Ponto Final - Reforço para obra
02/11/2019 16:55 - Atualizado em 03/11/2019 10:54
Reforço para obra
A emenda da bancada federal fluminense que garantiu R$ 25 milhões para o término de um dos prédios do novo pólo da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Campos, foi publicada. Em trabalho articulado pelo deputado Wladimir Garotinho (PSD), outros 13 parlamentares fluminenses, do Psol ao PSL, apoiaram a ideia de destinar verba para a UFF-Campos. Apesar do esforço coletivo, a conquista foi um fatiamento do plano A, que seria uma emenda de bancada no valor de R$ 45 milhões, para a conclusão das obras na avenida XV de Novembro.
Trajetória complicada
A construção do novo campus da UFF começou em 2012 e, desde então, devido à falta de verbas, já foi interrompida pelo menos três vezes. O projeto do novo prédio prevê a construção do bloco A e bloco B, com sete andares cada um. Serão 36 salas de aula, 28 gabinetes de professores, onze laboratórios, uma biblioteca, um auditório, diretórios acadêmicos e administração. Os prédios terão ainda elevadores de passageiros e escadas de incêndio. Inicialmente, a obra estava prevista para ser entregue em fevereiro de 2015.
Novo pró-reitor
O professor Manuel Antonio Molina, do Laboratório de Engenharia de Produção do Centro de Ciência de Tecnologia, será o pró-reitor de Graduação da Uenf na próxima gestão. O anúncio foi feito pelos professores Raul Palacio e Rosana Rodrigues, reitor e vice-reitora eleitos para os próximos quatro anos. Molina vai substituir a professora Marina Suzuki. Ele possui graduação em Administração pela Universidade Federal de Viçosa, mestrado em Administração de Empresas, na Costa Rica, e doutorado em Administração pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (USP).
De olho no horário 
Neste domingo acontece o primeiro dia de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e o Ministério da Educação alerta que para o estado do Rio os portões dos locais de prova irão abrir às 12h e fechar às 13h. Nesta primeira etapa, os estudantes terão cinco horas e meia para a realização da prova. Já no segundo domingo, 10 de novembro, serão cinco horas. O acesso à sala de provas só será permitido com a apresentação de documento oficial de identificação com foto, conforme previsto em edital. O Inep recomenda que o participante leve também o Cartão de Confirmação da Inscrição impresso.
Visita técnica
O diretor-geral do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), Luiz Eduardo Barata Ferreira, acompanhado do diretor de Operação da instituição, Sinval Gama, estiveram no Porto do Açu para uma visita técnica aos projetos da Gás Natural Açu (GNA). Na ocasião, os diretores percorreram as obras da UTE GNA I e do Terminal de Regasificação de GNL, que integrarão o maior complexo termelétrico a gás natural da América Latina, com 3 GW de capacidade instalada, capaz de suprir 14 milhões de residências.
Expansão
A GNA possui, ainda, licença ambiental para mais que dobrar sua capacidade instalada, podendo chegar a 6,4 GW, o que permitirá o desenvolvimento de projetos termelétricos adicionais no futuro. Somado a isso, a localização estratégica do Porto do Açu, próximo aos campos produtores de pré-sal e ao circuito de transmissão de 500 kV recém licitados, possibilitará a criação de um Hub de Gás, para recebimento, processamento e transporte do gás associado, bem como exportação de grandes blocos de energia, contribuindo de forma significativa para o desenvolvimento da região de São João da Barra.
Desastre ambiental
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais divulgou no último dia 1º que o óleo que atinge o litoral do Nordeste pode chegar aos estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro. O oceanógrafo Ronald Souza informou que a hipótese é de que se tenha mais óleo em oceano aberto e, por isso, é possível o avanço desse material pela costa brasileira, alcançando o ES e o norte do Rio. Há duas semanas, pesquisadores da Universidade Federal do Rio Janeiro (UFRJ) já haviam mencionado essa possibilidade. O oceanógrafo David Zee destacou que São Francisco de Itabapoana, Barra de São João e Quissamã seriam as primeiras cidades fluminenses afetadas.

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