Sonhos: matéria-prima da essência humana...
28/03/2012 | 10h50

Estive pensando sobre aquela célebre frase de Fernando Pessoa, tão usada nos discursos: “você é do tamanho dos seus sonhos”. E qual será o verdadeiro tamanho dos nossos sonhos? É no sonho que cada um de nós projeta as realizações. Se entendermos o ser humano como a Divina ligação entre o corpo e a consciência, poderemos classificar o sonho como o elemento que acorda o inconsciente e, por vezes, consegue desligar o corpo da consciência. Quando esse desligamento ocorre, passamos a navegar em emoções secretas e profundas.  Sonhar é permitir-se olhar pela janela da liberdade, trilhar caminhos desconhecidos, projetar o futuro, perseguir a felicidade... almejar a vida.

Não existem limites para sonhar. No sonho, é possível brincar com o tempo, refazendo o passado e antecipando o futuro.

Aliás, para sonhar, nem é preciso ter passado ou presente. Para sonhar é preciso, apenas, ter esperança. É a esperança que nos impulsiona e que direciona nossos sonhos.  Sonhar não é direcionar os pensamentos ao que pode ser real. É tornar real, mesmo que apenas na mente. É dar, a própria vida, a um sentimento de bem-estar.

Mas e o tamanho dos nossos sonhos? Quanto maior o sonho, maior a possibilidade de decepção? Não! Esse é o grande erro daqueles que não ousam. Se o sonho é grande, grandes são as possibilidades e as decepções tornam-se oportunidades de aprendizado. Sim. Por vezes, nossos sonhos irão se despedaçar como cacos de uma louça cara. Por vezes, vão sumir como bolhas de sabão no ar. Não importa! Nessas horas, teremos a oportunidade de renovar nossos sonhos. De preencher os possíveis vazios com novas esperanças. É necessário sonhar.

Na natureza, encontramos valiosos exemplos de pequenos-grandes sonhadores. A lagarta, enquanto rasteja, sonha em se tornar borboleta. Troca o lamento de sua condição atual pelo sonho de voar em volta das flores coloridas e, dessa forma, ameniza seu sofrimento e é feliz.

A semente, enterrada no solo, poderia sufocar e morrer em seu próprio pesar. Ao invés disso, sonha em germinar e ver a luz do sol. Enquanto sonha, é feliz e espera sua integração na vida da natureza.

Augusto Cury, psicoterapeuta e escritor brasileiro, em um de seus textos, traduz, como ninguém, a valentia e o significado desses exemplos: “Sem sonhos, as perdas se tornam insuportáveis, as pedras do caminho se tornam montanhas e os fracassos se transformam em golpes fatais. Mas, se você tiver grandes sonhos... seus erros produzirão crescimento, seus desafios produzirão oportunidades e seus medos produzirão coragem”.

É preciso povoar a mente de sonhos. Correr o risco e renovar as esperanças. A projeção de nossos sonhos é o que nos proporciona sustentação moral e emocional para prosseguirmos na grande aventura da vida. O mundo pertence aos portadores de sonhos, seres especiais.

Mas o que fazer quando os sonhos alcançam as nuvens e parecem inatingíveis? Eis aí a pergunta que determinará o real tamanho dos seus sonhos. Se eles são grandes, realize-os! Empenhe-se, simplesmente, em construir os alicerces para alcançá-los.

Quando uma mãe se debruça sobre o berço de seu filho ainda tão pequeno, ela descortina, para ele, os mais lindos sonhos. Projeta uma vida reta, íntegra e feliz. Naquele momento, seus sonhos trazem sua felicidade e transmitem paz ao seu bebê. Mas, como grande é o seu sonho, enquanto aquele menino cresce, é preciso construir os alicerces para que ele se torne o homem digno com o qual ela sonhou.

Tornar um sonho realidade é uma das maiores recompensas humanas. Para isso, é preciso, além de sonhar, buscar os caminhos para realizar nossas fantasias. É muito bom perseguir os sonhos e sentir o gosto de vê-los realizados, nos amadurece e nos prepara para desafios futuros, alargando sempre os nossos horizontes para outros vôos.

Termino este artigo, desejando que você sonhe alto e sonhe sempre. Que renove, a cada queda, suas esperanças e seus projetos.

Que reconheça o tamanho dos seus sonhos e, diante disso, encontre forças para alcançá-los. Que construa pontes que te levem a eles, ao invés de paredes que limitem seu futuro. Não perca a firmeza dos seus pés na terra, mas jamais deixe de erguer a cabeça para o alto e desejar ser uma estrela.

Com afeto,

Beth Landim

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As Sete Maravilhas do Mundo Moderno
27/03/2012 | 15h53

Desde os primórdios da humanidade o homem tenta deixar suas marcas na história. Construções e monumentos espetaculares surgem a cada nova era para tentar alcançar esse objetivo. Diante de tal inspiração e engenhosidade, foram eleitas as Sete Maravilhas do Mundo Moderno.

A lista atual é inspirada nas Sete Maravilhas do Mundo Antigo;

-Pirâmides de Quéops

-Farol de Alexandria

-Jardins suspensos da Babilônia

-Templo de Ártemis

-Estátua de Zeus

-Mausoléu de Halicarnasso

-Colosso de Rodes

Desta lista, o único monumento que ainda resiste praticamente intacta são as Pirâmides de Quéops, construídas no Egito, há cerca de cinco mil anos.

As novas Sete Maravilhas do Mundo foram escolhidas em 2007. A campanha promovida pela fundação suíça, New Open World Foundation, não teve o apoio da Unesco, porém é a lista mais atual eleita pela população. O sistema de votação foi realizado pela internet e telefone. A lista foi divulgada no dia sete de julho de 2007, no Estádio da Luz, em Lisboa.

As novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno, são:

TAJ MAHAL

O monumento erguido pelo amor, como é popularmente conhecido o Taj Mahal, trata-se na verdade de um mausoléu localizado na cidade de Agra, na Índia. A obra foi erguida a pedido do imperador Shah Jahan, em homenagem a sua esposa favorita, falecida após o parto do seu 14º filho.

O prédio começou a ser construído no ano de 1630 e foi concluído em 1652, reunindo milhares de trabalhadores de todo o Oriente. A obra é inteira construída com mármore branco com pedras semipreciosas incrustadas em seu interior.

COLISEU

O Coliseu é a principal atração turística de Roma, várias empresas oferecem em seus pacotes uma visita ao grande anfiteatro. Os turistas tem a oportunidade de conhecer as galerias de acesso a grande arena, bem como outros ambientes ainda preservados.

Por 500 anos o Coliseu serviu ao império Romano como um grande ambiente para entretenimento das massas. Lutas entre gladiadores, caça de animais selvagens trazidos da África e representações das grandes batalhas conquistadas pelo Império Romano eram as atrações mais presentes nos dias de espetáculo.Vítima de terremotos e saques, a grande arena perdeu destaque junto à decadência do Império Romano. Inúmeros furtos acabaram por degradar as riquezas que constituíam o prédio. Durante a Idade Média sofreu também quando foi transformada em pedreira.

MACHU PICCHU

Localizado no Peru, Machu Picchu é um dos grandes destinos da América do Sul. Rico em belezas naturais e arquitetônicas, a cidade perdida dos Incas, como também é chamada, está localizada a 2400 metros de altitude.

A cidade é dividida em duas principais áreas, a agrícola e a urbana. Os inúmeros terraços serviam para a atividade agrícola e estocagem de grãos, enquanto a área urbana abrigava templos, praças e mausoléus.

CHICHÉN ITZÁ

Em relação a deslumbrante arquitetura e conservação dos prédios  de Chichén Itzá, tornam-se um demonstrativo da complexidade da civilização Maia. A beleza das ruinas torna a cidade arqueológica um dos principais destinos turísticos do México.

CRISTO REDENTOR

Um dos pontos turísticos mais visitados do Rio de Janeiro e do Brasil, o Cristo Redentor impressiona e conquista até mesmo aqueles desligados de qualquer vertente espiritual. A vista permite contemplar os mais belos pontos turísticos do Rio.

A estátua tem 38 metros de altura, sendo oito metros referentes ao pedestal de base da construção. Ao contrário do que muitos acreditam a estátua não foi um presente da França ao Brasil, todo dinheiro utilizado na obra foi arrecadado por meio de doações as igrejas de todo país.

Localizado no topo do Morro do Corcovado, foi inaugurada no dia 12 de outubro de 1931, cerca de cinco anos após o início das obras.

A GRANDE MURALHA DA CHINA

A muralha foi construída ao longo de diferentes dinastias chinesas, tendo início no ano de 221 a.C e sendo terminada no século XV.  A construção tem 8.850 Km, passando por diferentes regiões do país - atravessando o Deserto de Gobi, quatro províncias (Hebei, Shanxi, Shaanxi e Gansu) e duas regiões autônomas (Mongólia e Ningxia). Os muros apresentam cerca de seis metros de largura na base e seis metros no topo, alcançando uma altura média de sete metros e meio.As construções tiveram início por motivos militares afim de defender territórios. Serviram como tática do imperador Qin Shihuang para unificar sete reinos em um só país. O imperador aproveitou construções anteriores e aumentou a dimensão da muralha, as obras seguiram pelas dinastias seguintes.

PETRA

Petra é uma cidade arqueológica localizada no Jordânia, oriente médio - situado na bacia entre as montanhas que formam o flanco leste de Wadi Araba, o grande vale que vai do Mar Morto ao Golfo de Aqaba.

A arquitetura belíssima e rustica de Petra já serviu como palco para filmes norte americanos, lá já foram gravados cenas dos filmes, Indiana Jones e a Grande Cruzada e Transformers 2.

Com afeto,

Beth Landim

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AQUEDUTO
20/03/2012 | 12h35

Pontes navegáveis são construções raras de se encontrar no mundo – o que já faz de qualquer uma atração imediata. Se estivermos falando da maior do planeta então, o encanto se multiplica. Localizada na Alemanha, a Wasserstrassenkreuz possui a estrutura de um aqueduto – como o da Lapa, no Rio de Janeiro -, mas foi projetada para ser cruzada por grandes embarcações.

Inaugurada em 2003, e medindo um total de 920 metros de comprimento, a maior ponte navegável já feita pelo homem conecta dois canais – o Elbe-Havel e o Mittelland – ao passar por cima do Rio Elba, um dos mais importantes da Europa, próximo à cidade de Magdeburg.

Centenários, os canais eram ligados antigamente por uma passagem complicada, que se estendia por 12 km. Por conta disso, o planejamento para conectá-los começou há quase um século, mais precisamente em 1919. As obras chegaram a ser iniciadas em 1938, mas tiveram de ser interrompidas por conta da Segunda Guerra Mundial.

Somente após a reunificação da Alemanha, a construção pôde ser efetivamente retomada. A um custo de 500 milhões de euros, ela começou em 1997, e consumiu impressionantes 24.000 toneladas de aço e 68.000 m³ de concreto. O investimento valeu a pena: a moderna conexão dos canais representa uma economia anual de bilhões de euros para a Alemanha, uma vez que é por esta via que o porto fluvial de Berlim liga-se ao Reno, mais importante rio de toda Europa.

Com afeto,

Beth Landim

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A Janela
19/03/2012 | 09h15

Certa vez, dois homens estavam seriamente doentes na mesma enfermaria de um grande hospital. O cômodo era bem pequeno e nele havia uma janela que dava para o mundo. Um dos homens tinha como parte do seu tratamento, permissão para sentar-se na cama por uma hora durante as tardes (algo que tinha a ver com a drenagem de fluido de seus pulmões). Sua cama ficava perto da janela.

O outro, contudo, tinha de passar todo o seu tempo deitado de barriga para cima. Todas as tardes, quando o homem cuja cama ficava perto da janela era colocado em posição sentada, passava o tempo descrevendo o que via lá fora.

A janela dava para um parque onde havia um lago. Havia patos e cisnes no lago, e as crianças iam atirar-lhes pão e colocar na água barcos de brinquedo. Jovens namorados caminhavam de mãos dadas entre as árvores, e havia flores, gramados e jogos de bola. E ao fundo, por trás da fileira de árvores, avistava-se o belo contorno dos prédios da cidade.

O homem deitado ouvia o sentado descrever tudo isso, apreciando todos os minutos. Ouviu sobre como uma criança quase caiu no lago e sobre como as garotas estavam bonitas em seus vestidos de verão. As descrições do seu amigo eventualmente o fizeram sentir que quase podia ver o que estava acontecendo lá fora...

Então, em uma bela tarde, ocorreu-lhe um pensamento: Por que o homem que ficava perto da janela deveria ter todo o prazer de ver o que estava acontecendo? Por que ele não podia ter essa chance? Sentiu-se envergonhado, mas quanto mais tentava não pensar assim, mais queria uma mudança. Faria qualquer coisa!

Numa noite, enquanto olhava para o teto, o outro homem subitamente acordou tossindo e sufocando, suas mãos procurando o botão que faria a enfermeira vir correndo. Mas ele o observou sem se mover... mesmo quando o som de respiração parou. De manhã, a enfermeira encontrou o outro homem morto e, silenciosamente, levou embora o seu corpo.

Logo que pareceu apropriado, o homem perguntou se poderia ser colocado na cama perto da janela. Então o colocaram lá, aconchegaram-no sob as cobertas e fizeram com que se sentisse bastante confortável. No minuto em que saíram, ele apoiou-se sobre um cotovelo, com dificuldade e sentindo muita dor, e olhando para fora da janela viu apenas um muro.

Esta mensagem nos convida a muitas reflexões sobre a forma como encaramos as nossas dores, as nossas alegrias, os nossos problemas e as nossas dificuldades. Vemos como duas pessoas em situações semelhantes reagiram diante das possibilidades que se apresentaram para elas. Cada um de nós vê o mundo sob a ótica dos nossos horizontes.

Se buscamos avaliar as circunstâncias que nos cercam de forma positiva, seremos capazes de visualizar em um simples muro, um filme colorido, em terceira dimensão, e não só trazer alegria para o nosso coração, como também exercer a influência positiva sobre o nosso próximo, fazendo com que ele também seja capaz de partilhar conosco momentos de prazer e de alegria. Se, por outro lado, nos fechamos em nossos problemas e em nossas dores, podemos estar diante de uma das sete maravilhas do mundo e estaremos vendo um mundo preto e branco, onde tudo que há de bom não será capaz de modificar a nossa ótica diante do belo contexto.

Assim somos nós em nossa caminhada. Na maioria das vezes, não conseguimos visualizar como somos privilegiados diante de tantas tragédias e tantos sofrimentos que o mundo vive e que chegam até nós com requintes de detalhes pela mídia, pela internet, e pelas formas mais diversas de divulgação. Em muitos momentos até paramos para comentar o fato, mas não temos o hábito de analisar como somos abençoados diante de tudo que a vida nos oferta. Obviamente que passamos por dores e provações, mas na maioria das vezes nos prendemos nelas, sem força para reação, assistindo o tempo passar pela janela da nossa vida, nos dizer adeus, seguir adiante, e estes momentos nunca mais retornarão, essas oportunidades não serão mais nossas.

Com certeza passaremos por momentos que requerem de nós uma postura de recolhimento para que não sejamos repetitivos em nossas recaídas, freqüentes em nossas frustrações, negativos diante de Deus e do mundo, pessoas que perdem tempo com coisas pequenas. Mas a vida sempre nos convida a novas etapas, e o tempo não nos espera. Temos que levantar a cabeça, reagir diante de Deus, de nós mesmos, da vida, e seguir com firmeza a nossa estrada.

Cada um de nós pode em uma mesma página em branco, com apenas uma frase ou uma figura, escrever um belo conto ou uma bela tragédia. Como você está olhando o mundo que te rodeia neste momento? Você sabia que é responsável não somente por você, mas também por todos que convivem com você no seu dia-a-dia. Quanta responsabilidade!

Que este texto de Ligia Barreto possa nos acordar diante da vida, das oportunidades e nos deixar com a certeza de que a vida é, sempre foi e será aquilo que nós a tornamos.

Desejo a todos uma boa semana, com a certeza de que a aquarela das cores que escolhemos para pintar o muro das nossas vidas possa estar repleta de cores bem alegres e vibrantes, nos trazendo alegrias, esperanças e muita vontade de compartilhar com todos os que nos cercam a beleza da vida que existe dentro de cada um de nós, pois o homem é do tamanho dos seus sonhos, do horizonte que vislumbra!

Com afeto,

Beth Landim

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Piscinas suspensas pelo mundo!
15/03/2012 | 08h39

Ousados, estes projetos transformam qualquer mergulho em um acontecimento único.

Transparente, no teto, na varanda do apartamento... A criatividade dos arquitetos parece não ter limites, quando o assunto é piscina. O único problema é que muitas ficam em residências de luxo e fora de alcance para quem sonha em dar um mergulho nelas. Abaixo, você encontra três tanques suspensos, localizados em hotéis nos Estados Unidos, na Austrália e em Dubai. Quem sabe você não realiza esse desejo nas próximas férias?

INTERCONTINENTAL FESTIVAL CITY, EM DUBAI, NOS EMIRADOS ÁRABES Famosa por seus arranha-céus modernos, com estilo futurista, a cidade não poderia estar fora da lista. A piscina que você vê na foto é enorme, mas esta pontinha é a parte mais atrativa. Isso porque ela ultrapassa o limite do prédio e a parte extra é de vidro. Como é transparente, quem passa na rua e olha para cima pode ver as pessoas dentro da piscina e vice-versa.

JOULE HOTEL, EM DALLAS, NOS ESTADOS UNIDOS O Joule é um dos hotéis mais luxuosos de Dallas, no Texas. A piscina, localizada na cobertura do edifício, se destaca entre os pontos altos da arquitetura. Assim como a do Intercontinental, de Dubai, um pedaço do tanque também ultrapassa o limite do prédio. A diferença é que, apesar de ter a lateral de vidro, o fundo não é transparente. À noite, a área ganha uma iluminação especial.

ADELPHI HOTEL, EM MELBOURNE, NA AUSTRÁLIA Este projeto também se estende além da estrutura do prédio e fica localizado no topo. Com piso e laterais transparentes, a parte suspensa também é segura por vigas, que receberam pintura vermelha. Um dos serviços do hotel permite que uma pessoa alugue a cobertura para uso privativo.

Nada mal para uma festa em volta da piscina, não é?

Com afeto,

Beth Landim

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Fotos Extraordinárias...
13/03/2012 | 12h37

Pare um pouquinho o que está fazendo e se delicie apreciando estas fotos... Dedique um tempinho à você ..... Além da beleza o interessante destas fotos, é que são todas espelhadas ... e aí eu te pergunto, a quanto tempo você não olha pra dentro de você? Você satisfaz seus desejos? Você se reconhece quando se  olha  no espelho?... Pare um pouquinho pra pensar.... A única pessoa que vai realizar seus sonhos e desejos, resolver seus problemas é unica e exclusivamente VOCÊ !!!

 

Com afeto,

Beth Landim

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SIMPLESMENTE MULHER...
10/03/2012 | 13h13

Nesta semana em que comemoramos o dia internacional da mulher, quero comemorar não só a data internacional, mas a alegria de SER MULHER TODOS OS DIAS...

Ser mulher é um mistério divino! Choramos facilmente, rimos com o coração. Nem sempre quando dizemos "não" significa que estamos dizendo "não." Descobrimos que um sorriso pode produzir milagres... e uma lágrima também! Damos à luz sob uma dor terrível e nos esquecemos imediatamente depois de termos nossos filhos nos braços.

Corajosas, frágeis e fortes, vamos à luta sem capacete e sem espada. Temos um coração ao lado do cérebro. Não temos músculos, temos garra. Como mulheres, agimos como mães sempre, para os outros e para nós mesmas. Não buscamos igualdade! Mesmo se nós pudermos exercer várias profissões, há emoções que correm como turbilhões dentro de nós que jamais poderão ser experimentadas pelo sexo oposto, a dor e o prazer de oferecer a luz do dia a um anjo, por exemplo.     Não... jamais haverá igualdade! Não estamos mais à espera de príncipes encantados montados em cavalos brancos! Há muito entendemos que esses só existem nos contos de fadas. O que queremos é simplesmente sermos amadas. Nada mais, nada menos. Não nos preocupamos com músculos e caras, queremos simplesmente alguém que possa nos amar. Parece complicado e, no entanto, é tão simples: só precisamos ser amadas!

Dentro de nós habita uma fada romântica, uma estrela que brilha constantemente que nem os desenganos, nem os casamentos e nem os anos poderão matar. Talvez seja essa uma das diferenças básicas entre um homem e uma mulher: o duende morre mais rápido, morre depois da conquista... Nós, mulheres, seremos sempre... jovens, idosas, maduras, imaturas, belas, fortes, dengosas, charmosas, mimadas, vaidosas ou não... apaixonadas ou à espera... mas sempre, sempre, vai pulsar no nosso peito esse coração de mulher. Coração que ninguém entende, mas que sabe muitas vezes adivinhar a vida! A verdade é que o mundo é feito por diversos tipos de mulheres: mulheres que curam com a força do seu amor... mulheres que aliviam dores com a sua compaixão... mulheres que deixam para trás tudo o que têm, em busca de uma vida nova... mulheres que, todos os dias, encontram-se diante de um novo começo... mulheres que sofrem diante de perdas inexplicáveis... mães amorosas.

Nós mulheres temos uma força que impressiona os homens. Suportamos dificuldades, mas mantemos a alegria, o amor e o contentamento. Lutamos por aquilo que acreditamos e nos erguemos contra a injustiça. Não aceitamos "não" como resposta quando acreditamos que há uma solução melhor. Amamos incondicionalmente, pois nosso coração é o que faz o mundo continuar girando! Temos compaixão e ideais.

Como mulheres, não devemos ser apenas fortes, devemos ser mulheres de força! Mas existe diferença entre ser forte e ter força? Claro que sim! Uma mulher forte malha todo dia para manter seu corpo em forma. Uma mulher de força constrói relacionamentos para manter sua alma em forma. Uma mulher forte não tem medo de nada. Uma mulher de força demonstra coragem, em meio a seus medos. Uma mulher forte não permite que ninguém tire o melhor dela. Uma mulher de força dá o melhor de si a todos. Uma mulher forte comete erros e evita-os no futuro. Uma mulher de força percebe que os erros na vida, também podem ser bênçãos inesperadas e aprende com eles. Uma mulher forte tem o olhar de segurança na face. Uma mulher de força tem a graça. Uma mulher forte acredita que ela é forte o suficiente para a jornada. Mas uma mulher de força tem fé que é durante a jornada que ela se tornará forte.

É por todos esses motivos que me orgulho de ser mulher e de ter em minha vida tantas mulheres que fazem a diferença. A todas essas mulheres... Elzas, Marias, Surayas, Luzias, Lilianas, Eleonoras, Marys, Elisas, Christines, Rafaelas, Julianas, Carolinas, Reginas, Anitas, Veras, Divas, Denises, Marilenas, Martas, Nathércias, Terezas, Vânias... a minha homenagem neste dia tão especial.    Essas mulheres me ensinam, todos os dias, ser como a terra que, fertilizada, faz nascer todas as flores, perfumando os campos; sendo o campo que recebe o sol e a chuva que faz florescer o mundo. Que sejamos mulheres descomplicadas, pois as mulheres descomplicadas são naturalmente felizes... portanto, descompliquemos a vida.

Desejo a cada mulher que, ao ler este texto, lembre-se de que, com sensibilidade e sabedoria, tem o dom de transformar a vida dos que se aproximam!

Feliz Dia da Mulher!

Com afeto,

Beth Landim

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ISECENSA 10 ANOS!
07/03/2012 | 12h04

Com Afeto,

BethLandim

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Vivo ou Morto?
05/03/2012 | 12h28

Há mais ou menos um mês... vivemos como na Idade da Pedra, tentando falar ao celular, sem nenhum êxito... Somos obrigados a gastar vários impulsos, ficar torcendo telepaticamente para que a ligação se complete e possamos ouvir quem está do outro lado da linha. Quem irá pagar os inúmeros impulsos e mais que chegarão em nossa conta telefônica? Quem irá pagar os negócios perdidos pelos profissionais que tem no aparelho celular seu instrumento de trabalho? Quem irá pagar o desgaste das inúmeras tentativas em vão? Quem irá pagar a falta de honradez e ética ao prestar o mínimo de serviços contratados por nós consumidores?

O sistema capitalista mundial até fins dos anos oitenta do século passado, se orgulhava do primor com que tratava seus clientes. As companhias aéreas davam bons exemplos, assim como operadoras de cartões de crédito, de telefonia celular, de energia elétrica, dos correios e dos bancos e várias outras grandes empresas dos setores massificados. Havia competição séria e luta severa por fatias do mercado consumidor. Por isso, parte do lucro, às vezes grande parte, era investida na busca da satisfação dos clientes, não só para o atingimento da fidelização como para a conquista dos novos. Recursos eram investidos na qualidade e na infra-estrutura dos negócios. Os consumidores eram bem tratados e até mesmo bajulados.

Com o surgimento das junções de empresas, fusões, aquisições etc, criaram-se oligopólios e enormes grupos que atuam em conjunto, dominando todo ou quase todo o mercado de sua área de atuação. Além disso, com a administração dessas gigantescas corporações cada vez mais "financeira" que produtiva, a preocupação com a qualidade se esvaiu. O capitalismo mudou: o consumidor se tornou apenas um número (ou um nome num painel, num banco de dados ou algo semelhante) que pode gerar um certa receita monetária, mas cujos direitos, interesses e necessidades não têm mais importância.

Os consumidores são tratados como marionetes, que hipnotizados, devem obedecer ao comando do marketing e da publicidade. É feito de tudo para que eles acreditem nas fantasias veiculadas. Anúncios publicitários mentem ... somos levados ao ilusionismo do consumo, sem de fato usufruirmos o produto oferecido na íntegra.

O overbooking e todos os benefícios excluídos do atual serviço prestado pelas companhias aéreas são uma clara demonstração desse novo modelo capitalista, que despreza o consumidor e que só pensa no ganho financeiro. Os atuais administradores não estão preocupados com seus clientes, especialmente nos setores de baixa competitividade e naqueles em que o consumidor não tem escolha (ou seja, em muitos setores). A qualidade cai, mas gera alguma economia financeira que, na escala, representa maior faturamento e com isso surge o desprezo ao consumidor.

Mas ainda temos leis e estas precisam ser cumpridas. O overbooking, por exemplo, é quase um estelionato, pois é a venda do mesmo assento para mais de uma pessoa (tente fazer o mesmo, vendendo seu automóvel ou seu imóvel para duas pessoas diferentes ao mesmo tempo...). Ademais, as companhias aéreas descobriram uma fórmula para continuar a burlar: quando acontece o problema (basta ir aos aeroportos para verificar sua constância), elas saem distribuindo alguns trocados para receberem de volta o assento vendido. São verdadeiras migalhas em troca de direitos. Eu não tenho dúvida em afirmar que o overkooking é uma prática ilegal e grosseira que precisa ser punida. Até quando seremos passivos? Temos que deixar para gerações futuras uma identidade cultural consciente e solidária, pois nós brasileiros, não estamos acostumados a questionar, exigir e ir em busca dos nossos direitos. Direitos que sempre estão acompanhados de deveres.

Quantas e quantas vezes ficamos com o prejuízo de aparelhos queimados pela falta constante de energia elétrica, porque até entrarmos com uma reclamação, para constatação, reconhecimento e indenização, perdemos tanto tempo, que ao final das contas, achamos que sai mais “barato” deixarmos para lá. É esta tendência do “deixar para lá”, do não exercício da cidadania, que como uma bola de neve, reforça a falta de respeito destas empresas com os consumidores. Sejamos educados, respeitosos, mas nunca podemos abrir mão dos nossos direitos.

Hoje, em pleno século XXI, temos o advento das redes sociais, que muito nos servem para protestarmos pelos maus serviços, mas somente falar não é o bastante. Precisamos interiorizar esta cultura consciente e responsável pelo respeito do direito do consumidor.

Nossa cota de impostos é altíssima, o que já nos lesa dia-a-dia, não podemos mais nos calar e sermos lesados cumulativamente em tudo.

Pense nisto. Seus direitos estão vivos ou mortos no seu dia-a-dia?

Com afeto,

BethLandim

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A Beleza dos dias comuns!
02/03/2012 | 13h18

Outro dia li um texto do escritor Luis Eduardo Machado que poetizava sobre a beleza dos dias comuns e gostaria de compartilhá-lo com meus leitores. A seguir transcrevo o texto: “No final do dia, o marido se dirige à esposa e diz: ‘Hoje foi um daqueles terríveis dias comuns’.É importante refletir sobre como temos uma visão errada sobre os “dias comuns”. Dias comuns são aqueles dias em que tudo foi exatamente como sempre havia sido antes. Normalmente eles são reconhecidos como tediosos e maçantes. Todavia prefiro observar os “dias comuns” de forma diferente (até porque a maior parte dos nossos dias são “comuns”, se eles forem chatos, a nossa vida tende a ser uma chatice só!). Para mim, os dias comuns têm grande valor. Quer ver? Nos dias comuns eu não estou doente nem estou com dor (quando tenho alguma dor, o dia não é um dia comum). Nos dias comuns ninguém que eu amo faleceu ou está muito doente (quando alguém que eu amo está sofrendo, os dias não são comuns). Nos dias comuns não perco o meu emprego, nos dias comuns a minha vida não está envolvida em nenhum escândalo ou catástrofe.

Nos dias comuns as pessoas que eu amo também me amam e não estão “de mal” comigo, nos dias comuns eu não passo fome e nem frio. Nos dias comuns eu não participo das guerras e nem vejo a morte bem perto de mim, nos dias comuns o sol não provocou uma seca e nem a chuva provocou uma enchente. Nos dias comuns não sou assaltado nem seqüestrado, nos dias comuns os amigos não me traem, nos dias comuns eu estou em paz.

Viu? Dias comuns podem se tornar tediosos, mas dias “especiais” (não comuns) podem ser muito difíceis e sofridos. Por isso, prefiro os dias comuns e escolho valorizá-los. Há alguns dias tive um problema de saúde. Passei mal e tive dor. Nesse momento, fiquei lembrando do dia anterior... um “dia comum”. No ordinário dos “dias comuns” eu vejo a mão de Deus. Por isso, sou grato pela beleza dos “dias comuns”.

Esse texto gera uma reflexão acerca da felicidade e de como é importante o modo como vemos e lidamos com a nossa vida no cotidiano! Quantas vezes temos uma vida feliz, temos saúde, um amor, filhos, um trabalho e mesmo assim reclamamos e ficamos ansiosos esperando que algo extraordinário  aconteça?

Precisamos compreender que tudo na vida depende da maneira como vemos e como interpretamos os fatos que acontecem em nosso dia-a-dia. Se temos uma postura positiva e otimista, temos também maior facilidade para resolver os problemas que por ventura surgirem. E ainda levamos a vantagem de valorizar as pequenas belezas da vida.

Por outro lado, se a nossa postura é de valorizar as desgraças, se somos negativos em nossos pensamentos, palavras e atitudes, tudo se torna muito mais pesado e de difícil solução. As vezes uma pequena contrariedade é transformada em um drama muito complicado, deixando as pessoas desesperadas e até deprimidas. Pessoas assim não valorizam as pequenas dádivas da vida, elas precisam de grandes acontecimentos para serem felizes.

O que todos nós, otimistas ou não, não podemos esquecer é que muitas vezes, em muitas situações, precisamos simplesmente mudar o foco, olhar a vida, o mundo ou o próximo com outros olhos e assim nos surpreendermos diante de uma nova visão.

Todos os dias tudo recomeça. A cada amanhecer surge uma nova chance para iniciarmos um novo caminho que possa nos conduzir a destinos melhores do que antes. Olhe para você como um produto da vida e da natureza, que tem um ciclo importante a cumprir todos os dias. Se não deu certo, pense na magia da cura milagrosa do “dia seguinte”. Veja, sobretudo, o quão maravilhoso é poder ter a oportunidade do dia seguinte, a chance de consertar o que deu errado e poder tentar tudo outra vez.Após a leitura desse texto espero que cada um de nós possa ao final de um dia comum agradecer a Deus pelo presente que nos oferta a cada nascer do sol!!!

Com afeto,

BethLandim

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Oscar 2012
01/03/2012 | 12h19

A única razão que nos impossilita de considerar o Oscar 2012 como uma cerimônia de sotaque francês é o fato de o principal vencedor ser um filme mudo. De resto, a 84ª edição do evento organizado pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, que aconteceu neste domingo (26), colocou em destaque "O artista": confirmando um favoritismo que foi se desenhando ao longo de praticamente todos principais prêmios do cinema internacional nesta temporada, a produção franco-belga levou as estatuetas de melhor filme, diretor (Michel Hazanavicius) e ator (Jean Dujardin). Com dez indicações, levou ainda as distinções de figurino e trilha sonora original.

Com elenco e equipe de 'O artista' ao fundo, produtor Thomas Langmann discursa no Oscar após longa vencer o prêmio de melhor filme.

Embora a conta final em favor de "O artista" não tenha sido propriamente uma surpresa, o princípio desta noite de gala no Hollywood and Highland Center (antigo Kodak Theatre) mostrou-se favorável a outro concorrente de destaque. Nomeado em 11 categorias, "A invenção de Hugo Cabret" surgiu muito bem, ao levar os dois primeiros prêmios: fotografia e direção de arte. O ritmo, no entanto, não se manteve. No desenrolar da sessão, esta primeira incursão de Martin Scorsese pelo 3D conquistou outras três estatuetas - edição de som, mixagem de som e efeitos visuais.

Apresentado por Billy Cristal, que pela nona vez se encarregou da função, o Oscar 2012 deveu seu primeiro momento de maior emoção a Octavia Spencer.

Ela recebeu das mãos de Christian Bale o prêmio de melhor atriz coadjuvante, por seu trabalho em "Histórias cruzadas". Ao ter seu nome anunciado, Octavia foi aplaudida de pé pelos presentes no auditório. Chorando bastante, ela agradeceu por diversas vezes a seus familiares.

Octavia Spencer se emociona ao receber a estatueta de melhor atriz coadjuvante.

Quem também mereceu a ovação da plateia foi Christopher Plummer, escolhido o melhor ator coadjuvante por "Toda forma de amor". Ele é agora a pessoa mais velha a já ter recebido um Oscar. No palco, olhando para o prêmio que acabava de receber, o veterano intérprete disse à estatueta: "Você é só dois anos mais velha do que eu".

Quanto à participação brasileira no Oscar 2012, ela pode ser resumida pelo comentário do Carlinhos Brown: "Não foi dessa vez". Ao lado de Sergio Mendes, o músico baiano concorria ao prêmio de melhor canção original, pela música "Real in Rio", tema da animação "Rio", dirigida pelo brasileiro Carlos Saldanha. Havia somente mais um único concorrente na categoria, "Man or Muppet", do longa "Os Muppets". Ela acabou sendo a preferida dos votantes.

Sérgio Mendes,Carlinos Brown e Carlos Saldanha

Confira a lista completa com os ganhadores do Oscar 2012.

Melhor Filme: The Artist (O Artista) Melhor Atriz: A Dama de Ferro, Meryl Streep Melhor Ator: The Artist, Jean Dujardin Melhor Atriz Coadjuvante: Histórias Cruzadas, Octavia Spencer Ator Coadjuvante: Toda Forma de Amor, Christopher Plummer Melhor Diretor: The Artist, Michel Hazanavicius Melhor Edição: Millennium – Os Homens Que Não Amavam as Mulheres Melhor Documentário: Undefeated Melhor Animação: Rango Melhor Trilha Sonora: The Artist (O Artista) Melhor Canção Original: Man or Muppet, Os Muppets (Bret McKenzie) Melhor Roteiro Original: Meia Noite em Paris Melhor Roteiro Adaptado: Os Descendentes, de George Clooney Melhor Som: A Invenção de Hugo Cabret Melhor Edição de Som: A Invenção de Hugo Cabret Melhores Efeitos Visuais: A Invenção de Hugo Cabret Melhor Curta-Metragem de Animação: The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore Melhor Filme Estrangeiro: A Separação Melhor Maquiagem: A Dama de Ferro Melhor Figurino: The Artist (O Artista) Melhor Direção de Arte: A Invenção de Hugo Cabret

Com afeto,

BethLandim

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Elizabeth Landim

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