Formentera... o destino do momento...
30/09/2013 | 16h49

Formentera, a irmã de Ibiza, o destino do momento...

Imagine Ibiza nos anos 70, quando as discotecas e o eletrônico pulsante ainda não haviam tomado conta da mais célebre das ilhas Baleares... Este lugar existe atualmente – claro, com certas adaptações: é Formentera, que representa a memória nostálgica do mood boho relax da Ibiza setentista.

A pequena ilha fica bem pertinho da irmã famosa (são 30 minutos de balsa), tem apenas 19 quilômetros de extensão, praias paradisíacas com água azul-turquesa e habitantes ultrareceptivos até durante a alta temporada. Mas não é só: em Formentera não existe farol, e não é difícil cruzar com os pequenos lagartos verde-esmeralda, residentes numerosos do local. Encontrar wifi não é a tarefa mais fácil do mundo, assim como um supermercado aberto na hora da siesta.

 

A maravilhosa praia de Es Calo e o bar homônimo, point para um killer mojito.

Reciclagem é parte do vocabulário há tempos e o cuidado e o contato com a natureza é inerente ao modo de vida dali. Mas, ao mesmo tempo, há uma boa porção de lojinhas, bares e restaurantes que deixam o local menos inabitado e urbano na medida. Lá é possível relaxar, sem se isolar do mundo, e é essa equação que tem atraído cada vez mais visitantes – Kate Moss bate ponto por lá desde 2007 e Phillipe Starck construiu sua primeira casa no local há 40 anos. Para aproveitar o melhor da ilha, confira uma guia prático:

Fuja do high summer: setembro é o mês perfeito para visitar a ilha.

Os estabelecimentos ainda estão funcionado após a temporada, faz calor, mas menos escaldante, os preços abaixam vertiginosamente e a densidade demográfica também.

Homestay: para aproveitar a ilha "comme il fault", troque o conforto do quarto de hotel por uma das pequenas e charmosas casas postas à disposição por seus proprietários em sites como Airbnb e Homeholidays. Para quem não abre mão do room service, o Gecko Beach Club tem chef com estrelas Michelin e piscina central cujas águas supostamente já refrescaram Leonardo di Caprio e Sienna Miller.

Não importa se você fez parte do último Tour de France: para conhecer bem todos os cantinhos de Formentera, alugue um carro – deixe a bike para passeios mais curtos pela tarde. O Mehari e o Mini Moke são boas pedidas: tem o tamanho perfeito, conforto necessário e charme de sobra para curtir os passeios com os cabelos ao vento.

Al mare: há praias para todos os gostos, das mais badaladas às praticamente desertas. No norte da ilha, dentro de um parque ecológico fechado ficam as paradisíacas praias de Ses Illetes e Llevant, as duas tipo tem-que-conhecer. Bem charmosa com pequenas faixas de areias bem mais privativas, Es Caló pode render uma boa manhã relax para quem topar andar um pouco além do agito dos hotéis à beira-mar. Para quem dispensa a areia e curte uma caminhada antes da água, Punta de La Pedrera tem percurso mais aventureiro: só pode ser acessada a pé e é preciso descer alguns poucos metros de pedras. O visual compensa e dá para mergulhar perto dos rochedos e descobrir uma pequena gruta secreta.

Kate Mossa também dá pinta por lá durante o verão.

A charmosa cidadezinha é cheia de lojinhas locais.

Fica aí uma maravilhosa dica!!!

Com afeto,

Beth Landim

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As Borboletas e o Jardineiro...
28/09/2013 | 20h15

"Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses".

Ao refletir sobre este pensamento de Rubem Alves fico a pensar na importância das mudanças para nossas vidas. Quando observamos o vôo e o colorido das borboletas nos impressionamos com sua beleza e naquele momento não pensamos na feiúra que fez parte de cada fase de sua transformação até que chegasse a maturidade de sua beleza. Da mesma maneira, nós seres humanos vivemos essa transformação permanente e processual, numa metamorfose longa e silenciosa. Mas essas mudanças são possíveis mediante as muitas transformações que começam em cada um de nós, todos os dias, mesmo diante dos sofrimentos causados pelas pedras no caminho. Buscamos superar, valorizando a capacidade, a criatividade, mas, sobretudo, sentindo a alegria de aprender e ensinar.

Onde aprendemos sobre como ser feliz?

A felicidade é como uma taça que se deixa encher com a alegria que transborda do sol. Mas vem o tempo quando a taça se enche e ela não mais pode conter aquilo que recebe, e então deseja transbordar. Esse é um grande momento de nossa metamorfose, quando descobrimos a alegria de compartilhar com o outro a felicidade que mora dentro de nós. Para Rubem Alves, o ensino das ciências, o ensino da literatura, o ensino da história, o ensino da matemática não são apenas disciplinas a serem ministradas, mas "taças multiformes coloridas que devem estar cheias de alegria". Essa felicidade deve ser compartilhada com aqueles que recebem o ensinamento: os alunos. A alegria de ensinar deve ter a contrapartida da alegria de aprender. O que se encontra no início? O jardim ou o jardineiro? Havendo um jardineiro, mais cedo ou mais tarde, um jardim aparecerá. Mas, havendo um jardim sem jardineiro, mas cedo ou mais tarde ele desaparecerá. O que é um jardineiro? Uma pessoa cujo pensamento está cheio de jardins. O que faz um jardim são os pensamentos do jardineiro.

Nós somos as borboletas de nosso próprio jardim e simbioticamente necessitamos descobrir o ofício de ser jardineiro num plantar e regar incessante da nossa felicidade. Os seus sonhos são suas esperanças, são as imagens visíveis das esperanças. Os sonhos não correspondem a nada que exista.

Quando os sonhos assumem forma concreta, surge a beleza. Antes de existir como fatos, os jardins existem como sonhos. Se todas as pessoas, desde a infância, puderem aprender nas escolas o respeito e a beleza de todas as pessoas, homens e mulheres, poderemos sonhar e concretizar o sonho de unir a humanidade mais justa, tolerante e igualitária. A educação de hoje, além de se dedicar ao ensino dos saberes científicos, há de superar os seus muros curriculares, dedicando-se também a fomentar esperanças e criar sonhos, a humanizar-se.

Temos visto tantos crimes e atrocidades. Às vezes detemos nossos pensamentos, como foi feito, nos detalhes, nos relatos das investigações policiais. E nos esquecemos de perguntar o que faltou a esse homem? O que está faltando ao mundo? Porque a degradação dos valores? Porque os homens são incapazes de cuidar do seu “jardim” mesmo quando a eles são oferecidas todas as oportunidades.

E como nos diz com propriedade Cecília Meireles... "A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la."

É preciso rever nossas sementes, nossos valores! Temos que a todo o momento limpar as ervas daninhas e deixar florescer o que temos de melhor. Assim é a educação, um trabalho diário, constante, de cuidar, transformar, regar, adubar as mentes com valores sinceros e justos!

É chegado o tempo em que o homem plante as sementes de sua mais alta esperança. Esperança de beleza e de ser feliz sem esquecer que o trabalho que inspira o jardineiro é a espera, muitas vezes a longa espera de colheita do fruto. Porém, sem desanimar nem desistir. Certo de que seu trabalho jamais será em vão. Assim, continua plantando e regando, cuidando e esperando nascer. Chegado o momento da colheita, sua alegria maior, vivencia a partilha, transbordante de frutos... os frutos da felicidade.

E com ela as borboletas virão para dar o seu colorido a nossa existência... Pois, como nos diz Shakespeare... “O tempo é algo que não volta atrás. Por isso plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores...”

 

Todos os dias há um momento em que é possível mudar tudo que nos deixa infelizes. O instante mágico é o momento que um SIM ou um NÃO pode mudar toda a nossa existência, portanto saibamos fazer nossas escolhas!

Uma boa semana!

Com afeto,

Beth Landim

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Já ouviu falar do Bubble Tea?
28/09/2013 | 12h09

Conheça a bebida que já conquistou o paladar dos chineses, europeus e promete virar hit no Brasil...eu adoro chá , consumo durante todo o dia...quero provar , até porque , mudar , conhecer coisas novas , experimentar....nos renova sempre...

Ele nasceu na China, conquistou a Europa e tem tudo para virar hit por aqui. Mix de chá, leite, suco e pérolas de tapioca (sagu de açúcar mascavo) ou popping boba (bolhas de alga com suco), o Bubble Tea é vendido na Bakery Itiriki e na Tea Station, em SP, e nas novíssimas lojas do Is Bubble Tea em BH e Campinas - a de Ipanema (RJ) abre esse mês! Em breve, a gigante londrina Bubbleology também deve desembarcar no país. Bem-vinda seja.

Chá preto, leite e pérolas de tapioca. A combinação inusitada tem como resultado o bubble tea, bebida originária de Taiwan e que começa a aparecer no mercado brasileiro. Consumido frio ou quente, o chá já é febre na Europa e nos Estados Unidos e segue os passos dos cupcakes e do frozen yogurt para ganhar o consumidor no país.

As bolhas são a estrela da casa de chá moderninha IS Bubble Tea, especializada no comércio do bubble tea.

As tais pérolas de tapioca são parecidas com uma gelatina e, apesar da versão original ser feita com chá preto e leite, é possível fazer a sua própria bebida com leite ou suco de frutas, nos sabores maracujá, maçã verde ou lichia, por exemplo.

Na IS Bubble Tea, o cliente é instruído a escolher a base da bebida (água, chá preto ou verde) e, em seguida, decide entre os sabores amêndoa, limão, manga, entre outros. No fim, opta-se pelas pérolas de tapioca, bolhas feitas de alga com sabor de fruta ou pedaços de gelatina. Cada bebida custa a partir de 8,90 reais.

O público jovem é o que tem consumido com mais frequência o bubble tea.

Com afeto,

BethLandim

 

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Hotéis com vistas para o pôr-do-sol...
25/09/2013 | 12h18

Amari Vogue Krabi, em Krabi Town, Tailândia: oferece serviços exclusivos, ambientes decorados com obras de arte tradicionais tailandesas e praia privativa. Aproveite o visual da praia no fim da tarde para abrir os trabalhos... uma bebida especial e aquela companhia... fica perfeito...

Conrad Maldives Rangali Island, Ilhas Maldivas: famoso por seu restaurante subaquático, todo de vidro, o hotel também merece ser visitado pela bela vista que tem de seus restaurantes para a praia... e vejam que cabana... que sol...

Wakatobi Dive Resort, Wakatobi Island, Indonésia: pequeno e confortável, este resort é cercado de árvores de palma e luxuosa vista para o mar. As águas têm altas temperaturas quase o ano todo, convite irrecusável para mergulhar...veja a mesa a beira mar... que convite ...

Holiday Inn Resort Phi Phi Island, Ko Phi Phi Don, Tailândia: os românticos bangalôs tomam uma grande extensão de areia da praia, as margens do Mar de Andamão. A dica é assistir ao pôr do sol deitado em uma das espreguiçadeiras...

Bucuti & Tara Beach Resorts, Aruba, Caribe: supermoderno, o hotel oferece serviços exclusivos aos hóspedes e é famoso pelos happy hours no Bar Sand. Comece a curtição noturna com ótimos drinques e o visual do pôr do sol... olhem estas duas cadeiras vazias... que cenário... e que viagem...

Four Seasons Resort The Biltmore, Califórnia, EUA: o encanto deste hotel não está na decoração em estilo colonial, mas sim em toda a infraestrutura que oferece aos hóspedes. Um bar, ao lado da piscina, é o lugar ideal para descansar e apreciar a paisagem e vejam que varanda... a do quarto então, com lareira e o mar nos levando ao infinito, indescritível...

Couples Swept Away, Negril, Jamaica: este hotel é ideal para quem deseja relaxar e cuidar da beleza, pois conta com SPA, sauna e ginásio para a prática de exercícios físicos. O terraço é o lugar ideal para encerrar o dia com o pôr do sol de fundo... e que por do sol...

Blue Lagoon Beach Resort, Nacula Island, Fiji: este pequeno resort de decoração simples dispõe de diversos tipos de acomodações e restaurantes com comida fresh. Aprecie o pôr do sol de dentro do mar, cercada por corais e água transparente.

Adorooooooooooo,uma rede...uma praia .. céu azul , sol ...e o restante... deixo com a imaginação de cada um ...

Com afeto,

Beth Landim

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Faça uma caipirinha...
24/09/2013 | 14h01

As flores caem bem em qualquer lugar... mesmo no meio dos  estrados, elas conseguem passar sutileza... beleza... intensidade... felicidade e luz....

Eu adoro receber flores... comprá-las também... me presenteio sempre, enchendo minha casa de flores... belas companhias... até para os dias menos felizes...

E para estes dias... mesmo que te deem um limão.... faça uma caipirinha  e leve a vida na flauta... porque tudo vale a pena quando a alma não é pequena...

Com afeto,

Beth Landim

 
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DESISTO...
23/09/2013 | 09h45

Recebi este texto e aproveito este espaço para partilhar toda essa desistência que se faz necessária em nossa vida cotidiana...

“É isso mesmo, entreguei os pontos, não dá mais, acabou. Essa frase soa com tanta força, não é? Mas é verdade, eu desisti mesmo. De um monte de coisas. Desisti de reclamar de quem não quer aprender. Decidi me concentrar em quem quer. E se você olhar bem direitinho, perto de você tem um monte de gente sedenta de conhecimento. Desisti de tentar emagrecer para ser igual a todo mundo. Resolvi ter o peso que eu devo ter, por uma questão de saúde, por uma questão de bem estar. Só isso. Desisti de tentar fazer com que as pessoas pensem do jeito que eu gostaria que elas pensassem. Achei melhor buscar respeitar o outro do jeito que ele é. Imagina se o mundo fosse feito de milhões de pessoas iguais a mim. Ah, isso ia ser um tormento! Desisti de procurar um emprego perfeito e apaixonante. Achei que estava na hora de me apaixonar pelo meu trabalho e fazer dele o acontecimento mais incrível da minha vida, enquanto ele durar. Desisti de procurar defeito nas pessoas. Achei que estava na hora de colocar um filtro e só ver o que as pessoas têm de melhor. Defeito todo mundo acha, quero ver achar qualidades em quem parece não tê-las. Desisti de ter o celular mais “psico-tecno-cibernético” do mercado. Agora eu só quero um telefone, pra falar. É muito frustrante comprar o mais novo modelo e dias depois ver que ele já foi superado. É pra isso que a indústria trabalha. Aproveitei o gancho e apliquei o conceito também a outros produtos: relógio, computador, máquina fotográfica, carro. Desisti de impor minha opinião sobre tudo.

Decidi que de agora em diante vou ouvir todas as opiniões, mesmo as contrárias, e vou tentar tirar proveito de cada uma delas. É mais barato compartilhar as opiniões do que brigar pra manter só uma. Desisti de ter tanta pressa. Tudo na vida tem seu tempo, e se não acontecer, não era pra acontecer. Não quer dizer que eu vou “deixar a vida me levar” e parar de correr atrás do que eu acredito, mas não vou me desesperar se eu perder o vôo. Sei lá o que vai acontecer com o avião... Desisti de correr da chuva. Tem coisa mais bacana que tomar banho de chuva? Há quanto tempo você não sente aquele cheiro de terra molhada? E se o resfriado chegar, qual o problema? Não vai ser o primeiro nem o último. Desisti de estudar por obrigação. Agora eu faço da leitura um momento de prazer... Cadeira confortável, pezão pra cima, um chocolate quente, minha gata ronronando do lado. Os livros agora ficaram menores e mais fáceis, mesmo que seja a CLT ou a NBR 9004. Desisti de buscar uma planilha de indicadores toda verdinha. Os índices são assim mesmo, às vezes melhoram, às vezes pioram. Isso é o mundo real. Eu não vou deixar de fazer a gestão sobre eles, mas decidi que não vou mais sofrer por isso. Bons ou ruins eles devem gerar aprendizado e isso é o mais importante. Desisti de trabalhar para fazer o meu sistema da qualidade ser perfeito. Eu prefiro mantê-lo sob controle, funcionando, ajudando as pessoas, ajudando os processos, dando resultados, mesmo que aos poucos. Com essa filosofia eu ganhei um monte de parceiros, ao invés de cultivar inimigos. Se eu fosse você, desistia também... Tem um monte de coisas que você faz, carrega e sente, que não precisa!!!”

E nunca se esqueça que existem 4 coisas na vida que não se recuperam: a pedra - depois de atirada; a palavra - depois de proferida; a ocasião - depois de perdida; o tempo - depois de passado...

Portanto...

Dê mais às pessoas do que elas esperam, e faça-o com alegria. Case com alguém com quem você goste de conversar. À medida em que vocês forem envelhecendo, seu talento para a conversa se tornará tão importante quanto os outros todos. Não acredite em tudo o que ouve: não gaste tudo o que tem, não durma tanto quanto gostaria. Quando disser 'eu te amo', seja sincero. Quando disser 'sinto muito' olhe nos olhos da pessoa.  Fique noivo pelo menos durante seis meses antes do casamento. Acredite no amor à primeira vista. Nunca ria dos sonhos dos outros. Quem não tem sonhos tem muito pouco. Ame profundamente e com paixão. Você pode se ferir, mas é o único meio de viver uma vida completa. Quando se desentender, lute limpo. Por favor, nada de insultos. Não julgue ninguém pelos seus parentes. Fale devagar, mas pense depressa. Quando lhe fizerem uma pergunta a que não quer responder, sorria e pergunte; 'Porque deseja saber?' Lembre-se que grandes amores e grandes realizações envolvem grandes riscos. Diga 'saúde' quando alguém espirrar. Quando você perder, não perca a lição. Recorde-se dos três 'R'Respeito por si mesmo,  Respeito pelos outros, Responsabilidade pelos seus atos. Não deixe uma pequena disputa afetar uma grande amizade. Quando notar que cometeu um engano, tome providências imediatas para corrigi-lo. Sorria quando atender ao telefone. Quem chama vai percebê-lo na sua voz. Passe algum tempo sozinho e reflita...

Desapague-se...

Com afeto,

Beth Landim

 
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Um dia no Parque Lage...
20/09/2013 | 20h54

Passar uma manhã no  Parque Lage é um passeio gostoso e agradável que você pode fazer. Localizado entre as encostas do Maciço do Corcovado e o Jardim Botânico, o parque conta com áreas para piqueniques, lagos, jardins e trilhas, o que permite às famílias relaxar e explorar a sua beleza natural… um  parque muito charmoso…

Um  gostoso  café da manhã no Café du Lage  com frutas, pães quentinhos, geléias caseiras e outros quitutes…  Depois, conheça o casarão que cerca a piscina, construído para presentear a cantora lírica italiana Gabriela Besanzoni e que hoje abriga a Escola de Artes Visuais do Parque Lage.

Os azulejos, mármores e ladrilhos dos salões são encantadores e as pinturas feitas pelos alunos da escola convidam os visitantes à contemplação. Ao lado da fonte com jardins geométricos, localizada em frente ao casarão, há uma grande área verde, ideal para um piquenique à tarde. Aproveite o momento para apreciar a vista espetacular para o Cristo Redentor e a Mata Atlântica.

Vale a pena se deixar levar pelo verde do lugar… sem pressa para apreciar… As fotos são do sensível colaborador do blog Júlio Falcão.

O Parque Lage está ligado à memória do Rio de Janeiro.  Antigo engenho de açúcar na época do Brasil Colonial,  suas terras se estendiam até as margens da lagoa, (atual Rodrigo de Freitas), conhecida na época pelos índios como de Sacopenapã - lagoa de raízes chatas, em Tupi-Guarani. O Engenho Del Rey pertencia a Antonio Salema, governador do Rio de Janeiro no século XVI.

Após 1660, passou a pertencer à família Rodrigo de Freitas Mello. Em meados do século XIX, um nobre inglês compra parte das terras, e contrata em 1840 o paisagista inglês John Tyndale para projetar um jardim de estilo romântico, nos moldes das quintas européias.

Em 1859, parte da fazenda passa a ser propriedade de Antonio Martins Lage.

Os anos se passam, a chácara vai parar em outras mãos, mas, em 1920, um neto de Antonio Martins Lage, o empresário Henrique Lage, a compra.

Amante das artes, Henrique Lage apaixona-se e casa-se com a cantora lírica italiana, Gabriela Besanzoni. Para agradar a artista, manda construir uma réplica perfeita de um “palazzo romano”, e reformula parte do projeto paisagístico.

Dois grandes portões se abrem à Rua Jardim Botânico, nº 414, para os caminhos cercados de palmeiras imperiais que levam à mansão, projetada pelo arquiteto italiano Mario Vodrel. A fachada principal tem pórtico saliente, totalmente revestido de cantaria. O casarão, construído em torno de uma piscina, tem mármores, azulejos e ladrilhos importados da Itália. As pinturas decorativas dos seus salões foram assinadas por Salvador Paylos Sabaté.

Os jardins que cercam a casa fazem parte do Parque Nacional da Tijuca. São organizados de forma geométrica e o entorno compreende 52 hectares de floresta exuberante, com variedade de espécies da Mata Atlântica, nas encostas do Maciço do Corcovado e ao lado do Jardim Botânico.

O caráter eclético de sua arquitetura aliado ao estilo de vida de seus moradores refletiam o espírito de uma época, onde a vida social da cidade tinha lugar nos salões como o Palacete dos Lage. Deste período ainda encontram-se no Parque Lage algumas ruínas do antigo engenho de açúcar ali existente. Estes valores justificaram o tombamento da área verde, e das construções arquitetônicas ao seu redor pelo IPHAN, no ano de 1957, como patrimônio paisagístico, ambiental e cultural.

O Parque Lage cativa os visitantes que por aqui passam. Seja pela efervescência cultural da EAV, seja pela possibilidade de passeios no clima bucólico de sua área verde, onde destacam-se o lago e as ilhas artificiais, as pontes com trabalhos em rocaille, o coreto e a gruta, construídos em argamassa, imitando rochas e troncos de árvores.

Pode-se também circular dentro de uma das cavernas artificiais e admirar os aquários incrustados nas paredes. Os 12 tanques - o maior deles com capacidade para seis mil litros - abrigam diversas espécies de peixes, priorizando espécies de biomas de rios brasileiros.

Hoje, com bastante diversão para todas as idades, incluindo parque infantil, trilhas – que levam ao Cristo Redentor - chafariz, áreas para piquenique e descanso, estacionamento amplo, além de seguranças locais, o Parque Lage é um convite aos que desejam um contato próximo com a natureza.

Abrigado no edifício da Escola de Artes Visuais do Parque Lage,  o café está situado em meio à mata, num cenário agradável.

Todos os dias  é servido um café da manhã  muito gostoso  e o ambiente é muito charmoso... jogar conversa fora, relaxar, apreciar a natureza  ou simplesmente não fazer nada... é muito gostoso! Eu passei uma manhã e adorei...

Fica a dica...

Com afeto,

Beth Landim

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Eis que ela vem chegando...
16/09/2013 | 20h35

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=MJ40QQ78Wjs[/youtube]

Dia 23... início da Primavera...

Os espinhos fazem parte, mas vamos colher sempre flores...

Que tenhamos uma boa semana!

Com afeto,

Beth Landim

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Vocabulário da Vida...
13/09/2013 | 19h55

As filosofias orientais nos ensinam a viver no presente e não apenas em função dele. Podemos desconhecer os percursos de um caminho, mas, se quisermos evoluir internamente temos de saber manter-nos bem focados na direção para a qual estamos caminhando.

Neste sentido, os planos externos podem sempre mudar, mas os internos não. Ou seja, o compromisso com nosso desenvolvimento interior pode manter-se estável até mesmo enquanto vivemos a presente turbulência à nossa volta.

Recebi da minha mãe um texto retirado do livro “O homem que veio da sombra” de Luiz Gonzaga Pinheiro, que me fez parar para refletir sobre viver no presente com significado: Vocabulário da Vida. Devemos fazer da nossa vida uma busca constante em prol do nosso progresso pessoal, sempre alimentando valores nobres em nosso coração e fazendo da nossa caminhada diária uma grande oportunidade de crescimento. Tudo que fazemos de bom retorna para nós como um incentivo a continuarmos com firmeza a construção de nossa história. Que possamos sempre fazer o melhor de nós, entendendo que a beleza da vida é feita dos bons momentos e significados que se eternizam em nossas mentes, nos dando força e coragem para prosseguir.

As palavras, segundo Aldous Huxley, formam os fios com os quais tecemos nossas experiências. Por isso, achei interessante, este outro tipo de vocabulário: o vocabulário dos sentimentos. É sempre bom refletirmos a palavra com o significado do sentimento, pois nosso mundo é feito de símbolos e sinais.

Segue, então, o Vocabulário da Vida que se possível deve ser lido com o perfume de uma música.

Adeus: É quando o coração que parte deixa a metade com quem fica. Amigo: É alguém que fica para ajudar quando todo mundo se afasta. Amor ao próximo: É quando o estranho passa a ser o amigo que ainda não abraçamos. Caridade: É quando a gente está com fome, só tem uma bolacha e reparte. Carinho: É quando a gente não encontra nenhuma palavra para expressar o que sente e fala com as mãos, colocando o afago em cada dedo. Ciúme: É quando o coração fica apertado porque não confia em si mesmo. Cordialidade: É quando amamos muito uma pessoa e tratamos todo mundo da maneira que o tratamos. Entendimento: É quando um velhinho caminha devagar na nossa frente e a gente estando apressado não reclama. Evangelho: É um livro que só se lê bem com o coração. Evolução: É quando a gente está lá na frente e sente vontade de buscar quem ficou para trás. Fé: É quando a gente diz que vai escalar um Everest e o coração já o considera feito. Filhos: É quando Deus entrega a jóia em nossa mão e recomenda cuidá-la. Fome: É quando o estômago manda um pedido para a boca e ela silencia. Inimizade: É quando a gente empurra a linha do afeto para bem distante. Inveja: É quando a gente ainda não descobriu que pode ser mais e melhor do que o outro. Lealdade: É quando a gente prefere morrer que trair a quem ama. Lágrima: É quando o coração pede aos olhos que falem por ele. Mágoa: É um espinho que a gente coloca no coração e se esquece de retirar. Maldade: É quando arrancamos as asas do anjo que deveríamos ser. Morte: Quer dizer viagem, transferência ou qualquer coisa com cheiro de eternidade. Netos: É quando Deus tem pena dos avós e manda anjos para alegrá-los. Ódio: É quando plantamos trigo o ano todo e estando os pendões maduros a gente queima tudo em um dia. Orgulho: é quando a gente é uma formiga e quer convencer os outros de que é um elefante. Paz: É o prêmio de quem cumpre o dever. Perdão: é uma alegria que a gente se dá e que pensava que jamais a teria. Perfume: É quando mesmo de olhos fechados a gente reconhece quem nos faz feliz. Pessimismo: É quando a gente perde a capacidade de ver em cores. Preguiça: É quando entra vírus na coragem e ela adoece. Raiva: É quando colocamos uma muralha no caminho da paz. Saudade: É estando longe, sentir vontade de voar, e estando perto, querer parar o tempo. Sexo: É quando a gente ama tanto que tem vontade de morar dentro do outro. Simplicidade: É o comportamento de quem começa a ser sábio. Sinceridade: É quando nos expressamos como se o outro estivesse do outro lado do espelho. Solidão: É quando estamos cercados por pessoas, mas o coração não vê ninguém por perto. Supérfluo: É quando a nossa sede precisa de um gole de água e a gente pede um rio inteiro. Ternura: É quando alguém nos olha e os olhos brilham como duas estrelas. Vaidade: É quando a gente abdica da nossa essência por outra, geralmente pior.

Vitória: É a certeza de estarmos fazendo o melhor de nós, diante da missão que Deus nos confiou.

Com afeto,

Beth Landim

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ESPELHOS ALIADOS...
10/09/2013 | 21h39

Eles passam a impressão de ambientes mais amplos e decoram com elegância, quando usados no lugar certo. Os espelhos são ótimos parceiros na hora de transformar os espaços...

O uso de espelhos nos móveis é uma boa dica da dupla Gabriel Valdivieso e Carolina Pereira.

No projeto de Simone Mantovani, o banheiro de tons claros e com parede de espelhos dá a sensação de amplitude. Repare que a bancada suspensa com gavetões otimiza o espaço.No hall de entrada da arquiteta Leticia Nobell, o espelho inclinado dá profundidade ao ambiente.

Multiplique o espelho no lavabo. Patricia Talem usou vários, com diferentes molduras.

Ambientes pequenos devem ter cores claras, certo? Nem sempre. O lavabo do projeto dos arquitetos Marco Donini e Francisco Zelesnikar tem paredes e bancada pretas. O truque para compensar o tom escuro foi fazer uma parede inteira de espelho.

A cabeceira da casa do designer de interiores Sandro Brasil tem azulejos modernistas – no meio deles, há um espelho. Na cômoda, famosa luminária de Ingo Maurer.

A estante na cor pink acompanha o tom da viga neste apartamento assinado pela arquiteta Andrea Murao. Ao lado, o espelho amplia a sala, que tem piso e paredes em tons neutros.

A janela de demolição foi montada com espelho, cortiça e cordões. Fica ótima sobre uma bancada de estudos ou uma penteadeira.

Ao usar dois espelhos perpendiculares, a sensação de amplitude é muito mais poderosa. Projeto da designer de interiores Andrezza Alencar.

Aqui, o espelho reveste as portas de correr do armário e dá a impressão de duplicar o quarto. Projeto da arquiteta Julliana Camargo.

Espelho sobre espelho: uma ideia moderna, projetada pelo arquiteto Décio Navarro, que deixa o lavabo com um ar totalmente retro.

O apartamento de 45 m² tem sala com estilo navy. O sofá em “L” vira duas camas de solteiro para visitas. Uma faixa horizontal de espelho atrás dele parece alongar o espaço pequeno, que ganha outra “janela”. Projeto do arquiteto Marco Antonio Medeiros.

O banco encostado na parede permite que você acomode mais pessoas na mesa. O espelho também é um bom truque da arquiteta Letícia Arcangeli.Uma solução fácil e barata deu vida ao corredor que leva ao lavabo: na parede verde, as plantas artificiais estão presas a uma tela de galinheiro. Os espelhos, na parede oposta e na porta, ampliam o efeito.Na sala de jantar, o balcão espelhado reflete a mesa e cria a sensação de que, em vez de cinco, ela tem dez lugares. Projeto da arquiteta Milena Aguiar.

Espelhos grandes são perfeitos para ampliar ambientes. Mas ele não precisa revestir toda a parede. Uma solução mais econômica é usá-lo como se fosse um grande quadro. Você pode até investir em uma moldura. Projeto da In House.

Com afeto,

Beth Landim

 

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Rui Barbosa: “Sinto vergonha de mim...”
07/09/2013 | 20h27

Memória é o nexo vital entre o passado e o presente. É ter história. Toda criação humana tem o selo da história. E este selo reflete sua organização social, cultural, econômica e educacional. Muito se fala em democracia e, por vivermos em uma, isso se torna algo muito comum e natural. Mas essa palavra é simplesmente ignorada. Hoje, há pelo menos 40 ditadores no mundo e quase 2 bilhões de pessoas vivendo sob esse regime. O custo de tanto despotismo é muito alto: milhões de vidas roubadas, desemprego, pobreza e ações de tirania que chocam a todos. Mas não são apenas estas ditaduras que atormentam o mundo. A liberdade de ir e vir, a liberdade de pensar diferente e de ser diferente, a liberdade de discordar... Sentimos-nos muitas vezes, como se estivéssemos com um esparadrapo na boca e nas mãos: Impotentes...

Ser diferente, pensar diferente, focar sua vida em outros valores, discutir idéias e ideais e não pessoas, nos faz pagar um preço muito alto. Muitas vezes, por vivermos em uma democracia, não damos valor a tudo que ela nos proporciona, e esquecemos até de lutar, de discordar, de sermos nós mesmos, por sermos displicentes com a nossa liberdade. O mundo vem acompanhando o que está acontecendo na Síria.

Vidas de crianças, homens e mulheres sendo ceifadas numa matança irracional. O uso da arma química demonstra o grau de monstruosidade e da banalidade da vida para alguns governantes. Na maioria das vezes assistimos a tudo perplexos, impotentes, pensando que não podemos fazer nada. Mas existem algumas formas de fazer: se expressarmos todos os nossos sentimentos para que mobilizemos a comunidade internacional para se pronunciar e dar um basta já estaremos fazendo alguma coisa. A outra forma é iniciarmos a conscientização política dentro de casa. Independência, nascida em um grito uníssono, precisa ser buscada por cada cidadão, nos pequenos gestos que, somados, devem figurar o ícone de uma vontade coletiva.

Num país onde o índice de analfabetismo ainda é relevante e o desemprego continua marcando a história, não há independência. Onde a natureza continua sendo depreciada e a exploração da mão-de-obra ainda existe, não há independência. A independência não existe onde a política não é instrumento de desenvolvimento coletivo e de igualdade. Onde o acesso à saúde, à educação, ao esporte, à cultura não é prática constante, não há independência. Não é preciso estar à frente de um processo político ou ocupar as cadeiras dos gestores para proclamar a independência ou, até mesmo, para abrir fronteiras rumo a ela. A prática desse conceito deve ser iniciada na instituição mais antiga e forte quando o assunto é aprendizado: na família. Nas ações cotidianas, nos exemplos gerados pelos gestos dentro da própria casa, enquanto pais e filhos, podemos praticar a independência.

Podemos exercer a cidadania, entendendo-a com caminho único rumo ao futuro desejado. Em nossa família, quando rompemos os muros do individualismo, mostrando aos nossos filhos que o bem comum deve ser prioridade, estamos sinalizando que o grito coletivo tem o potencial de transformação necessário ao desenvolvimento da nação. Dessa forma, formamos cidadãos conscientes e preparados para repintar o verde e amarelo de nosso país, por vezes, tão desbotado.

Casa de Rui Barbosa - Botafogo - Rio de Janeiro

Por fim, quero deixar com vocês a palavra de Rui Barbosa, um dos intelectuais mais brilhantes do seu tempo, jurista, político, diplomata, escritor, filólogo, abolicionista, que foi deputado, senador, ministro, jornalista e advogado, fundador da Academia Brasileira de Letras. A palavra de Rui Barbosa que tão se enquadra em nossos dias: “Sinto vergonha de mim, por ter sido educador de parte deste povo, por ter batalhado sempre pela justiça, por compactuar com a honestidade, por primar pela verdade, e por ver este povo já chamado varonil, enveredar pelo caminho da desonra.

Sinto vergonha de mim, por ter feito parte de uma era que lutou pela democracia, pela liberdade de ser e ter que entregar aos meus filhos, simples e abominavelmente a derrota das virtudes pelos vícios, a ausência da sensatez no julgamento da verdade, a negligência com a família, célula-mater da sociedade, a demasiada preocupação com o ‘eu’ feliz a qualquer custo, buscando a tal ‘felicidade’ em caminhos eivados de desrespeito para com o seu próximo. Tenho vergonha de mim pela passividade em ouvir, sem despejar meu verbo a tantas desculpas ditadas pelo orgulho e vaidade, a tanta falta de humildade para reconhecer um erro cometido, a tantos ‘floreios’ para justificar atos criminosos, a tanta relutância em esquecer a antiga posição de sempre ‘contestar’, voltar atrás e mudar o futuro. Tenho vergonha de mim, pois faço parte de um povo que não reconheço, enveredando por caminhos que não quero percorrer… Tenho vergonha da minha impotência, da minha falta de garra, das minhas desilusões e do meu cansaço. Não tenho para onde ir, pois amo este meu chão, vibro ao ouvir o meu Hino...

Como ele bem diz, "Política e politicalha não se confundem, não se parecem, não se relacionam uma com a outra, antes se negam, se repulsam mutuamente. A política é a higiene dos países moralmente sadios. A politicalha, a malária dos povos de moralidade estragada, pois a liberdade não é um luxo dos tempos de bonança, é o maior elemento da estabilidade".

Que busquemos incessantemente a liberdade não nos esquecendo da essência, da consistência de valores em nossas vidas... Que tenhamos sabedoria para discernir o joio do trigo, sempre... Que ao delegarmos aos homens públicos nossa representatividade, saibamos também exercer a cobrança responsável, os deveres do fazer público sem vingança, mas em prol de todo um povo. Liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós...

Com afeto,

Beth Landim

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MADEIRA DE DEMOLIÇÃO...
04/09/2013 | 12h28

Quer um revestimento com personalidade para a sua casa? Esta pode ser uma boa opção. Carregada de história, a madeira de demolição é retirada de antigas construções e transformada em pisos, painéis e até móveis. Além de sustentável, ela tem visual muito bonito. Veja ideias de como usar...

No espaço gourmet, a moradora pediu decoração alegre. Além do colorido dos ladrilhos hidráulicos, o arquiteto Samy Dayan e a designer de interiores Ricky Dayan apostaram em armários de madeira de demolição e cadeiras azuis na bancada...

A moradora Renata Leoni trocou uma casa de 400 m² por um apê de 169 m² e, acredite, adorou a mudança. Tudo graças à varanda gourmet, com horta e madeira de demolição, que dá a sensação de se estar numa casa rústica. “Ficou até mais aconchegante”, diz.

O living deste apartamento de 1970 tem painel de peroba de demolição na parede de fundo. O destaque do ambiente fica para o pufe redondo revestido com couro vermelho. Projeto do decorador Gilberto Cioni e do arquiteto Olegário de Sá.

Neste lavabo inusitado, a pia foi feita com dois barris de chope e uma cuba. Ligada direto à parede, a torneira de jardim dá um ar rústico ao espaço, que tem espelhos com moldura de madeira de demolição.

Antes da reforma, os moradores juntaram materiais de demolição de antigas fazendas, como janelas de madeira maciça e assoalho de peroba. Por isso, a cozinha integrada à sala de jantar ficou com estilo rústico. Projeto do arquiteto Alexandre Sodré.

A cozinha rústica é o lugar preferido da casa de campo do arquiteto Ernesto Tuneu e sua mulher, Mariah Villas Boas. Com fogão à lenha, ela é integrada à sala de jantar, que segue o mesmo estilo, com mesa de madeira de demolição.

Com quadros muito grandes, considere apoiá-los no chão, como na decoração assinada pelo designer Paulo Azeco.  A foto de Cholito Chowe recebeu moldura larga de madeira de demolição.

Este quarto, projetado pela arquiteta Flavia Petrossi, dobrou de tamanho depois de ser integrado ao escritório. Destaque para a parede de tijolinhos atrás da cabeceira, feita com madeira de demolição.

“A madeira peroba-rosa de demolição que está nas paredes e no piso das áreas secas deste banheiro também reveste a porta, proporcionando unidade visual”, diz o arquiteto Flávio Rinaldi. O puxador de latão oxidado foi comprado em feira de antiguidades.

A madeira de demolição no piso e as cores alegres nos móveis reforçam a ideia de que a cozinha é um espaço também para receber neste apartamento. “Os tons de azul e laranja deram jovialidade ao espaço”, diz a designer de interiores Marina Linhares.

As miniazaleias foram plantadas direto nas jardineiras de madeira de demolição...

A mesa rústica de madeira de demolição faz contraste com as cadeiras de design Model A, de Xavier Pauchard, compradas por bom preço na internet pelos moradores Vitoria Parasmo e Ivan Pires.

O quarto da arquiteta Kita Flórido tem suíte, que fica no mezanino e possui assoalho de madeira de demolição.

Com afeto,

Beth Landim

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Shangai World Expo 2010 Concerto de Arte e Música...
03/09/2013 | 12h27

Vale a conferida ...

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=6HfDeTVpinU[/youtube]

Com afeto,

Beth Landim

 

 

 
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Sobre o autor

Elizabeth Landim

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