Revista Época: Machadada é exemplo da morosidade da Justiça Eleitoral
O jornalista Guilherme Amado, da revista Época, publicou uma matéria (aqui) sobre a morosidade da Justiça Eleitoral. O exemplo utilizado é o da Ação de Investigação de Judicial Eleitoral (Aije) resultante da operação Machadada, deflagrada em 2012. Até hoje, o processo está sem desfecho na Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As decisões de primeira e segunda instâncias só foram proclamadas em 2017, ambas pela inelegibilidade dos réus Carla Machado (PP), Alexandre Rosa (PRB), Alex Firme (PP) e o ex-prefeito Neco (MDB).
Vale lembrar que se a sentença de segunda instância fosse publicada antes do pleito de 2016, as duas candidaturas pela Prefeitura estariam barradas, já que Carla venceu Neco nas eleições. Apesar da condenação em colegiado, foi publicado um efeito suspensivo da condenação, em março de 2018, por meio de um embargo de declaração concedido de forma monocrática pelo então presidente em exercício do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), desembargador Carlos Santos de Oliveira.
No TSE, o processo está parado no gabinete do ministro Og Fernandes sem nenhuma movimentação desde 13 de fevereiro. Em entrevista à Folha, o deputado federal Wladimir Garotinho (PSD) disse ter informações sobre o julgamento ainda este ano.

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    Arnaldo Neto

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