O Campeão voltou ...
28/11/2013 | 16h44

Comemorando o título de Tri Campeão...Taça Copa Brasil...

Comemorando o primeiro goollllllllllllllllllllllllllllllllllllll

Lembrando o inesquecível Ídolo...Eterno Campeão....ZICO

Momento inesquecível !!!!!

Saudações  rubro-negras !!!!!

Beth Landim

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Em 18 meses no mercado de trabalho ...
27/11/2013 | 20h55

Para estar rapidamente no mercado de trabalho...curso técnico mecânica e edificação...

vale a pena conferir nosso Parque Tecnológico ...

 

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=otTFKVdjZpo&feature=youtu.be[/youtube]

Com afeto,

Beth Landim

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A pulga, a mosca e a lesma...
23/11/2013 | 09h39

Max Gehringer, administrador de empresas e escritor muito conhecido por todos os brasileiros, nos traz em seus artigos muitas contribuições não só em relação às questões empresariais, mas também suscita reflexões para nossa vida pessoal. Em um de seus textos, intitulado “As duas pulgas”, ele nos aponta uma questão muito interessante: os perigos dessa necessidade exarcebada de mudança expostas pelo mundo atual. Por isso, essa semana, peço licença a Max Gehringer para citar essa história e a partir dela refletir com meus amigos leitores sobre a armadilha das mudanças drásticas de coisas que não precisam de alteração, apenas aprimoramento.

“Duas pulgas estavam conversando e então uma comentou com a outra:

- Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar.

Daí nossa chance de sobrevivência, quando somos percebidas pelo cachorro, é zero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.

Elas então decidiram contratar uma mosca para treinar todas as pulgas a voar e entraram num programa de treinamento de vôo e saíram voando. Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:

- Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele, e ele nos pega. Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam vôo rapidamente.

Elas então contrataram uma abelha para lhes ensinar a técnica do chega-suga-voa. Funcionou, mas não resolveu...  A primeira pulga explicou por quê:

- Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito. Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.

E então um pernilongo lhes prestou treinamento para incrementar o tamanho do abdômen. Resolvido, mas por poucos minutos... Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar. Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha, que lhes perguntou:

- Ué, vocês estão enormes! Fizeram plásticas?

- Não, entramos num longo programa de treinamento. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI.  Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento.

- E por que é que estão com cara de famintas?

- Isso é temporário. Já estamos fazendo treinamento com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar, de modo a perceber, com antecedência, a vinda da pata do cachorro. E você?

- Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.

Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer, e perguntaram à pulguinha:

- Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em um programa de treinamento, em uma reengenharia?

- Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora.

- Mas o que as lesmas têm a ver com pulgas, quiseram saber as pulgonas...

- Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em vez de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução. E ela passou três dias ali, quietinha, só observando o cachorro, e então ela me disse: “Não mude nada. Apenas sente na nuca do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança.”

Essa simples história nos faz refletir sobre a necessidade atual de não focar nossas ações no problema e sim na SOLUÇÃO.

É importante pensar, que para ser mais eficiente, é necessário escutar mais e falar menos, pois muitas vezes a GRANDE MUDANÇA é uma simples questão de reposicionamento.

No mundo do trabalho e na vida pessoal, o grande desafio parece ser como dizemos popularmente, “apagar incêndios”. Vemos o tempo todo profissionais brilhantes, buscando saída para os problemas que envolvem alternativas para causas desconhecidas, perderem seu tempo focados na solução de problemas redundantes que acabam por minar a capacidade de desenvolvimento profissional e pessoal.

O foco em achar a solução dos problemas está na mudança radical. No entanto, o foco na vida, assim como na profissão, deve estar na causa da situação em questão, o que às vezes não é fácil de identificar pois demanda uma grande dose de humildade, coragem, dedicação e entrega pessoal na direção da verdadeira solução das dificuldades que parecem não ter fim. Na maioria das vezes a solução não está na mudança, mas na transfiguração da maneira de ver e olhar a situação. Um novo posicionamento pode reverter todo o processo para o sucesso!

Reflitam ... quantas vezes já não fizemos como as pulgas! Boa semana!

Com afeto,

Beth Landim

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Con Son ...Paraíso sustentável
22/11/2013 | 11h55

Resort, espaço eco-friendly e praias paradisíacas do Sudeste Asiático. Estes são os três principais ingredientes do hotel Six Senses Con Dao, no Vietnã. Oitenta por cento de todo o arquipélago de Con Son – onde fica o estabelecimento – faz parte de um parque marinho e nacional. Para chegar lá, é preciso pegar um voo de 45 minutos da capital do país e, em seguida, um transfer.

As dificuldades de acesso e preocupações com a preservação natural ajudam a manter relativamente isolado o hotel projetado pelos arquitetos do escritório francês AW2, que criaram um espaço com 35 suítes e 14 casas de até 194 m². Segundo Amalou Ledoux, uma das responsáveis pelo projeto, o isolamento geográfico foi um dos desafios. “O local é remoto e de difícil acesso. Isso teve um grande impacto na estratégia de design, levando à escolha das vigas de madeira pré-fabricadas como material principal”, afirmou em entrevista ao site designMENA.

Um dos resultados do trabalho da AW2 foi o prêmio Green Good Design, recebido em 2011. Entre as iniciativas do resort, está o programa de preservação da baía que ele ocupa, em parceria com o Parque Nacional. O local ainda é aberto para os pescadores da região.

Há também o Water for Kids ("água para crianças" em português). Dos 7 mil habitantes de Con Dao, 300 são crianças no jardim de infância. Todos os dias, a escola da ilha tinha de ferver litros-d’água, já que não havia sistema de água potável. Hoje, o hotel direciona 50% das vendas de um de seus restaurantes para a compra de um sistema de água pura. Uma atitude que faz sentido diante da diária de R$ 1.520 em uma suíte simples de frente para o mar.

A opção pela madeira como base de composição deixou o resort com uma cara rústica e acolhedora, sem excluir o conforto e o capricho de um hotel cinco estrelas. Apesar do uso de material pré-fabricado, Ledoux conta que houve uma preocupação em criar algo autoral. Por isso, as portas usadas no Six Senses Con Dao são de antigas construções vietnamitas e foram recicladas para o projeto. Além de serem um forte elemento visual, elas remetem à história do país e reforçam o aspecto artesanal do estabelecimento.

Design original das cadeiras do bar...

Duas cadeiras e uma paisagem deslumbrante...não precisamos de mais nada...

Nada como acordar com esta vista...

Com afeto,

Beth Landim

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É por uma boa causa...
19/11/2013 | 17h14

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=8WATgU5PduE[/youtube]

Este é um vídeo que foi feito  com trabalhadores e pacientes  do 8 º andar (oncologia) do hospital infantil San Juan de Dios em Barcelona para recolher fundos para a investigação do câncer.

Cada vez que você  abrir o vídeo  entrarão 5 cêntimos para a causa...

Desta forma estaremos ajudando...

Espero que  abra e que o reenvie a todos seus amigos.

É por uma boa causa!.. Vale a pena!

É um exemplo... que sempre podemos ajudar...

Com afeto,

Beth Landim

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A bolacha e o paraquedas...
16/11/2013 | 21h05

Era uma vez uma moça que estava à espera de seu vôo, na sala de embarque de um grande aeroporto.  Como ela deveria esperar por muitas horas, resolveu comprar um livro para matar o tempo. Comprou, também, um pacote de bolachas. Sentou-se numa poltrona, na sala VIP do aeroporto, para que pudesse descansar e ler em paz. Ao seu lado sentou-se um homem. Quando ela pegou a primeira bolacha, o homem também pegou uma. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Apenas pensou : “Mas que cara de pau! Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca mais esquecesse!!!”

A cada bolacha que ela pegava, o homem também pegava uma. Aquilo a deixava tão indignada que não conseguia nem reagir. Quando restava apenas uma bolacha, ela pensou: “Ah. O que será que este abusado vai fazer agora?” Então o homem dividiu a última bolacha ao meio, deixando a outra metade para ela. Ah! Aquilo era demais! Ela estava bufando de raiva! Então, ela pegou o seu livro e as suas coisas e se dirigiu ao local de embarque.

Quando ela se sentou, confortavelmente, numa poltrona já no interior do avião olhou dentro da bolsa para pegar uma caneta, e, para sua surpresa, o pacote de bolachas estava lá… ainda intacto, fechadinho! Ela sentiu tanta vergonha! Só então ela percebeu que a errada era ela sempre tão distraída! Ela havia se esquecido que suas bolachas estavam guardadas, dentro da sua bolsa… O homem havia dividido as bolachas dele sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado, enquanto ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo as dela com ele. E já não havia mais tempo para se explicar… nem para pedir desculpas!

Quantas vezes, em nossa vida, nós é que estamos comendo as bolachas dos outros, e não temos a consciência disto? Antes de concluir, observe melhor! Talvez as coisas não sejam exatamente como você pensa!  Não pense o que não sabe sobre as pessoas. Existem quatro coisas na vida que não se recuperam: a  pedra, depois de atirada; a palavra, depois de proferida; a ocasião, depois de perdida; e o tempo, depois de passado...

Outra história nos conta que Charles Plumb era piloto de um bombardeiro na guerra do Vietnã que depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil. Plumb saltou de paraquedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita. Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisséia e o que aprendera na prisão. Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem: - Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo? - Sim, como sabe?, perguntou Plumb.

- Era eu quem dobrava o seu paraquedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?" Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu: - Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje. Muito obrigado!

Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, lembrando-se de quantas vezes havia passado por aquele homem no porta-aviões e nunca lhe disse nem um "bom dia". Era um piloto arrogante e aquele sujeito, um simples marinheiro. Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários paraquedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia. Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua platéia: "Quem dobrou seu paraquedas hoje?". Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante. Precisamos de muitos paraquedas durante o dia: físico, emocional, mental, espiritual... portanto jamais deixemos de agradecer.

Muitas vezes comemos a bolacha dos outros e em outras não sabemos quem preparou a nossa bolacha ou quem dobrou nosso paraquedas... Nestas duas situações está o nosso olhar ao outro... Será que enxergamos sempre pelo nosso prisma? Será que a vida caminha sempre pelo nosso olhar? Abrir os horizontes e ter uma visão periférica nos sentidos e sentimentos com certeza nos trará uma visão de mundo em que a cooperação e o compartilhar estarão aliados em nos fazer pessoas melhores...

Quando você dá de si mesmo, você recebe mais do que dá.

Como nos diz Exupéry: “Um monte de pedras deixa de ser um monte de pedras no momento em que um único homem o contempla, nascendo dentro dele a imagem de uma catedral.”...

Portanto seja você fazer a diferença, seja você a oferecer a bolacha e a dobrar o paraquedas.

Com afeto,

Beth Landim

 

 

 

 
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Seu futuro...
13/11/2013 | 20h25

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=cIE82PK8FBY&feature=youtu.be[/youtube]

Com afeto,

Beth Landim

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Omã... um pedaço da Arábia...
13/11/2013 | 10h35

Tapetes estendidos para enxugar,  perto da antiga cidade de Sur, que em árabe, significa farol!

Mar, montanhas, praias, deserto, oásis, desfiladeiro. A natureza foi generosa com Omã, país do Oriente Médio, colocando em sua superfície belíssimas paisagens.

Em Omã, não existe a arquitetura mais alta do mundo nem a mesquita mais pomposa. O que há de extraordinário é a vida cotidiana. A paisagem, a história e a cultura, com seus sabores, perfumes e cores, unidos à gentileza pacífica da população, elevaram o país a um dos lugares mais amados pelo turismo exigente deste início de século. Um destino para viajar com serenidade, em que se pode investir em um futuro que não altera o passado.

Al Husn, o mais palaciano dos três hotéis da rede Shangri-La’s Barr Al Jissah Resort and Spa

Apenas três grandes edifícios saltam à vista na paisagem de Mascate, a capital do país: a Royal Opera House, a Grande Mesquita e o palácio do sultão. No mais, presencia-se uma elegância sem ostentação, em que dominam as casas baixas, rigorosamente brancas, circundadas por montanhas . Uma viagem clássica tem início nas montanhas de Hajjar, que cercam Omã, a 3 mil m de altura, e seus canyons – para dormir, o ideal é o sofisticado Sunrise Resort. Após o descanso, sugere-se uma parada na aldeia de Al Hamra, do século 16, com casas de pedra e barro ao lado de um oásis cortado por canais, antes de chegar a Nizwa, antiga capital religiosa. É nessa região que se podem admirar vilarejos circundados por palmeiras e pelos wadi, rios que permanecem secos 11 meses ao ano e dão o ar da graça na rara época das chuvas, no inverno. A partir daí, começam a surgir as dunas avermelhadas, nas quais a estrela é o Safari Desert Camp, um camping de luxo com 12 tendas ao estilo beduíno e oito bangalôs de madeira.

Foyer da Royal Opera House, em Mascate, grandioso teatro com teto realizado à mão por artesãos locais, com motivos tradicionais – apaixonado por música clássica, o sultão Qaboos bin Said deu vida a uma orquestra com 120 elementos

Oásis de Al Hamra, aldeia do séc. 16

Vida ao ar livre no Safari Desert Camp, camping luxuoso nas dunas avermelhadas do deserto de Omã

Para uma imersão no deserto puro e aberto, é possível contratar os serviços da Al Koor Tourism. Abandonadas as estradas tradicionais, inicia-se uma aventura que segue o ritmo do sol, sobre jipes Toyota, em grupos os mais diversos: arqueólogos, ornitólogos, apaixonados por caminhadas em trilhas ou simplesmente pessoas interessadas em ver as sete cores desérticas. São dois os momentos inesquecíveis da viagem: a noite sob as estrelas, em tendas, e o nascer do sol na praia do Turtle Beach Resort, onde as tartarugas se aproximam para botar seus ovos. Em ambos os casos, basta ficar com a boca fechada, e o mundo nos oferece um de seus sons mais agradáveis e antigos: o silêncio!!!

Mercado coberto, em Nizwa, famoso pelas joias de prata e pelos objetos de cobre, metal e terracota

Jogos de luz e sombra na biblioteca da Grande Mesquita de Mascate

Restaurante Al Sabla, no Sifawy Boutique Hotel, em Jebel Sifah

A arquitetura imponente e em tons desérticos da antiga fortaleza da cidade de Nizwa, que um dia foi a capital religiosa de Omã

Com afeto,

Beth Landim

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Nunca mais outra vez...
08/11/2013 | 22h46

Imagine um lugar em que sonhar é proibido. A prisão é intransponível. Homens, mulheres, crianças e idosos são tratados piores do que animais... Um lugar de inverno fortíssimo, céu cinzento, pouquíssima comida e roupas tão finas que são como uma segunda pele a tentar barrar a neve, o  frio, a desolação...

Imagine um lugar em que o medo faz morada... o medo da câmara de gás, o medo de morrer de fome ou doente, de ser queimado por nada... sim imagine sua vida ser reduzida a nada... perder seus filhos, ver dizimada sua família.... pior ainda ver o sofrimento diário de não comer, sentir frio, fome, doença, mas acima de tudo sentir medo e não poder sonhar... Nem tão pouco sonhar com a liberdade e justiça...

Estive agora em outubro no campo de concentração em Dachau/Alemanha, numa viagem técnica do curso de Arquitetura e Urbanismo com grupo de professores e alunos do ISECENSA. A pequena Dachau, a poucos quilômetros de Munique, é uma das cidades alemãs mais conhecidas no exterior. Sua fama decorre, contudo, da tragédia vivida ali por judeus e opositores ao regime nazista. Dachau foi criado em março de 1933, sendo o primeiro campo de concentração regular assentado pelo governo Nacional Socialista.

É repugnante ver que esta historia foi real e aconteceu. É repugnante sentir e verificar como eram tratados todos os judeus e presos políticos que se opunham ao regime nazista... Durante o primeiro ano o campo tinha cerca de 4.800 prisioneiros. O número de prisioneiros judeus em Dachau cresceu com o aumento da perseguição anti-semita, e nos dias 10 e 11 de novembro de 1938, como conseqüência da Noite dos Cristais, a Kristallnacht, mais de 10 mil judeus do sexo masculino foram ali encarcerados.

 

O museu de Dachau existe para que o mundo nunca mais se esqueça das atrocidades cometidas pelo nazismo. No museu, temos acesso a todas as fichas e documentos de quem esteve lá aprisionado. Perpassamos por todos os cômodos: galpões dormitórios, prisões, crematórios, câmara de gás...

Em Dachau, como em outros campos nazistas, os médicos alemães realizavam “experiências médicas” nos prisioneiros, tais como testes de alta altitude usando câmaras de descompressão, experimentos com malária e a tuberculose, hipotermia, e testes experimentais para novos remédios que servissem aos alemães. Os prisioneiros também eram forçados a serem cobaias em testes de métodos de dessalinização da água e de estancamento de perda de sangue excessivo. Centenas de prisioneiros morreram ou ficaram permanentemente incapacitados como resultado destas “experiências”.

 

Lá neste campo, existiram quarenta galpões e passaram cerca de 200 mil prisioneiros. Os 39 galpões foram colocados no chão, e um permaneceu para que a historia não fosse nunca mais apagada e esquecida. Entretanto, o mais bonito e que ficou de aprendizado, é que lá existiu dor, sofrimento, atrocidades, mas não existe lugar para mágoa e vingança. O ódio lá não faz morada! “A opressão nunca conseguiu suprimir nas pessoas o desejo de viver em liberdade.” Dalai Lama.

O homem tem a capacidade de construir a paz, de lutar pelos seus sonhos de recomeçar sempre... O respeito ao ser humano é reverenciado através de várias obras de arte (esculturas, monumentos e quadros) não retratando a morte apenas, mas acima de tudo a luta pela liberdade, por sonhar novamente, pelo restabelecimento da dignidade e respeito ao humano, em meio a tantas atrocidades que ali aconteceram.

 

Várias capelas e espaços ecumênicos nos chamam a oração. Orar é não pedir é deixar a nossa alma respirar...

Os jardins e as flores nos falam em silêncio profundo que tudo vale a pena quando a alma não é pequena, pois o silêncio fala... Nunca, nunca devemos desistir de nossos sonhos...

 

O parar de sonhar significa parar de viver, porém não existe sonho sem luta, sem desafio... e esta lição também fica, de que nada é intransponível, de que os desafios podem ser longos e por isto não podemos desanimar nunca, seja qual for o contexto... Temos que ter sempre em mente que a única revolução possível é a que existe dentro de nós... E de que sempre... sempre existe uma luz no fim do túnel... Olhar pra frente sempre... vislumbrar o horizonte, ter fé, acreditar no impossível... fortalecer nossas crenças e valores, lutar junto... pois a essência de toda a vida espiritual é a emoção que existe dentro de você, é a sua atitude para com os outros. Como nos diz Ghandi... “A regra de ouro consiste em sermos amigos do mundo e em considerarmos como UMA, toda a família humana”.

E como tem escrito no monumento em Dachau... Never again... Jamais plus... Nimmermehr… Nunca más… ?????... Neniam plu… ???? ????... Numquam... ????? ?? ???... Nooit meer... Aldrig igen... Nigdy wi?cej... Không bao gi?...

Nunca mais outra vez..

Que a lição seja aprendida...

Com afeto,

Beth Landim

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Um resort, uma galeria, uma casa...
07/11/2013 | 20h34

Materiais rústicos e amplitude em lar africano...

Julgando apenas pelas fotos, alguém poderia facilmente confundir a casa De Wet 34 com um magnífico hotel litorâneo com ares de galeria de arte. No entanto, a propriedade situada em um local paradisíaco, sobre uma das encostas de Lion’s Head, com vista para a baía de Bantry, na Cidade do Cabo, é uma mera residência...

O projeto do escritório local Saota teve como orientação o pedido dos proprietários de que se criasse um lar majestoso, mas simples o suficiente para inspirar uma sensação de tranquilidade. Como fazê-lo? A solução foi desenhar espaços extremamente amplos, que se distribuíssem em quatro andares de dimensões diferentes. Para favorecer a nobre vista, abusou-se do vidro. Na sala de estar, por exemplo, duas paredes envidraçadas e a ausência de caixilhos abrem o ambiente completamente a um gramado, de um lado, e à vista do oceano, do outro.

Os materiais empregados na construção - pedra, madeira e concreto - mantêm uma aparência crua, fato que proporciona uma integração com a natureza do entorno. Em cada espaço, ao menos uma dessas texturas se encontra em algum formato ou acabamento diferente, o que cria um jogo de contrastes capaz de expor a dualidade entre a estética e o conforto na casa. Um exemplo: o piso bruto de pedra da sala tem seu oposto – o teto – revestido por tábuas de madeira, o que aquece o ambiente. Outra ideia por trás do revestimento do projeto em materiais crus era, com o tempo, a formação de uma pátina que emprestasse ao lar um look ainda mais rústico.

Assinada pela Okha Interiors, a decoração da De Wet 34 foi pensada para ressaltar a essência orgânica da construção. Assim, nada melhor do que o branco para permitir que os materiais brilhassem por eles mesmos. A cor se estende a quase todos os móveis da casa, sendo as pinturas praticamente as únicas fontes de cor. Outras obras de arte incluem esculturas imponentes. De alguns ângulos, a presença dessas peças, em conjunção com o concreto e a amplitude dos espaços, cria a atmosfera de uma verdadeira galeria de arte.

Apesar da predominância do branco, figuram elementos de visual marcante, que roubam a cena onde se encontram – é o caso da luminária preta em forma de arco, na sala, e do quadro de uma mulher acima da cama de casal. A harmonia com a natureza chega até ao décor em alguns cantos, como em uma luminária que remete a galhos no living, ou nos ramos de árvore que escalam o espelho no banheiro da suíte principal.

Para dar o toque final, um espelho d’água se estende atrás de um sofá na sala, e uma piscina infinita parece se fundir ao mar, criando a ilusão de ótica de que este está no mesmo nível da casa. Um projeto que expõe um mundo de possibilidades.

Com afeto,

Beth Landim

 

 

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CÔNCAVO E CONVEXO ...
05/11/2013 | 10h12

Crystal Bridges, nos EUA, é côncavo e convexo,

vale a pena ver todas as fotos e ler sobre este museu ...

 

O museu de arte norte-americano Crystal Bridges, no Arkansas, faz juz ao seu nome. Suas duas pontes servem de caminho seco e seguro pelas alas que ficam sobre uma grande lagoa. Além de integrar os pavilhões, as elevações foram cobertas para abrigar as áreas de lazer – de um lado, há o restaurante; do outro, um deque de observação, faça chuva ou faça sol.

As pontes ganharam estruturas convexas de madeira clara não só por uma questão estética. A forma arredondada facilita a iluminação natural, função que se completa pela transparência dos vidros que formam o bloco.

Para a luz não estragar os quadros e as obras do acervo permanente, o telhado da galeria foi construído em oposição à forma das pontes, ou seja, ele é côncavo. Além de proteger os cinco séculos da arte americana (que vai da era colonial ao moderno Andy Warhol), as coberturas criam um contraste entre os centros e servem de guia para quem passa de fora.

Distribuído em uma área de 93 mil m², o museu também é um espaço cultural. Há uma área para biblioteca e leitura, um teatro que pode exibir filmes, um palco feito para shows e outros eventos ao ar livre, e uma trilha de quase 5 km para pedestres e ciclistas.

Com afeto,

Beth Landim

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Você é o que você compartilha?...
03/11/2013 | 00h30

Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início desde milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor. O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar. A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossas felicidades, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século.

O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características para se amalgamar ao projeto masculino. A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal. A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso - o que é muito diferente. Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas.

Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa alguma. É apenas um companheiro de viagem. O homem é um animal racional que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria, ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral. A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade.

Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva. A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém. Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.

Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se toma menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um. O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado. Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...

"A pior solidão é aquela que se sente quando acompanhado".

É preciso também que tenhamos o desejo de despertar o mistério que existe em cada um de nós! Falo do mistério não como segredo, mas do mistério que encanta... Encantamento talvez seja a melhor palavra. Encantar-se primeiro por nós mesmos... Fazer o que gostamos, gostar de quem somos, encantar-se no nosso silêncio e simplesmente bastar-se com seu aprendizado...Mas o que fica de mais importante no aprendizado destes novos tempos, é o que você compartilha...

Parece que já começamos a compreender que, se eu compartilho, não fico sem, mas faço todos ganharem mais. Quando alcançamos a compreensão de que o amor pelos outros e por si mesmo é a condição da sobrevivência da humanidade, podemos viver na prática a máxima que indica que: quanto mais se dá, mais se recebe... Estamos convergindo para ter na prática a liberdade individual como um direito natural e inalienável, como disse há quase 200 anos John Locke, no livro Tratado do Governo Civil.

É certo que existe algo novo no ar... a liberdade com parceria, o compartilhar se devolvendo em dobro o que você é! Um tempo onde colaboração é a tônica! Um novo tempo, feito por pessoas e para pessoas... Gente como você... É o momento de quebra de paradigmas, de repensar as relações humanas e de realinhar a nós mesmos...

Você é o que você compartilha?...

Com afeto,

Beth Landim

 
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Sobre o autor

Elizabeth Landim

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