SIMPLES, SIMPLES, UM LUXO!
31/03/2014 | 11h04

Sofisticação nem sempre é sinônimo de peças caras...

O charme e o bom gosto ,é que são um luxo sempre...

Não quer usar velas? Eis uma alternativa vapt-vupt para um efeito luminoso no jantar: espalhe um cordão de luzinhas com bolas ao longo da mesa. A ideia funciona melhor se o móvel estiver próximo a uma parede com tomada.

Ela continua com a mesma função: guardar objetos.  Só mudou de posição. Na vertical, a gaveta pode virar um ótimo armarinho para temperos. E, com o fundo forrado de papel ou tecido estampado, ainda incrementa a decoração da cozinha.

Quer passarinhos no jardim? Ofereça uma xícara de grãos e sementes para eles. Este comedouro diferente foi feito pela artista plástica Cláudia Regina, do ateliê La Calle Florida. O pires foi fixado com cola de porcelana.

Jazz ao fundo e taça na mão: a pedida aqui é dar um ar da década de 20 ao brinde. Taças antigas misturadas (que jogo de cristal atravessa mais de uma geração sem baixas?) , como ramos de lavanda e alecrim, garantem o clima..uso sempre para tomar Martini branco, que eu adoro...

Anfitrião prevenido sempre tem velas de réchaud na manga. Um jeito fácil de dar roupagem de festa para essas pecinhas curingas é envolver o suporte de metal com uma tira de renda adesiva ou colada com fita dupla face.

Não precisa quebrar a cabeça com combinações de cores. Às vezes, o melhor a fazer é apostar todas as fichas numa única escolha: garrafas verdes com folhagens idem, como renda-portuguesa e melindro, formam um arranjo elegante.

Troque o queijo e a cebola por pequenas velas e dê um novo uso para os raladores. Os furos e furinhos desses utensílios de cozinha são perfeitos para criar um efeito aconchegante na iluminação.

Volta e meia algum convidado precisa da internet e pede a senha do wi-fi da casa. E quem é que consegue se lembrar de tanto número e letra nessa vida? Medida simples e simpática: deixe a combinação visível emoldurada por um belo porta-retrato.

Depois das festas de final de ano, as luzinhas de Natal voltam para a caixa e ficam lá pelos próximos 11 meses, certo? Não necessariamente. Você pode colocar os cordões para brilhar em muitas outras noites, dentro de luminárias de ferro... luzes de natal sempre dão um clima gostoso e aconchegante...

Um dos jeitos mais certeiros de injetar charme na decoração é investir naquele detalhe que parece estar ali, meio por acaso, mas na verdade foi todinho pensado. Como esse arranjo num jarro de água, colocado informalmente sobre uma cadeira.

Discreto e com a vantagem de aguentar dias sem murchar, o musgo é ótimo para fazer arranjos. Nesta criação da designer Cláudia Regina, da La Calle Florida, ele aninha castiçais numa caixa. Para acomodar as velas, ela usou taças e bowls antigos.

Vista por outro ângulo, uma moldura antiga vira uma bandeja única. Quanto mais rococó for a peça, melhor...

Ganchos e argolas para panos de prato não faltam por aí. Difícil é achar um que combine direitinho com a sua cozinha. Se não há nada no mercado que abale seu coração, faça seu próprio suporte usando diferentes puxadores de gaveta.

Parece mágica: basta emborcar a taça e ela vira um criativo e exclusivo castiçal. Você personaliza a base com a flor artificial de sua preferência. O objeto de decoração improvisado vai fazer o maior sucesso.

Certos pratinhos são tão lindos que é um desperdício só entrarem em cena na hora do chá ou do cafezinho. Quer outra oportunidade para exibir seus pires de luxo (ou dar um novo emprego para os parceiros de xícaras quebradas)? Use como porta velas...

Com afeto,

Beth Landim

 

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Madri chora...
25/03/2014 | 22h20

Diretamente de Madri posto estas fotos deste momento de dor do povo madrilenho.

O ex-presidente do governo da Espanha Adolfo Suárez, de 81 anos, político chave na transição à democracia após a era Franco, morreu neste domingo, dia 23 de março em Madri. Ele estava internado em um hospital da capital desde o dia 17 com problema respiratório.

Nascido em setembro de 1932 em Cebreros, na região central da Espanha, Adolfo Suárez é considerado um político com um papel decisivo na transição espanhola da ditadura à democracia.

Durante seu governo foram aprovadas leis que reconheciam liberdades e foram legalizados os partidos políticos.

Suárez continuou na política como deputado, mas deixou a carreira pública no começo dos anos 90.

O silêncio somente era quebrado pelas palmas e pelos tiros de fuzil.

Madri parou em homenagem ao primeiro presidente democrata.

Depois da Marcha pela Dignidade realizada no sábado, o povo espanhol volta as ruas...

Filas de mais de 5 km para ver o funeral.

Pelas ruas da cidade seguia o funeral com desfile do exército, caixão puxado por carruagem de cavalos e cortejo fúnebre formado pela família e políticos.

Com afeto,

Beth Landim

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Pote Multiuso...
25/03/2014 | 11h33

Esvaziou o recipiente? Nada de dispensar o vidro.

Com pequenas adaptações, frascos de conserva, geleias e afins ganham novas e nobres funções.

Para montar um miniterrário de suculentas, espalhe pedrinhas no fundo do recipiente e, em seguida, um pouco de terra. Plante a suculenta e finalize com mais uma camada de pedrinhas.

Memórias em conserva: escolha recipientes grandes para expor lembranças de viagem, como ingressos de teatro, souvenires e mapas.

Da cozinha para a sala: estes vasilhames de molho receberam uma camada de primer, uma de tinta e, por fim, um verniz fosco.

Com um puxador de gaveta, o pote comum se transforma numa peça sem igual.

Vidro, arame e vela: eis uma luminária. Não se esqueça de colocar sal grosso ou água para evitar estouros.

Potes bem pequenos de mel ou geleia, como estes da Bonne Maman, rendem ótimos saleiros/pimenteiros. É só furar as tampas.

Vidros de diferentes formatos viram vasos para ervas. Elas não vão durar para sempre, mas certamente ficarão fresquinhas por mais tempo do que se estivessem na geladeira.

Minipotinhos são ideais para conservar temperos. Pinte a tampa com tinta fosca ou tinta para lousa e escreva o nome da especiaria com caneta branca ou giz.

Em minutos, o decalque (à venda em lojas de artesanato) transformou a embalagem de mostarda num açucareiro todo romântico.

Vidros amarrados com ráfia acomodam talheres num serviço à americana.

Para este agulheiro com porta-linhas, corte um círculo de tecido, faça um alinhavo em toda a volta e recheie com fibra acrílica. Cole na tampa e dê o acabamento com uma sianinha.

Para organizar cacarecos, potes com bichinhos colados na tampa, pintados com tinta spray para artesanato...

Com afeto,

Beth Landim

 

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A Delicadeza do Tempo...
24/03/2014 | 12h10

Você já se deu conta do quanto nos deixa felizes e renovados fazer algo que nos leva a esquecer do tempo? Para viver em harmonia, precisamos ser orientados pelo tempo interior, que está naturalmente conectado com os ciclos do tempo exterior: o dia e a noite e as quatro estações do ano. No entanto, estamos tão condicionados à necessidade de cumprir as expectativas do tempo imposto pelo relógio, que não nos permitimos mais ser “naturais”, tornamo-nos mecanizados pela pressão do tempo, que exige, de nós, cada vez mais tempo.

O tempo é o adubo do amadurecimento. Forçar o tempo é impossível. Jamais podemos abrir mão da coerência entre o que sentimos e fazemos. Nossas ações devem brilhar de acordo com nossas palavras. Se nos sentimos coerentes em nosso caminho, estamos mantendo clareza de nossos propósitos.

A incoerência surge quando a distância entre o que sentimos dentro de nós e o que vivemos fora de nós torna-se grande demais. Quando perdemos a sintonia entre nossos mundos, interno e externo, sentimo-nos derrotados.

A sensação de estar “perdendo tempo” com alguma coisa, seja no trabalho ou num relacionamento, é um alerta de que estamos nos distanciando de nosso propósito espiritual: o uso significativo do tempo. A questão é que estaremos sempre insatisfeitos enquanto vivemos apenas para satisfazer as expectativas externas que surgem em cada momento da vida. Isto é, usar o tempo apenas para sermos pessoas cada vez mais eficientes não garante nossa felicidade. Para sentirmos felizes, é preciso mais que eficiência. É preciso sentir que estamos crescendo interiormente.

Mas quem já não escutou o “tic-tac” da ansiedade soar em seu interior quando está sob o peso do tempo do relógio?

Nas situações que não podemos mudar, devemos nos esforçar para reavaliar nossas reações internas, pois o tempo interior é tão vasto quanto o espaço infinito. Ele chama-se kairos.

O tempo que é cronológico, linear e, em seqüência, dita o ritmo de nossas vidas, chama-se cronos. A palavra kairos, em grego, significa o momento certo, o aspecto qualitativo do tempo. Sua correspondente em latim, momentum, refere-se ao instante, ocasião ou movimento, que deixa uma impressão forte e única por toda a vida.

Por isso, kairos refere-se a uma experiência temporal na qual percebemos o momento oportuno para determinada ação: saber a hora certa de estar no lugar certo. Sempre que agimos sob o tempo kairos, as coisas costumam se acertar. Por exemplo, quando estamos quase desistindo de algo e resolvemos “dar um tempo” para aliviar a pressão, repentinamente, surgem as pessoas certas que nos ajudam com soluções reais e práticas.

Agir no tempo regido por kairos é simular a um ato mágico!

Kairos é o tempo oportuno, livre do peso de cargas passadas e sem ansiedade de anteceder o futuro. Ele se manifesta no presente, instante após instante.

Quando vivemos no tempo kairos, aumentam as oportunidades em nossa vida. Basta pensar como surgiram nossas melhores chances e percebemos que nessas ocasiões estávamos, de certa forma, desprogramados das exigências do tempo cronológico.

Para os gregos, cronos representava o tempo que falta para a morte, em tempo que se consome a si mesmo. Por isso, seu oposto é kairos: momentos afortunados que transcendem as limitações impostas pelo medo da morte!

Portanto, para vivermos sob a regência de kairos, precisamos ir além das convenções mundanas: saber seguir cada momento, de acordo com a sintonia de nossas necessidades interiores. Isto não quer dizer que podemos fazer o que quisermos na hora que bem entendermos, mas sim que devemos estar atentos para não deixar que os comandos exteriores ultrapassem os interiores.

Já que a pressão externa é cada vez maior, temos que desenvolver cada vez mais a paz interna. Na maioria das vezes, não encontramos soluções indiretas para as situações externas, então, podemos contar apenas com nossa condição interna. Paz interior é a melhor forma de proteção contra desafios externos. Além de ficarmos mais leves, nos tornamos bonitos também!

A eternidade é tornar os momentos inesquecíveis... portanto sejamos intensos e inteiros em nossas atitudes e relações.

Uma boa e feliz semana para todos!

Com afeto,

Beth Landim

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Horta em apartamento...
19/03/2014 | 18h54

Cozinhar com temperos frescos não é exclusividade de quem mora em casa. Seja em vasos na cozinha ou em um canteiro na varanda, mostramos que é possível ter uma bela horta em apês de todos os tamanhos.

Veja as idéias...

A horta em vasos fica na varanda gourmet projetada pela designer de interiores Cilene Monteiro Lupi.

A varanda com jeito de jardim é exatamente o que a moradora deste apartamento queria: aconchegante, com plantas e temperos frescos sempre à mão. O paisagista Roberto Riscala fez um projeto com diversas caixas de pínus. Há manjericão e alecrim

Na varanda gourmet, a horta e a madeira de demolição, que cobre piso e paredes, dão a desejada sensação de se estar numa casa. Os vasos ficam sobre a mesa e em suportes na parede. Projeto do escritório Lovisaro Arquitetura e Design.

Uma horta com tamanho generoso. Foi o que a moradora deste apartamento pediu à paisagista Catê Poli e ao agrônomo Sérgio Menon. Eles aproveitaram os 2 m de largura da varanda para criar uma caixa de cumaru com interior de zinco de dois andares.

O paisagista Odilon Claro mora em apartamento, mas isso não o impediu de ter temperos frescos. “Montei uma horta na varanda com vasos no aparador. É uma solução para quem tem pouco espaço”, conta ele, que costuma plantar alecrim, pimentas e hortelã.

A moradora Patricia Bulhões gosta, sobretudo, da varanda com jardim. “Tem até grama de verdade no chão”, orgulha-se. Ali, ela colhe temperos para cozinhar com o marido, o arquiteto Thiago Passos.

A moradora, que cresceu em uma fazenda, fazia questão de ter uma horta, para comer verduras plantadas por ela. Como a cobertura recebe bastante sol, o pedido foi facilmente atendido pela paisagista Juliana Freitas e hoje há alface, rúcula e rabanete.

Vasos em degradê de azul dão cor à horta da arquiteta Gabriela Marques, na bancada da cozinha.

O terraço deste apartamento é ligado ao quarto de Rafaela, filha da designer de interiores Silvia Cavalcanti. A menina faz questão de cuidar da pequena horta existente lá

Do janelão da ex-lavanderia, incorporada à área social com a reforma do designer de interiores Gabriel Valdivieso, entra a luz para a pequena horta no caixote, que fica sobre o carrinho. Casa de Gabriela Carvalho de Melo.

Logo na entrada da cozinha fica um grande vaso, onde são plantados, juntos, vários temperos. Cozinha dos chefs Janaína e Jefferson Rueda.

Um canto da bancada da ampla cozinha projetada pela SAO Arquitetura tem uma horta em vasos. Ela fica ao lado de outros temperos...

Com afeto,

Beth Landim

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A Inutilidade e o Verdadeiro Amor...
17/03/2014 | 22h43

A velhice é o tempo em que vivemos a doce inutilidade. Porque mais cedo ou mais tarde iremos experimentar esse território desconcertante da inutilidade. Esse é o movimento natural da vida. Perder a juventude é você perder a sua utilidade, é uma conseqüência natural da idade que chega. O sol do amanhã... Sob o olhar de uma cuidadora... Como você decide viver é o que faz a diferença no momento das provações, nos diz Padre Fábio de Melo, falando sobre a velhice... Quem tiver a oportunidade de assistir ao seu DVD “No meu interior tem Deus”, não deixe de ver e principalmente de ouvir com o “coração”. Vale muito a pena!!! Aqui vai um trechinho...

“... A velhice nos trás direitos maravilhosos. Enquanto a juventude é cheia de obrigações. A velhice é o tempo em que passa a utilidade e aí fica somente o significado da pessoa. É o momento que a gente se purifica. É o momento que a gente vai tendo a oportunidade de saber quem nos ama de verdade. Porque só nos ama pra ficar até o fim aquele que, depois da nossa utilidade, descobriu o nosso significado. É por isso que sempre rezo para envelhecer ao lado de quem me ama. Para poder ter a tranqüilidade de não ser útil, mas ao mesmo tempo não perder o valor. Se você quiser saber se alguém te ama de verdade, é só identificar se ele seria capaz de tolerar a sua inutilidade. Quer saber se você ama alguém? Pergunte a si mesmo, quem nesta vida que pode ficar inútil pra você sem que você sinta o desejo de jogá-lo fora. E é assim que nós descobrimos o significado do amor... Só o amor nos dá condições de cuidar do outro até o fim! Feliz daquele que tem ao fim da vida a graça de ser olhado nos olhos, e ouvir a fala que diz: - Você não serve pra nada, mas eu não sei viver sem você!”

O que falta muitas vezes para poder resolver os nossos problemas é a simplicidade em enxergá-los. Devemos retirar os excessos. Não permitir que os nossos excessos venham obscurecer a nossa visão, ou até mesmo de nos impedir de encaminhar uma solução para aquilo que nos faz sofrer. Isso é ter fé. É a gente acreditar que Deus está ao nosso lado no momento da nossa luta, no momento da nossa dor. E que, portanto, a gente tem o direito de ser simples.

É interessante observar os movimentos de nossas mudanças interiores. Nem sempre sabemos identificar o nascimento da inadequação que gera todo o processo. O fato é que um dia a gente acorda e percebe que a roupa não nos serve mais. Como se no curto espaço do descanso de uma noite a alma sofresse dilatação, deixando de caber no espaço antigo onde antes tão bem se acomodava. É inevitável. Mais cedo ou mais tarde, os sonhos da juventude perdem o viço. O que antes nos causava gozo, aos poucos, bem ao poucos deixa de causar. Nossos valores vão se tornando mais consistentes.

Mas não precisamos necessariamente chegar à velhice extrema, para entendermos o sentido da inutilidade que leva ao amor... Perder tempo, gastar tempo, ou melhor dizendo “Ter a utilidade do seu tempo” para as coisas que nos levam aos verdadeiros sentimentos... Se permitir “jogar conversa fora” com seus filhos, seus amigos, fazer piqueniques e voltar a ser criança, andar na chuva, sentir o cheiro da terra molhada, passear na praça, na praia, no bosque... sentir a liberdade do rosto te acariciando a pele... jogar frescobol, voleibol, “buraco”, seja o que for, apenas com o intuito de reunir os amigos, e a família... Assim como faziam os homens das cavernas. Ascendiam a fogueira e ao seu redor conversavam, conversavam e conversavam... e assim os laços iam se tecendo, os abraços se alongavam e a vida mesmo na rusticidade daqueles tempos, era aconchegante!!!  Tempo... sempre o tempo do Senhor a nos ensinar... Assim como na história de Alice no País das Maravilhas em que seu coelho, corria com o relógio pendurado atrás do tempo... Estamos hoje nós a fazer o mesmo... Que o tempo da inutilidade amorosa, possa ser constante no tempo de nossa utilidade existencial. Que a simplicidade faça morada em nossos corações, atitudes e sentimentos. E que nossos sentimentos estejam sempre no ritmo e no compasso do “amor inútil” aquele que traz pleno significado. Que saibamos respeitar a dor de cada hora, a esperança de cada momento, sendo ao mesmo tempo de Aço e de Flores... Que neste tempo de Quaresma, possamos sentir a esperança brotar de cada coração, nos fazendo pessoas melhores, menos complicadas, de aço, para enfrentar os desafios, mas sem perder a doçura de ser simplesmente humano... Um tempo para nos purificar... Primeiro consigo mesmo, pois muitas vezes somos nosso maior carrasco e depois com todas as pessoas que nos cercam. É essa sensibilidade de enxergar cada tempo com sabedoria, que nos levará a conhecer o significado do amor...

Com afeto,

Beth Landim

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Convite ...
14/03/2014 | 11h45
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RATATOUILLE
13/03/2014 | 13h58

Ingredientes 2 berinjelas em rodelas; 4 abobrinhas em rodelas; 8 tomates italianos cortados em rodelas; 1 maço de alecrim; 1 maço de manjericão; azeite; vinagre; sal a gosto.

Modo de fazer 1 Grelhe todos os legumes a seco, dos dois lados, até criar uma crosta crocante. 2 Separe-os em tigelas e tempere com o restante dos ingredientes. 3 Unte uma assadeira redonda com azeite e faça camadas, alternando os legumes. Deixe na geladeira até a hora de servir. 4 Sirva como salada, acompanhado de um molho com aceto balsâmico, azeite, ciboulette picadinha e sal a gosto.

A mesa arrumada é o toque final...a companhia certa , o tempero ...

Com afeto,

BethLandim

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HÓTEIS QUE SE CONFUNDEM A NATUREZA...
12/03/2014 | 21h18

Jardim com animais selvagens, quarto “pé na areia” e mar com águas cristalinas.

Tudo isso em hotéis charmosos...

Vale conferir... Pra ficar completo... só falta a companhia certa...

North Island Lodge - Seychelles

A pequena e paradisíaca ilha no Oceano Índico é ocupada somente pelo exclusivo hotel. São apenas 11 quartos, de frente para a praia, além de área de lazer completa, com spa, piscinas e lojas. Para chegar lá, é preciso voar de helicóptero por 30 km. Um projeto de preservação levou espécies de fauna e flora em extinção para o local, onde são protegidas, em uma espécie de “Arca de Noé” isolada do resto do planeta. Entre as atividades, estão mergulho e simplesmente relaxar nas lindas praias. Há ainda uma praia deserta que pode ser reservada por casais em lua de mel.

Laucala - Fiji

Mais uma ilha maravilhosa, desta vez no oceano Pacífico.  São 25 cabanas com quartos que oferecem privacidade e vista para o mar de águas cristalinas. Cada dormitório é equipado com deque, piscina e hidromassagem. Há várias opções de restaurantes e atividades ao ar livre, inclusive campo de golfe. Os quatro spas têm terapias típicas da região, como ioga. Além de tudo isso, muita mordomia e atendimento personalizado para os hóspedes.

Khwai River Lodge - Botswana

Leões, guepardos e hipopótamos habitam a reserva Moremi, onde fica o hotel. Perfeito para amantes da natureza, o estabelecimento propicia safáris na África sem abrir mão de conforto e luxo. O spa oferece tratamentos naturais, com vista para a savana. O restaurante, ao ar livre, fica em volta de uma fogueira.

Savute Elephant Camp - Botswana

Da mesma rede e na mesma região do hotel anterior, este hotel de selva é um pouco mais rústico. Em vez de quartos, ele oferece tendas, em um formato conhecido como glamping, uma mistura de acampamento e de glamour.  Safáris para ver animais selvagens de perto são, também, a principal atração... uma tenda de vez em quando... nada mais minimalista e melhor... às vezes é só disso que precisamos...

Eagle Island Camp & Spa - Botswana

Mais um hotel de selva que mistura luxo ao estilo rústico. Localizado em uma ilha cercada por rios, o local é habitado por vários animais selvagens em busca de água. Além dos safaris normais, é possível fazer passeios de canoa. Os quartos são espécies de casas na árvore, suspensas em palafitas. Mas todo o conforto da vida moderna está lá – inclusive ar condicionado.

Com afeto,

Beth Landim

 

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THE END....
10/03/2014 | 20h49

Depois de dois meses sabáticos... de andar muito de bicicleta... me exercitar no stand up...  fazer caminhadas... nadar constantemente no mar... viajar para metrópoles ou simplesmente para uma ilha deserta bem pertinho, onde o rio encontra o mar... Retorno revigorada de energia para continuarmos nossa conversa diária...

Confesso que senti falta, saudade mesmo, pois através do blog  escrevo e mostro um pouco do que penso...

Mas sentir falta é  muito bom também... pois aprendemos a valorar o que temos, a usar melhor o nosso tempo com as pessoas que realmente fazem sobressair o lado bom da vida... maravilhoso este tempo de férias, estar com a família, praticar esporte que eu adoro, conhecer outros lugares e viver...

Uma boa semana , cheia de energias positivas... porque a vida é bela... temos por obrigação  encarar os desafios de frente... e buscar sempre a felicidade nas pequenas coisas...

Com afeto,

Beth Landim

               
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Sobre o autor

Elizabeth Landim

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