Ibope: Bolsonaro tem 59% dos votos válidos; Haddad tem 41%
15/10/2018 | 18h59
Só um fato novo, extremamente relevante, tira a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno. O Ibope divulgou nesta segunda-feira (15) o resultado da sua primeira pesquisa no segundo turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado entre sábado (13) e domingo (14), e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.
Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:
 Jair Bolsonaro (PSL): 59%
Fernando Haddad (PT): 41%
Os índice são os mesmos revelados na pesquisa BTG/Pactual, divulgada também nesta segunda.
Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.
Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:
Jair Bolsonaro (PSL): 52%
Fernando Haddad (PT): 37%
Em branco/nulo: 9%
Não sabe: 2%
Com informações do G1
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Tem recado nas urnas de 2018 para 2020 em SJB?
15/10/2018 | 15h07
Encerrada a apuração de 7 de outubro, nos bastidores os cálculos já estão voltados para 2020. Na coluna Ponto Final do dia seguinte ao primeiro turno (aqui), foi abordado sobre o que o resultado das urnas em 2018 pode refletir no próximo pleito municipal em Campos. Com a correria do período pós-eleitoral, e ainda com o segundo turno em andamento, só agora vamos aos cálculos em São João da Barra.
Bruno Dauaire (PRP) recebeu 3.526 votos e foi o deputado estadual mais votado no município. De tradicional família política na cidade, tendo o avô e o pai como ex-prefeitos, Bruno nunca escondeu o desejo de também ocupar o posto. Contudo, ainda não se arriscou em pleitos municipais. Só em 2014, com forte apoio do hoje deputado federal eleito Wladimir Garotinho (PRP), se lançou a deputado estadual e obteve mandato.
O cargo na Alerj não foi o suficiente para cacifá-lo a um pleito local. Em 2016, já desenhada a vitória de Carla Machado (PP) sobre o então prefeito Neco (MDB), Bruno manteve a neutralidade. Vale lembrar que o desempenho nas urnas em seu domicilio eleitoral no ano de 2014 não foi dos melhores. Recebeu 2.561 votos, ficando atrás de Carla (com 8.853) e do então vereador Kaká (Avante), que obteve 3.520.
A votação de Bruno neste ano aumentou. Mas ficou abaixo do esperado nos bastidores por quem vê no filho do ex-prefeito Betinho uma alternativa para quebrar a sequência de vitórias no município do grupo liderado por Carla (quatro consecutivas, desde 2004). Ah, e vale lembrar que ela só perdeu para o pai dele, em 2000, mas depois o derrotou em 2008 e em 2012, quando apoiou Neco. Em 2014, o herdeiro político do clã Dauaire teve apoio somente de um fiel escudeiro da família, o vereador Franquis Areas (PR) — além de o pleito contar com dois outros políticos fortes da cidade, entre eles a ex-prefeita Carla, que já surfava na onda da impopularidade do seu ex-aliado e então prefeito, Neco.
Em 2018, Bruno teve apoio de outras forças políticas, mas, nas urnas, foram apenas 965 votos a mais. Em comparação com 2014, foram seis votos a mais do que os recebidos por Kaká, que no pleito seguinte não conseguiu, sequer, a reeleição a vereador. Então, é uma vitória Bruno ser o mais votado no município, bem como é fundamental para suas pretensões políticas ter um mandato. Contudo, mostrar ter garrafa pra encher, não significa favoritismo como alguns apostam. Está longe disso.
Carla, mais uma vez, adotou a estratégia de pulverizar apoio a deputados, para depois somar os votos e atribuí-los ao poderio do seu grupo. Apesar disso, era Zeidan (PT) o nome mais vinculado como o de candidata da prefeita. Zeidan perdeu para Bruno no município por 1.311 votos, chegando a um total de 2.526. É um resultado expressivo, mas há de se levar também em consideração que o terceiro mais votado foi João Peixoto (DC), outro nome vinculado ao grupo da prefeita, e que teve 1.718 votos.
Em suma, o resultado das urnas deixou recado para todo mundo. A oposição ganhou fôlego ao se aproveitar da divisão de apoios no grupo de Carla. Contudo, para um pleito municipal, não consegue se acertar, bate cabeça para todo lado, e tende a cair no maior dos pecados: a vaidade. E esse pecado leva ao maior dos erros: a divisão. Não existe mais termômetro para 2020. O que pôde ser aferido foi o que ocorreu na eleição para deputado. Seja qual for o desempenho de Eduardo Paes (DEM) x Wilson Witzel (PSC) ou Fernando Haddad (PT) x Jair Bolsonaro (PSL), isso não deve interferir nas articulações provincianas para 2020.
O grupo da prefeita já se organiza, teve gente batendo na mesa, porque não ficou feliz com alguns dos resultados, mas é bola pra frente. O próximo pleito municipal é logo ali. E por falar na próxima eleição municipal, existem dois cenários bem distintos. Um é com Carla elegível. Ninguém duvida do potencial de articulação da prefeita, ainda mais com a máquina na mão, royalties em alta e a previsão de maior geração de emprego com as obras das térmicas no Açu. Outro é se o desfecho da Machadada for com a manutenção da condenação — proferida em primeira instância e confirmada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
Por ora, a condenação está suspensa por decisão monocrática. Até 2020, deve acontecer um desfecho. Mais que o resultado das urnas em 18, é a decisão da Justiça até a próxima eleição que vai interferir, com força, no futuro político na terra de Narcisa Amália.
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Liminar do TSE suspende decisão que mantinha blog do Garotinho fora do ar
11/10/2018 | 15h15
O ministro Jorge Mussi, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu uma liminar para que o blog do ex-governador Anthony Garotinho (PRP) possa voltar ao ar.
O Ministério Público Eleitoral conseguiu que o site fosse desativado argumentando que, além de veicular propaganda eleitoral antecipada, estava hospedado em um provedor estrangeiro.
Agora, a defesa de Garotinho conseguiu reverter a suspensão alegando que o ex-governador está fora da corrida eleitoral por decisão do próprio TSE — e que precisa prosseguir na profissão de comunicador.
Antes que o site possa voltar ao ar, no entanto, o TRE precisa ser notificado.
Fonte: Extra
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Datafolha: Bolsonaro tem 58%; Haddad, 42%
10/10/2018 | 19h05
O Datafolha divulgou nesta quarta-feira (10) o resultado da primeira pesquisa de intenção de voto do instituto sobre o segundo turno da eleição presidencial. A pesquisa foi realizada nesta quarta, dia 10, e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.
Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:
Jair Bolsonaro (PSL): 58%
Fernando Haddad (PT): 42%
Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.
Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:
Jair Bolsonaro (PSL): 49%
Fernando Haddad (PT): 36%
Em branco/nulo/nenhum: 8%
Não sabe: 6%
Fonte: G1
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Big Data/Veja: Bolsonaro tem 54% dos votos válidos; Haddad, 46%
10/10/2018 | 16h16
Na primeira pesquisa eleitoral do segundo turno, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) lidera a corrida pelo Palácio do Planalto com 54% das intenções de votos válidos. O petista Fernando Haddad tem 46%. O levantamento foi feito pelo instituto Ideia Big Data em parceria com Veja, divulgada nesta quarta-feira (10).
A pesquisa ouviu 2.036 eleitores das cinco regiões do país entre a última segunda (8) e esta quarta. A margem de erro é de 2,67% pontos percentuais para mais ou para menos. O número de registro no TSE é BR-09687/2018.
Ao considerar o universo de todos os entrevistados, Bolsonaro tem 48% das intenções dos eleitores, enquanto Haddad, 41%. Votos brancos e nulos somam 7%, enquanto indecisos ou que não responderam atingiram 4%.
Fonte: Veja
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Presidente da Firjan visita Açu e vê potencial para investimento coreano
10/10/2018 | 14h14
Comitiva da Firjan no Porto do Açu
Comitiva da Firjan no Porto do Açu / Divulgação
O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, visitou hoje o Porto do Açu, em São João da Barra, acompanhado de sua comitiva. O grupo percorreu os terminais de minério de ferro (Ferroport), de petróleo (Açu Petróleo) e multicargas (T-MULT). Recentemente, Vieira foi nomeado Cônsul Honorário da Coreia do Sul no Rio de Janeiro e afirmou, na visita ao Complexo do Açu, que os coreanos estão buscando investimentos no Brasil e que há sinergias com o empreendimento instalado no Norte Fluminense.
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Impressões do 1º turno e o que as urnas em 2018 projetam para 2020
08/10/2018 | 15h27
Acirramento no segundo turno
O acirramento na política nacional, que ficou evidente no primeiro turno, tende a ser mais intenso a partir de hoje. No dia 28 de outubro, o eleitor escolherá entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). A vantagem do ex-capitão do Exército sobre o ex-prefeito paulista foi expressiva: quase 17%. No início da apuração parecia que Bolsonaro liquidaria a fatura ontem mesmo. No entanto, se concretizou o que todos os institutos de pesquisa sinalizaram: a polarização do antipetismo, personificado em Bolsonaro, e o “ungido” do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, mesmo preso, liderou as pesquisas até ser barrado na Ficha Limpa.
Lula x Bolsonaro?
Por falar em Lula, parecia que o ex-presidente, mesmo condenado em segunda instância na Lava Jato, chegaria ao fim do primeiro turno como o grande nome da política. Isso porque as pesquisas apontavam transferência de votos dele para Haddad em uma velocidade impressionante, logo que o PT definiu o ex-prefeito paulista na cabeça de chapa. Mas não demorou muito para os levantamentos captarem o crescimento da rejeição, reflexo do desgaste do partido e, também, do seu maior líder. Todo político gosta de dizer que segundo turno é uma nova eleição. Então, na que terminou ontem, o grande nome foi Bolsonaro.
Onda avassaladora
No Rio de Janeiro, essa vantagem ficou ainda mais nítida. Bolsonaro obteve quase 60% dos votos para presidente no estado. Seu partido ficou com nada menos que 13 cadeiras na Alerj. Dos 46 deputados federais, 12 são do PSL. Como Christiano Abreu Barbosa observou no blog Ponto de Vista, o último deputado do partido do presidenciável conquistou a vaga com 31.788 votos. Isso fez com que as vagas para os demais partidos e coligações fossem reduzidas. A de Marcão Gomes, PR e Podemos, tinha potencial para três a quatro cadeiras. Com a onda PSL, fez só duas, deixando de fora Marcão, com quase 41 mil votos, e Dica, com quase 40 mil.
Surfou bem
Nada é mais impressionante que a transferência de votos para o ex-juiz federal Wilson Witzel (PSC), que saltou de 9% na pesquisa Datafolha da última quinta-feira para 41,28% no resultado oficial. Ele se colocou no cenário como candidato de Bolsonaro, aos poucos. Em entrevista à Folha, publicada no dia 7 de setembro, aproveitou “para mandar um grande abraço público para Jair e Flávio Bolsonaro (PSL)”, políticos que afirmou ter “admiração pessoal”. Depois, no debate do SBT, levou nas mãos o número do presidenciável.
Em vantagem
A ascensão veio mesmo nos últimos dias, quando ele esteve, inclusive, em campanha ao lado de Flávio. O deputado estadual, vale destacar, conquistou mais de 4,3 milhões de votos ontem e se elegeu ao Senado. A reboque, a família ajudou a eleger Arolde de Oliveira (PSD), com 2,3 milhões de votos, desbancando Cesar Maia (DEM). Na eleição que continua, como Bolsonaro no cenário nacional, o ex-juiz chega ao segundo turno com boa vantagem no Rio. Até sábado líder em todas as pesquisas, Eduardo Paes (DEM) terminou o primeiro turno com 19,56%.
Despencou
A mesma velocidade da ascensão de Witzel foi a da derrocada de Romário (Podemos). O Baixinho chegou a liderar no período pré-eleitoral e era colocado em todos os cenários de segundo turno. Na sexta, recebeu o apoio de Anthony Garotinho (PRP), que queria voltar ao Guanabara, mas foi barrado na Ficha Limpa. Nos últimos anos, Garotinho tem se transformado em um Midas ao contrário: tudo que toca, estraga. Foi assim com Marcelo Crivella (PRB), no segundo turno de 2014. Sem falar de Geraldo Alckmin (PSDB), em 2006, que teve menos votos com apoio de Garotinho, do que no primeiro turno, quando não contava com tal apoio.
Projeções
Muitos clãs fluminenses foram derrotados neste pleito. Mas no caso dos Garotinho, saiu por baixo só o pai. Wladimir (PRP) foi o mais votado a federal em Campos. Se já era projetado para 2020, agora, com mandato, é ainda mais. Na família, superou em votos a irmã, Clarissa (Pros), que se reelegeu com votação abaixo da esperada. Principal adversário de Wladimir na briga pelos votos campistas, Marcão levou a melhor no geral, mas ficou de fora. Em julho deste ano, o presidente do Legislativo goitacá contestou o raciocínio de que o resultado de 2018 possa influenciar em 2020. Mas não há dúvida que uma eleição já começa a desenhar a outra.
*Publicado nesta segunda-feira (8) da Folha da Manhã
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Macaé: Bolsonaro com 55,8; Witzel recebe 38,1% dos votos
07/10/2018 | 23h14
Apuração encerrada também em Macaé. Jair Bolsonaro (PSL) foi o mais votado, com 55,8% dos votos, seguido por Fernando Haddad (PT), com 17,6%. Na disputa ao governo do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) recebeu 38,1% dos votos válidos, enquanto Romário (Podemos) chegou a 16%.
Senado — Os mais votados para o Senado foram Flávio Bolsonaro (PSL), com 29,7% e Arolde de Oliveira (PSD), com 17,4%.
Deputados — Para deputado estadual, o candidato mais votado foi Welberth Rezende (PPS). Já para federal, quem teve mais votos foi Felício Laterça (PSL).
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Carapebus: Bolsonaro faz 59%; Witzel, 26%
07/10/2018 | 21h24
Em Carapebus também está encerrada a apuração. Jair Bolsonaro (PSL) foi o mais votado, com 59%, seguido por Fernando Haddad (PT), com 21%. Na disputa ao governo do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) recebeu 26% dos votos válidos, enquanto Eduardo Paes (DEM) chegou a 24%.
Senado — Os mais votados para o Senado foram Flávio Bolsonaro (PSL), com 35%; e Cesar Maia (DEM), com 18%.
Deputados — Para deputado estadual, o candidato mais votado foi Francine Mota (MDB). Já para federal, quem teve mais votos foi Bernard Tavares (PSD).
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Quissamã: Bolsonaro chega a 48%; Paes, 33%
07/10/2018 | 21h14
Apuração encerrada também em Quissamã. Jair Bolsonaro (PSL) foi o mais votado, com 48,1% dos votos, seguido por Fernando Haddad (PT), com 25,7%. Na disputa ao governo do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM) recebeu 32,6% dos votos válidos, enquanto Wilson Witzel (PSC) chegou a 26,5%.
Senado — Os mais votados para o Senado foram Cesar Maia (DEM), com 23,2% e Flávio Bolsonaro (PSL), com 22,5%.
Deputados — Para deputado estadual, o candidato mais votado foi o ex-prefeito Armando Carneiro (PV). Já para federal, quem teve mais votos foi Rodrigo Maia (DEM).
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Sobre o autor

Arnaldo Neto

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