andar de bicicleta, cavalgar, nadar, pescar... por que não??? O vazio nos abre infinitas possibilidades de refrescar o gosto, o fazer e de sairmos da comodidade que nos deixa sempre na linha de conforto. Se arriscar faz bem ao coração, fazer o percurso invertido, nos deixa mais atentos, olhar o mundo com outras cores, muda a paisagem... ou seja se reinventar...

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É isso que nos deixa bem, nos deixa vivos!!!

Muitas vezes é preciso sentir saudade de nós mesmos, para que possamos nos resgatar, nos revisitar e nos reconhecermos diante de nós mesmos... e é no sublime vazio, sem obstáculos ou censura, que podemos nos encantar olho a olho com nós mesmos, e então olhar para frente, enxergar o que somos, o que queremos ser e caminhar ao nosso encontro... experimente você com você mesmo, se esvaziar, sem censuras, refletir, para se reinventar novamente...

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Uma semana refrescante, de bons ventos, e sublimes vazios para todos...

Com afeto,

Beth Landim

 

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Arte revelada em Paris ...
08/01/2015 | 14h33
Editora Globo (Foto: Divulgação)

Cercar-se de arte e bela arquitetura é um dos maiores prazeres de viajar à capital francesa. No caso do The Peninsula Paris, a experiência tem início da porta para dentro. Uma seleção de obras complementa a transformação do edifício centenário que a abriga.

A começar pelo lobby do hotel, onde a instalação Dancing Leaves, do ateliê checo Lasvit, cria uma cortina do teto ao piso. As 800 peças de vidro soprado simulam as folhas das árvores na rua. Uma das galerias foi dedicada à escultura Moon River, executada pelo espanhol Xavier Corberó. Já o restaurante recebe o domo refletivo The World Belongs to Me, escultura da dupla Ben Jakober e Yannick Vu. A arte continua na área íntima: todos os quartos trazem trabalhos de técnica mista assinados por Patricia Erbelding.

Editora Globo (Foto: Divulgação)

O restauro trouxe de volta a decoração rica em mármore, estuque, madeira trabalhada, revestimentos de ouro e pinturas. Construir três níveis subterrâneos permitiu criar um spa, piscinas e academia de ginástica. As leis de patrimônio proíbem mudanças na fachada de 10 mil m². Trazer de volta sua glória original exigiu o trabalho de 20 profissionais especializados.

O arquiteto de Hong Kong Henry Leung, do escritório Chhada Siembieda, encabeçou o design de interiores, em parceria com a equipe da rede hoteleira. O restauro foi orquestrado por Richard Martinet .

Construído no século 19 e aberto ao público em 1908, o prédio testemunhou a efervescência cultural e política dos próximos 30 anos - época em que Picasso, Dalí e Hemingway circulavam pela cidade-luz. Em uma de suas suítes George Gershwin compôs  o poema sinfônico An American in Paris, que daria origem ao musical homônimo.

Aprecie cada detalhe... apreciar arte traz o belo aos nossos olhos...

Editora Globo (Foto: Divulgação)
Editora Globo (Foto: Divulgação)
Editora Globo (Foto: Divulgação)
Editora Globo (Foto: Divulgação)
Editora Globo (Foto: Divulgação)
Editora Globo (Foto: Divulgação)
Editora Globo (Foto: William Furniss/Divulgação)
Editora Globo (Foto: Divulgação)
Editora Globo (Foto: Antonio Saba/Divulgação)
Editora Globo (Foto: Antonio Saba/Divulgação)
Editora Globo (Foto: Divulgação)
Editora Globo (Foto: Antonio Saba/Divulgação)
Editora Globo (Foto: Divulgação)
Editora Globo (Foto: Divulgação)
Editora Globo (Foto: Divulgação)
Editora Globo (Foto: Divulgação)
Editora Globo (Foto: Divulgação)
  • Editora Globo (Foto: Divulgação)
Editora Globo (Foto: Divulgação)
Editora Globo (Foto: Divulgação)
Editora Globo (Foto: Antonio Saba/Divulgação)
Editora Globo (Foto: Divulgação)
Editora Globo (Foto: Divulgação)
Editora Globo (Foto: William Furniss/Divulgação)
Editora Globo (Foto: William Furniss/Divulgação)Com afeto,
Beth Landim
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Se entrega pra vida...
07/01/2015 | 10h26

10881686_10205421449085740_8468389651030062374_nCom afeto,

Beth Landim

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Não se admire se um dia...
05/01/2015 | 12h16

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=pL5oixkdt78[/youtube]

Não se admire se um dia... um beija flor invadir a porta da tua casa... te der um beijo e partir...

Foi eu que mandei um beijo pra matar meu desejo... Faz tempo que eu não te vejo... ai que saudade do cê...

Se um dia você se lembrar... escreva uma carta pra mim. Bote logo no correio com frases dizendo assim...

Faz tempo que eu não te vejo, quero matar o meu desejo, te mando um monte de beijo...

Ai que saudade sem fim...

E se quiser recordar aquele nosso namoro Quando eu ia viajar você caia no choro... Eu ia chorando pela estrada mas o que eu posso fazer...

Trabalhar é minha sina... Eu gosto mesmo é de ocê...

 

Com afeto,

Beth Landim

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Felicidade...
02/01/2015 | 20h30

Diante de um novo ano, novas perspectivas e novos sonhos

se vislumbram diante de nossos olhos!

Sentimos nosso coração aquecer diante da esperança que surge com este novo tempo... mas para que esta esperança se fortaleça e tenhamos ousadia para realizar sonhos antigos e novos precisamos desenvolver algumas virtudes. Por isso desejo que neste ano de 2015 possamos ter: sensibilidade para não ficarmos indiferentes diante das belezas da vida; coragem para colocarmos a timidez de lado e podermos realizar o que temos vontade; solidariedade para não ficarmos neutros diante do sofrimento da humanidade; bondade para não desviarmos os olhos de quem nos pede ajuda; tranqüilidade para quando chegar ao fim do dia  podermos deitar e dormir o sono dos anjos; alegria para distribuirmos, colocando um sorriso no rosto de alguém; humildade para  reconhecermos aquilo que não somos; amor próprio para percebermos nossas qualidades e gostar do que vemos por dentro de nós; fé para nos guiar, nos sustentar e nos manter de pé; sinceridade para sermos verdadeiros, gostarmos de nós mesmos e vivermos melhor...

Felicidade para descobrirmos dentro de nós e doarmos à quem precisar; amizade para descobrirmos que quem tem um amigo tem um tesouro; esperança para nos fazer acreditar na vida e nos sentirmos eternas crianças; sabedoria para entender que só o bem existe, o resto é ilusão; desejos para alimentar o nosso corpo, dando prazer ao nosso espírito; sonhos para poder, todos os dias, alimentar a nossa alma;amor para termos alguém para amar e nos sentirmos amados, para desejar tocar uma estrela, sorrir para a lua, sentindo que a vida é bela, andando pela rua, para descobrirmos que existe um sol dentro de nós, para nos sentirmos felizes a cada amanhecer e sabedores de que o amor é a razão maior... para viver, mas se nós não tivermos um amor, que nunca deixemos morrer a procura... o desejo de o encontrar.

Essas virtudes com certeza nos ajudarão a abrir a janela do nosso coração e deixar a alma arejar! É essencial nos livrarmos do ranço amargo de toda mágoa e do rancor. Façamos então, uma boa limpeza na vidraça da  janela do coração e com certeza enxergaremos a vida lá fora de uma forma muito melhor...

janelas_abertas

Deixemos a luz inundar tudo, apaguemos as marcas das decepções, as tristezas das derrotas, o vicio de sofrer por sofrer e acima de tudo, permitamos que o sol derreta o gelo da solidão...

Vamos nos apaixonar por um sorriso e sorrir junto, vamos amar a pessoa que o espelho reflete todas as manhãs...

Vamos escancarar a janela dos desejos e esbanjar sonhos, ninguém sonha em vão, e também não é verdade que os sonhos fogem, as pessoas é que desistem, e eles  morrem...Vamos alicerçar nossos desejos com bases sólidas e construir dia a dia degraus para chegar até a nossa meta, depois recebamos os aplausos, porque lutamos e conseguimos! Nisso reside o prazer...

Em 2015 não permita que nenhuma sombra pesada amortalhe o sol, que nenhuma parede aprisione o vento e cale o som da vida. Jamais se transforme em órfão da luz... Vamos desenhar um horizonte além da nossa janela e exagerar nas cores... vamos além, muito além....

Image

Exponha na janela toda a alegria de viver, mostre ao mundo um rosto luminoso, uma face sem rugas de preocupações, prontinha para ser acariciada, admirada e beijada...

É essencial ampliar a essência da ternura, semear a brisa num gesto, numa frase doce ou num suspiro. Seguramente alguma alma comovida escutará e devolverá o eco da nossa voz...

Desviemos nosso olhar das coisas tristes e infelizes, vamos transformar em oásis toda aridez que aparecer e jorrar positividade em abundancia, através da nossa janela... É preciso sonhar além da janela, plantar flores e colher encantamento. Vamos ser semeadores de felicidade, fazendo-a se espalhar e contaminar toda a terra...

Tudo isso, todas essas virtudes e atitudes nos levarão ao encontro diário e permanente com a felicidade, porque felicidade não é uma chegada, é um permanente caminhar.

Assim, o que importa é que procuremos a cada dia nossa felicidade, esse bem precioso! Que nunca esqueçamos a sensação de tê-la conosco. E, acima de tudo, apesar dos percalços da vida, nunca devemos parar de buscá-la e obtê-la, pois a vida não possui sentido sem momentos sublimes e indescritíveis que nos deixam sem palavras, mas com um misto de sentimentos bons, nos tornam seres em busca da completude.

É isso que desejo para todos em 2015, que vivamos em busca permanente deste sentimento que nos faz rir, chorar e nos sentirmos vivos! Felicidade é... sentir tudo que a vida tem a nos oferecer. É sorrir do que nos faz chorar. É sentir o que nos faz sonhar. É esperar um amanhã melhor. É o amor sincero, sem culpa, sem mágoa, pleno, puro! Não fique procurando a FELICIDADE nas coisas que você ainda não tem. Ser feliz é saber aproveitar o que se tem, contudo, isso não quer dizer que você deva abandonar seus objetivos, significa que você precisa aprender a aproveitar aquilo que tem, e trabalhar para conquistar aquilo que deseja.

Por isso em 2015, não espere a felicidade vir das pessoas, pois ela já está dentro de você apenas aceite-a e viva feliz!

Com afeto,

Beth Landim

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Sobre o autor

Elizabeth Landim

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