A PAZ PERFEITA
28/02/2011 | 22h18

Havia um rei que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar numa pintura ... a paz perfeita.

Foram muitos os artistas que tentaram.

O rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou e teve que escolher entre ambas.

A primeira era um lago muito tranqüilo... um espelho perfeito onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um céu muito azul com tênues nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela refletia a paz perfeita.

A segunda pintura também tinha montanhas...mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um céu tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com faíscas e trovões...tudo isto se revelava nada pacífico.

Mas quando o rei observou atentamente reparou que atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto encontrava-se um ninho. Ali, no meio do ruído da violenta camada de água, estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho. Paz Perfeita!

Qual pensas que foi a pintura ganhadora?

O rei escolheu a segunda ... mas por quê?

O rei explicou: "Paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor. Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, permaneçamos calmos no nosso coração. Este é o verdadeiro significado de Paz". Os fardos existem. Quando tentamos o tempo todo brigar com eles, vivemos em guerra constante conosco. Não falo de comodismo, mas sim de aceitação. Que saibamos buscar nossa paz, dentro de nós! Que não permitamos que ninguém possa tirá-la, mesmo quando estivermos no meio de uma guerra. E aí, quando tivermos alcançado este estado de espírito, saberemos beber da inteireza da vida!

Com afeto e muita paz,

Beth Landim

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PEIXE FRESCO
25/02/2011 | 19h25

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não sentiam a diferença no gosto do peixe, por não estar fresco.

Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado.

Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, como “sardinhas”. Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos. Os japoneses continuavam a notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o sabor do frescor. Os consumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto do peixe apático.

Como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?

Antes da resposta, leia o que vem a seguir: Quando as pessoas atingem seus objetivos – tais como: quando encontram uma namorada maravilhosa, quando começam com sucesso numa empresa nova, quando pagam todas as suas dívidas, ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões. Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então, relaxam. Passam pelo mesmo problema dos ganhadores de loteria, que gastam todo seu dinheiro, ou de herdeiros que nunca trabalham e que nunca souberam o valor da conquista ou de pessoas que perderam o sabor da vida e que ficam dependentes de remédios de tarja preta. Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou, no começo dos anos 50: “O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador. Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!”

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega “muito vivo” e  fresco no desembarque.

Tudo porque os peixes são desafiados, nos tanques.

Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista, se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e, até mesmo, da Humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença.

Cresça como pessoa, busque o ser. É tão bom quando conseguimos saborear o valor de uma vitória, de um objetivo exaustivamente alcançado. Os desafios nos trazem sabedoria, vivência, MATURIDADE. É esta maturidade sábia que nos faz aprender a relativizar as coisas. Quando mantemos os sonhos, os desafios e a sedução, não caímos no marasmo e podemos então sentir o frescor da juventude em nossas vidas, perfumando a nossa existência! A provação vem, não só para testar o nosso valor, mas sobretudo para nos fazer crescer.

Desejo muitos desafios e muito frescor a todos! Uma boa semana!

Com afeto,

Beth Landim

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PAELLA DO ESDRAS!!!
25/02/2011 | 09h18

Um encontro, mais do que agradável, de amigos!

Sim, assim é a paella que o jornalista Esdras Pereira e sua esposa Elba, irão temperar a tarde de sábado, no Grussaí Praia Clube.

Neste tempero, ele adiciona toda a sua competência gastronômica, sua inteligência jornalística, e mostra o grande articulador que é com o seu amplo relacionamento, com pessoas de várias "tribos", numa conversa sempre muito animada, que faz com que a Paella  seja sempre um sucesso, como tudo que Esdras faz!

Portanto, fica a dica para sábado: saborear a deliciosa Paella do Esdras, que sempre fica com sabor de quero mais....

Com afeto,

Beth Landim
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O que é ser racional?
23/02/2011 | 23h31

Estes dias fiquei muito envolvida ao ler um conto de William Shakespeare intitulado “O cachorro e o coelho”. E como em cada conto, podemos refletir sobre um ponto, hoje gostaria de fazer uma reflexão sobre a capacidade humana de julgar o próximo.

Vamos ao conto:

“Eram dois vizinhos. Um deles comprou um coelho para os filhos. E os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação. Então o homem comprou um filhote de pastor alemão. Ao conversarem sobre seus animais de estimação os dois vizinhos debateram:

- Seu cão vai comer o meu coelho!

- De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos, "pegar" amizade...

E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos, coelho e cão cresceram e se tornaram amigos. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças eram felizes com os dois animais.

Eis que o dono do coelho foi viajar com a família e o coelho ficou sozinho.  No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra, morto.

Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo, o cão levou uma surra! Dizia o homem:

- O vizinho estava certo, e agora? Só podia dar nisso! Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora?! Todos se olhavam. O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos.

- Já pensaram como vão ficar as crianças? Não se sabe exatamente quem teve a idéia, mas parecia infalível:

- Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na sua casinha. E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças. Logo depois ouviram os vizinhos chegarem. Notaram os gritos das crianças.

- Descobriram!

Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.

- O que foi? Que cara é essa?

- O coelho, o coelho...

- O que tem o coelho?

- Morreu!

- Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem.

- Morreu na sexta-feira!

- Na sexta?

- Foi. Antes de viajarmos as crianças o enterraram no fundo do quintal e agora reapareceu!”

A história termina aqui, o que aconteceu depois, não importa. Nem ninguém sabe. O que importa é fazermos uma reflexão séria a partir dela. O personagem que mais cativa nesta história toda, o protagonista da história, é o cachorro. Imaginemos o coitado, desde sexta-feira procurando, em vão, pelo seu amigo de infância. Depois de muito farejar, descobre o corpo, morto e enterrado. O que faz ele? Provavelmente com o coração partido, desenterra o pobrezinho e vai mostrar para os seus donos. Provavelmente estivesse até chorando, quando começou a levar pancada de tudo quanto é lado.

O cachorro é o herói. O bandido é o dono do cachorro. O ser humano. Sim, nós mesmos, que não pensamos duas vezes. Para nós o cachorro é o irracional, o assassino confesso.

A dura lição que podemos tirar dessa história é que nós seres humanos temos a tendência de julgar os fatos, sem antes verificar o que, de fato, aconteceu. Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos da verdade? Histórias como essa, são para pensarmos bem nas atitudes que tomamos. Qualquer tolo pode criticar, condenar e reclamar - e muitos o fazem.

Mas é preciso caráter e auto-controle para ter compreensão e perdoar. Além disso, temos que parar de achar que um banho, um secador de cabelos e um perfume disfarçam a hipocrisia, o “ser irracional” desconfiado que temos dentro de nós. Temos que parar de julgar os outros pela aparência! Maquiada.

No dia em que pararmos de olhar as pessoas e julgá-las de acordo com os parâmetros dessa sociedade fluida, consumista e estereotipada, poderemos conviver mais felizes. Coitado do cachorro! Coitado do dono do cachorro! Coitados de nós, animais racionais!

Quem tem um animal de estimação talvez entenda como aprendemos com eles, pois nos ensinam valores que a vida moderna, às vezes nos faz esquecer, valores que precisam ser sempre validados, tais como:

FIDELIDADE, AMOR, COMPANHEIRISMO E, ACIMA DE TUDO, CONFIANÇA!

Com afeto,

Beth Landim

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Ir. Suraya, uma mulher à frente do seu tempo!
21/02/2011 | 11h12

Se todos fossem iguais a você, que maravilha viver, uma canção pelo ar, uma mulher a cantar, uma cidade a cantar, a sorrir, a cantar, a pedir a beleza de amar, como o sol, como a flor, como a luz...  Existiria verdade, verdade que ninguém vê, se todos fossem no mundo iguais a você! Ir. Suraya nasceu em Macaé. Filha de família tradicional do empresário libanês Jorge Chaloub e de Alzira Benjamin Chaloub. Caçula de sete irmãos, desde cedo Ir. Suraya já irradiava alegria a todos a sua volta. Perdeu sua mãe aos nove anos, o que não a fez perder a maternidade, que mais tarde se aflorou com a sua vocação. Tinha no seu pai, Jorge Chaloub, seu amigo, confidente, seu exemplo de vida. Sempre alegre, entusiasmada com a vida (cheia de Deus), Ir. Suraya veio estudar em Campos, no “Auxiliadora”, aos 10 anos.

Aluna irrepreensível gostava de jogar vôlei, mas seu esporte preferido era o tênis,torcedora convicta do Fluminense. Amiga dos amigos, viu no “Auxiliadora” e nas FMA sua casa, sua vocação. Quando decidiu seguir a vocação de ser Filha de Maria Auxiliadora teve que convencer seu pai do caminho escolhido.

Formou-se em Filosofia pela UFRJ e depois concluiu seus estudos superiores em Turim, na Itália e em Lyon e Paris na França, onde estudou por cinco anos. Pós graduou-se no Chile em Planejamento Educacional e se tornou Mestre pela PUC-RIO. Sua religiosidade, seu amor à educação e sua identificação com o projeto de Dom Bosco e Madre Mazzarello, aliados ao desejo de um projeto de serviço a uma causa maior, levaram-na a vida religiosa missionária a favor da educação da juventude.

Em seu caminho teve uma brilhante carreira como Educadora, Diretora do Auxiliadora de Campos, Diretora do Auxiliadora de Macaé, Reitora Acadêmica da Universidade Católica de Brasília, Presidente da AEC/RJ e membro de sua Diretoria Nacional, membro do Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro. Em março de 2002, sob a sua Direção, surgiram os Institutos Superiores de Ensino do CENSA, cuja iniciativa foi uma resposta concreta aos desafios de nossos tempos, marcados pela sociedade do conhecimento.

Incansável em seu trabalho, empreendedora, passa sua força invisível aos nossos olhos com incrível confiança através de sua fé e sabedoria! Uma mulher a frente de seu tempo!

Seu conhecimento transforma-se em luta a favor do ser humano. Extremamente humanística, Ir. Suraya vislumbra sempre o “Homem”, o Ser Humano, no seu crescimento intelectual, profissional, aliado ao crescimento espiritual. Particularmente, sou beneficiada neste aprendizado, pois na convivência diária, absorvo suas lições e aprendo cotidianamente. Muitas vezes através de um simples olhar ou no evangelho que lemos todos os dias, antes de iniciarmos o trabalho do gabinete. Quantas lições, quanto aprendizado! O meu muito obrigada sempre!

Tenho absoluta certeza, que estas simples palavras que escrevo, representam o pensamento de milhares de pessoas que gostariam de expressar carinho por você. Desejo que no dia 23, dia de celebrar sua vida, você sinta cada vez mais a presença do inexplicável, que tantas e tantas vezes nos faz sentir.

Que seu viver continue pleno de paz e de luz, e que possa sempre iluminar, com o farol da fé e da sabedoria o nosso caminho!

Luz esta que reluz nas suas ações de iluminar almas!

Que jamais, em tempo algum, se esqueça da Presença que és para todos que convivem com você! Como nos diz a música de Milton Nascimento: “Sua vida é um dom, uma certa magia, uma força que nos alerta. É preciso ter sonho sempre. Você traz na pele e na alma essa marca de ter fé na vida.." E assim é Ir. Suraya, mulher de sorriso franco e largo que possui alegria no viver. Mulher forte sem perder a ternura, que a todos tem sempre uma palavra, um conselho, passando sempre fé e tranqüilidade para a resolução dos problemas. Uma mulher que acredita no jovem, na força da educação, sobretudo em nossa Campos dos Goytacazes. Pois Ir. Suraya teria o mundo para exercer sua vocação, mas escolheu Campos para se dedicar, empreender uma educação visionária e solidária. O conformismo não faz parte de seu vocabulário. Pelo contrário, busca sempre se renovar, inovar, aprender. O desejo intenso de aprender é uma das suas maiores qualidades.

Cultiva seus sonhos como quem cuida da “videira”. Acredita no ser humano, sabe como ninguém descobrir talentos e orquestrar afinadamente seus professores, alunos, funcionários e amigos, pois acredita que viver é saber eternizar os momentos. Já alcançou que o amor verdadeiro começa quando nenhuma retribuição se espera, e desta forma vive com intensidade as suas atividades e o seu amor ao próximo. Você tem cheiro de colo de Deus! Ao seu lado a gente sabe que os anjos existem!

Obrigada, Ir. Suraya, por ser um presente todos os dias em nossa vida!

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RISCO BRASIL
17/02/2011 | 23h45

É necessário que tenhamos noção de economia, principalmente quando se trata da economia do nosso país. Portanto,  não deixe de ler até o fim, mesmo que o assunto não seja de seu total interesse, pois se faz  necessário saber sobre o  Risco País  no cenário econômico brasileiro.

Então vejamos, com o cenário de dolar baixo está propício para viagens ao exterior e importação,  mas esta cotação  favorável para o cidadão brasileiro (que pode, principalmente, comprar importados a preço baixo) oferece alguns riscos:

- Balança comercial desfavorável (com o dolar baixo e o real valorizado, há uma tendência a se importar mais e se exportar menos);

- Fuga ou diminuição de instalação de multinacionais no país (haja vista o maior custo de produção). Neste aspecto, as questões sindicais também têm muito peso, pois quanto maior for a “articulação sindical”, mais temerosas ficam as multinacionais. Outro aspecto muito significativo é a carga tributária de nosso páis. Extremamente exorbitante, não oferecendo margem para que as empresas possam investir no capital intangível que é constituído por seus funcionários, como também não contempla investimentos em pesquisa e tecnologia, o que nos deixa em desvantagem com os demais mercados;

- Consumismo desenfreado (pela queda de preços) o que pode influenciar em uma demanda maior que a oferta e que, a médio e longo prazo, pode “inundar” o mercado de dinheiro,  gerando, indiretamente, um processo inflacionário.

Perceba que, se de um lado, a falta ou baixa de consumo é desfavorável (pois caracteriza uma economia desaquecida e, em graus mais profundos de crise, até uma recessão), de outro (o que vivemos atualmente), caracteriza uma possibilidade de um consumo exacerbado e menor produção industrial.

Os entraves burocráticos do setor público, bem como sua vagareza e corrupção, contribuem altamente para que nosso país não esteja no patamar de desenvolvimento educacional, tecnológico e de pesquisa  a nível satisfatório. Faz-se necessário uma máquina pública com o espírito de coletividade mas que planeje e produza com metas e resultados como a iniciativa privada atua mercado.

O governo tem preocupação em monitorar e gerenciar o poder de compra do consumidor, pois um superaquecimento no poder de compra pode levar a uma onda de investimento em produtos voláteis e que não geram riqueza a médio e longo prazo (como, por exemplo, a compra de imóveis) para o país (como indústria, pesquisa, etc). Veja  a importância do papel da pesquisa universitária como instrumento de fomento econômico.

Quem passou por este problema foi a Irlanda,  que se viu no começo da década de 2000 como um neo-rico do euro, mas que devido a políticas governamentais de empréstimos sem critério e investimento em setores não produtivos a médio e longo prazo (como o imobiliário), caiu em falência antes do fim da década:

http://opiniaoenoticia.com.br/cultura/livros/crise-imobiliaria-irlandesa/

A solução para o crescimento saudável do país é o equilíbrio entre um consumo consciente     (sem consumismo), ao mesmo tempo em que se fomentam políticas governamentais de geração de investimentos em setores produtivos (Porto do Açú, indústrias, investimento em educação e pesquisa, etc).

Por isto, não acredito em uma política estritamente Neoliberal: Que surge com a idéia da “mão-invisível” de Adam Smith e que reflete em uma idéia de que não há necessidade de intervenção estatal na economia, uma vez que o mercado se “autoregularia”:

Daí a questão do investimento na Educação e no desenvolvimento tecnológico ser muito importante: Geram riquezas intelectuais, patentes, produtos. Não é só de bens manufaturados gerados por industrias que um país sobrevive. Veja nosso papel universitário no contexto econômico: Gerar conhecimento, capital intelectual, patentes. Tudo isto, em sintonia com o mercado consumidor e com as necessidades econômicas nacionais.

Hoje, um dos maiores desafios do Brasil, além de se criar uma educação de base satisfatória, é evitar a fuga para o exterior, do capital intelectual brasileiro. Neste contexto, gerar capital intelectual é o grande desafio para o Brasil,  uma vez que a produção intelectual voltada para a demanda das indústrias e tecnologias produziriam riquezas que colocariam o país numa posição indenpendente e autônoma. Assim também é a nossa realidade em Campos dos Goytacazes,  pois o nosso capital intelectual tem que ser produzido e desenvolvido para colocar nossa população apta aos desafios de mão de obra qualificada que agora a região passa a requerer.

É essa produção que irá fazer com que as pessoas possam emergir socialmente, culturalmente e financeiramente. Desta forma,  mais do que abrir nossos olhos, temos que abrir nossa cabeça para o mundo. A informação transformada em conhecimento é a mola mestra dessa equação.  Sejamos cidadãos conscientes e interessados em tudo o que nos  “afeta” e que nos traga significado para uma vida coletiva melhor,   sejamos INTEIROS em nossas AÇÔES e ATITUDES.  Desta forma, nossa cidade e cidades vizinhas não sofreram com o “inchaço” que Macaé passou com a chegada da Petrobrás.  Só através da educação teremos um crescimento equilibrado e consistente.

Com afeto,

Beth Landim

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SÓ PARA VOCÊ...
16/02/2011 | 22h40

Dê sempre o melhor...

E o melhor virá!

Ás vezes as pessoas são egocêntricas, ilógicas e insensatas...

Perdoe as assim mesmo!

Se você é gentil, as pessoas podem acusá-lo de egoísta e interesseiro...

Seja gentil assim mesmo!

Se você é um vencedor, terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros...

Vença assim mesmo!

Se você é honesto e franco, as pessoas podem enganá-lo...

Seja honesto e franco assim mesmo!

O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora pra outra...

Construa assim mesmo!

Se você tem paz e é feliz, as pessoas podem sentir inveja...

Tenha paz e seja feliz assim mesmo!

O bem que você faz hoje, pode ser esquecido amanhã...

Faça o bem assim mesmo!

Alimente sua alma com amor, cure as feridas com carinho....

Sempre procure o fim de uma história, seja ela qual for, desta forma os ciclos se fecham e a vida não fica pendente...

Pois não dá para correr atrás do vento ....

O vento é para ser sentido, para acariciar nossa pele  e nossa alma...

Por fim, dê um sorriso para quem  se  esqueceu como se faz isso ....

Porque sorrir faz bem a alma!!

Com afeto,

Beth Landim

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O CORPO VENCE O FENÔMENO!
15/02/2011 | 22h32

Emocionado e humilde! Assim Ronaldo, o fenômeno, comunicou ao mundo que irá pendurar as chuteiras. Menino pobre, nascido em Bento Ribeiro, 3 vezes eleito o melhor do mundo, bi campeão do mundo pelo Brasil, confessou emocionado que o seu corpo já não obedece aos comandos da mente. As dores são muitas, o peso atrapalha. O corpo já não acompanha a mente!

Em suas palavras ele disse: " Eu perdi para o meu corpo. Foi uma carreira linda!" Uma mente sábia pois Ronaldo teve a lucidez dos craques, dos grandes ídolos que sabem a hora de parar. Um Ronaldo emotivo, grato a família Corintiana, que acolheu e o acolheu. Em suas palavras ele disse nunca ter vivido uma emoção tão grande como a de ter o carinho da torcida corintiana.

Um Ronaldo que se elevou mais ainda como ser humano ao ter uma atitude de humildade, de reconhecimento de tudo o que o esporte proporcionou a sua vida. O certo é, que não esqueceremos seus incríveis dribles, seu sorriso largo, embora inibido, seu frescor da juventude querendo ganhar o mundo com o futebol, fazendo da bola sua melhor companheira!

Suas arrancadas fenomenais, seu jingado, sua obstinação o fizeram um craque, ou melhor, um grande ídolo! Um ídolo que fazia do futebol uma arte. Ronaldo aproveitou a fama para as causas humanitárias. Embaixador da ONU esteve em uma missão de paz em Kosovo, em Porto Príncipe no Haiti pelo Jogo da Paz, no INCA com crianças com câncer, sempre com o objetivo de utilizar a fama como ferramenta de  ajuda ao próximo.

Teve erros? Vários. E quem não os tem? O importante é voltar ao caminho, acertar o passo, ter humildade e seguir em frente. Se caiu, levantou! Foi exemplo de raça e dedicação para muitos jovens. Jogou com o coração. Ronaldo é fenomenal! Teve a sabedoria de enxergar os seus limites e parar na hora certa.

Suas chuteiras fizeram história.

Com afeto,

Beth Landim

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A HORA É ESSA!!!
14/02/2011 | 22h18

O Inep/MEC divulgou no dia 13/01/2011 o Censo do Ensino Superior de 2009 indicando que naquele ano 1.102.000 estudantes se matricularam em mais de 2.700 cursos de Administração espalhados pelo Brasil. Isso representava 18,5% de toda a população universitária brasileira. O levantamento indica ainda que o curso de Administração alcançava em 2009 quase o dobro de alunos do curso de Direito, o segundo mais procurado com 651 mil alunos, seguido de Pedagogia (573 mil) e Engenharia (420 mil).

A grande procura pelo curso de Administração – no Brasil e no mundo – pode ser explicada pela crescente demanda por Administradores profissionais em diversos segmentos: indústria, comércio, serviços, administração pública, terceiro setor, consultoria, magistério, etc. Tendência essa que deve assim se manter, já que o Brasil passa por um processo de desenvolvimento que exige qualidade em seus processos de gestão. Os grandes investimentos previstos para os próximos anos representam grandes oportunidades para o país mostrar elevados níveis de eficiência e de eficácia na aplicação de recursos, assim como na geração de resultados efetivos para todos os interessados, sobretudo para a sociedade brasileira.

No estado do Rio de Janeiro, especificamente  em nossa região, Campos dos Goytacazes, São João da Barra e Presidente Kennedy, não existem mais indícios e  sim provas concretas de crescente demanda. O Super Porto do Açu será responsável pela exportação de minério de ferro, aço, etanol, petróleo e granito. Deverá ser a sede de uma unidade de processamento de petróleo da bacia de Campos, preparando o petróleo para a exportação, retirando a água que vem junto quando o mesmo é extraído do solo. O Super Porto pretende ser um polo industrial de grande porte, constituído de usinas termo-elétricas, complexo siderúrgico, polo metal-mecânico e ainda apresentar uma planta de gaseificação de carvão e pelotizadora de minério de ferro, além de montadoras de automóveis e beneficiamento de rochas ornamentais. A mais recente novidade é a instalação de uma unidade de construção naval (Super Estaleiro)  com operação prevista para início em final de 2012.

Em Presidente Kennedy a construção de um outro porto multiplica a demanda por administradores, engenheiros e técnicos em inspetor de soldagem e em equipamentos.

Portanto, conhecimento é a palavra chave! Não podemos deixar nossa qualificação para depois. Depois, será tarde. A moeda mais valiosa é o conhecimento. A hora é essa! Que nossa população possa ver o que está por vir, o que já está entre nós! Esta visão fará toda diferença no crescimento de nossa cidade.

Com afeto,

Beth Landim

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ALMAS PERFUMADAS
11/02/2011 | 20h20

Li este texto de Artur da Távola e divido o pensar com vocês: “Aos que não casaram, aos que vão casar, aos que acabaram de casar, aos que pensam em se separar, aos que acabaram de se separar, aos que pensam em voltar... Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja. O AMOR É ÚNICO, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus. A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, A SEDUÇÃO tem que ser ininterrupta... Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança, acabamos por sepultar uma relação que poderia SER ETERNA. Casaram. Te amo pra lá, te amo pra cá. Lindo, mas insustentável. O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas. Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes, nem necessita de um amor tão intenso. É preciso que haja, antes de mais nada, RESPEITO.

Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência... Amor só, não basta. Não pode haver competição. Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura, para acatar regras que não foram previamente combinadas. Tem que haver BOM HUMOR para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades. Tem que saber levar. Amar só é pouco. Tem que haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas para pagar.”

Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar. Não adianta, apenas, amar. Entre casais que se unem, visando à longevidade do matrimônio, tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um. Tem que haver confiança. Certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou. É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão. E que amar "solamente", não basta. Entre homens e mulheres, tem que haver discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom e pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado. O amor é grande, mas não são dois. Tem que saber se aquele amor faz bem ou não, se não fizer bem, não é amor.

Porém é imprescindível que tenhamos um encontro de almas, ou melhor, deixo com vocês o que Drumond maravilhosamente escreveu em Almas Perfumadas...

"Tem gente que tem cheiro de passarinho quando canta. De sol quando acorda. De flor quando ri. Ao lado delas, a gente se sente no balanço de uma rede que dança gostoso numa tarde grande, sem relógio e sem agenda. Ao lado delas, a gente se sente comendo pipoca na praça. Lambuzando o queixo de sorvete. Melando os dedos com algodão doce da cor mais doce que tem pra escolher. O tempo é outro. E a vida fica com a cara que ela tem de verdade, mas que a gente desaprende de ver. Tem gente que tem cheiro de colo de Deus. De banho de mar quando a água é quente e o céu é azul. Ao lado delas, a gente sabe que os anjos existem e que alguns são invisíveis. Ao lado delas, a gente se sente chegando em casa e trocando o salto pelo chinelo. Sonhando a maior tolice do mundo com o gozo de quem não liga pra isso. Ao lado delas, pode ser abril, mas parece manhã de Natal do tempo em que a gente acordava e encontrava o presente do Papai Noel. Tem gente que tem cheiro das estrelas que Deus acendeu no céu e daquelas que conseguimos acender na Terra. Ao lado delas, a gente não acha que o amor é possível, a gente tem certeza. Ao lado delas, a gente se sente visitando um lugar feito de alegria. Recebendo um buquê de carinhos. Abraçando um filhote de urso panda. Tocando com os olhos os olhos da paz. Ao lado delas, saboreamos a delícia do toque suave que sua presença sopra no nosso coração. Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa. Do brinquedo que a gente não largava. Do acalanto que o silêncio canta. De passeio no jardim. Ao lado delas, a gente percebe que a sensualidade é um perfume que vem de dentro e que a atração que realmente nos move não passa só pelo corpo. Corre em outras veias. Pulsa em outro lugar. Ao lado delas, a gente lembra que no instante em que rimos, Deus está conosco, juntinho ao nosso lado. E a gente ri grande que nem menino arteiro. Tem gente como você que nem percebe como tem a alma perfumada! E que esse perfume é dom de Deus."

Como nos diz a música de Ivete Sangalo: Quando você passa, eu sinto seu cheiro... O tempo inteiro a te admirar, perco o tino, paro de pensar... Me abraça e me beija, me chama de meu amor... Um bom amor aos que já têm! Um bom encontro aos que procuram! E felicidades a todos nós!

Com perfume e afeto,

Beth Landim

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CIDADE FLUTUANTE - GENTE QUE JÁ PENSA EM 2100!
10/02/2011 | 22h52

Fico encantada com a criatividade, inovação e ousadia da cabeça pensante  do arquiteto belga que  criou o  projeto da cidade flutuante para refugiados de desastres climáticos. Embora, muito distante da nossa realidade, o que mais impressiona é a ousadia do pensar longe.... Para a maioria dos mortais é apenas uma utopia, mas quem sabe em 2100, se não será uma realidade?? A luz elétrica, o celular, vieram de cabeças ousadas  que utilizam a ciência em favor  favor da humanidade, assim é a "ecópolis"  projetada  por Vicent, uma cabeça com liberdade  interna  no pensar ....

O arquiteto belga Vicent Callebault criou um projeto de uma construção que pode ser a solução para a possibilidade da devastação de cidades costeiras com a elevação dos níveis dos oceanos: cidades flutuantes e autossuficientes, capazes de abrigar até 50 mil pessoas.

Essa “ecópolis” teria duas camadas de revestimento, sendo uma delas de fibras de poliéster e a segunda de titânio, que ajudariam a absorver a poluição do ar em um mecanismo ativado por radiação ultravioleta.

As cidades flutuantes ainda contariam com três montanhas e três marinas, dedicadas ao lazer e aos lugares de trabalho e compras dos moradores. Fazendas submersas seriam usadas para produzir os alimentos necessários para a subsistência dos cidadãos. O projeto também conta com diversos equipamentos para a produção de energias sustentáveis, como solar, térmica e eólica. Sua estrutura permite que ela fique atracada perto de massas de terra ou vague livremente com a força das marés.

Callebault espera que o projeto se torne possível até o ano de 2100.

Quando escrevi este post,  o que mais me encantou foi a atitude totalmente desprendida do formalismo, desafiando a normalidade do pensar. Mesmo que não se torne realidade, Vicent não se preocupou com os preconceitos dos nossos conceitos, desafiou sua liberdade interna. É isto que nos faz voar....

Com afeto,

Beth Landim

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PÍLULAS DE GENTILEZA
09/02/2011 | 23h08

A violência e a intolerância têm dominado o mundo. Observe como elas estão ao seu redor; nos noticiários da televisão, nas páginas dos jornais e das revistas, nas conversas em rodas de amigos.

Impotentes que nos sentimos diante de sua escalada, recorremos às leis – contratos firmados entre os homens para regular a convivência em sociedade. Uns passam a defender a pena de morte, um maior rigor na aplicação das normas, a antecipação da maioridade penal, etc. Buscamos proteção e sequer percebemos que pouco contribuímos para alcançá-la.

O efeito estufa ganha notoriedade e o aquecimento global deixa de ser retórica de cientistas para mostrar sua face real. Estamos comprometendo nossa sustentabilidade e as gerações futuras.

Os males que nos afligem decorrem de nossa natureza individualista. Queremos sempre mais. Mais posses, mais bens, mais exposição. Mais coisas quantificáveis, palpáveis, que possam ornamentar uma parede ou serem vistas sobre um móvel de mármore. E, em contrapartida, temos menos carinho, companhia, afeto. Beijamos poucos e abraçamos menos ainda.

Todo jovem, em algum momento de sua vida, nutre a utopia de construir uma sociedade mais justa, onde as diferenças socioeconômicas sejam abrandadas. Ele sabe de sua força e da importância de suas ações para obter esse feito. Mas a idade adulta nos visita e passamos a acreditar que a humanidade não pode ser salva e que uma atitude pontual é suficiente para surtir efeito.

Aqui reside a grande quebra de paradigma. São as pequenas ações individuais, tomadas coletiva e sucessivamente, a gênese da transformação. Lembro-me de um provérbio chinês que diz: Antes de iniciares a tarefa de mudar o mundo, dá três voltas na tua própria casa.

Este processo contínuo e envolvente é chamado de Espiral da Ética. A imagem da espiral remete a algo flexível e em constante movimento ascendente. E a ética invoca aos preceitos morais que habitam com naturalidade nosso íntimo.

Alimentamos esta Espiral da Ética através de nossos comportamentos e atitudes. Poderíamos desfilar aqui muitos exemplos, mas você poderá fazer sua própria lista e começar a colocá-la em prática imediatamente. Cada uma destas ações é chamada de ‘pílula de gentileza’.

Trata-se de pequenas drágeas encapsuladas na mente e sorvidas pelo coração. O princípio ativo é dado pelo amor, com elevada concentração de generosidade e benevolência. A posologia recomenda administrar uma autêntica overdose diária. Os efeitos colaterais são variados e os estudos a este respeito ainda não foram concluídos. Sabe-se apenas que a curto prazo foram observados a ocorrência de brilho no olhar, redução da angústia e da ansiedade, surtos freqüentes de entusiasmo e alegria. E no longo prazo, a expectativa de um lugar melhor para se viver.

O Poder da Gentileza nos torna conscientes e nos faz agir em direção a práticas mais nobres e menos superficiais. Você encontrará sua essência, a paz e a calma que tanto merece. Ao fazer isso por você, estará fazendo por todos nós.

Nunca vi nem nunca ouvi dizer, em toda minha vida, sobre alguém que não gostasse de ser tratado com gentileza. Também nunca soube de alguém que tenha se ofendido ao ser considerado gentil. Sendo assim, creio que o assunto aqui abordado seja de interesse universal: o desejo amplo e irrestrito de ser tratado com consideração, com respeito e – por que não dizer? – com carinho.

Entretanto, aí é que está a questão: em detrimento do que é essencial, passamos a investir tempo e energia demais em comportamentos que consideramos, equivocadamente, mais importantes, mais valiosos e com status mais elevado.

Blaise Pascal (1623-1662), gênio da matemática, inventor da máquina de calcular, filósofo e místico nos diz: “... O espírito de gentileza nunca ganhou centralidade, por isso somos tão vazios e violentos. Hoje ele é urgente. Ou seremos gentis e cuidantes ou nos entredevoraremos.”

Tudo isso se deve, muito provavelmente, ao fato de que, dia após dia, temos tentado garantir nosso lugar ao sol, como se lutássemos uns contra os outros, correndo o risco de perder prestígio, bens materiais, posição social, entre outros valores que, em última instância, não têm nos conduzido ao lugar em que realmente gostaríamos de estar.

Embora insistamos em acreditar que a essência de nossa busca deva ser por “coisas” (ainda que para impressionar ou agradar quem amamos), no fundo, no fundo, nada mais desejamos – genuinamente – além de felicidade, prazer e amor – o que, definitivamente, não está nas “coisas” e sim na relação que mantemos com as pessoas. É isso, e somente isso, que pode realmente nos fazer sentir satisfeitos, preenchidos e em paz!

Com afeto,

Beth Landim

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O esporte pela paz. O ISECENSA no Haiti.
07/02/2011 | 22h19

A "Jornada Haitiana do Esporte pela Paz" aconteceu na última semana de Janeiro em Porto Príncipe - Haiti. Como é de conhecimento geral, o Haiti foi fortemente atingido por um terremoto e um furacão em 2010. Guerras civis, sucessivas ditaduras, disputa de gangues, tráfico de armas e drogas e a própria história de violência transformaram  o país num caos total...

O Capitão Corrêas Neto (integrante das forças de Paz da ONU) idealizou um projeto (a Jornada) que foi aprovado pela ONU. Assim, seguiram para o Haiti os seguintes profissionais: Nilo Terra Arêas Neto ,PROFESSOR ISECENSA(ultramaratona), o Nalbert Bittencourt (volei), José Aldo (MMA), Luíz Lima (natação), Antonio Pizonia (fórmula1), Claudinei Quirino (atletismo ), Dayane Camilo (Ginástica Rítmica) e Sandro Viana (atletismo).

A "Jornada Haitiana do Esporte pela Paz" consistiu em palestras e depoimentos,  clínicas de vários esportes e avaliação e workshop para a seleção haitiana de Atletismo. A culminância foi a corrida de rua (6 km) realizada no dia 23/01/10.

O professor Nilo Terra, professor do curso de Educação Física do ISECENSA, ministrou a palestra sob o tema " Esporte, inclusão social e diminuição da violência comunitária".

O  professor Nilo deixa o seguinte depoimento: "Pessoalmente, tenho a dizer que vivi intensamente emoções muito distintas.  Muita tristeza de ver tanta gente vivendo indignamente, em condições insalubres, falta de moradia, luz, comida, trabalho... Falta de perspectivas. Por outro lado, muita alegria. Eu pude ver celebridades do esporte brasileiro e mundial se mobilizando para minimizar todo esse caos, abrindo mão do período de férias, sem ganhar um tostão, e se valendo de uma ferramenta de transformação social muito conhecida por Todos nós:  O ESPORTE e a CULTURA. Também pude ver o excelente trabalho que o exército brasileiro faz naquele país. De todos os países que compõe as Forças de Paz da ONU no Haiti, o Exército Brasileiro é o MELHOR. Levar a bandeira do ISE ao Haiti ,colocando toda nossa experiência acadêmica em prol daquela comunidade foi edificante e emocionante !"

Projetos desta magnitude nos fazem pessoas melhores, nos convidam para o crescimento. É com muito orgulho e admiração que vejo o Professor Nilo Terra, representando o esporte, a educação física e o ISECENSA no Haiti!  Pessoas como você, Nilo, e os demais profissionais e atletas que compunham esta delegação é que fazem a vida se tornar especial, colorida, coletiva! Dar um pouco do que se tem aos que tem menos ainda é uma atitude engrandecedora! Parabéns! Que sejamos cada vez mais solidários em nossas atitudes e inteiros de coração !!!

Com afeto,

Beth Landim

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A felicidade está no caminho...
04/02/2011 | 19h18

Entre os inúmeros e-mails que recebi ao longo da semana, um me chamou a atenção de forma especial e, por isso, gostaria de compartilhá-lo com vocês.

Ao longo de nossa vida, buscamos intensamente a felicidade. Mas qual é o seu verdadeiro sentido? Mas o que é felicidade?

Muitas vezes, o mundo tenta nos convencer de que a vida ficará melhor quando nós formos casados, tivermos um filho e, depois, mais um. Então nos frustramos, porque nossos filhos não têm idade suficiente e achamos que as coisas mudarão quando eles ficarem mais velhos. Então nos frustramos, porque eles viraram adolescentes e querem discutir conosco a respeito de tudo. Mas achamos que tudo ficará melhor, quando eles forem uns 10 anos mais velhos.

Dizemos, então, que a vida melhorará quando nós trabalharmos juntos com nossos parceiros, quando tivermos um carro bonito, quando tirarmos férias, quando descansarmos.

A verdade é que não há nenhum momento melhor para ser feliz do que AGORA. Se não for agora, então quando será?

A nossa vida muda o tempo inteiro. É melhor ter paciência com tudo e decidir ser FELIZ. Durante muito tempo nós pensávamos que a vida começaria a seguir. A vida de verdade. Pensávamos sempre, é preciso primeiro que uma outra coisa aconteça durante esse tempo: realizar alguma coisa, terminar um trabalho, esperar um momento, atingir um objetivo. E depois começaria a vida de verdade tão desejada.        Ultimamente tenho compreendido que o « depois » já é a vida de verdade. Desse ponto de vista, eu entendi que não existe um caminho para ser feliz.

Ser feliz é o CAMINHO!

Então, curta o « ser feliz ». Pare de esperar até terminar a escola, até voltar para a escola, perder 5 quilos, ganhar peso, começar a trabalhar, casar-se, até a sexta à noite ou sábado de manhã, esperar um carro novo, ter pago a hipoteca, até a primavera, o verão, o outono ou  o inverno, até que a sua música toque no rádio, até morrer e nascer novamente... decida a ser feliz antes.

A felicidade é uma viagem e não um destino.

Não há melhor momento para ser feliz do que... AGORA! Viva e curta o momento.

Tente responder essas perguntas: Diga o nome das cinco pessoas mais ricas do mundo. Diga o nome das últimas cinco Miss Universo. Diga o nome dos últimos dez ganhadores do Prêmio Nobel. Você não conseguiu? É bem difícil, não é?

Não fique triste, ninguém consegue. Os aplausos passam! As taças se enchem de poeira. Os ganhadores são logo esquecidos.

Agora responda as perguntas a seguir: Diga o nome de três professores que lhe deram aulas. Diga o nome de três amigos que te ajudaram quando você precisou. Diga o nome de uma ou duas pessoas que te deixam com a sensação de ser “especial”. Diga o nome de cinco pessoas com quem você gosta de passar o tempo. Mais fácil de responder? Foi mais simples!

As pessoas que significam algo para você não são “as melhores”, não são as mais ricas, não ganharam os maiores prêmios… São os amigos que se preocupam com você e com os quais você se preocupa. São aqueles que continuam ao seu lado.

Reflita sobre isso por um momento. A vida é tão curta!

Por isso, precisamos constantemente buscar os tesouros da alma que não são encontrados na concorrência desleal, no sucesso e na riqueza, mas encontram-se nas pessoas com as quais convivemos e no mais profundo da nossa alma e coração.

Essa pequena reflexão nos faz compreender o verdadeiro sentido da felicidade, pois, a cada dia, a vida nos oferece uma página em branco no livro da existência. O nosso passado já está escrito e não podemos mais corrigi-lo. Nas páginas amareladas podemos encontrar a nossa história, alguns episódios com cores suaves, outras com cores escuras. Lindas recordações... e grandes lições!

Assim, desfrute este novo dia, escreva mais uma página de sua vida com entusiasmo e amor ao próximo. Faça um inventário de todas as pessoas especiais que existem em sua vida e viva cada hora com ânimo, dando o melhor de si. Não prejudique ninguém, sinta-se feliz por estar vivo, de poder presentear um sorriso, de oferecer sua mão e sua ajuda generosa.

Lembre-se: o fundamental da vida não é o que temos, mas QUEM temos ao nosso lado, e quando falo lado, falo do lado de dentro, dentro do coração!!!

E agradeça a Deus pelo presente que lhe dá hoje e pela oportunidade de converter este dia em uma viagem rumo à felicidade! Lembre-se de que, apesar de todas as situações adversas, está unicamente em suas mãos viver o dia de hoje. Seja feliz como se fosse o primeiro, o último ou o único dia da sua vida!

Com afeto,

Beth Landim

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IDÉIAS PARA SUAS PRÓXIMAS FÉRIAS...
03/02/2011 | 21h58

Uma nova praia no Japão

Grande Cânion - O novo "Skywalk"

Ou você prefere um parque temático?

Vá a Las Vegas!

Ou vá à quadra de tênis em Dubai!!!

É muito sonolento para você?

Então que tal alguma atividade de montanhismo.

Ainda está entediado?

Que tal um pouco de ciclismo?

Qualquer que tenha sido sua escolha...

tenha umas boas férias!!!

Com afeto,

Beth Landim

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TELEFONES DE EMERGÊNCIA
01/02/2011 | 20h50

Recebi este texto, divido e reflito com vocês!

Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que tratamos o nosso celular? E se sempre carregássemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa? E se déssemos uma olhada nela várias vezes ao dia? E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa, no escritório...? E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos? E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela? E se a déssemos de presente às crianças? E se a usássemos quando viajamos? E se lançássemos mão dela em caso de emergência? Ao contrário do celular, a Bíblia não fica sem sinal. Ela 'pega' em qualquer lugar. Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque Jesus já pagou a conta e os créditos não têm fim. E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga da bateria é para toda a vida. 'Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto'! (Is 55:6)

TELEFONES DE EMERGÊNCIA:

Quando você estiver triste, ligue João 14.

Quando pessoas falarem de você, ligue Salmo 27.

Quando você estiver nervoso, ligue Salmo 51.

Quando você estiver preocupado, ligue Mateus 6:19,34.

Quando você estiver em perigo, ligue Salmo 91.

Quando Deus parecer distante, ligue Salmo 63.

Quando sua fé precisar ser ativada, ligue Hebreus 11.

Quando você estiver solitário e com medo, ligue Salmo 23.

Quando você for áspero e crítico, ligue 1 Coríntios 13.

Para saber o segredo da felicidade, ligue Colossenses 3:12-17.

Quando você sentir-se triste e sozinho, ligue Romanos 8:31-39.

Quando você quiser paz e descanso, ligue Mateus 11:25-30.

Quando o mundo parecer maior que Deus, ligue Salmo 90.

Anote em sua agenda, um desses telefones,

pode ser IMPORTANTE a qualquer MOMENTO em sua VIDA!!!

O homem de bem exige tudo de si próprio, o homem medíocre espera tudo dos outros (Confúcio). E assim fazemos do celular uma muleta, insubstituível em nossas vidas. Ao passo que temos em nossas mãos um tesouro, não só para as emergências, mas para exercitar também nossa sublimação, nossa paz, nosso entendimento espiritual para sermos pessoas melhores.

Assim nossas escolhas vão fazendo a diferença em nossa vida. Podemos fazer escolhas consistentes ou não? Da mesma forma penso sobre a profissão que escolhemos, quando amamos o que fazemos, não temos que trabalhar um único dia em nossas vidas... Aprendemos todos os dias, com nossos atos, superações, erros... mas quando temos lições que mesmo escritas a tantos séculos atrás, significam cada vez mais nos dias de hoje, é preciso parar para conhecê-las melhor, entendê-las, absorvê-las a cada dia. Pois o pior não é saber o que é certo ou melhor em nossas vidas, o pior é não fazê-lo por preguiça ou por covardia.

E assim somos nós, tantas vezes diante da bíblia e das facilidades do celular e do mundo atual, nos prendemos a tanta coisa que as vezes não conseguimos viver sem as mesmas, sem a tecnologia, sem o conforto, sem a segurança que pensamos obter plenamente do celular.

Nada contra os avanços tecnológicos a serviço do homem, mas não podemos substituir nem fazer desses recursos bengalas em nossas vidas. Temos que buscar o que realmente tem valor, pois são os nossos hábitos e valores que nos diferenciam para sermos uma pessoa melhor.

Busquemos a luz sempre, busquemos nos melhorar, busquemos nos conhecer melhor, nossos erros e acertos, busquemos Jesus! Que possamos ter o hábito de rezar, refletir, de nos abastecermos com a palavra de Jesus, assim como trabalhamos, viajamos, nos alimentamos e usamos o celular. Ou seja, fazer do hábito e da disciplina, momentos de aprendizagem e crescimento interior, descortinando o mundo que a bíblia nos traz. Um livro escrito há tantos séculos, mas que fala a linguagem dos dias de hoje com sabedoria para iluminar o nosso caminho. E este querer tem que ser vivenciado por nós a cada dia, passado para os nossos filhos, pois só gostamos daquilo que conhecemos e é preciso conhecer Jesus!

Que as leituras possam nos tornar cada vez mais afetuosos, solidários, éticos. Que saibamos exercitar a compaixão, a humildade, que possamos ter a caridade sincera, que não almeja aparecer, mas sim ajudar ao próximo, e que possamos manter a pureza dos sentimentos em nossos corações, sendo honestos primeiro conosco mesmo e depois sendo honestos com o mundo!

Que as palavras possam fortalecer nossos sentimentos, nossas dores, nossas fraquezas, e nos ensinar na alegria, não só a agradecer, mas o quanto somos privilegiados por tudo o que somos!

Não se descuide dos telefones de emergência que, além da gratuidade que oferecem, simbolizam para nós um bálsamo que nos embala a vida, como o vento que nos acaricia a pele, são luzes em nosso caminhar....

Com afeto,

Beth Landim

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Sobre o autor

Elizabeth Landim

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