Duas caras: o que falamos e o que fazemos
30/08/2017 | 09h48
Participando certa vez de uma reunião entre empresários, escutei algo que me faz pensar até hoje. Eu, na época responsável pelo departamento de marketing de uma grande empresa, fui com a ideia clara de que seria mais uma reunião com assuntos básicos, como vendas, despesas, estratégias e funcionários.
Realmente isso aconteceu. Mas já no final, um senhor no auge de seus 60 anos, lança uma pergunta que fez todos os poderosos participantes pensarem.
Não lembro exatamente como era, mas a mensagem era esta: de que adianta gastarmos tudo que gastamos se as pessoas que trabalham para nós têm duas atitudes diferentes: o que falam e o que realmente fazem.
Exemplos. Você já deve ter conhecido pessoas que vivem repetindo que dinheiro não aceita desaforo, e ao mesmo tempo, gastam fortunas com inutilidades. Ou que repetem mantras lido em auto ajuda que não levaremos nada de material desta vida, mas sempre nos “lembram” daquele empréstimo ou daquela ajuda. O famoso “jogar na cara”. Pessoas que olham torto quando você toma uma cerveja na terça, e domingo levantam tarde por que encheram a cara no sábado.
As vezes, fazemos até sem saber, pelo menos, espero. Pessoas que dizem não ser interesseiras, e num churrasco só conversam com quem tem dinheiro. A ralé fica de lado. Justificativa? Interesses comuns....
Agora, transporte isto para as empresas, sejam grandes ou pequenas.
O funcionário que no treinamento faz sinal de positivo com a cabeça constantemente quando o assunto e atender bem, e na hora de fazê-lo, fica com a cara amarrada e se quer responde ao bom dia. A empresa que tem como lema honestidade, e no fim do mês, arrecada fortuna em centavos não devolvidos aos consumidores. Vide os trocos de supermercados. O diretor que prega enxugar ao máximo os gastos, ter que despedir funcionários, muitos pais de família, e trocam de caminhonete. E por aí vai.
Gosto muito de um conjunto chamado “Banda Mirim”, de São Paulo. Uma de suas músicas (Felizardo) diz assim: “Hoje eu acordei me sentindo tão bem, tão bem. Também pudera minha vida está tão boa. Logo que acordo já me pego rindo a toa. Eu gosto do que penso, gosto do que faço”....
Resumindo. De modo geral, falamos uma coisa e nossa atitude mostra o contrário. É o famoso “jogar para a galera”. Isso realmente não tem como controlar. É do caráter, e este, infelizmente não controlamos. Por isso, o senhor que fez a pergunta, infelizmente não teve resposta...
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Você esta sendo manipulado!
18/08/2017 | 09h53
Somos manipulados constantemente, e pior, nem percebemos. Citarei alguns exemplos rápidos utilizados pelo marketing, em comércios comuns, para não ficar um texto chato.
Lojas no geral. A maioria é dividida em compras necessárias e por impulso. Por exemplo, numa loja de roupas, uma camisa pode ser necessidade, já um colar pode ser por impulso. Assim, os produtos de necessidades geralmente ficam na cara do gol, e os produtos por impulso mais ao fundo, estrategicamente colocados.
Cores e a iluminação. Detalhes estéticos? Não. As cores mais vibrantes, por exemplo, podem chamar mais atenção, mas quando usados erradamente, causam certa irritação. Já reparou que os fast foods utilizam cores fortes com frequência? Assim o cliente chega, come e vai embora, dando lugar a outro. Diferente dos restaurantes, onde os clientes ficam muito mais tempo... e surpresa! As cores são neutras...
Literatura. Citarei um livro, Best Seller que a maioria leu, mas muitos não perceberam o marketing contido no texto. O Código Da Vinci de Dan Brown, um dos autores de maior sucesso atualmente, está repleto de propagandas. No livro, são citadas quase 50 marcas, que vai de relógios a restaurantes...filantropia?
O segredo do marketing é parecer natural ao ponto de não percebermos. Talvez o melhor exemplo seja o caso dos supermercados. O interior é inteiramente voltado para estimular o consumo.
Geralmente os clientes entram pela direita dos caixas, pois segundo estudos, o ser humano tem a tendência de virar a cabeça para essa direção. Assim, o lado direito fica reservado para a seção de roupas ou demais, pois provavelmente poucos vão ao supermercado para comprá-los, mas o efeito já foi conseguido: Você olhou para a direita e pode ter despertado seu interesse por alguma peça ou promoção.
Na esquerda, localiza-se toda a extensão do supermercado. Os produtos chamados de "primeira necessidade" são distribuídos pelo local, fazendo com que os clientes circulem, aumentando assim, a visibilidade e podendo ocasionar uma compra não programada. Mesmo motivo pelo qual o açougue e a padaria são localizados no final do estabelecimento.
Em relação às estantes, elas são divididas em três níveis: O primeiro perto do solo, onde estão os produtos que mais vendem, os chamados vendas obrigatórias; O segundo, a altura das mãos; E o terceiro, localiza-se ao nível dos olhos. Nesses dois últimos, as vendas são alavancadas por estarem em local de fácil visualização e podem ser pegos facilmente, localizando-se assim, os produtos novos, poucos conhecidos ou encalhados. O que pode ser visto, conhecido e tocado, vende.
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Clientes: diferença entre ATENDER e TRATAR bem.
09/08/2017 | 11h58
Num mundo onde os produtos em sua maioria são todos iguais, não raro do mesmo fabricante apenas com etiqueta trocada, é comum que ao falarmos em diferencial, pensamos logo no atendimento ao cliente.
Comum também é o cliente chegar numa loja, ser recebido pelo vendedor com um largo sorriso no rosto, ter seus caprichos atendidos e, após a venda concluída, ver a máscara cair e ser deixado de lado. E coitado desse cliente se ele voltar para reclamar de um produto com defeito ou alguma dúvida... aí ele passa de “querido” a “rejeitado”.
Exagero? Infelizmente não...
É fácil entender esta atitude, pois no mundo comercial, tudo são números. O supervisor tendo que aumentar as vendas, o gerente querendo bater metas e o diretor com necessidade de reduzir custos e aumentar a margem de lucro. E no final do quiabo, o vendedor.
Nesta confusão, poucos tentam entender a diferença entre atender bem e tratar bem um cliente.
Tratar bem, é muito mais simples, alias, nem deveria ser uma qualidade, e sim, uma obrigação. Você não vai brigar com uma pessoa que lhe falou “bom dia”. Partindo do princípio que todos deveriam ser educados, e o ser humano é feito de relacionamentos constantes, atitudes simples como uma simpática saudação e uma conversa informal, já cumprem o papel. Pronto, o cliente foi bem tratado.
Agora, atender bem, já é outra história. Vai desde o tratamento, a limpeza e organização do local, até o famoso pós venda. Ou seja, o cliente já foi embora do seu estabelecimento, e continua sendo atendido. Este tipo de relacionamento é duradouro, faz com que ele seja fiel a você e a seus produtos.
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Turismo. Esta bom como está?
04/08/2017 | 15h19
Hoje escreveremos sobre o marketing no turismo, pois afinal, estamos em um estado onde este segmento é de suma importância para a economia.
Marketing! Já ouvi falar, mas o quê, realmente é isso? Bom, está aí uma pergunta difícil. Não pela explicação, mas por ser oito ou oitenta. Uns acham que é um bicho de sete cabeças, que é oneroso, muito lero-lero, que não tem condições e que não é para ele. Outros acham que já sabe tudo a respeito, que é só copiar o que deu certo, que não precisa de profissional para isso, é só ter uma ideia boa, que ele como comandante sabe o que dá certo ou não.
Na verdade é um pouco a mistura dos dois lados. Tem muito lero-lero e pouco conhecimento de fato. Vejamos o exemplo do Marketing Turístico. O que de novo, de rentável e de prático está sendo feito? Será que não se usa as mesmas ideias, gestão atrás de gestão?
Em âmbito nacional, o Brasil recentemente foi sede dos dois maiores eventos esportivos do mundo, e não soube aproveitar. Pelo menos não como gostaríamos. Mesmas ideias, mesmas ações. Há exemplos de países que sediaram apenas um destes eventos e conseguiram dar outro rumo a sua história turística, inovando conceitos na época, como o simbólico caso da Espanha, através da cidade de Barcelona.
E se trouxéssemos este assunto para mais próximo de nós, mais especificamente para a região de Campos dos Goytacazes, será que mudaria algo?
O brasileiro tem se tornado um viajante mais frequente e com maior critério na escolha dos destinos turísticos. Distância, preço e atratividade exercem grande influência na decisão do local onde passarão seus momentos de lazer. Destes fatores, o que mais me preocupa é a atratividade. Ora, distância, não conseguiríamos colocar a cidade nos ombros e mudar. Preço, se a atratividade for boa, os momentos serão inesquecíveis, e isso, como o ditado diz, “não tem preço”. Agora a atratividade.... isso sim, depende de nós.
Ou ficamos inertes e não buscamos inovar em nada, esperando que “apenas” nossas paisagens e praias naturais abençoadas por Deus façam todo o nosso serviço, ou buscamos ações e atrativos que, somadas com o que temos, ofereçam estrutura e diversificação para completar o quadro de título “beleza natural”. Seria como uma moldura, um bom leiloeiro e um tema.
Exemplos: muitos destinos com potencial de atratividade pela cultura e belezas naturais, apresentam dificuldade de acesso, seja rodoviário, pela qualidade das estradas, pela insuficiência da malha aérea e/ou custos das passagens. Somam-se a isso, poucas mudanças e criatividades nos passeios, onde quem o fez a cinco anos atrás, praticamente não vai notar diferença, falta de mão de obra especializada (entenda-se atendimento, ou vontade de) e praticamente ausência de estímulos e ideias governamentais.
Percebo que de um modo geral, ficamos presos a propagandas e ações que passem atributos como descanso e tranquilidade, tempo com a família e amigos, diversão e beleza natural, aqui no caso, praias. E talvez seja hora de explorar nichos de mercados novos, como criatividade e inovação, aliados a patrimônio histórico e cidades históricas.
Sempre cito como exemplo os EUA, onde em uma simples partida de basquete universitário consegue-se girar milhões. Ou qualquer outro esporte. Não só de dinheiro, mas de emprego, rotatividade de produtos e serviços oferecidos. Existe o mascote local, cercado pela sua enorme fila para se tirar fotos, as camisetas do time de todos os tamanhos e formatos, sejam femininas ou masculinas, uma quantidade enorme de bugigangas, perdendo somente talvez, para os carrinhos de comidas, os famosos food trucks, com músicos locais mostrando seu trabalho enquanto animam o local, além de não raro, abrigar no mesmo espaço pequenos parques de diversões, com jogos de tiro ao alvo, pega urso e roda gigante. Isso sem citar os esportes profissionais, ai o bicho pega.
Estas ações não só atraem o turista, como o próprio cidadão. E não me venham comparar renda, por favor. Muitos são voluntários, ou querem mostrar seus serviços e dotes, buscando oportunidades futuras. Um passeio de mãos dadas com a namorada mais um algodão doce, não piora a vida de ninguém, ao contrário.
E por que não pensarmos em algo parecido, dentro de nossa realidade?
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Segundo jornal, quem não bebe, não enriquece.
26/07/2017 | 16h25
Um tempo atrás, li uma reportagem que me despertou curiosidade. Segundo o jornal The New York Times, um dos mais influentes do mundo, beber é essencial para ter uma carreira profissional promissora e, consequentemente, ganhar dinheiro.
A reportagem afirmava que, quem não bebe álcool é visto com desconfiança e dificilmente consegue fechar um bom negócio.
Imaginando que causaria certa dose (aqui sem duplo sentido) de polemica, a reportagem afirmava que pesquisas apoiavam a ideia de que quem não bebe socialmente, têm dificuldades para subir na hierarquia corporativa. Comprovava isso demonstrando vários estudos onde as pessoas que bebiam ganhavam mais dinheiro do que as que não bebiam.
Na ocasião, foi entrevistado Link Christin então diretor de um programa de tratamento especial para advogados, que faz parte de um centro de recuperação contra álcool e drogas, no estado de Minnesota, nos EUA. Segundo ele, “esperam que você beba, e beber é parte do que você faz; as pessoas ficam meio sérias se você disser que não bebe”. Na opinião dele, resume-se ao fato de que, se disser que não bebe, você tem que lidar com a suspeita de que não sabe jogar.
E no mundo dos altos negócios, a imagem do empreendedor, do homem que se arrisca e se dá bem, vende. Veja o sucesso de James Bond e demais filmes parecidos.
A reportagem cita ainda John Crepsac, um famoso terapeuta de Wall Street, em Nova York, que diz que os investidores que não bebem queixam-se mais comumente de que não conseguem fechar negócios, que não conseguem entrar nas negociações iniciais como deveriam porque não entram no comportamento de beber.
Alguns devem estar lendo e pensando: agora vou chutar o caneco e ficar rico! Não sei se concordo com a reportagem, e também sabemos que existem muitas matérias pagas, mas se tratando de um jornal respeitado, é no mínimo, de se pensar a respeito, e de preferencia se puder, tomando uma gelada.
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Dicas de Sucesso!
20/06/2017 | 12h25

Todos empreendedores quando montam uma empresa ou comércio, buscam o sucesso. Seja financeiro, reconhecimento, capacidade de gerir ou auto suficiência.

Seja qual for a sua definição sobre sucesso, existem hábitos comuns entre empreendedores que possuem negócios lucrativos e duradouros. James Stephenson, especialista americano em marketing e gestão, soltou uma lista bem interessante no site da Entrepreneur para ajudar os donos de empresa a prosperar. Confira:

1) Leve a sério o que você faz: No mundo dos negócios, não dá para ser bem-sucedido se você não acredita no que vende ou nos serviços que presta aos consumidores. A motivação do dono deve ser grande o bastante para contagiar as pessoas. Seja na hora de negociar com fornecedores ou conquistar clientes, é fundamental ter seriedade, garra e saber transmiti-las aos outros.

2) Planejamento: Planejar é importante não só na hora de montar a empresa, como também no dia a dia do negócio. Crie o hábito de escrever relatórios semanais com os dados mais marcantes do período. Isso ajuda a traçar metas, corrigir erros e verificar o que já foi alcançado.

3) Fiquei de olho no fluxo de caixa: Ele é o coração de qualquer empreendimento e o sucesso da sua empresa vai depender se você sabe mantê-lo saudável. O empreendedor nunca pode esquecer de controlar as finanças e garantir que as despesas não ultrapassem os lucros. Embora a premissa seja básica, é bastante comum negócios irem à falência por falta de organização com dinheiro.

4) Foque no consumidor: Você pode ter boas ideias, um marketing agressivo e a equipe afinada, mas não se esqueça de manter o foco nos consumidores. Produtos e serviços devem estar alinhados com a expectativa deles. A busca por qualidade, aperfeiçoamento e preço justo jamais podem ser deixados em segundo plano. Lembre-se que, no final das contas, são os clientes que vão decidir se a sua empresa vai para a glória ou para o buraco.

5) Construa uma imagem positiva e confiável: Ter uma imagem positiva é uma estratégia interessante para aumentar as vendas. As pessoas costumam associar marcas a quem está por trás delas. Quem tem credibilidade, tem o poder de lançar tendências. Para isso, não transmita insegurança, procure manter uma postura assertiva com consumidores, parceiros e funcionários e cumpra suas promessas. Se você prometeu entregar um produto até quarta-feira, por exemplo, não há desculpas para atraso.

6) Aposte em tecnologia: Não é preciso ser obcecado por gadgets, mas tire vantagem dos avanços tecnológicos. Hoje é possível reduzir custos e aumentar a eficiência com serviços de cloud computing, softaware livres e ferramentas online. Só fique atento e escolha as tecnologias que melhor te ajudam e não aquelas que apenas impressionam.

7) Invista no time de funcionários: Investir em funcionários é de extrema importância. A maioria das pessoas gosta de aprender algo novo e elas podem aplicar esse conhecimento na sua empresa. Aposte em treinamentos, cursos e em uma gestão onde a equipe tem liberdade criativa. Colaboradores desmotivados ficam ociosos e facilitam o desperdício de tempo e matéria-prima.

8) Crie uma vantagem competitiva: Defina desde o início quais são os seus pontos fortes em relação à concorrência e invista neles. Para isso, faça a seguinte pergunta: Por que as pessoas escolheriam meus produtos ou serviços ao invés de optar pelos concorrentes? Em outras palavras, descubra que aspectos positivos vão o separar de outros competidores. O melhor serviço? O atendimento? A melhor seleção? A garantia de prazos maiores? Preços mais baixos? E por ai vai.

9) Aprenda a negociar: Desenvolva a habilidade da negociação. Você vai precisar dela praticamente todos os dias para conseguir preços mais atraentes, fazer parcerias, buscar empréstimos e até para contratar funcionários. Procure firmar acordos onde os dois lados saem satisfeitos. A chance de serem mais duradouros aumenta.

10) Limite suas atividades: É verdade que muitos empreendedores de sucesso são multifuncionais. Porém, é preciso tomar cuidado para não se sobrecarregar com tarefas simples que podem ser executadas por outros, ao invés de focar em questões importantes. Saber delegar é essencial para quem quer obter resultados em larga escala, além de estimular o surgimento de novas ideias.

E você leitor, que dicas daria para quem quer ter um negócio bem-sucedido? Participe!

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Internet das Coisas. Uma revolução está acontecendo.
14/02/2017 | 10h31
Eu solicitei este texto abaixo de autoria do meu amigo Lauriano Neto, pois achei interessante e atual sobre a internet, tema muito escrito, mas com poucas novidades. Espero que gostem:
Não há dúvidas, o mundo está cada vez mais conectado, e isso inclui cada vez mais objetos físicos, como máquinas, infraestrutura e dispositivos que estão sendo equipados com sensores na rede mundial de computadores que lhes permitam monitorar seu ambiente, comunicar seu status, receber instruções e, até mesmo, realizar algo com base nos dados.
A cada dia surgem mais objetos conectados, como tênis, roupas, maçanetas, eletrodomésticos, veículos conectados à Internet.
São mais de nove bilhões de dispositivos em todo o mundo conectado à Internet, incluindo computadores e smartphones.
Esse número deverá aumentar muito na próxima década, com estimativas que variam de quintuplicar para 50 bilhões de dispositivos para alcançar um trilhão.
Vou citar exemplos que poderão ocorrer no seu dia a dia, você está passeando em um centro comercial e passa em frente a uma farmácia e, de repente seu relógio vibra e na tela surge a mensagem dos produtos que você precisa comprar que estão em falta em sua residência.
O hábito de escovar o dente poderá mudar, um aplicativo vai te orientar se você está realizando a escovação correta ou não, no final do mês você ainda recebe um relatório digital para entregar ao seu dentista.
O conceito Quantified Self que compreende a utilização de sensores para monitorar o desempenho de exercícios físicos ou monitorar a saúde das pessoas - é uma tendência cada vez mais popular subsidiada pelas tecnologias de Internet das “Coisas.” Um exemplo, diversas empresas já estão vendendo sensores wearable (“vestível”) que permitem aos consumidores controlar a distância que correm, a sua frequência cardíaca e outros dados gerados durante o exercício, que podem então ser usados para gerenciar a saúde. Ela tem como objetivo desenvolver sistemas e ferramentas que criem inteligência aos objetos para que eles possam conversar entre si e facilitar a vida do consumidor.
A Internet das coisas não fica limitada para as grandes corporações. Ela oferece oportunidades para pequenas e médias empresas, tornando-as mais competitivas. Com possibilidades infinitas.
E isto é a grande oportunidade para essas empresas, hoje para fidelizar um consumidor é necessário personalizar o atendimento e a internet das coisas tem um papel fundamental neste processo. Um empreendedor poderá criar oportunidades incríveis com a Internet das Coisas para seus consumidores. 
Esse cenário futurista, mas não longe das empresas, abre um novo mundo para o marketing. A comunicação e relacionamento não serão mais os mesmos.
Com toda essa tecnologia, permitirá para as empresas um grande conhecimento as preferências individuais de cada ser humano, de cada consumidor, de suas rotinas, de seus desejos e do seu estilo de vida, suas necessidades etc, as corporações criarão canais específicos de comunicação com seus clientes.
Será uma interação personalizada, tudo baseado o que cada uma mais aparecia ou tenha interesse.
As empresas terão um conhecimento sem procedente de cada consumidor e o melhor com baixos custos neste ambiente.
Neste ambiente extraordinário surgirá um novo mercado, o conhecimento a respeito de cada consumidor. É o marketing se tornando uma ciência.
Lauriano Scarpari Neto
Administrador de empresas, Estudioso da Cultura Digital e de Novas Tendências sobre Tecnologia de Consumo e Sócio Co-fundador agência OPP.Ag
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O Verdadeiro Profissional
08/02/2017 | 15h55
Em tempos de crise, o espírito de competição fica mais acirrada, afinal todos lutam pelos mesmos pequenos espaços para sobreviver. E neste mundo, ser reconhecido como profissional, ou demonstrar profissionalismo, é mais difícil do que parece.
Muitos tendem a inferiorizar o trabalho realizado por outros, sempre achando que só ele é quem trabalha realmente. Agindo assim, pensam que estão se valorizando, dando uma dica para o superior como "olha, ele faz errado e eu faço certo"..
Assim, penso que não adianta querer demonstrar profissionalismo, pois isto é identificado e percebido pelos outros, naturalmente. Afinal, como dizem por aí, "não existe mais bobo neste mundo"..
O que é necessário é ter atitude de profissional. Saiba que suas ações têm impacto, tanto para as pessoas que trabalham com você, como para a empresa. Seja considerado um aliado, um colaborador, e não simplesmente uma pessoa que passa a mão na cabeça e diz ok, e sim, aquele que aponta uma saída, um rumo a ser tomado, buscando a solução.
Siga seus valores profissionais, seja ético, pois para ser um bom profissional não basta botar um ovo e sair cacarejando por ai. Requer reconhecimento das pessoas que trabalham com você e do mercado, e isto vem através de suas ações e atitudes que demonstra durante toda a sua carreira, com acertos e erros.
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Emprego x mídias sociais
21/01/2017 | 19h09

O tema “mídias sociais” é delicado, e talvez por isso, seja evitado escrever sobre ele. Por vezes, como dizia minha avó, o feitiço pode virar contra o feiticeiro.

As chamadas mídias sociais, em especial os fenômenos Facebook e Instagram, fazem parte da vida de milhões de pessoas e são usadas diariamente. De minuto em minuto, nos pegamos mexendo em posts ou publicando atualizações, o que acaba virando corriqueiro e automático. E é justamente onde mora o perigo, pois esquecemos que estamos no mercado de trabalho. Ou disponíveis. E é aí que a coisa começa a complicar.

Vemos posts inacreditáveis todos os dias, onde as pessoas acham que quem irá ler são apenas seus amigos mais íntimos, e não profissionais ou futuros empregadores, correto? Errado.

É fato que, nos dias atuais, quem recebe um currículo ou uma solicitação de emprego, pesquisa mais sobre o possível candidato. E nada mais fácil e rápido, do que procurar seus perfis em redes sociais, podendo assim, avaliar o profissional (currículo) e o pessoal (Facebook/Instagram).

Vemos diariamente, casos que vão desde as pessoas que postam exames de sangue (!) comemorando o resultado negativo depois “daquela noite”, até simples piadas, muitas polêmicas, partidárias ou apimentadas. Não raro emitimos opiniões sem realmente conhecer o assunto, apenas passando para frente, como se fosse realmente nossa, o que escutamos ou lemos, por mais absurda que pareça.

Lembre-se que, a imagem que se forma de uma pessoa, é construída a partir do que se tem. E se vemos isso, a projeção não deve ser das melhores.

As mídias sociais devem ser usadas a favor de suas carreiras, não contra. Óbvio que, se você é mestre cervejeiro e trabalha com harmonizações, é natural que em sua página tenha muitas fotos de cervejas...mas se por outro lado você tem um cargo de confiança dentro de uma importante organização que nada tem haver com cervejas, postar constantemente fotos bebendo não é de bom tom, concorda?

Para mim o segredo é a dosagem. Para cada conteúdo polêmico (digamos assim), tenha uns 10 mais sérios. A sua página é o seu cartão de visitas e seu post, seu currículo. Sua carreira vai agradecer.

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Fidelizar para crescer
21/01/2017 | 19h09

A fidelização dos clientes depende das aplicações das soluções proporcionada por um trabalho sério de CRM (sigla em inglês para gestão especial de clientes). Inclusive a Microsoft está “internacionalizando” seu software de CRM para 32 países (antes era restrito aos Estados Unidos), o que facilita, e muito, quem utiliza o sistema Windows, pois contará com atualizações online.

O mais interessante é que as empresa de tamanho médio, sabem disso, mas não utilizam essa ferramenta.

Segundo recente pesquisa, somente 1 entre 4 empresas medianas dispõem de algum tipo de software específico para esse importante trabalho, que é de administrar e analisar os dados dos clientes. Isso é fundamental para saber que atitude tomar não só nos momentos de crises, ou campanhas de vendas desesperadas, mas também no futuro da empresa. Ou seja, faz parte, ou pelo menos deveria fazer, de seu planejamento.

O problema é que essas empresas ligam a palavra CRM com altos gastos, como adquirir softwares por exemplo, e pouca aceitação por parte dos funcionários, por ter o trabalho de conseguir recolher esses dados dos clientes, e assim, descartam essa importante ferramenta.

Esse trabalho é necessário dentro das empresas atuais, mesmo que seja uma simples planilha do Excel. Isto é fato. Hoje, são encontrados muitos modelos e exemplos de graça na internet. Pode não ser muito completo, mas já é um começo. Mas antes, é necessário conhecer os pontos fracos da empresa, assim não se surpreenderá com o feedback dos clientes e principalmente, saberá o motivo das respostas, proporcionando assim, um retorno concreto e planejando soluções.

Pesquise no mercado os preços dessa importante ferramenta, e verá que há várias opções e faixas de preço, e o retorno será satisfatório.

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Sobre o autor

Fábio Pexe

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