Suassuna... regendo a vida...
29/07/2014 | 17h53

Com afeto,

Beth Landim

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Liberdade...
27/07/2014 | 12h56

De uma forma geral, a palavra "liberdade" significa a condição de um indivíduo não ser submetido ao domínio de outro e, por isso, ter pleno poder sobre si mesmo e sobre seus atos. O desejo de liberdade é um sentimento profundamente arraigado no ser humano. Situações como: a escolha da profissão, o casamento e o compromisso político ou religioso, fazem o homem enfrentar a si mesmo e exigem dele uma decisão responsável quanto a seu próprio futuro.

A capacidade de raciocinar e de valorizar de forma inteligente o mundo que o rodeia, é o que confere ao homem o sentido da liberdade entendida como plena expressão da vontade humana. Teorias filosóficas e políticas, de todos os tempos, tentaram definir liberdade quanto a determinações de tipo biológico, psicológico, econômico, social, etc. As concepções sobre essas determinações, nas diversas culturas e épocas históricas, tornam difícil definir com precisão a ideia de liberdade de uma forma generalizada.

Do ponto de vista legal, o indivíduo é livre quando a sociedade não lhe impõe nenhum limite injusto, desnecessário ou absurdo. Uma sociedade livre dá condições para que seus membros desfrutem, igualmente, da mesma liberdade.

A liberdade se manifesta à consciência como uma certeza primária que perpassa toda a existência, especialmente nos momentos em que se deve tomar decisões importantes e nos quais o indivíduo sente que pode comprometer sua vida.

O consenso universal reconhece a responsabilidade do indivíduo sobre suas ações em circunstâncias normais, e em razão disso o premia por seus méritos e o castiga por seus erros. Considerar que alguém não é responsável por seus atos implica diminuí-lo em suas faculdades humanas, uma vez que só aquele que desfruta plenamente de sua liberdade tem reconhecida sua dignidade.

O homem tende a exercer a liberdade em todas as ações externas. Quando elas são cerceadas, frustram-se o crescimento e o desenvolvimento do indivíduo e desprezam-se seus direitos e sua dignidade. Fala-se correntemente em liberdades públicas, políticas, sindicais, econômicas, de opinião, de pensamento, de religião, etc. Embora tal procedimento não resolva o problema teórico da natureza da liberdade, pelo menos possibilita avançar na reflexão e nos esforços para ampliar, cada vez mais, o exercício de uma faculdade de importância primordial na vida dos homens e das sociedades.

Cecília Meireles nos diz que:

“Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda.”

A prisão não são as grades, e a liberdade não é a rua. Existem homens presos na rua e livres na prisão. É uma questão de consciência. Ser livre é não ser escravo das culpas do passado nem das preocupações do amanhã. Ser livre é ter tempo para as coisas que se ama. É abraçar, se entregar, sonhar, recomeçar tudo de novo. É desenvolver a arte de pensar e proteger a emoção, mas acima de tudo, ser livre é ter um caso de amor com a própria existência e desvendar seus mistérios.

Os sonhos não determinam o lugar em que você vai estar, mas produzem a força necessária para tirá-lo do lugar em que está. Não há céu sem tempestades, nem caminhos sem acidentes. Não tenha medo da vida, tenha medo de não vivê-la intensamente. Uma pessoa imatura pensa que todas as suas escolhas geram ganhos. Uma pessoa madura sabe que todas as escolhas tem perdas.

Portanto, se você quer viver uma vida com liberdade, busque ser feliz. Amarre-se a uma meta, não as pessoas ou as coisas. Tenha a certeza de que a  felicidade não é a ausência de problemas, mas a habilidade para lidar com eles, pois a verdade de cada um de nós está em nós mesmos, em nosso ser. Da mesma forma que a paz que precisamos para viver está instalada em nosso coração. Quando somos pessoas felizes e em paz sentimos com mais intensidade que somos seres livres. Muitas vezes sonhamos com coisas tão longínquas, enquanto tudo o que necessitamos está ao nosso alcance, tão perto de nós, e não somos capazes de perceber.

Um grande estadista inglês afirmou que: “Um povo educado é fácil de governar, difícil de dominar, impossível de se escravizar”. O meu desejo é que cada um de nós possa buscar e exercer sua liberdade infinitamente, pois só assim seremos justos com o direito do outro, e só assim seremos totalmente livres.

Com afeto,

Beth Landim

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...saber viver...
25/07/2014 | 10h32

"Dizem que a vida é para quem sabe viver, mas ninguém nasce pronto."

Como nos diz Clarice Lispector...

"... A vida é para quem é corajoso o suficiente para se arriscar...

e humilde o bastante para aprender."

Hoje é sexta-feira...

Vamos terminar a nossa semana "sabendo viver"!!!

Com Afeto,

Beth Landim

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Luz define astral de mansão ...
23/07/2014 | 09h45

Buckhead é um  bairro dos Estados Unidos. Fica na cidade de Atlanta e abriga vários corpos consulares, além do Lenox Square Mall, um dos maiores shopping centers do estado da Georgia.

Apesar de ser uma área concorrida, seus moradores ainda dispõem de terrenos amplos para usufruir das benesses do estilo de vida no campo em uma das maiores metrópoles norte-americanas.

Uma dessas casas, de estilo Regency, teve o interior criado pelo designer John Oetgen, que optou por inserir alguns pontos de cor nos ambientes predominantemente neutros que tanto agradam aos moradores. São 750 m² divididos em três pavimentos, que se interligam por uma escada circular, iluminada pela claraboia que, ao lado das janelas piso-teto presentes em vários cômodos, tem a tarefa de otimizar a iluminação natural.

Com afeto,

Beth Landim

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Rubem Alves...
21/07/2014 | 21h29

Na última sexta feira, Rubem Alves nos deixou...

Ficaram seus ensinamentos e a marca da pessoa extraordinária que ele foi...

Um SÁBIO...  COM TODAS  AS LETRAS  e  SIGNIFICADOS ...

Grande HOMEM...

Boas lembranças da sua palestra no ISECENSA...

Com afeto,

Beth Landim

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Morte... Sexo...
20/07/2014 | 13h01

A morte não precisa e não é o ponto final. Temos muitas vezes o hábito ou o pensar que a morte é finita. A morte é como as reticências... que, aliás, eu adoro... Escrevo muito com reticências, pois as mesmas nos levam para o infinito, para o interminável. Desta forma podemos encarar os nossos relacionamentos, nosso trabalho, nosso prazer, nosso fazer, com reticências. Por que temos que colocar o ponto final?

Afinal, se um relacionamento não deu certo, serviu de aprendizado, amadurecimento e de crescimento para outros que poderão vir... Assim encaro a vida e a morte... com reticências! Aliás, morte e sexo, são dois temas que nunca nos são ensinados, aprendemos sempre na prática, no momento de passarmos por eles, e dessa forma podem ser traumáticos ou então, não tem o significado e a beleza que os mesmos representam na valorização do nosso viver. Quando aprendemos a enxergar a morte como uma passagem, enxergamos as reticências, e não o ponto final... Inclusive o “velório” deve ser vivido, como exultação e aclamação de tudo aquilo que aquela pessoa nos fez aprender, chorar, rir, viver... Não devemos ver o velório como uma despedida, apenas não estamos mais no mesmo espaço físico... mas com certeza estamos muito mais intensamente unidos no plano espiritual. Deveríamos romper estas barreiras e lidar com estes temas com toda naturalidade em nossas casas, com nossos filhos, nossos amigos, até porque, quando vivemos os limites da morte/vida, e a compreensão da passagem, com certeza iremos valorizar muito mais nossa vida, não nos deixando levar por atos pequenos, mesquinhos, discussões bobas, afinal, a vida é um dom e um milagre que nos é oferecido dia a dia...

Às vezes temos o hábito, de viver no futuro: quando eu tiver... quando eu puder... quando meus filhos crescerem... quando ... E então nos esquecemos de viver o presente. Martin Luther King nos diz: “A pior de todas as tragédias não é morrer jovens, mas completar setenta e cinco anos de idade e ainda não ter realmente vivido.” Às vezes somos um viaduto entre passado e futuro. No entanto, ao conversarmos sobre a morte, algo tão natural e certo em nossa vida terrestre, temos o intenso prazer de valorizar o presente e vivê-lo intensamente, segundo a segundo, sem nos preocuparmos com o futuro...

Assim também nos comportamos diante do tabu que é criado em torno do sexo. Não temos o hábito de falar e tratar com normalidade um assunto tão vivo e natural em nossas vidas... Na maioria das vezes fingimos que ele não existe ao não conversarmos com nossos filhos sobre sexo. O sexo é a linguagem corporal do amor, é o prazer encarnado na comunicação entre duas pessoas que se gostam, é a delicadeza do gesto concreto de amar... O sexo não deve vir acompanhado da vergonha, do tabu, do pecado, mas da sinceridade, do amor verdadeiro, do estar vivo, da entrega ao outro que é tão simbólica e prazerosa... Sim, porque às vezes deturpamos as coisas e não nos permitimos ser felizes, ter prazer, viver intensamente, pois em nossa vida terrestre, não existe segundo ato, não existem ensaios e como nos diz o provérbio chinês: “a pedra não pode ser polida sem fricção, nem o homem aperfeiçoado sem tentativas.” Morremos muitas vezes nessa vida, não apenas fisicamente - no prazo de sete anos, todas as células do nosso corpo são renovadas - mas também emocionalmente e espiritualmente, porque as mudanças nos seguram pela nuca e nos empurram para frente, para uma outra vida, como nos diz José de Alencar: “A alma tem o poder de, nos momentos mais supremos de aflição, suspender-se ao fio mais tênue da esperança.”

Não estamos aqui para simplesmente existir, mas para crescer... Então, abramos nosso coração ao diálogo, encaremos temas como a morte e o sexo como aprendizado e normalidade em nossas vidas, ou melhor, como a pura expressão da vida que pulsa a cada minuto em nosso dia a dia. A sabedoria de Santo Agostinho nos ensina delicadamente sobre a morte... “A morte não é nada. Apenas passei ao outro mundo. Eu sou eu. Tu és tu. O que fomos um para o outro ainda o somos. Dá-me o nome que sempre me deste. Fala-me como sempre me falaste. Não mudes o tom a um triste ou solene. Continua rindo com aquilo que nos fazia rir juntos. Reza, sorri, pensa em mim, reza comigo. Que o meu nome se pronuncie em casa como sempre se pronunciou. Sem nenhuma ênfase, sem rosto de sombra. A vida continua significando o que significou: continua sendo o que era. O cordão de união não se quebrou. Porque eu estaria fora de teus pensamentos, apenas porque estou fora de tua vista? Não estou longe, somente estou do outro lado do caminho. Já verás, tudo está bem. Redescobrirás o meu coração, e nele redescobrirás a ternura mais pura. Seca tuas lágrimas e se me amas, não chores mais.” Desta forma, devemos nos desarmar dos tabus e dos preconceitos referentes a temas tão profundos e substanciais, mas que se vividos com naturalidade, nos trarão liberdade interior de vivermos cada vez mais intensamente todos os nossos sentimentos...

Com afeto,

Beth Landim

       
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Point de esqui recebe novo hotel ...
17/07/2014 | 19h44

Há alguns anos, a Ásia vem se consolidando como um dos destinos mais concorridos para os praticantes de esqui. No Japão, a mais cobiçada é a cidade de Niseko – em japonês, “penhasco que se projeta sobre o rio nas montanhas” –, na ilha de Hokkaido, a 105 km da capital, Sapporo.

O nível da hospedagem acompanhou o crescimento da demanda e hoje conta com vários empreendimentos de porte internacional. O mais recente é o Loft Niseko, com projeto do arquiteto Riccardo Tossani.

A decoração ficou a cargo do Yoo Design Studio, de Philippe Starck e John Hitchcox .

Com paredes de concreto e madeira texturizada, tem amplas janelas que oferecem vista privilegiada do Monte Yotei. Seu pé-direito de até três metros garante amplitude e luz natural – em sua ausência, o projeto de iluminação de Tom Dixon dá conta do recado.

Com afeto,

Beth Landim

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Qual é a chave?
15/07/2014 | 16h35

Qual é a chave?

Qual é o segredo?

Que abre as portas do seu coração?

Mas é você que tem que abrir o coração...

A vida é curta... curta então sua eternidade...

Com afeto,

Beth Landim

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O vilão, o salvador da pátria e o fair play...
11/07/2014 | 20h48

É interessante constatar que em nosso país temos sempre um vilão... e com isso um Salvador da Pátria! Talvez este raciocínio possa ser a base para o crescimento da nossa sociedade. E por isso, na maioria das vezes, não temos consistência cultural. Pois a vida é complexa e para a complexidade não podemos ter respostas lineares, únicas, nem simples...

Olhar ao redor, olhar através, contextualizar, nos traz consistência em nossas ações. Se continuarmos a pensar, de forma infantilizada, no vilão e no salvador da pátria, continuaremos a ser “crianças”, não iremos a lugar nenhum... Precisamos encontrar os MOTIVOS e esquecer as desculpas...

Reconhecer que não somos o melhor, é o primeiro passo para o crescimento. E para isto, temos que ser “grandes”, ter humildade, pensar no todo e então VER cada detalhe que forma o todo, assim como no bordado de uma colcha. Se olharmos o avesso, veremos um emaranhado de linhas, mas ao olharmos para o bordado, veremos cores, beleza, arte, sintonia no todo que tece a colcha... Tecer, tecer e tecer...

Construir, orquestrar, sintonizar, deixar a ingenuidade para buscar ciência, trabalho, disciplina e dedicação...

Que a derrota contra a Alemanha nos ensine que nosso país não pode pensar de forma infantilizada em vilão e salvador da pátria... Desta forma seremos um país pequeno. Que nos ensine que temos que trabalhar muito para sermos uma grande nação, e para isso temos que fazer escolhas, ter consciência, valorar a educação, a ciência, a cordialidade e o trabalho.

Sejamos um povo que não apenas julga e aponta falhas, mas que, sobretudo indica caminhos, constrói pontes entre o saber e o fazer, que tem HUMILDADE em aprender, em enxergar as nossas falhas. Apontar para o técnico Felipão, ou para os jogadores é fácil demais... Construir é bem mais difícil!

Reconhecer a superioridade do adversário é condição si ne qua non do crescimento. A Alemanha foi melhor, é melhor e pronto! Para isso não precisamos de metralhadoras...

Como nos diz Bernardinho do Vôlei, Futebol é ciência e trabalho, é disciplina e obediência tática. Não existe mais time pequeno ou time grande, mas conjunto exaustivamente orquestrado. Não tem mais espaço para ingenuidade. Garra não assegura triunfo, emoção não reverte resultados. Ajuda, mas não resolve. Há equívoco de que a fé preenche as carências técnicas, de que o peso da camiseta é diferença em Copa do Mundo, de que a tradição corrige defeitos de posicionamento.

A superação era a ordem de todos na seleção brasileira. Quem depende de superação assume que não desfruta de condições, atesta sua inferioridade. Mas não aceitamos nossa pequeneza, mantivemos nossa ambição, conservamos a miragem de que o hexa representava uma obrigação porque jogávamos em casa, transformamos nossa esperança em arrogância. Não podemos depositar no futebol, todas as esperanças das angústias que vivemos em nosso país. Futebol é futebol.

Como nos diz Einstein... "Eu tentei 99 vezes e falhei, mas na centésima tentativa eu consegui, nunca desista de seus objetivos mesmo que esses pareçam impossíveis, a próxima tentativa pode ser a vitoriosa."

Sou verde e amarelo com muito orgulho SEMPRE... Sou otimista por natureza, reconheço o esforço de cada jogador, a força e a garra...

Nem sempre temos vitórias e isso não acontece somente no futebol, é só olhar para nossa própria VIDA. Torço, luto, vou até o fim, sou assim. A maturidade nos ensina a relativizar as coisas e os sentimentos. Amar nosso país passa por derrotas também, e não deve incluir vilões e mocinhos... Isso é apenas o FUTEBOL... Que o nosso verde e amarelo não termine na Copa! Que tenhamos o Fair Play de levar a vida adiante, jogando limpo, de forma justa, com espírito esportivo, agindo com lealdade com nosso próprio país, no jogo mais importante que teremos em outubro: as eleições! Penso que o melhor legado que a copa pode nos deixar é o PENSAR CONSCIENTE! Nosso voto, não irá SALVAR totalmente o país, pois a política da SALVAÇÃO e do SALVADOR da Pátria é ilusória, porém, nosso voto é o primeiro passo para a verdadeira democracia, para o Ajuste de Contas!   Ajuste de Contas tributárias, na saúde, na educação, nas linhas de metrô, nas rodovias, etc... É nesse voto “CONSCIENTE” que podemos iniciar alguma mudança, fazer o verde e amarelo pulsar forte no coração de cada brasileiro e reavivar o orgulho por nossa pátria.

Que tenhamos ética e consciência, que sejamos sempre um povo livre, pois a liberdade é condição primeira, para construção deste país! Que sejamos alegres, construtores de nossa história, e que neste nosso Brasil não tenha espaço para vilões, muito menos para “salvadores da pátria”, e que nós tenhamos sempre o Fair Play para fazermos a melhor escolha no dia e hora marcada para este jogo que não tem prorrogação, pois o tempo regulamentar é um só: A Nossa Escolha pelo Voto Consciente! Sou Verde e Amarelo com muito orgulho e SEMPRE!

Com afeto,

Beth Landim

 

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Eu tentei...
11/07/2014 | 11h33

Com afeto,

Beth Landim

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Fair Play...
09/07/2014 | 15h07

Somos verde e amarelo com muito orgulho e SEMPRE...

Sou otimista, por natureza, reconheço o esforço de cada jogador,

a força e a garra...

Nem sempre temos vitórias e isso não acontece somente no futebol,

é só olhar para a nossa própria vida.

Torço, luto, vou até o fim, sou assim.

A maturidade nos ensina a relativizar as coisas e os sentimentos.

Amar nosso país passa por derrotas também,

mas isso é APENAS o futebol...

Que o nosso verde e amarelo não termine com a Copa!

Que tenhamos o FAIR PLAY de levar a vida adiante,

com tudo de nobre que ela nos oferece...

Quem ama compreende as derrotas, mas jamais odeia,

pois o ódio não combina com o amor... Prá frente BRASIL!!!

Com certeza valerá a pena!!!

Com afeto,

Beth Landim

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VERDE E AMARELO...
08/07/2014 | 15h15

É hoje...

Melhor do que levar um "bolo" é fazer um bolo e saborear com os amigos...

Que venha a Alemanha!!!

Com afeto,

Beth Landim

 

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Depois de um fim-de-semana...
07/07/2014 | 20h30

Depois de um fim-de-semana...

Nada como sucos naturais para reativar o organismo...

Ainda mais no período de COPA... sala, cozinha, churrasqueira...

CHAKRA LARANJA

Chakra laranja (Foto: Ricardo Corrêa/Editora Globo)
Rendimento 1 copo grande Ingredientes 1 cenoura em pedaços; 1 "dedinho" de gengibre; 1 maçã; 1 colher (sopa) de linhaça germinada. Modo de fazer 1 Passe a cenoura na centrífuga para retirar seu líquido. 2 Junte os outros ingredientes e bata no liquidificador. Sirva em temperatura ambiente. Recomendação da chef Atua no sistema respiratório e melhora o cabelo e a pele.  

GINGER ICE TEA

Ginger ice tea (Foto: Iara Venanzi/ Editora Globo)
Rendimento 1 copo Tempo de preparo 5 min Ingredientes 70 ml de chá-verde orgânico com hortelã-pimenta Green Moroccan Mint (já preparado); 20 ml de xarope de gengibre; 10 ml de xarope de cranberry. Modo de fazer 1 Misture todos os ingredientes numa coqueteleira. 2 Sirva numa taça de dry martini, decorada com uma pimenta dedo-de-moça.
 

ZENA ICE

Zena ice (Foto: Rogério Voltan/Editora Globo)
Rendimento 1 taça de 250 ml Tempo de preparo 5 min Ingredientes 3 bolas de sorvete de creme; 40 ml de café expresso frio; 30 ml de grappa. Modo de fazer 1 Bata todos os ingredientes com um mixer. Na falta dele, use um liquidificador. 2 Sirva imediatamente.
 

REFRESCO DE AMORA

COM INFUSÃO DE MENTA

Refresco de amora com infusão de menta (Foto: Rogério Voltan/Editora Globo)

Rendimento Serve 6 pessoas Tempo de preparo 10 min + 30 min de infusão + 1 h para gelar

Ingredientes 100 g de açúcar; 120 ml de água; 200 ml de água com gás; ½ xícara de folhas de hortelã; 60 g de amoras batidas e coadas.

Modo de fazer 1 Misture o açúcar com a água e leve à fervura por 1 minuto. Retire do fogo e acrescente as folhas de hortelã. 2 Deixe em infusão por 30 minutos e coe. Acrescente o suco de amora e leve à geladeira. 3 Na hora de servir, adicione a água com gás e bastante gelo.

 

LUZ DAS ESTRELAS

Luz das estrelas (Foto: Ricardo Corrêa/Editora Globo)
Rendimento 1 copo grande Ingredientes 200 g de manga fatiada; 1 xícara (chá) de água de coco; 1 colher (sopa) de linhaça germinada. Modo de fazer 1 Bata tudo no liquidificador. Recomendação da chef Age na circulação sanguínea e fortalece o sistema imunológico.

 

CHAKRA AZUL

Chakra azul (Foto: Ricardo Corrêa/Editora Globo)

Rendimento 1 copo grande

Ingredientes 100 g de mirtilo; 3 tangerinas.

Modo de fazer 1 Esprema as tangerinas e bata o suco com o mirtilo no liquidificador.

Recomendação da chef Estimula a memória e fortalece o sistema imunológico.

 

Com afeto,

Beth Landim

 

 
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A Marca do Amor...
06/07/2014 | 11h17

Nos conta uma história...

Quando eu era criança, bem novinha, meu pai comprou um dos primeiros telefones da vizinhança. Ainda me lembro muito bem daquele aparelho preto e brilhante fixado na parede, perto da escada. Eu era muito pequeno para alcançar o telefone, mas ouvia fascinado quando minha mãe o utilizava para falar com alguém. Então, um dia, descobri que, em algum lugar dentro daquele objeto maravilhoso, havia uma pessoa fantástica. O nome dela era “Uma informação, por favor”, e não havia nada que ela não soubesse. “Uma informação, por favor” podia fornecer qualquer número de telefone e até a hora certa. Minha primeira experiência pessoal com esse gênio na garrafa veio num dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho. Eu estava na garagem, entretendo-me com a caixa de ferramentas quando bati com força, sem querer, o martelo no dedo. A dor foi terrível, mas não parecia haver propósito algum para chorar, uma vez que não tinha ninguém em casa para sentir pena. Andei pela casa, para cima e para baixo, chupando o dedo dolorido, até que parei perto da escada. Foi aí que tive um pensamento maravilhoso: – O telefone! Rapidamente, fui até a sala, peguei uma pequena banqueta e puxei-a para perto do telefone. Subi em cima dela, tirei o fone do gancho e segurei-o contra o ouvido. Depois de dois ou três pequenos estalos, ouvi uma voz suave e nítida no ouvido: – Informações. – Machuquei meu dedo… – choraminguei no telefone. As lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência. – Sua mãe não está em casa? – ela perguntou. – Não tem ninguém aqui, só eu – balbuciei, soluçando. – Está sangrando? – Não. Eu machuquei o dedo com o martelo, mas está doendo… – Você consegue abrir o congelador? – ela perguntou. Respondi que sim. – Então, pegue um cubo de gelo e segure-o no dedo machucado – disse a voz. Depois daquele dia, eu ligava para “Uma informação, por favor” por todo e qualquer motivo. Pedi ajuda com minhas lições de geografia, e ela me ensinou onde ficava a Filadélfia. Ajudou-me também com os exercícios de matemática.

Explicou que o pequeno esquilo que acabara de pegar no bosque comia nozes e frutinhas. Então, um dia, Petey, meu canário, morreu. Liguei para “Uma informação, por favor” e relatei a triste história. Ela me ouviu e, depois, começou a falar aquelas coisas que os adultos geralmente dizem para consolar uma criança. Mas continuei inconsolado. – Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria pra gente para, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola? – perguntei. Ela deve ter sentido um pouco da minha dor, porque disse suavemente: – Paul, lembre-se sempre de que existem outros mundos onde se pode cantar. De alguma maneira, isso me fez sentir-me melhor. No outro dia, lá estava eu de novo. – Informações – disse a voz já tão familiar. – Como escrevo “exceção”? Tudo isso aconteceu na minha pequena cidade natal, na região noroeste dos Estados Unidos.

Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para o outro lado do país, para a cidade de Boston. Senti muita falta da minha amiga. “Uma informação, por favor” pertencia àquele velho aparelho preto na casa antiga e, de algum modo, nem pensava em experimentar o novo aparelho branquinho que ficava na mesa do corredor perto da sala. Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saíam totalmente da minha memória. Frequentemente, em momentos de duvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento sereno de segurança que eu tinha quando tirava minhas dúvidas com ela. Passei a compreender como ela havia sido paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um menininho.

Alguns anos depois, quando estava viajando para a costa oeste, para estudar na faculdade, meu avião fez escala em Seattle, perto da minha cidade natal. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos. Falei durante uns 15 minutos, por telefone, com minha irmã, que na época morava lá. Em seguida, sem pensar no que estava fazendo, disquei o número da operadora da minha cidade natal e pedi: – Uma informação, por favor. Como num milagre, ouvi a mesma voz suave e clara que conhecia tão bem, dizendo: – Informações, pois não. Eu não havia planejado aquilo, mas as palavras saíram como se fossem involuntariamente:  – Você poderia me dizer como escrevo “exceção”? Houve uma longa pausa. Depois, a resposta suave e gentil. – Imagino que seu dedo já tenha sarado! Eu ri. – Então, é você mesma! – eu disse. – Fico pensando se você faz alguma idéia de como você foi importante para mim durante aquele tempo. – E eu fico pensando – ela disse – se você faz alguma ideia do que suas chamadas significavam para mim. Nunca tive filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse. Contei o quanto havia pensado nela todos aqueles anos e perguntei se poderia ligar para ela novamente quando voltasse para visitar minha irmã. – Por favor, faça isso! – ela respondeu. – Peça para falar com a Sally.

Três meses depois, estava de volta a Seattle para visitar minha irmã. Quando liguei, uma voz diferente respondeu: – Informações. Pedi para chamar a Sally. – Você é amigo dela? – a voz perguntou. – Sim, um amigo de muito tempo. Meu nome é Paul. – Sinto muito ter de lhe dizer isto, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período nos últimos anos porque estava doente. Infelizmente, ela morreu há cinco semanas. Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou: – Espere um pouco. Você disse que seu nome é Paul? – Sim. – Bem, a Sally deixou uma mensagem para você. Ela escreveu e pediu para eu guardá-la caso você ligasse. Eu vou ler pra você. Diz o seguinte: “Diga a ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente pode cantar. Ele vai entender”. Eu agradeci e desliguei. De fato, entendi muito bem. Que a marca do amor possa impregnar sempre a sua vida. Nunca subestime a “marca” que você pode deixar nas pessoas. As pessoas se esquecerão do que você disse, do que você fez… mas as pessoas nunca se esquecerão de como você as fez sentir…

Com afeto,

Beth Landim

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É HOJE...
04/07/2014 | 16h53

É hoje... dia de jogo, de torcida, de olhos grudados... mas essencialmente de juntar os amigos e com emoção soltar nosso hino na garganta...

e como cada coisa tem seu tempo...

deixo  algumas sugestões para colorir nossas casas de verde e amarelo...

que não seja só na copa...

 

 

Que venha a Colômbia ...

Com afeto,

Beth Landim

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Ser FELIZ...
03/07/2014 | 09h21
Faça o que for...

Com afeto,

Beth Landim

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Sobre o autor

Elizabeth Landim

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