Gostosuras de Halloween...
31/10/2013 | 21h56

Gostosuras ou travessuras?

Escolhi gostosuras e trouxe para vocês a receita do docinho de abóbora, especial para o Halloween (Dia das Bruxas), celebrado neste dia 31 de outubro.

Aprenda como fazer o docinho em quatro passos e acrescente as mini abóboras à sua mesa do Dia das Bruxas.

Ingredientes:

300g de abóbora cozida Uma lata de leite condensado Duas colheres (de sopa) de creme de leite Açúcar cristal Cravinho (cravo-da-índia) Palito para churrasco

Passo a passo:

1- Misture a abóbora e o leite condensado até conseguir a consistência de brigadeiro; 2- Quando estiver no ponto do brigadeiro, acrescente duas colheres de creme de leite e misture; 3- Depois de esfriar, enrole as bolinhas do doce e passe no açúcar; 4- Para conseguir o formato de abóbora, pressione o palito de churrasco ao redor das bolinhas do doce.

Pronto! Os docinhos de abóbora para o Halloween estão prontos, agora é só caprichar na decoração e na festa.

Cupcakes de Halloween

INGREDIENTES

  • 300g de farinha de trigo
  • 5g de bicarbonato
  • 30g de cacau em pó
  • 1 pitada de as
  • 160g de manteiga
  • 150g de açúcar
  • 150g de açúcar mascavo
  • 3 ovos inteiros
  • 1 colher (chá) de baunilha
  • 150g de chocolate meio amargo derretido
  • 200g de leite
  • 24 forminhas de papel laranjas, roxas ou pretas
  • Para a cobertura de brigadeiro preto
  • 400g de leite condensado
  • 25g de manteiga
  • 100g de achocolatado em pó

MODO DE PREPARO

?Para a massa...

Separe os ingredientes. Pré aqueça o forno a 135 graus. Coloque as forminhas de papel na assadeira. Peneire a farinha de trigo e misture com os ingredientes secos (bicarbonato, cacau em pó e o sal). Bata a manteiga, o açúcar e o açúcar mascavo até que fique uma massa fofa. Vá adicionando os ovos, um a um, raspando as laterais da batedeira, até que fiquem bem incorporados. Acrescente a baunilha e o chocolate meio amargo derretido. Adicione a mistura de farinha em 3 vezes, intercalando com o leite, até que estejam bem incorporados. Coloque a massa nas formas de cupcake, enchendo até ¾. Retire do forno e deixe esfriar...

Com afeto,

Beth Landim

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O PODER DE CONJUGAR SIM E NÃO...
28/10/2013 | 13h13

Com o tempo, percebi que chegar ao sim é apenas metade da história - e essa, se for, é a metade mais fácil.

Como dizia o ex-primeiro-ministro Tony Blair, “a arte da liderança não é saber dizer sim; é dizer não”. Aprendi a ver que, talvez, o principal obstáculo para chegar ao “sim” seja aprender a dizer “não” corretamente. É comum não conseguirmos dizer “não” quando queremos e sabemos que deveríamos. Assim como em alguns momentos dizemos “não”, mais o fazemos de uma forma que impede o acordo e destrói o relacionamento.

Muitas vezes, nos submetemos a demandas impróprias, injustiças, ou nos envolvemos em lutas destrutivas nas quais todos saem perdendo. A maneira de fugir desta armadilha é o que chamo de não positivo.

Dizer “não” de forma positiva significa, em primeiro lugar, dizer “sim” a si próprio e a suas mais profundas necessidades e valores.

Um “não” positivo, em suma, é um sim – não – sim. O primeiro sim expressa suas necessidades e valores; o não afirma seu poder, e o segundo sim aprofunda mais o relacionamento. O segredo é o respeito por você mesmo e pela outra pessoa. O “não” positivo representa um casamento das duas palavras mais fundamentais de um idioma: “Sim” e “Não”.

O grande problema hoje é que divorciamos nossos “sins” de nossos “nãos”. Um “sim” sem “não” é conciliação, ao passo que um não sem sim é guerra.

O “sim” sem “não” destrói a própria satisfação da pessoa, enquanto o “não” sem “sim” destrói o relacionamento da pessoa com os outros.

Precisamos tanto do “sim” como do “não” juntos, pois “sim” é a palavra chave de comunidade, e “não” a palavra chave da individualidade. “Sim” é a palavra chave da conexão, e “não” a palavra chave da proteção. “Sim” é a palavra chave da paz, e “não” palavra chave da justiça.

A grande arte é aprender a integrar os dois - casar o sim com o não. Conjugá-los! Esse é o segredo de se levantar por si próprio e fazer o que precisar, sem destruir acordos valiosos e relacionamentos preciosos.

A forma de dizermos “não”, às vezes, parece uma coisa de nada, mas, com o tempo, pode fazer enorme diferença em nossa vida, na vida dos outros a nossa volta e no mundo como um todo.

Dizer “não” pode também ser um presente para os outros. “Diga-me sim, diga-me não, mas diga agora”, é um refrão que ouvimos dos que estão do outro lado. O outro, frequentemente, prefere uma resposta clara, mesmo se for um não, à indecisão e à enrolação continuadas. Um “não” lhe permite prosseguir e tomar as próprias decisões.

Um “não” positivo pode unir-nos ao outro, num relacionamento mais autêntico. Se não falarmos nossa verdade – nosso não – para outro, podemos nos distanciar dele, já que sempre há algo importante não pronunciado que se coloca entre nós.

Imagine um mundo em que os “nãos” positivos fossem a norma, não a exceção.

Em casa, os pais que soubessem como dizer “não” de forma respeitosa aos seus filhos veriam menos brigas destrutivas e seus filhos seriam menos mimados e mais felizes, como as crianças quando são criadas com limites firmes e respeitosos.

Os que estivessem em relacionamento estremecidos veriam que seu casamento e suas amizades teriam probabilidade muito maior de sucesso.

No trabalho, os líderes que soubessem dizer “não” se sairiam muito melhor em manter suas organizações estrategicamente focadas.

Se os líderes e as nações soubessem como dizer “não” positivamente, as pessoas lutariam pelo que é certo de forma produtiva que levassem a soluções construtivas. O resultado seria mais conflito, sem dúvida, mas muito menos guerra e muito mais justiça.

Dizer “não” pode ser um caminho para esclarecer e assumir sua posição, e para afastar diversos incômodos da vida. Trata-se, como quase tudo na vida, de uma oportunidade de escolha, e de um ponto de equilíbrio difícil de atingir. Mas pode valer a pena tentar, sem se isolar em nenhum dos extremos da escala. Experimente dizer um “não” positivo!

Dizer “sim” para o destino significa acreditar que a gente merece algo parecido como crescer, iluminar-se, expandir-se, renovar-se, encontrar-se, e ser feliz. Isto é: vencer a culpa, sair da sombra e expor-se a todos os riscos implicados, para finalmente assumir a vida. Fazer suas escolhas, assinar embaixo, pagar os preços… e não se lamentar demais. Porque programamos o próprio destino a cada vez que, num tímido murmúrio ou num grande grito, a gente diz para si mesmo: “Sim!”.

Não há dúvida de que dizer “não” positivamente exige coragem, visão, empatia, força, paciência e persistência. Mudar velhos padrões requer prática. Pense nisso como um exercício. Com a prática e a reflexão, podemos melhorar muito a arte de dizer “não” positivamente.

Com afeto,

Beth Landim

 
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AVENTURA EM BARILOCHE...
23/10/2013 | 21h33

Bariloche é um lugar que adoro... e desta vez fizemos vários passeios emocionantes... aliás, adoro uma aventura... viver a vida do lugar... praticar um esporte um pouco mais radical...  então deixo com vocês algumas coisas diferentes que fizemos este ano em Bariloche...

Começo com o "Refúgio do Cerro Lopez" que só a viagem no Land Rover já nos traz emoção, uma vez que o caminho é ingrime  e cheio de neve... uma paisagem lindíssima... quando chegamos ao cume, fizemos uma caminhada longa de "raqueta" que utilizamos nos pés, para andarmos na neve... muito gostoso, caminhar, brincar, fazer querra de neve  e se  jogar no chão de exaustão... o gostoso é que depois da exaustão , nos espera no refúgio um maravilhoso vinho , para começar os "trabalhos" e um founde de queijo maravilhoso...
O refúgio por dentro... nos esperando para o almoço...

um passeio para o dia inteiro de aventura , emoção e aconchego... muito gostoso... Fizemos também um percurso para um refúgio, a noite, muito emocionante, depois da caminhada  com luzes no capacete, do jantar, muita descida de skibunda... porém as fotos não ficaram claras, pois é muito real o passeio noturno, sem iluminação artificial nenhuma... no refúgio... só luz de velas....

Com Pompilio na caminhada de Raquete  no Cerro Lopez, tudo de bom...

Não tem como estar em Bariloche e não esquiar para quem gosta de esporte... frio no rosto, uma sensação maravilhosa de liberdade, num cenário todo branco, que se colore com a alegria e a roupa de quem está praticando esqui, snowboard... aí estamos nós  (eu de boné), com meus filhos...


Um minuto para curtir a natureza... fazendo uma das coisas que mais gostamos, esquiar... natureza linda... o pensamento voa... vento de liberdade no rosto... tudo de bom...

Juliana, Carolina, eu (faixa azul na cabeça), Pompilio e Rafaela...

Com as raquetes , no alto do cerro , com a vista maravilhosa... e como é bom, olharmos as coisas sempre por outro ângulo... assim é a vida... fazer o jogo do contente... nos faz pessoas melhores... aprendemos a valorizar o que temos e as oportunidades de aprender com a vida...

.... Remo é um dos meus esportes favoritos... e para quem não sabe em Bariloche o remo é muito difundindo... a roupa faz parte, pois se cairmos na água o problema não é nadar, mas a temperatura da mesma...


Momento de piquenique, depois de remar por 6km, dentro do lago Gutierrez, com paisagem deslumbranteeeeeeeeeeeee....

Remando no lago Gutierrez, uma paisagem indescritível...

Num momento de descanso e aconchego do frio ...

Outro passeio eletrizante, subindo os cerros de  triciclo... subida íngrime  e ao chegar ao cume visual maravilhoso... aí, sem capacete antes de iniciarmos as subidas...

Meus pais, Elza e Amaro, numa demonstração de que temos a quem puxar... pois também adoram uma aventura...

Curtindo o frio gostoso do Centro Histórico de Bariloche... pela natureza e pela paisagem deslumbrante vale a pena conhecer...

Com afeto,

Beth Landim

 

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A arte de viver...
19/10/2013 | 16h51

O Ser Humano é o único que pode, conscientemente, escolher o direcionamento das suas ações, tornando claras as intenções de sua essência interior e, através de suas atitudes, demonstrar o valor de suas palavras, o poder de seus pensamentos e o calor de seus sentimentos em tudo o que realiza.

Diferente do que muitas pessoas pensam, não basta apenas ter bens para usufruir, ou uma vida social e profissional bem sucedida. É preciso que você faça sua parte, buscando o auto conhecimento e a positividade em seus atos, e o sucesso torna-se consciência natural de tudo que se procura fazer com perfeição e com amor. Desta forma, nossos pensamentos, nossos movimentos, nossos planos, tudo em nossa vida são canais por onde o fluxo de energia passa.

Assim, quando realizamos toda e qualquer ação, seja simplesmente pensando, sentindo ou atuando concretamente, conscientes da correta atitude para cada momento, criamos uma abertura para as dimensões mais profundas no nosso Ser, onde temos acesso ao amor e à sabedoria sem limites.

A qualidade presente em nossa consciência quando assumimos atitudes é o que determina o campo vibratório e sensível onde iremos atuar e viver a plenitude de sermos, simultaneamente, humanos e divinos. Todavia, é na busca pela divindade e humanidade que aprendemos a arte de viver, que exige uma caminhada rumo ao nosso interior e o desenvolvimento de uma atitude amorosa para conosco e para com os outros.

A atitude amorosa é expressa de infinitas maneiras. É preciso descobrir nosso único e incomparável jeito de amar e amar muito. É fundamental abrirmos o coração para atos simples e amorosos de serviço às pessoas, aos animais, às plantas, enfim, a toda a Natureza. Quanto mais aprendemos a amar e a aprovar o nosso Ser, a partir de uma consciência de auto-aceitação, mais prazerosas serão as nossas atitudes na vida.

O prazer torna-se consciente em cada ato, em cada gesto, quando reconhecemos que o amor e o respeito que podemos sentir por nós mesmos e pelos outros está sempre disponível na dimensão da Alma.  No entanto, ao vivenciar essa atitude amorosa é essencial ter os dois pés no chão e estar aberto para viver experiências significativas. E sempre se lembrar de que o AMOR começa no interior de nossa alma.

O amor é um sentimento que faz parte da "felicidade democrática", aquela que é acessível a todos nós. É democrática a felicidade que deriva de nos sentirmos pessoas boas, corajosas e ousadas. Já a "felicidade aristocrática" deriva de sensações de prazer possíveis apenas para poucos: riqueza material, fama, beleza extraordinária. Felicidade aristocrática está relacionada à vaidade e é geradora, inevitável, de violência, em virtude da inveja que a grande maioria sentirá da ínfima minoria.

É difícil definir felicidade, mas pode-se, de modo simplificado, dizer que uma pessoa é feliz quando é capaz de usufruir sem grande culpa os momentos de prazer e de aceitar com serenidade as inevitáveis fases de sofrimento. É impossível nos sentirmos felizes o tempo todo, mas os períodos de felicidade correspondem à sensação de que nada nos falta, de que o tempo poderia parar naquele ponto do filme da vida. A vida pode e deve ser melhor e mais prazerosa, só depende de nós, por isso não podemos permitir que constantes pensamentos e sentimentos negativos tomem conta de nós.

A arte de viver consiste na busca e aspiração à felicidade e ao prazer em cada ato presente, não mais acreditando cegamente que você conseguirá ser plenamente feliz (nas férias, quando se aposentar, ao ganhar muito dinheiro). A felicidade está ao nosso alcance sempre, basta desejarmos e nos dispormos a isso.

A arte de viver tem como elemento chave o amor, principalmente o amor próprio! Por isso, ame-se... Pare de se incomodar e se irritar em demasia com pessoas mal-humoradas, com bobagens cotidianas. Procure refletir e compreender possíveis ressentimentos, mágoas, sentimentos negativos. Não se culpe! Busque melhor conhecer e entender a si próprio e a outrem.

Renove-se! É necessário parar, pensar, orar! Mesmo diante de agitações e problemas, sossegue a si mesmo. PARE! Imagine, mesmo que por curto tempo, que um rio a correr calmamente, entre algumas pedras, produz um burburinho acolhedor e paz perfeita. No fundo das águas, veja peixes nadando, tranqüilos. Acredite. Dentro de todas as pessoas existe um universo de aptidões que dorme. Qualidades e capacidades que, se fossem postas em atividades, produziriam grandes alegrias e as incitariam a dar valor à vida. O que vemos fora é o que temos por dentro. Precisamos distribuir benefícios, pois eles voltam para nós mesmos, de uma maneira ou de outra. Essa é a lei da vida, a lei de Deus.

Reflita.

A arte de viver é uma conquista cotidiana da atitude amorosa! Mas é preciso saber que amor não se implora, não se pede, não se espera... Amor se vive ou não. É o amor que fica, que marca as pessoas... Parafraseando Arthur da Távola, o amor... Ah, o amor... O amor quebra barreiras, une, destrói preconceitos, cura doenças... Não há vida decente sem amor! E é certo, quem ama, é muito amado e vive a vida mais alegremente!!!

Com afeto,

Beth Landim

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Bangladesh... hora do rush...
17/10/2013 | 16h19

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=ySSrG7HgvIQ[/youtube]

Sem comentários...

Com afeto,

Beth Landim

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Ser professor é ser essência...
15/10/2013 | 09h50

É inegável que exercer o magistério causa certo fascínio, pois supõe a capacidade de influenciar as pessoas a ver, ouvir, sentir a beleza da vida e, sobretudo, plantar a semente de mudança para um mundo melhor! É por isso, que hoje escrevo para todos os professores de ontem, de hoje e de amanhã, a fim de lembrá-los de que a profissão docente é a base que sustenta toda sociedade, pois todas as profissões se fazem e se constituem a partir dela.

Ser professor é ser emoção. Todos os dias um desafio. Cada aluno, uma lição. Cada plano, um crescimento. Ser professor é perseverar, pois, diante de tantos desafios, ter nas mãos a possibilidade de libertar e aprisionar os sujeitos do saber. Educar parece latente, é obstinação.

Educador, em latim educ?tor, ?ris, significa “o que cria, nutre, diretor, pedagogo”. A palavra professor vem de "professar", que, além de lecionar, significa “declarar publicamente uma convicção ou um compromisso de conduta", como a de uma profissão. Não por acaso, as duas têm a mesma raiz. Nós, mestres, somos profissionais em vários sentidos: por ensinarmos e por nos comprometermos com condutas de trabalho, numa atividade que exige a contínua exposição de convicções. Essa condição também envolve responsabilidades múltiplas, com conhecimentos e procedimentos, especialmente por lidarmos com muitos jovens e crianças e por um tempo longo.

A cada dia há uma nova aprendizagem em nossa vida. Ao ensinar a gente aprende e, com essa aprendizagem, a gente ensina melhor. Isso sempre se transforma num círculo contínuo e, o melhor, produtivo.  A docência é peculiar, pulsa firme em nossas veias, arde e queima... E no contato diário com pessoas, livros, conhecimentos e saberes nos vemos enfeitiçados pela possibilidade de ser “parteiros de idéias” e semeadores de sonhos. Faz-se necessário uma revisão de valores pela sociedade e maior valorização do professor, tanto intelectualmente quanto financeiramente. Nesta perspectiva, falar da docência é falar das várias profissões que transpõem e se sobrepõem a esta. Enquanto professores, somos mágicos, ao fazermos malabares com diversas situações que atingem nossa imagem e a vida pessoal. Somos atores, somos atrizes, que interpretam a vida como ela é, sentimos e transmitimos emoções ao conviver com tantas performances. Somos médicos, ao receber crianças adoentadas pela miséria, pela falta de tempo da família, pela carência de tempo de viver a própria infância. Somos psicólogos, ao ouvir as lamentações advindas de uma realidade dura, que quase sempre nos impede de agir diante do pouco a se fazer. Somos faxineiros, ao tentarmos lavar a alma dos pequenos, das mazelas que machucam estes seres tão frágeis e tão heróicos ao mesmo tempo. Somos arquitetos, ao tentarmos construir conhecimentos, que nem sabemos se precisos, que nem sabemos se adequados. Ao parar e pensar, talvez seja possível encontrar, em cada profissão existente, um traço de nós professores. Por isso, apesar de sermos muitos... somos um só... múltiplos na unidade e únicos na multiplicidade... somos professores ... educadores que professam sua fé no Humano.

Amigos, professores, tenham a certeza de que, sem vocês, a sociedade não tem horizonte, nossas noites não têm estrelas, nossa alma não tem saúde, nossa emoção não tem alegria. O mundo pode não nos aplaudir, mas o  conhecimento mais lúcido da ciência tem de reconhecer que nós somos os profissionais essenciais à sociedade. Sinto um orgulho imenso por poder saudar você, professor e professora, e a sua luta, pois sei que cada vez que somos convocados e invocados à mobilização, na defesa do direito à educação e na promoção da qualidade social que queremos, sempre respondemos: PRESENTE! Por essa razão, a cada professora e a cada professor que fez parte da minha educação e que comigo comunga do ideal de educar, desejo vida longa, muita esperança, muita condição de luta e muita vontade de realizar a sua tarefa.

Não escrevo para heróis e heroínas fictícios, mas para pessoas reais que sabem que educar é realizar a mais bela e complexa arte da inteligência. Educar é acreditar na vida e ter esperança no futuro! Assim, finalizo esse artigo agradecendo a todos os educadores de Campos que, com profissionalismo, competência e todo o amor, fizeram e fazem a diferença na educação, plantando em nossas mentes e corações a semente da transformação da sociedade, não através da luta exacerbada pelo poder, mas a transformação por meio do amor, da partilha e da PAZ! Essa deve ser a verdadeira arma de transformação da sociedade, usar o conhecimento para cultivar a paz e o bem comum! A vocês, professores que são mestres da vida, sujeitos que usam, mas transcendem a lógica e operam no universo da emoção - não a emoção teatral, mas genuína, emoção que contagia a partir do invisível - a minha homenagem!

Parabéns pelo seu dia!!!

Com afeto,

Beth Landim

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Inauguração do Laboratório de UTI Cardiorrespiratória Dr. Maron El Kik
11/10/2013 | 20h12

Noite de emoção em que o ISECENSA inaugura mais um dos seus laboratórios homenageando neste novo espaço de ciência e de pesquisa Dr. Maron El Kik.

O Laboratório, segundo de todo o Estado do Rio de Janeiro, atenderá às graduações de Enfermagem, Fisioterapia, Educação Física e às diversas pós-graduações e conta com ventilador mecânico, monitor de frequência cardíaca, pressão arterial e traçado de eletrocardiograma e com pulmão artificial, possibilitando, desta forma, a simulação de um paciente em UTI.

No ISECENSA conhecimento, ciência, pesquisa e extensão se integram em um único objetivo: servir ao humano oportunizando transformações em nossa sociedade.

O ISECENSA com a inauguração do Laboratório de UTI Cardiorrespiratória Dr. Maron El Kik, confirma seu comprometimento com a seriedade na formação de profissionais voltados para a vida.

Dr. Maron e Mary El Kik

Família El Kik reunida neste momento de grande emoção.

Alunas do ISECENSA prestigiando a inauguração.

Corpo Docente do ISECENSA.

Professores Luciano Chicayban e Alexandre Pereira autores do projeto em conjunto com os coordenadores dos cursos da área de Saúde do ISECENSA.

 

Com afeto,

Beth Landim

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O copo...
07/10/2013 | 12h54

Escrevo para vocês dois contos que nos inspiram a simplificar a vida e apurar nossa sensibilidade para o que realmente importa.

Certa vez, uma psicóloga falando sobre gerenciamento do estresse em uma palestra levantou um copo d'água e todos pensaram que ela perguntaria a velha pergunta sobre o "copo meio cheio ou meio vazio". Mas com um sorriso no rosto ela perguntou "Quanto pesa este copo de água?". As respostas variaram entre 100 e 350g. Ela então respondeu: "O peso absoluto não importa. Depende de quanto tempo você o segura. Se eu segurar por um minuto, não tem problema. Mas se eu o segurar durante uma hora, ficarei com dor no braço. Se eu segurar por um dia meu braço ficará amortecido e paralisado. Em todos os casos o peso do copo não mudou, mas quanto mais tempo eu o segurar, mais pesado ele ficará". Ela continuou: "O estresse e as preocupações da vida são como este copo d'água. Eu penso sobre eles por um tempo e nada acontece. Eu penso sobre eles um pouco mais de tempo e eles começam a machucar. E se eu penso sobre eles durante dias, eu me sinto paralisada, incapaz de fazer qualquer coisa. Às vezes um problema é pequeno e leve, mas de tanto que o seguramos, eles se tornam mais pesados do que são. "Problemas existem, mas chega um momento que precisamos deixar de pensar neles. Então... lembre-se de "largar o copo".

No outro conto, um velho Mestre pediu a uma jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal num copo d'água e bebesse. -"Qual é o gosto?" - perguntou o Mestre. -"Ruim" - disse a aprendiz. O Mestre sorriu e pediu à jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e a jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse: -"Beba um pouco dessa água". Enquanto a água escorria do queixo da jovem, o Mestre perguntou: -"Qual é o gosto?" -"Bom!" disse a jovem. -"Você sente o gosto do sal?" perguntou o Mestre. -"Não", disse a jovem. O Mestre então disse: - "A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Então, quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas. Deixar de ser um copo. Tornar-se um lago”.

Muitas vezes, sofremos mais do que a própria dor, pois não damos sentido ao nosso sofrimento e também não aproveitamos o momento para um crescimento ou, talvez, descobrir um novo caminho, uma nova forma de viver.

A dor, a incompreensão, a decepção, o desprezo, a rejeição, os problemas... às vezes, nos levam a um sofrimento maior do que realmente ele é, e acaba nos paralisando. No entanto, não devemos cultivar o sofrimento, mas devemos dar um novo sentido a ele. Como ensinou o mestre a jovem. O primeiro passo que devemos dar diante de um conflito é encará-lo, nomeá-lo. Existe o perigo de passarmos pela vida vendo tudo com óculos cor-de-rosa, assim não precisamos enxergar e nem enfrentar os conflitos, e agimos como a avestruz, que disse: “O que não deve ser não existe”, e colocou a cabeça na areia.

É importante que não coloquemos “panos quentes” nos conflitos individuais ou comunitários, pois conflitos são sempre uma chance de inspirar nossa criatividade a procurar soluções melhores. Na convivência entre homens e mulheres, de culturas e gerações diferentes, geralmente, ocorrem conflitos que não podem ser resolvidos inteiramente. Por isso, precisamos aprender a conviver com os conflitos, com as nossas diferenças.

É fundamental aceitar as dores que uma ruptura traz e recomeçar. É essencial transformar-se e crescer. Fazendo, da vida, uma linda obra de arte. Ao transformar o sofrimento em uma oportunidade de vida nova, torna-se possível transformar os sonhos em realidade, e acreditar no amor como única verdade!

Transformar o nada em tudo, e amar tudo o que se tem, mesmo em meio às dificuldades. Transformar outono em primavera, noites chuvosas em manhãs ensolaradas...

Estes contos deixam um belo ensinamento: não importa o tamanho dos problemas e desafios que temos, o que importa é a capacidade que temos de começar sempre, correr atrás dos sonhos sem cansar, lutar sem brigar. Ajudar sem esperar, amar sem cobrar... Sonhar sem desanimar... e, enfim, acreditar que você pode "se" transformar, pois um homem só tem o direito de olhar o outro, de cima para baixo, quando está o ajudando a levantar-se.

E como nos diz Fernando Pessoa: “Para ser grande, sê inteiro: nada teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes. Assim em cada lago a lua toda brilha, porque alta vive.”...

Portanto ouse... torne-se um lago e tenha uma excelente semana!

Com Afeto,

Beth Landim

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PARA VER A AURORA BOREAL ...
03/10/2013 | 11h08

Conforme o inverno do hemisfério norte se aproxima, as atenções se voltam para o que de melhor se constrói e produz tendo o frio como tema. É o caso do Hotel Kakslauttanen, que, apesar de funcionar durante todo o ano, tem como principal atração a observação da aurora boreal - fenômeno melhor observado na estação mais fria do ano.

O hotel se situa no meio das florestas virgens do Parque Nacional Urho Kekkonen, no norte da Finlândia, e é considerado um dos melhores locais para se vislumbrar o fenômeno luminoso, graças ao ar puríssimo e à paisagem deslumbrante da região.

Apesar de ocorrer durante todas as noites entre agosto e abril, a aurora boreal é melhor vista nas longas noites do inverno, quando a colisão entre os gases terrestres e solares produz efeitos ainda mais espetaculares.

Além disso, ele abriga a maior sauna úmida do mundo, onde há até um restaurante, e constrói a cada inverno um bar de gelo e uma capela feita de neve.

Durante os meses mais frios, os visitantes podem ainda se hospedar em um dos 12 iglus onde a temperatura média é de -6°C. Cada iglu conta com paredes térmicas que, durante a noite, garantem o aconchego... Para melhor observação da aurora boreal, eles são construídos com teto de vidro e, caso o fenômeno aconteça, os hóspedes são avisados pelo sino da capela.

 

Fica a dica  com a imagem aconchegante deste quarto acolhedor e charmoso...

O clima caliente ...é dado pelos hóspedes , com a participação linda da aurora boreal ...

Com afeto,

Beth Landim

 

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A saudade fotografada...
02/10/2013 | 12h02

Com afeto,

Beth Landim

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Sobre o autor

Elizabeth Landim

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