FOCA NA SEXTA...
30/05/2014 | 17h19

Porque hoje é sexta-feira... tempo de ser feliz...

Tempo  de vibrar com a vida e de agradecer sempre!!!

Porque fazer diferente sempre é muito bom...

Curta bem o seu final de tarde... e um maravilhoso fim-de-semana para você!!!

Com afeto,

Beth Landim

   
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PREGADOR ...de outras formas...
29/05/2014 | 12h06

Prendedor de roupas usado de várias formas...

Como tudo na vida...dependendo da nossa ótica...

Temos várias formas de fazer,sentir,usar...

 

 

Sobre os guardanapos de pano, os pregadores grandes mantêm lado a lado os garfos e as facas

 

Com um pouco de tinta e boas combinações de cores, a versão de madeira vira acessório fofo para fechar saquinhos diversos. A despensa vai ficar mais charmosa

 

De madeira, eles são uma solução prática  para deixar as linhas organizadas

 

Os pesos de toalha feitos com seixos dão mais bossa à mesa. Amarre as pedras com um barbante de ráfia e prenda o fio em um pregador de roupas. Produção de Ellen Annora

 

Latinhas de chá com ervas aromáticas dão ótimos marcadores de lugar. Melhor ainda se forem acompanhadas de uma plaquinha charmosa, como essa minilousa presa com um prendedor

 

Logo na entrada de casa ou num corredor de passagem, surpreenda os convidados com um varal com flores. Escolha espécies que fiquem bonitas secas, como áster, rosa spray e lavanda, e aproveite-as depois em outros arranjos

 

Ele também pode servir para marcar o nome do convidado e segurar o guardanapo com um raminho de ervas

 

Com papel kraft dentro, o copo abriga polenta frita. Cada "kit churrasco" exibe o nome de um convidado

 

Duas fôrmas de sapato com cordões e pregadores formam este mural de recados. Para dar mais charme à composição, uma moldura com acabamento dourado e pregadores coloridos

 

Para o presente de Natal, um saco de papel kraft com detalhes como bolas e um ramo de pinheiro ou fitas e estrelas presas por um pregador de roupas faz bonito e marca pontos no quesito originalidade , produção de Henrique Morais.

Com afeto,

Beth Landim.

 

 

 

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Façamos a nossa parte...
28/05/2014 | 10h03

O velho estava cuidando da planta com todo o carinho. O jovem aproximou-se e perguntou: - Que planta é esta que o senhor está cuidando? - É uma jabuticabeira, respondeu o velho. - E ela demora quanto tempo para dar frutos? - Pelo menos uns quinze anos, informou o velho. - E o senhor espera viver tanto tempo assim, indagou, irônico, o rapaz. - Não, não creio que viva mais tempo, pois já estou no fim da minha jornada, disse o ancião. - Então, que vantagem você leva com isso, meu velho? - Nenhuma, exceto a vantagem de saber que ninguém colheria jabuticabas, se todos pensassem como você…

Conta-nos outra história que na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa: - A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: - Não havia essa onda verde no meu tempo. O empregado respondeu: - Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.

- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes. Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisávamos ir a dois quarteirões. Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts.

A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas. Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio, que depois será descartado como? Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha que dura cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade. Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos descartáveis e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte. Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima. Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

O que fica destas duas histórias é que a nossa fala, o nosso discurso deve ser um reflexo e um caminhar constante do nosso interior. Vivemos um mundo consumista, individualista e extremamente líquido... Liquidez nas amizades, liquidez na construção das relações, das famílias, do profissionalismo...

Mas do que criticar e jogar pedra, devemos fazer a nossa parte, como as gotículas do orvalho que caem no oceano. Estas gotículas, mesmo imperceptíveis, fazem a diferença para o oceano... Assim, se fizermos mais, e não apenas aquilo nos interessa particularmente, mas principalmente quando estamos deixando um legado, escrevendo a nossa história para o bem da coletividade, com certeza, estaremos no caminho certo. As nossas responsabilidades são exclusivamente nossas. Não temos como transferi-las ao longo das trilhas do caminho. A colheita virá a seu tempo, o que importa são as sementes que foram plantadas no tempo certo, por nossas próprias mãos. Não importa se teremos tempo suficiente para ver mudadas as coisas e pessoas pelas quais lutamos, mas sim, que façamos a nossa parte, de modo que tudo se transforme a seu tempo!

 

 

 

Com afeto,

Beth Landim

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Porque hoje é sexta feira... tim...tim
23/05/2014 | 10h31

Adoro martíni... prefiro puro... apenas com a cereja...

A vida é para ser sentida,vencida  e brindar faz parte...

E porque hoje é sexta feira... tim... tim...

MARTÍNI DE SHOCHU E MAÇÃ VERDE

Martíni de shochu e maçã verde (Foto: Rogério Voltan/Editora Globo)

Ingredientes ¾ de maçã verde; ½ colher (chá) de açúcar; Suco de ½ limão siciliano; 1 dose de shochu; Gelo o quanto baste.

Modo de fazer 1 Corte a maçã em fatias bem finas. Coloque-as em uma coqueteleira, junte o açúcar e macere. 2 Acrescente o suco de limão e o shochu. Adicione gelo e bata. Sirva em taça de dry martini...

MARTÍNI DE LICHIA

Martíni de lichia (Foto: Rogério Voltan/Editora Globo)

Ingredientes 2 lichias em calda; 80 ml de vodca de boa qualidade; algumas gotas de vermute branco seco; algumas gotas da calda da lichia; casca de limão; gelo.

Modo de fazer 1 Coloque uma lichia numa taça de dry martini e leve ao freezer por 10 minutos. 2 Coloque a outra lichia e um pouco da calda em uma coqueteleira. 3 Amasse ligeiramente a fruta e acrescente a vodca, o vermute, o gelo e a casca de limão. Agite bem, coe e despeje a bebida na taça com a lichia gelada.

INTENSE APPLE MARTÍNI

Intense Apple Martíni (Foto: Rogério Voltan/Editora Globo)

Ingredientes 50 ml de vodca Wyborowa Apple; 10 ml de licor de maçã verde; 20 ml de néctar de maçã.

Modo de fazer 1 Coloque todos os ingredientes na coqueteleira, complete com gelo e bata por 20 segundos. 2 Sirva na taça de martíni e enfeite com 3 fatias de maçã verde, formando um leque.

MOCASSIM

Mocassim (Foto: Elisa Correa/Editora Globo | Produção Ellen Annora)

Ingredientes 50 ml de tequila prata; 25 ml de Cointreau; 2 fatias de limão; 75 ml de suco de cranberry; 2 ml de grenadine; gelo.

Modo de fazer 1 Amasse as fatias de limão na coqueteleira, adicione todos os ingredientes, acrescente bastante gelo e chacoalhe bem.

Coe duas vezes para a bebida sair bem transparente e sirva na taça gelada de martíni.

Então ... tim... tim...

Com afeto,

Beth Landim

 

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Salas aconchegantes...
22/05/2014 | 12h25

Se antes os home theaters tentavam reproduzir as salas de cinema, hoje as novas salas de TV ganharam um toque de modernidade. Mais arejadas, com decoração caprichada e muitas vezes integradas ao living, elas são o ambiente perfeito para reunir a família e aproveitar momentos de lazer. Conforto é a palavra de ordem. Inspire-se com alguns espaços assim...

 

Para otimizar o espaço, a saída dos arquitetos Carla Mattioli e Maurício Pinheiro foi unir sala de TV e escritório no andar de cima da casa de três pavimentos. Predomina a sobriedade, mas os detalhes levam cores marcantes.

 

Ideal para reunir a família, a sala de TV da arquiteta Renata Cáfaro é colorida, ampla e luminosa. É, oficialmente, a sala da bagunça, criada para os filhos

 

Diante da parede com tijolos, um aparador alongado apresenta diferentes madeiras e volumes, projetado pela arquiteta Fabiana Avanzi. Ela assina a decoração da sala ampla, iluminada e moderna.

 

Poltronas confortáveis e aparador de peroba do campo acomodam o espaço para a TV, que tem também um inusitado balanço com flores. Assinado pelos arquitetos Cyntia Issa, Rogério Cruz, Silvia Cavalcanti e Flavia Torres.

 

Sofá confortável, muitas almofadas, pufes gigantes feitos de crochê e tapete macio. Ambiente ideal para se largar por algum tempo em frente à TV. As peças de cores fortes quebram a neutralidade. Projeto do arquiteto Thiago Passos.

 

As almofadas que enfeitam o grande e confortável sofá são feitas de lenços da grife Pucci. A porta de correr verde separa o ambiente do living. Ideia da arquiteta Andrea Murao.

 

O fechamento com vidro fixo acima da viga permite farta entrada de luz natural no ambiente. O painel com móvel baixo abriga a TV e equipamentos. A sala ampla, para toda a família, é proposta da arquiteta Cristina Cukier.

 

Os objetos parecem flutuar sobre as prateleiras da sala de TV projetada pelo arquiteto Gustavo Calazans. O segredo são as finíssimas chapas de aço de 4 mm de espessura, que suportam bastante peso.

 

A TV está embutida na parede de pedras moledo na criação da arquiteta Carolina Rocco. O aparador baixo acomoda livros e objetos de decoração.

 

Da sala de TV enxerga-se a composição de vasos na varanda. O rack é de freijó com pintura laqueada e é desenho da arquiteta Bruna Riscali, que também assina o projeto. Almofadas, futons e tapete imprimem conforto ao ambiente

 

O caixilho dos painéis de vidro é recuado um metro para dentro, junto à bancada, dando origem ao jardim interno protegido pelo brise soleil de placas de cimento. Proposta da arquiteta Flavia Petrossi.

Ter um canto gostoso...para se jogar e relaxar...

Deixar os pensamentos irem longe...e que nos traga aconchego...

Tudo de Bom ...

Com afeto,

Beth Landim

 
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Fazendo pose para a câmera...
20/05/2014 | 19h30

Olá, como vão vocês

Quando a natureza resolve se exibir ...

não há quem segure..

Estes ursos  fazem poses engraçadas....pescando ou na floresta,

Eles são muito sociáveis. ...Aprecie ...

 

No bar com meus amigos

Quantos peixes no lago hoje! Tudo meu!

 

Um beijinho pra você!

 

Olá, garotas! Tudo certo por aqui?

 

Você vai ajudar ou vai ficar parado?

 

Como andam as notícias hoje?

 

Ai, que preguiça!

 

Realmente preciso cuidar mais do rosto!

 

Isso, bem aí, pode massagear neste ponto!

 

Atenção para o rebolado, meninas!

 

São muitos anos de ioga para conseguir essa posição!

 

E ai? Que horas chega o almoço?

 

Aqui eles não vão me achar!

 

Nada de fotos hoje!

 

Só uma soneca, bem rápida!

 

Pode ir, amigo!

 

Só falta a Tv

 

Linda essa vista!

 

A melhor compra deste verão!

 

Ajuda a empurrar aqui!

 

Você também matou a aula hoje?

 

Está tudo ao contrário!

 

Ser ou não ser? Eis a questão!

 

O que será que está acontecendo por aqui?

 

Ai, que vergonha!

 

Você precisa ter essa altura para pular...

Com afeto,

Beth Landim

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Vamos fugir...
19/05/2014 | 20h29

Para dar no pé ou se programar com tempo para uma escapada triunfal...

Casa Vogue selecionou refúgios para todos os gostos: praia, campo, deserto ou floresta. Em comum, um só desejo: aproveitar...

E aproveitar a companhia...

Tierra Atacama

A 2 km de San Pedro de Atacama, no Chile, o Tierra é um oásis no deserto erguido apenas com pedra, vidro e adobe. Um antigo pátio usado para o tráfego de gado foi transformado no acesso principal ao hotel, onde é possível caminhar por uma rampa de pedra.  Sem TV, os quartos têm vista estonteante para o vulcão Licancabur e décor rústico, com peças do artesanato local. No paisagismo, a vegetação nativa mescla-se à agricultura sazonal.

 

The Wild Rabbit

Impossível resistir ao charme do pacato vilarejo de Kingham, na região de Cotswolds, interior da Inglaterra. É nesse entorno rural que fica a novíssima propriedade da empresária Carole Bamford, fundadora da conhecida marca de cosméticos orgânicos Bamford e do Haybarn Spa. Misto de restaurante, pub e inn, instalado em uma construção de 1750 .  Entre as paredes originais de pedra estão grandes camas e mobiliário feito à mão. Os tons naturais e a atmosfera aconchegante também se revelam no restaurante de cozinha aberta, no balcão de charutaria e em uma sala para jantares particulares com fogão a lenha. No menu, ingredientes orgânicos e produtos de fazendeiros das redondezas.

 

L’AND Vineyards

O escritório brasileiro StudioMK27 assina o design de interiores, enquanto o projeto de arquitetura leva o nome da Promontório, deste wine resort no município de Mourão, coração do Alentejo, em Portugal. Erguido com ardósia e madeira, às margens do grande lago Alqueva e cercado por vinhas e oliveiras, o L’AND Vineyards se espalha pela paisagem em pequenos núcleos. “O denominador comum para a arquitetura é a reinterpretação das tradicionais casas em estilo mediterrâneo construídas em pátios”, explicou Kogan, que usou peças do design escandinavo na decoração. Entre as suítes, as chamadas Sky View possuem teto que se abre e uma hidromassagem aquecida no pátio – tudo para possibilitar a observação de estrelas. Adega para cursos e degustações, um restaurante da nova cozinha alentejana e o Spa Vinothérapie, da grife francesa Caudalie, completam a estrutura.

 

Anavilhanas Jungle Lodge

A 180 km de Manaus, Anavilhanas, o segundo maior arquipélago fluvial do mundo, dá nome a este refúgio imerso na selva. O acesso: por terra, em cerca de três horas. Entre as águas do rio Negro e a floresta virgem, o pequeno lodge se funde com o verde. Os 20 chalés e bangalôs - com paredes de vidro e estrutura de madeira e palha sobre palafitas - acabaram de ser redecorados com peças moldadas por artesãos locais, mas contam também com luxos modernos, com o ar-condicionado e TVs de última geração. A experiência por lá se resume a vivenciar e sentir a Amazônia. Há um cardápio de passeios, entre mergulhos com os lendários botos-cor-de-rosa, trilhas e visitas a ateliês de artesãos, e outro de delícias regionais com toques internacionais recém-reformulado pela badalada chef Débora Shornik.

Nada como dar uma fugida da normalidade...

Sair do dia a dia e mergulhar no diferente...

Então ...

Vamos  FUGIR ...

O lugar é apenas parte do contexto ...

Com afeto ,

Beth Landim

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A magia que existe dentro de você...
19/05/2014 | 11h41

Se a desilusão atingir sua alma, devastando seus sonhos e ofuscando novas possibilidades, pense na infinidade de caminhos que podem se abrir para você em apenas um dia, uma hora, um minuto… Olhe para trás e veja o quanto você já caminhou e o quanto cresceu colhendo em cada trilha amigos sinceros, amores, experiências inesquecíveis…

Se a preocupação com encargos do dia-a-dia tomar sua mente e enfraquecer o seu corpo, despertando o nervosismo e o estresse, olhe o horizonte e tente descobrir as saídas para os problemas ao invés de lamentar!                                                                                                                                         Você é capaz de tudo desde que acredite em si mesmo, pois todos nós temos uma força, uma magia magnífica dentro de si. Rotina é uma palavra que não existe, pois cada dia traz consigo pequenas surpresas e cada pequeno gesto guarda uma imensa felicidade!

Mas diante dessas constatações, fiquei me perguntando: Por que será que algumas pessoas olham para suas vidas, seus problemas e vitórias de modo tão diferente? Por que algumas pessoas vêem mágica em suas vidas e outros não? A diferença, talvez, esteja nestes aspectos:

Acredite na mágica força  que existe dentro de você. Toda pessoa é um ser mágico, sua concepção e nascimento foi uma grande obra da natureza. Acredite, existe um grande poder dentro de você, um poder que é capaz de mudar suas atitudes, influenciar o meio em que você vive. A escolha é sua!

Você pode decidir entre realmente fazer a diferença ou ser mais um no meio da multidão. Mas, saiba que como todo bom mágico é preciso muito trabalho e perseverança para estar entres os melhores. Acreditar nos seus dons, nos seus sonhos, no seu talento é a base para construir uma carreira de sucesso. Experimentem novas cores em sua vida.

Provoque e construa mudanças positivas. Experimente uma nova vida colocando novos temperos em seu dia-a-dia. Crie novos hábitos como a leitura, o trabalho voluntário, opinar e dar mais idéias no ambiente de trabalho. Não mude tudo! Não seja radical, comece com pequenas mudanças no comportamento. Quer ser mais paciente, menos ansioso, pratique a meditação. Quer ter mais pique no trabalho, pratique mais atividades físicas. Comece trocando 2 ou 3 maus hábitos por outros mais saudáveis.

Mude sua percepção sobre os fatos, procure ver o contexto, não tire conclusões precipitadas, somente decida ou comente algo quando estiver convicto que vale a pena fazê-lo. Crie momentos mágicos. Tenha o bom humor, o alto astral sempre como aliado. Procure iluminar o lugar em que você vive. Demonstre seu entusiasmo pela vida, paixão naquilo que faz, agradeça sempre ao Criador por tudo o que você tem e é.         Acredite: problema sério é problema de saúde, o resto você pode, deve e vai superar. Tenha sempre essa certeza. Não faça tempestade em copo d’água, não crie problemas imaginários e pare de procurar “problemas onde eles não existem”, cuidado pois um dia pode acabar encontrando.

A vida é curta demais para torná-la um grande peso, seja pró-ativo e foque a solução do problema. Depois ensine seus momentos mágicos, pois a partir do momento em que você conhece novos truques para encantar seus expectadores, é hora de repassar seus conhecimentos e nova filosofia de vida. Divulgue e treine as pessoas à sua volta. Peça sempre um sorriso, faça questão de um “bom dia” diferente, estimule pensamentos positivos, aceite sugestões! Lembre-se mantenha a porta e o coração abertos e aumente a auto-estima de toda e qualquer pessoa que conviva com você.

A velha e boa história de “faça o bem, não importa a quem” vai se tornar um grande impulso para novos saltos em sua vida. A decisão é sua. A magia está dentro de você. Tá na hora de procurar onde você tem deixado sua varinha de condão.

E depois de tudo isso, olhe para si mesmo e veja o quão especial você é… Imagine o quanto pode fazer pelo mundo e pelas pessoas, valorize as suas qualidades e tente corrigir seus defeitos (o que é realmente difícil) e saiba o quanto é privilegiado por poder caminhar, cair e aprender com os erros, por ser capaz de escrever uma história única, como nenhuma outra…

Pense nisso… Ouse sonhar, pois os sonhadores vêem o amanhã. Ouse fazer um desejo, pois desejar abre caminhos para a esperança e ela é o que nos mantém vivos. Ouse buscar as coisas que ninguém mais pode ver. Não tenha medo de ver o que os outros não podem.

Acredite em seu coração e em sua própria bondade, pois, ao fazê-lo, outros acreditarão nisso também. Acredite na magia, pois a vida é cheia dela, mas, acima de tudo, acredite em si mesmo… Porque dentro de você reside toda a magia da esperança, do amor e dos sonhos de amanhã.

Desejo uma maravilhosa semana para você!

Com afeto,

Beth Landim

 
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Flores para alegrar a vida ...
14/05/2014 | 11h29

Em arranjos fartos ou pequenos e delicados, sempre há um jeito novo de usar flores na decoração. Inspire-se... Eu adoro flores... vale a pena alegrar a vida e os ambientes...

Com um estilete, faça uma cavidade retangular de 1,5 cm de profundidade nas páginas de um livro. Encaixe uma espuma floral embebida em água e forrada com filme plástico nesse espaço e espete as flores, cobrindo toda a espuma.

Cadeira sem uso? Arranjo nela! A cesta do Empório das Flores acomoda um recipiente raso para apoiar as greenballs.

Flores no ralador: o utensílio cobre um pote com água.

Garrafas penduradas com corda de sisal transformam o jardim numa festa.

Leveza para a área externa: bolas de bambu com mini arranjos.

Margaridinhas em vidros, distribuídos num engradado, formam uma floreira móvel. Não precisa preencher todos os espaços, a graça está na disposição aleatória das flores.

Logo na entrada de casa ou num corredor de passagem, surpreenda os convidados com um varal com flores. Escolha espécies que fiquem bonitas secas, como áster, rosa spray e lavanda, e aproveite-as depois em outros arranjos.

Caixas de vinho, flores e suculentas folhas  rendem um ótimo centro de mesa.

Puro romance: toalha com buquês amarrados nas pontas.

Potes de mantimentos garantem o estoque de charme na casa.

Fatias de limão dão o toque original a esse arranjo, feito com um vaso dentro de outro.

Dose de pétalas na anfitriã: bracelete floral feito coma ajuda de uma fita dupla face.

Perto da porta ou num canto vazio, uma simples sacola de palha com um maço de rosa spray muda o cenário.

Rolhas com uma cavidade acomodam mini rosas (amarre algodão molhado no caule para que durem mais). Pequenos arranjos individuais de grande efeito na mesa.

Com afeto,

Beth Landim

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A bossa do lugar de ir e vir em casa ...
13/05/2014 | 11h13

Uma seleção de corredores para inspirar...

 

O corredor não precisa se limitar a mero espaço de circulação.

Oito propostas a seguir apontam como decorar e valorizar este ambiente com arte, design e criatividade.

Mil sensações - Fabio Morozini Um corredor comercial com aura de casa. Com esse conceito, Fabio Morozini quis proporcionar as mais diversas impressões às pessoas que atravessam de um ambiente a outro do 25º andar do edifício em São Paulo. Inspirado nos anos 1970, ele optou por carpete especialmente desenhado e executado pela Santa Mônica, revestimento nobre de parede – linho da Wallcovering –, e molduras de portas e rodapés de latão escurecido, da Santa Luzia. E por que não mobiliário? Banco de couro natural em capitonê, da Artefacto, cômoda de laca preta, vasos e banquetas, da L’oeil, conduzem a um conforto que desacelera o ritmo frenético da metrópole. Em primeiro plano, fotografia de Mario Testino, trazida de Nova York.

 

Portinhas secretas - Patricia Martinez No apartamento localizado em São Paulo, o corredor liga o hall à área íntima, passando pela brinquedoteca. Com essa disposição na cabeça, a arquiteta Patricia Martinez pensou em uma atmosfera lúdica e projetou os armários de carvalho com três tamanhos de portas e três tons de laca azul.

Túnel em movimento - Mauricio Queiroz Como o apartamento na capital paulista prima pelo estilo sóbrio, o arquiteto Mauricio Queiroz decidiu ousar no corredor que liga a ala social às suítes. “O plano era um novo local, um túnel que conduzisse as pessoas à área íntima”, conta. Para imprimir uma ideia de movimento à passagem, as paredes foram revestidas de placas de MDF com pintura em laca, produzidas em diferentes espessuras pela Marcenaria Lisboa. Pensando no conforto, o piso recebeu carpete da Avanti Tapetes, e a iluminação se faz de maneira indireta, por meio de uma sanca de gesso. Os balizadores, da Labluz, dispostos próximo ao piso, ajudam a guiar o percurso.

Biblioteca aberta - Una Arquitetos O objetivo principal: um “não corredor”.  Assim define a arquiteta Cristiane Muniz a passagem que liga os quartos ao restante da casa em São Paulo, concebida pelo escritório Una Arquitetos. “Os proprietários queriam uma biblioteca, então aproveitamos a circulação aberta, que se conecta com vários espaços e permite diferentes acontecimentos ao longo da residência”, diz. O corredor segue a unidade da construção, que tem o mesmo assoalho de ipê em toda a extensão. A parede – a própria estrutura de concreto da morada – abriga prateleiras de madeira com portas vermelhas – móvel descomplicado e prático projetado pelo escritório e executado pela Marcenaria da Fazenda. A madeira também está presente no forro, mas, aqui, de outro tipo: placas de compensado naval. A iluminação é de Ricardo Heder.

 

Leveza no alto - David Bastos O corredor que dá acesso às suítes do segundo pavimento faz parte do projeto de uma casa de praia em Trancoso, na Bahia. Não por acaso, esta área de circulação ganhou fotos da paisagem local, clicadas por Sabrina Balassa – a intenção era criar uma atmosfera mais suave. Essa leveza é ainda mais valorizada coma pintura acrílica branca das paredes e o piso de resina de poliuretano, da Resinfloor, igualmente claro. Além, é claro, da sensação de amplidão proporcionada pelo pé-direito de 3 m, cujo forro de madeira de reflorestamento acompanha a inclinação do telhado da residência. “A madeira quebra a claridade do branco e traz aconchego”, explica o arquiteto David Bastos. Iluminação de cobre da Lightworks e objetos da L’oeil.

 

Arte popular - AMZ Arquitetos Os dois corredores que atravessam o apartamento na capital paulista foram transformados em espaço de exposição, para que a proprietária – galerista e colecionadora de arte popular – pudesse exibir as obras de seu acervo. No percurso que atravessa as salas de jantar e estar e cozinha e desemboca no hall de entrada e na sala de TV, a estante permite a passagem da luz natural durante o dia, além de “enquadrar” algumas esculturas quando vistas da sala. O trilho embutido de iluminação comporta luminárias de LED da Cia de Iluminação, com temperatura e cor apropriadas para obras de arte. “É um sistema bastante flexível, que pode mudar de acordo como que estiver exposto, como em uma galeria”, explica o arquiteto Pablo Alvarenga. No espaço, encontram-se trabalhos de artistas como Nino (1920-2002), Germana Monte-Mór, Zé do Chalé (1903-2008), Chico Tabibuia (1936-2007), Casimiro de Abreu e Artur Pereira (1920-2003).

 

 

Pedra preciosa - Luciana Teperman A residência do jovem casal apaixonado por arte contemporânea recebeu uma grande reforma. Localizado nos arredores de São Paulo, o imóvel ganhou piso de mármore calacata oro,  em toda a área social estendendo-se ao corredor que liga o bloco composto por living, sala de jantar e lavabo social à cozinha e à louçaria. Como a paginação do piso foi bastante estudada, as placas usadas são da largura do corredor, de forma a evitar ao máximo as emendas entre elas. “O desenho natural do mármore foi milimetricamente acertado para que passasse a impressão de uma obra arte”, explica a arquiteta Luciana Teperman. Telas do escocês radicado em Londres David Batchelor (ao fundo) e dos brasileiros Odires Mlászho (à esq.) e Sesper (à dir.). O projeto luminotécnico é de Neide Senzi.

 

Por entre o verde - Jacobsen Arquitetura A jovem família queria um refúgio para chamar de seu e por isso optou por uma casa de campo no interior paulista, buscando relaxar nos finais de semana. O terreno em desnível serviu de base para a construção com estrutura metálica e cobertura de madeira laminada formada por dois volumes independentes que se interligam por um corredor de pé-direito mais baixo. A passagem está entre as alas sociais – jantar, lareira e varanda coberta – e a área externa – varanda descoberta, piscina, spa e cozinha gourmet, além das escadas que levam aos quartos. “Trouxemos o máximo da natureza para dentro da residência”, explica Bernardo Jacobsen, que criou o projeto ao lado de Paulo Jacobsen. Assim, o corredor ganhou jardim interno assinado por Gil Fialho e luz natural complementada pela iluminação da Lightworks.

Com afeto,

Beth Landim

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A Mulher Invisível
10/05/2014 | 14h45

Nos diz Nicole Johnson... “Um dia eu estava levando meu filho Jake para a escola, segurava a mão dele, estávamos prestes a atravessar a rua quando o guarda de trânsito disse-lhe: - Quem é esta senhora com você, jovem? Meu filho respondeu: - Ninguém. Ninguém? O guarda e eu sorrimos. Algumas vezes eu entro na sala e ninguém me nota. Outras vezes eu digo “desligue a TV, por favor.” E nada acontece, então eu falo de novo, um pouco mais alto: “Desligue a TV!” Nada. Até que eu mesma vou desligá-la. Foi quando eu percebi: acho que eles não podem me ver. Acho que ninguém pode me ver. Eu sou invisível. Tudo começou a fazer sentido, os olhares em branco, a falta de respostas, a forma como as crianças entram na sala enquanto eu estou ao telefone e pedem alguma coisa. Ninguém pode ver se eu estou no telefone, ou cozinhando, ou lendo. Eu sou invisível. Alguns dias eu sou apenas um par de mãos, nada mais: Você pode consertar isso? Você pode amarrar isso? Você consegue abrir isto... Uma amiga me presenteou com um lindo pacote embrulhado e disse: “Eu lhe trouxe isto.” Era um livro sobre as grandes catedrais da Europa. Eu não entendi por que ela tinha dado para mim, até que eu li sua dedicatória.

“Para Charlotte, com admiração pela grandeza do que você está construindo quando ninguém vê.” Devorei o livro. Descobri quatro verdades: • Ninguém pode dizer quem construiu as grandes catedrais, não temos nenhum registro de seus nomes. • Estes construtores deram suas vidas por um trabalho que nunca os veria acabado. • Eles fizeram grandes sacrifícios e não esperavam crédito. • A paixão de sua construção foi motivada pela sua fé que só os olhos de Deus via tudo...

 

Certo dia um homem veio visitar a catedral que estava sendo construída, e viu um artesão esculpindo um pequeno pássaro no interior de uma viga.  Ficou intrigado e perguntou: “Por que você está gastando tanto tempo esculpindo essa ave em uma viga que será coberta pelo telhado? Ninguém nunca vai ver.” E o operário respondeu: “Porque Deus vê.” Fechei o livro, sentindo que era o que faltava para entender minha vida. Era quase como se eu ouvisse Deus a me sussurrar: “Eu te vejo Charlotte. Eu vejo os sacrifícios que você faz todos os dias, mesmo quando ninguém mais o faz. Nenhum ato de bondade que você fez, é muito pequeno para que eu não observe. Você está construindo uma grande catedral, mas você não pode ver agora o que vai ser... Eu me vejo como uma grande artesã, em um trabalho que nunca vai ser terminado... Como mães, estamos construindo grandes catedrais. Nós não podemos ver se estamos fazendo certo. Um dia, é muito possível que o mundo fique maravilhado com o que temos construído, mas se não for assim... Deus vê a beleza que foi adicionada, com os sacrifícios das mulheres invisíveis.”

 

Na invisibilidade visível ao coração, minha mãe, Elza, está presente em todos os segundos da minha vida...

No silêncio ou na ausência física, sua presença é totalmente perceptível em minha consciência, através dos seus conselhos, dos seus ensinamentos, do seu exemplo de vida, do equilíbrio das atitudes, do seu discernimento e disponibilidade, do seu silêncio que nos fala muito alto SEMPRE... Na sua tranquilidade do dia-a-dia, seja nos dias difíceis ou na alegria... Na sua disposição em nos acompanhar para qualquer programa de lazer ou trabalho, ela nunca nega um chamado ou convite... Mãe te admiro muito! Quero sempre poder seguir os teus passos! Meu amor por você é incondicional! Você, mãe, tem a capacidade de adivinhar meus sentimentos, de encontrar a palavra certa nos momentos incertos, de nos fortalecer sempre... Sua existência, mãe, é em si um ato de amor. Gerar, cuidar, nutrir. Amar, amar, amar... Amar com um amor incondicional que nada espera em troca. Pelo seu amor e desprendimento, divido sua homenagem com duas mães muito especiais como você. Tenho a certeza de que você se orgulhará disso.

Falo de Mary El Kik e Maria Clara Chagas Martins, ou melhor, Mary e Cacaia... Falar de Mary e de Cacaia é como ver o irradiar dos raios do sol, a alegria contagiante, o esforço sobre-humano que fazem para a todos tocar com amor e afeto de seus corações. Sua fé as conduz ao amor transcendente, e elas vivem intensamente esse amor por seus filhos... Kiko, Erika, Camila e a neta Carol e Eleonora, Bebeth, Luciana, Raphael e seus netos... Vivem esta maternidade com toda a intensidade do mundo. E é este exemplo, este outro olhar, que tanto temos que aprender com vocês... O olhar do dom da vida, do agradecer, do se reerguer, do acreditar e ter fé, mesmo quando a dor dilacera nosso coração, mas nos faz mais firmes do que uma rocha, e vocês com toda a firmeza reúnem, agregam a família, os amigos, tem sede de viver, porque transformaram a dor em amor, um amor incondicional e vivo em seus corações, que por isso passa para os nossos corações. Não tem como olhar para Mary e não sentir sua avidez pela vida, a volta aos bancos escolares e a arquiteta organizada e brilhante que hoje é... Mary no seio de sua família é como a argamassa que une os tijolos e as “pedras das catedrais”... Seu amor por Dr. Maron é invisível, ao mesmo tempo é visível no brilho dos seus olhos, na paciência de esperar e reconhecer a divindade da profissão de médico, na abdicação por esperar pelas decisões sempre certeiras... Na sinceridade do seu sorriso, no magnetismo que carrega na alma...

Cacaia é sempre um aconchego, seu professar a docência, seu humor, sua alegria, sua amorosidade na luta visionária em ultrapassar sempre os limites do humano e se doar com disponibilidade e vigor marcam sua presença sempre otimista entre nós... Elza, Mary, Cacaia, mulheres inconfundíveis, na amizade, na amorosidade, na transparência dos sentimentos, na luta por ultrapassar sempre os limites... Os limites do humano, do doar-se incondicionalmente aos amigos, à família, ao outro... Agradeço de forma especial a presença de Ir. Suraya Chaloub em minha vida. Madrinha, amiga, mestra, inspiração que sempre me acompanha bem de perto em minha caminhada, verdadeiro exemplo de maternidade espiritual.

Neste domingo em que comemoramos o Dia das Mães, que todas nós mães possamos nos sentir homenageadas por nossa invisibilidade visível. Que em nossas lutas, visíveis ou não, junto aos nossos filhos, possamos continuar confiantes, sempre plantando e regando sementes de amor em nossos caminhos, pois como eternas artesãs que somos estamos em plena construção de lindas catedrais, que serão eternizadas ao longo do tempo...

Com afeto,

Beth Landim

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Bom Fim de Semana...
09/05/2014 | 11h46

Com afeto,

Beth Landim

 
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Uma cidade nas nuvens...
07/05/2014 | 11h12

Mark Hersch estava voltando de avião para Chicago quando viu uma cena, no mínimo, inusitada.

De um lado das nuvens, o sol brilhava forte, banhando a janela do avião com sua luz e calor. Do outro, uma pequena cidade se erguia de cabeça para baixo. Em poucos segundos, a imagem havia sido registrada pelas lentes de um iPhone.

A foto estonteante, na verdade, é uma ilusão de ótica. Graças à posição do sol no entardecer, os prédios lançaram suas sombras sobre o lago Michigan e, da posição em que Hersch se encontrava, os reflexos se encaixavam perfeitamente com as volumosas nuvens. De poeta, fotógrafo e sonhador, todo mundo tem um pouco...

Muito bom revirarmos a vida de cabeça para baixo ...Às vezes , tudo vai pro lugar...

Com afeto,

Beth Landim

 

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A última viagem de táxi
05/05/2014 | 13h57

Divido com você uma linda mensagem de amor e de vida.

“Houve um tempo em que eu ganhava a vida como motorista de táxi. Os passageiros embarcavam totalmente anônimos. E, às vezes, me contavam episódios de suas vidas, suas alegrias e suas tristezas. Encontrei pessoas que me surpreenderam. Mas, nenhuma como aquela da noite de 25 de julho do último ano em que trabalhei na praça. Havia recebido, já tarde da noite, uma chamada vinda de um pequeno prédio de tijolinhos, em uma rua tranquila, no centro histórico de Curitiba. Resolvi atender a última chamada que deveria ser breve. Quando cheguei ouvia cachorros latindo longe. O prédio estava escuro. Havia uma única lâmpada acesa numa janela do térreo. Este passageiro pode ser alguém que necessita de ajuda, pensei. Assim, fui até a porta e bati. “-Um minutinho”, respondeu uma voz fraca e idosa. Ouvi alguma coisa ser arrastada pelo chão… Depois de uma pausa longa, a porta abriu-se. Vi-me então diante de uma senhora bem idosa, pequenina e de frágil aparência. Usava um vestido estampado e um chapéu bizarro! Se equilibrava numa bengala, enquanto segurava com dificuldade uma pequena mala. Dava para ver que a mobília estava toda coberta com lençóis. Não havia adornos sobre os móveis. A velha senhora, esboçando então um tímido sorriso, pediu-me: “- O senhor poderia me ajudar com a mala?”. Eu peguei a mala e ajudei-a a caminhar lentamente até o carro. Enquanto se acomodava ela me agradeceu. “- Oh, disse-me ela, você é um bom rapaz!”. Quando embarcamos, deu-me um endereço e pediu: “- O senhor poderia ir pelo centro da cidade?” Este não é o trajeto mais curto, alertei-a prontamente. “- Eu não me importo. Não estou com pressa. Meu destino é o último, o asilo dos velhos.” Surpreso, eu olhei pelo retrovisor.

Os olhos da velhinha brilhavam marejados.

“- Eu não tenho mais família e o médico me disse que tenho muito pouco tempo de vida.”. Disfarçadamente desliguei o taxímetro e perguntei: “- Qual o caminho a senhora deseja que eu tome?”. Nas horas seguintes nós dirigimos por toda a cidade. Ela mostrou-me o edifício na Barão do Cerro Azul em que havia trabalhado como ascensorista. Passamos pelo Centro Cívico, em que ela e o esposo tinham vivido como recém-casados, e também por uma Igreja no Alto da Glória, aonde comemoraram as Bodas de Ouro. Ela pediu-me que passasse em frente a uma loja na Rua Dr. Muricy, que ela dizia ser um clube alemão, que tinha um grande salão de dança que ela freqüentara quando mocinha. Às vezes pedia-me para dirigir vagarosamente em frente a um edifício ou esquina e ficava com os olhos fixos na escuridão. Olhava e suspirava… E assim rodamos a noite inteirinha. Passamos por parques, praças, restaurantes, tudo o que vinha vindo na sua imaginação e lembrança.

Quando os primeiros raios do sol surgiram no horizonte, ela disse de repente: “- Estou cansada e pronta. Vamos agora!”. Seguimos para o endereço que ela havia me dado. Chegamos a uma pequena casa de repouso. Duas atendentes caminharam até o táxi e logo se acercaram da senhora, a quem pareciam esperar. Eu abri o porta-malas do carro e levei a pequena valise até a porta. A senhora, já sentada em uma cadeira de rodas, perguntou-me então pelo custo da corrida. “- Quanto lhe devo?”, ela me perguntou, pegando a bolsa. Respondi que não devia nada, pois tinha outros passageiros. “-Você tem que ganhar a vida, meu jovem!”. Ela insistiu, disse que não precisava mais de dinheiro, e colocou 2 mil reais no bolso da minha camisa. Eu não quis aceitar, mas ela foi incisiva e quase sem pensar, curvei-me e dei-lhe um abraço. Ela me envolveu comovidamente, me deu um beijo afetuoso e disse:

“- Você deu a mim bons momentos de alegria, como não tinha há tanto tempo. Visitamos não só lugares, mas momentos que eu vivi. Só Deus é quem sabe o quanto você fez por mim. Obrigada, meu amigo!”.

Apertei a sua mão e caminhei até o carro. Era como o som do término de uma vida… Sai daquele lugar com meu coração batendo de uma forma diferente. Dirigi olhando o centro da cidade amanhecendo ao fundo e não conseguia parar de chorar e pensar em como vivemos e ao que damos valor, se daqui não levamos nada. Naquele dia não peguei mais passageiros. Dois dias depois tomei coragem e voltei no asilo para ver como estava a minha nova amiga e quem sabe passear com ela de novo. Disseram-me, então, que na noite anterior, seu coração parou durante a noite, e ela adormecera para sempre, em paz e feliz.”

Em geral nos condicionamos a pensar que nossas vidas são os nossos objetivos e o nosso futuro. Mas a vida nos leva a vivenciar grandes momentos. Todavia, os grandes momentos nos pegam desprevenidos e ficam guardados em nossa alma. Quando nos damos conta vimos que nos esquecemos deles. As pessoas podem não lembrar exatamente o que você fez, ou o que você disse, porém elas sempre se lembrarão da forma carinhosa que você as tratou. Podemos fazer a diferença na vida das pessoas!!!

Com afeto,  Beth Landim

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VI Semana de Enfermagem.
02/05/2014 | 11h24

Com afeto,

Beth Landim

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Sobre o autor

Elizabeth Landim

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