2 Ofertas Milionárias no Setor Imobiliário
17/09/2019 | 08h25
BNB 1ª MÃO
Dois imóveis de donos diferentes, um na área central de Itaperuna e outro na Cidade Universitária, às margens da BR-356, receberam respectivamente ofertas de um empresário mineiro, de 15 e 20 milhões, ambas recusadas. 
O moço é do tipo persistente. tem investido bem na cidade. Aguardam-se novas propostas.
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2 Partidos de Direita se Juntam
16/09/2019 | 18h58
BNB 1ª MÃO
ITAPERUNA DIREITA VOLVER

Depois de muita conversa a direção estadual do PRTB, partido do vice-presidente General Mourão e do PSL, partido do Presidente Jair Bolsonaro, selaram acordo para caminharem juntos na Cidade da Pedra Preta, aumentando o capital político da Direita, podendo lançar mais de 35 candidatos a vereador com a promessa de indicação dos nomes para prefeito e vice no município.
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Aniversário do 29º Batalhão de Polícia
16/09/2019 | 10h47
BNB em 1ª MÃO
O mais bem conceituado BPM do Estado do Rio comemora a semana inteira:
Fac-Símile Convite
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A Ressurreição da Uva Carménère
15/09/2019 | 20h18
BNB EXCLUSIVA
COLUNA DE VINHOS
Por João Ricardo Rodrigues
A Coluna aborda nesta edição, a emblemática uva do Chile, a Carménère, originária de Bordeaux, na França, cujo nome é derivado da palavra francesa carmim, graças às folhas que se tornam vermelhas mais cedo no outono.
A Carménère foi uma das castas mais cultivadas até o começo do século XIX, principalmente nas regiões de Graves e Médoc, porém no final dos 1800, uma praga chamada Filoxera dizimou os vinhedos na Europa, acabando com todas as uvas Carménère daquela região.
A partir daí foram quase 200 anos sem um vinho Carménère, especialistas davam a uva como extinta, porém a redescoberta foi feita em 1994 por um pesquisador francês chamado Jean-Michel Boursiquot: ao notar videiras plantadas nas áreas da vinícola Viña Carmen, percebeu que algumas amadureciam depois das demais, assim o pesquisador fez um estudo genético e identificou que era a Carménère se passando por Merlot.
 
A Viña Carmen foi a primeira a produzir um Carménère varietal, em 1996. Em 1998 o Departamento de Agricultura do Chile oficialmente reconheceu a Carménère como uma variedade distinta, e não apenas um “clone de maturação tardia” da Merlot.
 O vinho de Carménère ganhou o título de “fênix das uvas“, ressurgindo das cinzas, permitindo que pudéssemos beber novamente um Carménère graças ao Chile.
 A Carménère é uma uva muito sensível e precisa de atenção especial, principalmente pelo fato de demorar mais para amadurecer, se comparada com outras variedades. Quando colhida na época certa tem frescor e profundidade que lembram aromas de cerejas e ameixas. Quando retirada das vinhas de maneira tardia, ocorre a redução de sua acidez.
 Muitos produtores acham que a Carménère é melhor quando misturada com outras variedades de Bourdeaux. De acordo com o livro“Todovino”, uma das mesclas que tem muita aceitação no Chile é a mistura das castas Carménère e Cabernet Sauvignon.
 Além do Chile outros países como os Estados Unidos, Argentina, Itália e, mais recentemente, o Brasil também estão produzindo vinhos com a uva Carménère.
 Os vinhos produzidos a partir da cepa Carménère possuem cor vermelha lilás, bastante profunda, aromas de frutas vermelhas, terra umidade e especiarias com notas vegetais que vão se suavizando na medida em que a uva amadurece na própria planta.
 Os taninos são mais amigáveis e suaves que os do Cabernet Sauvignon. Faz um vinho de corpo médio, fácil de beber e que deve beber-se jovem, quando apresenta sabor persistente que tende ao gosto de framboesa madura e beterraba doce.
 Por ter a acidez maior, muitas vezes esses vinhos combinam com comidas ácidas, como molhos e carnes de porco. Um benefício em usar esse vinho para fazer harmonizações é seu sabor herbáceo, que combina com carnes assadas, como boi e frango, também pode ser harmonizado com os queijos parmesão, mussarela, azeitonas, guisado de carne, peru assado e entre outros. 
 
Fotos-Google e Analúcia Rodrigues
 
 
Terroir
 
 IP (Indicação de Procedência) Altos Montes, que compreende a microrregião vitivinícola localizada entre as cidades de Flores da Cunha e Nova Pádua, na Serra Gaúcha, tem área geográfica delimitada de 173,84 quilômetros quadrados, 66,6% dos quais localizados em Flores da Cunha e 33,4% em Nova Pádua.
 Foi assim batizada por causa de seu relevo acidentado e pela altitude, que chega a 885 metros em relação ao nível do mar, o que favorece os vinhos tintos, já que a bebida elaborada na região tem grande potencial fenólico, em virtude da amplitude térmica.
O cultivo da uva na região é marcado pela ocorrência em pequenas propriedades e por empregar basicamente mão de obra familiar. Isso não impediu que as vinícolas fizessem uso de alta tecnologia para elaborar vinhos cada vez melhores.
Fotos-Google e Analúcia Rodrigues
 Algumas regras da IP Altos Monte
 - Variedades autorizadas: Vinhos: Cabernet Franc, Merlot, Cabernet Sauvignon, Pinot Noir, Ancellotta, Refosco, Marselan, Tannat, Riesling Itálico, Malvasia de Candia, Chardonnay, Moscato Giallo, Sauvignon Blanc, Gewurztraminer, Moscato de Alexandria, clone R2; espumantes secos: Riesling Itálico, Chardonnay, Pinot Noir, Trebbiano; espumantes doces: Moscato Branco, Moscato.
- No mínimo 85% da uva utilizada deve provir da área delimitada.
 - A elaboração, envelhecimento e engarrafamento dos produtos deve ocorrer dentro da área geográfica delimitada.
- Vinhedos com controle de produtividade.
  Nenhum vinho pode ir para o mercado sem passar pelo crivo da comissão de degustação.
 *O selo IP dos Altos Montes foi conquistado em 2013.
 A Vinícola
 A Vinícola Fabian está localizada na VRS 814, KM 9.2, em Nova Pádua na IP dos Alto Montes. A família imigrou da Itália para o Brasil no final do século dezenove. A tradição vitivinícola herdada dos ancestrais foi favorecida pelo clima encontrado na região dos Vinhos dos Altos Montes.
 A ascendência francesa traz consigo o símbolo da flor-de-lis que caracteriza a marca Fabian.
 A Vinícola Fabian tem por filosofia produzir uvas e elaborar vinhos em pequena quantidade, com produção limitada e controlada para a satisfação plena do apreciador de vinhos.
 Os vinhedos da vinícola Fabian são formados com mudas importadas da Europa, selecionando os melhores clones para obter as melhores características de nosso território. Localizados entre colinas de 780m de altitude, proporcionam amplitude térmica, fator relacionado a uma boa formação de componentes que determinam a qualidade do vinho.
As vinhas, são conduzidas por sistema espaldeira, que favorece a circulação de ar e melhor exposição aos raios solares. A produção é limitada no máximo a 8 ton./ha. Visando obter a perfeição entre natureza e tratos culturais, aplica-se, uma vez iniciado o processo de maturação, a eliminação de folhas e cachos que eventualmente não estejam uniformes ou em excesso na planta. Desta forma atingimos o nível de maturação adequada, fator importante para obter excelente qualidade de uvas.
Fonte: site Vale das Serras
Fotos-Google e Analúcia Rodrigues
 
 
Foto site da vinícola
 A Vinícola oferece visitação guiada com degustação e vista aos vinhedos.
 Grupos acima de 15 pessoas necessita agendamento - (54) 3296 1399 ou [email protected]
 Não há taxa de ingresso para visitação turística.
 O Vinho
 São poucas as vinícolas que produzem vinhos da uva Carménère no Brasil, em uma rápida pesquisa na internet só encontre o da Fabian sendo comercializado e relatos de alguns que foram produzidos, mas já se esgotaram como o Aurora Pequenas Partilhas 2009.
 Fabian Carménère Reserva, safra 2017.
 Aos olhos, vermelho rubi intenso, límpido e lagrimas firmes;
 Aromas de frutas vermelhas, amoras e cereja, madeira e terra;
 Na boca, boa estrutura, encorpado, taninos presentes equilibrados com a acidez e boa persistência.
 Diferente dos chilenos, experiência rara com essa cepa no Brasi, apresenta características únicas, com influências do terroir, achei muito interessante, vinho elegante e que deve ganhar em complexidade com o envelhecimento, agregando os aromas terciários que ainda não apareceram devido a juventude l!!!
 Vinho jovem potente, aguenta uns bons anos de guarda.
 Graduação Alcoólica: 13,1%;
 Guarda: 3 anos;
 Temperatura de serviço: 16 a 18ºC;
 Amadurecimento: 13 meses de maturação em barris de carvalho Francês e Americano;
 Preço entre R$ 80,00 e R$ 100,00.
 
 
Fotos-Google e Analúcia Rodrigues
 Nota
Nas degustações sempre tomo um outro vinho da mesma variedade de uva e média de preço do país de origem da cepa, logicamente serão vinhos distintos, porém a qualidade dos vinhos brasileiros estão no mesmo patamar, no caso um vinho chileno da Viña Carmen Premier Reserva 1850 Carménère 2017.
Fotos-Google e Analúcia Rodrigues
 
 
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Paraguai Reduz Impostos de Produtos em Ciudad del Este
14/09/2019 | 21h31
BNB Economia

Produtos podem ficar até 20% mais baratos!

Medida visa dar mais competitividade para o comércio de Ciudad Del Este e de outras cidades de fronteira que vem amargando sucessivas reduções no volume de vendas, causadas pela alta do dólar e a crise na economia enfrentada por Brasil e Argentina.
O vice-ministro da Economia do Ministério das Finanças, Humberto Colmán , anunciou nesta semana a assinatura do Decreto 2505 para incentivar o comércio de fronteira com a redução de tarifas em média de 9% a 6% de para cerca de 160 produtos que estão sob o regime turístico e dentro da Lista Nacional de Exceção do Mercado Comum do Sul ( Mercosul ). O objetivo é incentivar o comércio fronteiriço dando ainda mais vantagens para os produtos adquiridos na cidade, em relação aos comercializados no Brasil, o que representaria uma economia aproximada de US $ 370 milhões anuais para os comerciantes.

O governo, já havia assinado o Decreto 1931, em junho, que atualizou a lista do regime turístico e proporcionou uma redução da taxa do imposto sobre o valor agregado (I.V.A) de 1,5% para 1,0% e depois disso, em agosto, o Decreto 2278, com o qual as tarifas de bens de capital e eletrônicos foram reduzidas de 2% para 0%, em resposta a uma resolução do Brasil que também estabeleceu a tarifa zero para esses produtos.

A curto prazo, brasileiros poderão verificar em breve que, alguns dos produtos comercializados em Ciudad Del Este, poderão apresentar redução de 20% a 10%, enquanto outros de 8% a 6% em seu valor final de venda, mas a média de redução conseguida com o conjunto de medidas tomadas pelo governo paraguaio nos mais de 160 produtos sob o regime turístico e dentro da Lista Nacional de Exceção do Mercado Comum do Sul ( Mercosul ) é de 3%.
Transcrito de clickfozdoiguaçu
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10 Coisas que você tem de Saber sobre Diabetes
13/09/2019 | 19h47
BNB Saúde
O diabetes se caracteriza pela deficiência de produção e/ou de ação da insulina. O diabetes tipo 1 é resultante da destruição autoimune das células produtoras de insulina. O diagnóstico desse tipo de diabetes acontece, em geral, durante a infância e a adolescência, mas pode também ocorrer em outras faixas etárias.
 
Já no diabetes tipo 2, o pâncreas produz insulina, mas há incapacidade de absorção das células musculares e adiposas. Esse tipo de diabetes é mais comum em pessoas com mais de 40 anos, acima do peso, sedentárias, sem hábitos saudáveis de alimentação, mas também pode ocorrer em jovens.
 
Confira 10 coisas que você precisa saber sobre os dois tipos mais comuns de diabetes:
 
1. No tratamento do diabetes, o ideal é que a glicose fique entre 70 e 100mg/dL. A partir de 100mg/dL em jejum ou 140mg/dL duas horas após as refeições, considera-se hiperglicemia e, abaixo de 70mg/dL, hipoglicemia. Se a glicose permanecer alta demais por muito tempo, haverá mais possibilidade de complicações de curto e longo prazo. A hipoglicemia pode causar sintomas indesejáveis e com complicações que merecem atenção.
 
2. Tanto insulina, quanto medicação oral podem ser usadas para o tratamento do diabetes. A insulina é sempre usada no tratamento de pacientes com diabetes tipo 1, mas também pode ser usada em diabetes gestacional e diabetes tipo 2 (quando o pâncreas começa a não produzir mais insulina em quantidade suficiente). A medicação oral é usada no tratamento de diabetes tipo 2 e, dependendo do princípio ativo, tem o papel de diminuir a resistência à insulina ou de estimular o pâncreas a produzir mais desse hormônio.
 
3. A prática de exercícios pode ajudar a controlar a glicemia e a perder gordura corporal, além de aliviar o estresse. Por isso, pessoas com diabetes devem escolher alguma atividade física e praticar com regularidade, sob orientação médica e de um profissional de educação física.
 
4. A contagem de carboidratos se mostra muito benéfica para quem tem diabetes. Os carboidratos têm o maior efeito direto nos níveis de glicose, e esse instrumento permite mais variabilidade e flexibilidade na alimentação, principalmente para quem usa insulina, pois a dose irá variar conforme a quantidade de carboidratos. Isso acaba com a rigidez no tratamento de antigamente, quando as doses de insulina eram fixas, e a alimentação também devia ser. É importante ter a orientação de um nutricionista.
 
5. As tecnologias têm ajudado no tratamento do diabetes. Os aparelhos vão desde os glicosímetros (usados para medir a glicose no sangue) até bombas de infusão de insulina e sensores contínuos de monitorização da glicose.
 
6. Se o diabetes não for tratado de forma adequada, podem surgir complicações, como retinopatia, nefropatia, neuropatia, pé diabético, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, disfunção erétil, dentre outros. Se o paciente já estiver com diagnóstico de complicação crônica, há tratamentos específicos para ajudar a levar uma vida normal.
 
7. A educação em diabetes é muito importante para o tratamento. Não só o paciente precisa ser educado, mas também seus familiares e as pessoas que convivem com ele. Assim, o paciente pode ter o auxílio e o suporte necessários para um bom tratamento e tomar as decisões mais adequadas com base em conhecimento.
 
8. Muitos casos de diabetes tipo 2 podem ser evitados quando se está dentro do peso normal, com hábitos alimentares saudáveis e com prática regular de atividade física.
 
9. O fator hereditário é mais determinante no diabetes tipo 2. Ainda se estuda o que desencadeia o diabetes tipo 1 e, por enquanto, as infecções, principalmente virais, parecem ser as maiores responsáveis pelo desencadeamento do processo autoimune. No tipo 2, os casos repetidos de diabetes em uma mesma família são comuns, enquanto a recorrência familiar do diabetes tipo 1 é muito pouco freqüente.
 
10. Ainda não há cura para o diabetes. Porém, estão sendo realizados estudos que, no futuro, podem levar à cura. Para o diabetes tipo 1, está sendo estudada a terapia com células-tronco em pacientes recém-diagnosticados. Já para o diabetes tipo 2, os estudos com a cirurgia de redução de estômago (gastroplastia) têm mostrado aparentes bons resultados.
Transcrito na íntegra do site da SBEM- Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia 
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Bernardo Küster Visita Itaperuna Hoje
13/09/2019 | 07h55
BNB DE OLHO
Expoente da Direita, ensaísta, tradutor e jornalista, estudioso de Teologia, Filosofia, História, Música e Literatura, forte ativista contra a teologia da libertação, marxismo cultural, ideologia de gênero, dentre outras pautas consideradas progressistas. Sabe muito sobre o apóstolo Paulo, Santo Agostinho e Chesterton, enfrenta o aparelhamento político da Igreja Católica e comunica-se fácil com pessoas de todas as idades.
Ele é a atração desta sexta-feira itaperunense. 
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3 Itaprefeitáveis, Muito Café e Conversa
12/09/2019 | 21h40
BNB- 1ª MÃO
ITAPERUNA
Ao entardecer de hoje a presidentes do Cidadania, Fernanda Malafaia e o presidente do PSB, Thiego Ladeira, se reuniram acompanhados do ex-secretário municipal de Cultura Henrique Couto.
Não é sempre que 3 itaprefeitáveis se encontram para café, política & prosa.
selfie e arte
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Quem nasce em Bom Jesus do Itabapoana-RJ é...
12/09/2019 | 11h34
BNB Exclusivo
Por Alberto Rodolfo*
OLHA AÍ UMA BOA RESPOSTA aos que insistem em escrever "bonjesuense".
Eu escrevi à Academia Brasileira de Letras, o órgão que normatiza a língua portuguesa. A minha pergunta foi a seguinte e ao final, a resposta definitiva:
 ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS
ABL RESPONDE
 Pergunta
Sou jornalista e trabalho na cidade de Bom Jesus do Itabapoana, RJ. Os órgãos de imprensa da cidade não conseguem chegar a uma conclusão unânime em relação ao gentílico do nascido na cidade. Uns optam por bonjesuense, outros por bom-jesuense , este é o meu caso, afinal o nome da cidade não é "BONJESUS". Lembro-me de, há alguns anos, ter feito uma consulta à ABL e a resposta foi uma palavra que nem mesmo os nascidos na cidade já teriam ouvido falar. Agradeceria se fosse possível ajudar neste esclarecimento.
 Resposta
Prezado Alberto Rodolfo: o gentílico é "bom-jesuense".
* Jornalista, Turismólogo e Publicitário
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A Síndrome de Golias
12/09/2019 | 09h49
BNB EXCLUSIVO
Síndrome de Golias
Por pr. Neemias Lima, Igreja Batista do Braga, Cabo Frio.
 No famoso evento da luta entre Davi e Golias, o gigante apresenta reações características daqueles que se julgam poderosos. Assim é sua escalada:
1º - Olhou para Davi com desprezo.
2º - Fez pouco caso dele.
3º - Amaldiçoou Davi, invocando seus deuses.
4º - Assumiu a condição de dono da vida: “Darei sua carne às aves do céu e aos animais do campo”.
 
Davi, por sua vez, ensinou como enfrentar essa síndrome:
1º - Eu vou contra você em nome do Senhor dos Exércitos.
2º - Você desafiou o Senhor dos Exércitos.
3º - O Senhor o entregará em minhas mãos.
4º - Toda terra saberá que há Deus em Israel.
 
Os Golias estão espalhados por aí. O maior problema é que, ao enfrentá-los, usam-se as mesmas armas dele. Derrota na certa. Eles conhecem essas armas. As armas tem que ser espirituais.
 
Como vencer os Golias que aparecem na caminhada?
1º - Enfrentá-los em nome do Senhor.
2º - Saber que eles desafiam a Deus.
3º - Confiar que Deus dará a vitória.
4º - Divulgar em toda a terra que há Deus.
 
Quando surgir um Golias, coragem. É apenas uma síndrome, logo passa!
 
 
 
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Sobre o autor

Nino Bellieny

[email protected]