Superintendente de Igualdade Racial nesta sexta no Folha no Ar
04/06/2020 | 21h18
O Folha no Ar, da Folha FM 98,3, encerra a semana, nesta sexta-feira (5), a partir das 7h, com um assunto em pauta nos principais noticiários de todo mundo: os movimentos contra o racismo. As manifestações com a mensagem Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) tiveram início no fim do mês passado. O estopim foi a morte de George Floyd, depois que um policial branco apoiou o joelho em seu pescoço por mais de oito minutos nos Estados Unidos. A ação foi filmada e o vídeo se espalhou rapidamente pelas redes sociais. Para comentar sobre o cenário internacional e a relação com o racismo no Brasil, o entrevistado é o superintendente de Igualdade Racial de Campos, o cientista político Diogo Lima.
Além de acompanhar a entrevista pelo rádio, é possível assistir e interagir pala live do Facebook, na página da Folha FM 98,3.
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MP aponta indícios de práticas criminosas no Kit Alimentação de Campos
04/06/2020 | 20h12
Kits alimentação adquiridos pela Prefeitura de Campos
Kits alimentação adquiridos pela Prefeitura de Campos / Divulgação - Supcom Campos
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Promotora de Justiça Tutela Coletiva da Infância e Juventude Anik Rebello Assed Machado, detectou irregularidades na documentação que envolve a aquisição e distribuição dos kits alimentares entregues pela Secretaria Municipal de Educação aos alunos da rede municipal de Campos, no mês de abril, em razão da pandemia. O MP identificou sinais de mau uso do dinheiro público, inclusive com sinais de possível prática criminosa na utilização de verba federal. Cópia de toda documentação foi encaminhada ao Ministério Público Federal e Polícia Federal. A administração pública municipal se posicionou sobre o caso:
"A Procuradoria Geral do Município desconhece este posicionamento do Ministério Público. Vale ressaltar que a Promotoria da Infância e da Juventude não tem atribuição para apurar eventual irregularidade neste caso. Por iniciativa própria, a Prefeitura de Campos consultou o Ministério Público a respeito da possibilidade de efetuar um contrato emergencial. Toda documentação, inclusive a planilha da empresa escolhida aquela que apresentou menor preço considerando, ainda, armazenamento, logística de entrega e de montagem, assim como também serviços e impostos obrigatórios foi enviada de forma voluntária ao MP. Na parte que cabe à Promotoria da Infância e da Juventude, a Prefeitura de Campos já comprovou que os itens que fazem parte dos kits alimentação, distribuídos aos 53 mil alunos da rede municipal de ensino, atendem às necessidades nutricionais e seguem as normas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE)." (Nota da Prefeitura de Campos)
De acordo com o MP, a análise dos documentos remetidos pela secretaria indicou que compra dos produtos foi realizada pelo município com dispensa de licitação sob a alegação da necessidade emergencial de atender aos alunos que tiveram as aulas suspensas em decorrência da pandemia.
O MP, após verificar a documentação que requisitou ao município para apuração de possíveis prejuízos às crianças e aos adolescentes que receberam os kits em substituição à merenda escolar, identificou sinais de malversação do dinheiro público e inclusive indícios de possível prática criminosa resultante do uso inadequado de verba federal pelos gestores municipais.
Diante da constatação, o Ministério Público remeteu à Polícia Federal e à Procuradoria da República cópia de toda a documentação para investigação, e se for o caso, responsabilização em relação ao ex-secretário municipal de Educação e a atual gestora da pasta, que na qualidade de ordenadores de despesas firmaram o contrato para aquisição do kit.
Pelo MP também foi enviado para secretaria de Educação do município um ofício requisitando esclarecimentos sobre o motivo pelo qual a distribuição dos kits não foi efetuada no último mês de maio, apesar das aulas permanecerem suspensas, e também cobrada a exibição de calendário prévio com indicação de data e local das próximas entregas p oportunizar a fiscalização e assegurar que o direito à alimentação segura das crianças seja respeitado. 
Sobre a distribuição do kit, a Prefeitura informou que “em função do Lockdown, consequente da pandemia de coronavírus, a entrega da segunda leva dos kits foi adiada. Uma nova estratégia de entrega está sendo elaborada”.
Polêmica — A edição da Folha da Manhã de 19 de abril trouxe uma matéria sobre a polêmica do Kit Alimentação da Prefeitura de Campos, levantada pela oposição, sobre possível superfaturamento. Levando em consideração o valor global do contrato, R$ 10.184.681,25, o preço de cada um dos 159 mil kits sairia por R$ 64,05. A matéria mostra que em três estabelecimentos do município — Assaí, Atacadão e SuperBom —, com produtos similares, e até de qualidade superior ao oferecido pelo município, o valor do kit ficou com preço médio de R$ 42,53. A Prefeitura informou que o kit com 10 itens saiu por R$ 41,84, já o que inclui a mistura para mingau, R$ 46,82. De acordo com a administração municipal, para justificar o valor final também deve ser considerado armazenamento, logística de entrega e de montagem, assim como também serviços e impostos obrigatórios na ordem de 12%.
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Presidente da CDL Jovem no Folha no Ar desta quinta
03/06/2020 | 20h31
A alta carga tributária do Brasil que inviabiliza a operação das empresas, a geração e manutenção de empregos, e prejudica o poder de compra das famílias e consumidores é tema do movimento nacional de conscientização Dia Livre de Impostos (DLI), realizado nesta quinta-feira (4). Em Campos, a campanha de conscientização é comandada pelo presidente da CDL Jovem, Ralph, Pereira, entrevistado do Folha no Ar, da Folha FM 98,3, a partir das 7h. Ele também vai comentar sobre a retomada parcial do comércio campista e os impactos da pandemia do novo coronavírus no setor.
Além de acompanhar a entrevista pelo rádio, é possível assistir e interagir pala live do Facebook, na página da Folha FM 98,3.
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Witzel decreta intervenção e Governo do Estado é responsável por concluir Hospital de Campanha de Campos
03/06/2020 | 06h57
Diante dos problemas de atraso na montagem dos hospitais de campanha e deficiência na gestão, o governador Wilson Witzel (PSC) determinou nesta quarta-feira (3), por meio do decreto 47.103/20, que a secretaria de Estado de Saúde assuma a gestão dos hospitais de campanha. O contrato e os termos aditivos realizados com a Organização Social Instituto de Atenção Básico à Saúde (Iabas) serão anulados e o governo vai requisitar todo o equipamento e mão-de-obra no combate à pandemia, assim como a conclusão das obras.
Com a intervenção, a Fundação Estadual de Saúde fica responsável por administrar os sete hospitais de campanha para enfrentamento da Covid-19: Maracanã, São Gonçalo, Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Nova Friburgo, Campos dos Goytacazes e Casimiro de Abreu.
Atrasos para entrega da unidade
Em Campos, o prazo de entrega inicial de 30 de abril foi adiado duas vezes: primeiro para 25 de maio e depois para 12 de junho. E apesar de estar no olho do furacão da operação Placebo, deflagrada pela Polícia Federal (PF), tanto a secretaria estadual de Saúde (SES), quanto o Iabas garantiam, até a última semana, a entrega do hospital de campanha de Campos em 12 de junho.
Os hospitais de campanha estaduais foram anunciados no final de março, quando o estado tinha menos de 1 mil casos confirmados de Covid-19 e 23 mortes. O plano divulgado era abrir 1,8 mil leitos no estado até o fim de abril, a tempo de atender ao período mais crítico de contaminação pela doença.
Desses leitos, 1,4 mil seriam nas estruturas provisórias para as quais foi contratada a administração da organização social (OS) Iabas. Denúncias de irregularidades na contratação, no entanto, levaram ao afastamento do subsecretário-executivo de Saúde, Gabriell Neves, em 11 de abril. Naquela semana, blogs, jornais e TVs publicaram documentos que mostravam um contrato de R$ 835,7 milhões com a Iabas, para a implementação dos sete hospitais de campanha. Segundo as denúncias, a escolha da OS se deu sem seleção pública ou transparência. Os contratos emergenciais fechados por Neves somariam R$ 1 bilhão, já que também incluíam a compra de respiradores, máscaras e testes rápidos.
As suspeitas levaram à prisão de Neves em 7 de maio, dois dias antes da inauguração do único dos sete hospitais de campanha que está efetivamente funcionando, o do Maracanã. A prisão se deu em uma operação do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (Gaecc) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, que apurava suposta obtenção de vantagem na compra de respiradores para os hospitais de campanha. Um dia depois, o secretário de Saúde, Edmar Santos, deixou a pasta. Santos, no entanto, foi renomeado pelo governador para o novo cargo de secretário extraordinário de Acompanhamento de Ações Governamentais Integradas da Covid-19.
Na semana passada, o governador Wilson Witzel reafirmou que os hospitais de campanha prometidos serão abertos. Neves, Santos e Witzel estão entre os alvos de mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Federal na Operação Placebo. Segundo a Secretaria Estadual de Fazenda, os agentes também foram à sala cofre da sede da Sefaz-RJ, onde está localizada a base de dados do Sistema Integrado de Gestão Orçamentária, Financeira e Contábil do Rio de Janeiro (Siafe-Rio). O sistema tem informações sobre todos os pagamentos que foram efetuados pela Secretaria de Estado de Saúde.
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Safra da cana em meio à pandemia na pauta do Folha no Ar
02/06/2020 | 19h45
O início da safra da cana-de-açúcar com perspectiva de moagem mais alta que o ano anterior está na pauta do Folha no Ar, da Folha FM 98,3, que recebe, nesta quarta-feira (3) o presidente da Cooperativa Agroindustrial do Estado do Rio de Janeiro (Coagro), Frederico Paes. Os desafios do trabalho em meio à pandemia do novocoronavírus, o foco na produção de açúcar também serão debatidos. Frederico também é diretor do Hospital dos Plantadores de Cana (HPC) e vai falar sobre um panorama geral da unidade hospitalar.
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SJB registra 6º óbito por coronavírus
02/06/2020 | 18h36
São João da Barra registrou nesta terça-feira (2) mais um óbito decorrente do coronavírus, o sexto desde o início da pandemia. A vítima, um homem de 79 anos, com comorbidades, apresentou sintomas no final de abril, sendo internado na Santa Casa de Misericórdia e transferido para o Hospital de Campanha Covid-19, após sua abertura.
O número de casos confirmados da doença passou de 105 para 110 e mais cinco pacientes se recuperaram da doença nesta terça-feira. Agora são 68 pessoas que venceram a batalha contra o coronavírus no município.
São 86 suspeitos, um aumento de 29 casos nas últimas 24h. Todos os casos suspeitos e confirmados, que não estão entre internados e recuperados, cumprem isolamento domiciliar.
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Formação acadêmica dos médicos em Campos na pauta do Folha no Ar
01/06/2020 | 21h55
A formação de novos médicos em Campos durante a pandemia do novo coronavírus será a principal pauta desta terça-feira (2) do Folha no Ar, da Folha FM 98,3, a partir das 7h. No último fim de semana, o jornalista Saulo Pessanha, em seu blog hospedado no Folha 1, informou, com base em relato de pai de aluno, que a Faculdade de Medicina de Campos (FMC) vai retomar as aulas para não reduzir o valor das mensalidades. A medida previa ainda, de acordo com a publicação, a assinatura, por parte dos alunos, de um termo de assunção de risco e responsabilidade. A Fundação Benedito Pereira Nunes (FBPN), mantenedora da instituição, informou que o retorno não é obrigatório e que foi debatido com o corpo docente e discente da instituição. Para falar sobre esse polêmico assunto, entre outros, o Folha no Ar recebe os médicos Márcio Sidney, presidente da FBPN, e Edilbert Pellegrini, diretor da FMC.
O programa também vai tratar sobre o enfrentamento da pandemia de forma geral e um panorama do Hospital Escola Álvaro Alvim, também mantido pela FBPN.
Além de acompanhar a entrevista pelo rádio, é possível assistir e interagir pala live do Facebook, na página da Folha FM 98,3.
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Robson Vieira destaca produção em Campos durante a pandemia: 'O campo não para'
31/05/2020 | 19h13
Em entrevista na primeira edição do Folha no Ar, na Folha FM 98,3, o secretário de Agricultura de Campos, Robson Correa Vieira, comentou a atuação da pasta em diferentes regiões do município para dar suporte aos pequenos produtores, que seguem atuando durante a pandemia do novo coronavírus. Para este ano, há expectativa de bons números na produção de abacaxi, sendo esperados aproximadamente 160 milhões de frutos, e de aipim, com 42 mil toneladas.
— Estamos nos precavendo, usando todos os equipamentos que a Saúde recomenda. Hoje, todo mundo tem sua internet. O homem do campo também está se prevenindo. Fizemos uma programação para pegar esse período de chuva, que foi muito bom esse ano. Em janeiro e fevereiro, choveu muito. Na época em que a gente ia começar a preparar o solo, estava chovendo muito. Brandou a chuva, nós entramos com o maquinário, com assistência para recuperar o tempo de janeiro e fevereiro que perdemos. E tem respondido muito bem — afirmou Robson. — O campo não para. A gente está preparando o solo, e o produtor, plantando. Tem muitas lavouras de quiabo lindas... De cana, de abóbora, milho, feijão. Estou muito satisfeito — pontuou.
De acordo com Robson, a pandemia não tem atrapalhado a produção. O secretário de Agricultura, contudo, ligou o alerta para possível aumento de preços nos estabelecimentos comerciais.
— Não afetou a produção no campo, está funcionando muito bem. Eu tenho visto os produtos, no final, para o consumidor, um pouco caros. Hoje, os supermercados e hortifrútis estão vendendo alguns produtos muito caros. E isso não está chegando na ponta, no produtor. Não sei se eles estão usando dessa pandemia para ganhar um dinheiro no consumidor final, mas o produtor está produzindo com o mesmo custo, o lucro dele está sendo o mesmo. Esse repasse dos produtos mais caros no supermercado, no minimercado e no comércio não está chegando ao produtor. Mas, no contexto em geral, vejo que aqui em Campos não afetou muito, não. O produtor está lá, produzindo e aproveitando este momento de chuva, de bênçãos — disse Robson.
Segundo o secretário, a partir de julho será feito um trabalho de fiscalização nas Feiras de Agricultura Familiar, com colaboração da superintendência de Postura, de forma a evitar a atuação dos chamados "atravessadores", que compram alimentos para revendê-los no local.
— Fizemos um levantamento. Existe o atravessador que vai no Mercado às 4h, compra o produto e atravessa. É injusto, a gente sabe que é injusto. Vamos fazer uma reunião agora com os feirantes e colocar, de fato, o agricultor familiar lá na feira. Vamos tirar o atravessador. Porque aquela feira foi criada para atender ao pequeno produtor. Acho injusto. Mas, sabemos quem é — enfatizou.
Pecuária — Parte do Folha no Ar foi reservada à entrevista com o subsecretário de Agricultura de Campos, Evando Ferraz, que comentou a prorrogação do prazo para vacinação contra a febre aftosa, agora até 30 de junho, devido à pandemia. A pasta calcula que cerca de 20 mil animais de pequenos produtores sejam vacinados com subsídio da Prefeitura — são considerados pequenos produtores os que têm até 70 animais. A campanha tem como um dos objetivos fortalecer a caminhada do Rio de Janeiro para se tornar Estado Livre da Aftosa Sem Vacinação, o que está previsto para acontecer em 2021.
— A conscientização regional dos produtores existe, eles têm essa leitura. Isso é muito importante, tanto economicamente, quanto na sanidade animal. 
Confira as entrevistas completas:
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SJB confirma quinto óbito e passa de 100 casos de coronavírus
30/05/2020 | 19h57
São João da Barra confirmou neste sábado (30) mais um óbito por Covid-19, totalizando cinco mortes pela pandemia. A vítima tinha 99 anos e estava internada no Hospital de Campanha do município. O número de casos suspeitos aumentou de 50 para 56 nas últimas 24 horas.
Ao todo são 103 casos confirmados, sendo 55 recuperados. Os casos descartados passaram de 139 para 142.
Nove pessoas seguem internadas. Os demais casos confirmados e suspeitos permanecem em isolamento domiciliar, com acompanhamento da Secretaria Municipal de Saúde.
Município segue com isolamento social
A Prefeitura prorrogou as medidas de isolamento social com a publicação, neste sábado, de mais dois decretos. Os estabelecimentos comerciais e de serviços autorizados a funcionar devem manter as regras de distanciamento, higienização e proteção pessoal.
As novas medidas têm validade até o próximo domingo, dia 7, quando o Comitê de Crise se reúne para decidir as próximas ações de combate ao novo coronavírus.
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SJB tem mais cinco casos positivos de Covid-19
28/05/2020 | 21h28
Em uma nova atualização relacionada ao coronavírus, a Secretaria Municipal de Saúde de São João da Barra registrou mais cinco pacientes recuperados e cinco testes positivos. Um óbito também passa a ser investigado.
São João da Barra possui 89 casos confirmados da doença, incluindo os 49 já recuperados, que representam 55% do total, e os quatro óbitos. A taxa de letalidade no município é de 4%. São 56 casos suspeitos, aguardando resultado de exames, que inclui o número de dias adequados para serem realizados.
A secretária municipal de Saúde, Arleny Valdés, destaca o trabalho realizado no município, tanto para a identificação de casos suspeitos, quanto na realização dos testes, que é feito por amostragem e nos contatos realizados, o que resulta no acréscimo diário de novos casos.
- Mantemos toda uma estrutura de atendimento e de acompanhamento junto à população e, caso surja alguém com sintomas, sendo considerado suspeito, é realizado o teste e os familiares são acompanhados. Nos casos confirmados da doença, também testamos a família do paciente - diz.
Entre casos confirmados e suspeitos, São João da Barra possui hoje nove pacientes internados, sendo que apenas um está em UTI e em processo de recuperação. Os demais casos confirmados e suspeitos permanecem no regime de isolamento domiciliar, recebendo todo o acompanhamento por parte da Secretaria de Saúde.
Fonte: Secom
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Sobre o autor

Arnaldo Neto

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