Padaria da Ong Cidade 21 agora assa rosca particular
Esdras
[caption id="attachment_2629" align="aligncenter" width="755" caption="Onde funcionava a padaria criada pela Ong Cidade 21, agora funciona a uma fábrica de roscas. Observem a fumaça na chaminé, a placa da Cooperdouro ainda está lá, mas o equipamentos disseram que não. (Foto/11/10/2011)"][/caption] Há tempos vitimado pela famosa mosca azul (a do imaginário popular) que o levou a enorme e indisfarçável frustração causada pela não viabilização de uma ambicionada candidatura a prefeito de Campos, o professor Roberto Moraes tem reagido às críticas de forma bem diferente da que cobra daqueles que são criticados por ele. Em sua inusitada democracia particular, ele até que admite outras opiniões, mas desde que sejam iguais às suas. Quem discorda é imediatamente taxado de “mídia de coleira”, o que tem sido sua prática usual e generalizada. Esquece-se o professor dos velhos ditados “macaco olha teu rabo”, “pau que dá em Chico dá em Francisco”. Se falarmos de coleiras, podemos observar que a sua foi firmemente tecida com os elos da arrogância, da petulância, da pretensão e da prepotência. Pior ainda, foi tecida por ele mesmo, o que a torna um fardo muito, muito difícil de se livrar... Um pouquinho mais de humildade só faria bem, professor, mas deverá tomá-la com muito cuidado. Pela falta de costume, se errar na dose pode até lhe fazer mal. Padaria 21 era assim [caption id="attachment_2632" align="aligncenter" width="756" caption="A padaria da Ong Cidade 21 era assim"][/caption] Depois ficou assim... Agora, nem os equipamentos se sabe onde estão [caption id="attachment_2633" align="aligncenter" width="756" caption="Depois ficou assim... Agora nem os equipamentos se sabe onde estão"][/caption] A malfadada iniciativa da sua Ong Cidade 21, que utilizou boa quantia de dinheiro através de um programa da Petrobrás, é um exemplo a não ser seguido de má administração. Jogou-se dinheiro pela janela e nada sobrou para justificar o que foi gasto. Diante da sintomática reação do professor, nessa terça-feira, a equipe do blog foi novamente ao local da extinta Cooperdouro, mal gerida pela sua Ong Cidade 21, para ver como estão as coisas por lá. Mas, surpreendentemente, encontrou funcionando no local a “Fábrica de Roscas do Marquinhos”, como informou um funcionário do novo empreendimento. Dos equipamentos adquiridos com o dinheiro do programa da Petrobras, o funcionário não soube dar notícia, apenas informou que não havia mais nada ali. Mas, certamente, o diligente professor Roberto Moraes deve saber informar onde estão os caríssimos equipamentos da falecida “padaria” do programa mal administrado pela sua Ong Cidade 21, com dinheiro alheio. A verdade dói Pois é, apesar de não gostar de ouvir isso, ele não conseguiu administrar uma padaria e queria administrar Campos num delírio natimorto. Talvez tenha sido essa verdade que o enfureceu tanto.
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